Questões de Concurso Para nutricionista

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Q3694780 Nutrição
Com base nos princípios da epidemiologia nutricional e nos métodos utilizados para a avaliação do consumo alimentar e do estado nutricional de populações, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694779 Nutrição
Acorreta conduta dietoterápica no controle da Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) em adultos é fundamental para a prevenção de agravos da doença e manutenção da qualidade de vida do paciente. Considerando os princípios da fisiopatologia e diretrizes dietoterápicas para adultos com DM2, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3694776 Nutrição
Aepidemiologia nutricional é a ciência que se ocupa em estudar o efeito da dieta no desenvolvimento de doenças específicas, buscando compreender como a alimentação e fatores relacionados ao estado nutricional estão envolvidos no surgimento dessas doenças. Diante deste conceito, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694774 Nutrição
Os manipuladores de alimentos são de fundamental importância no controle da qualidade das refeições preparadas em uma Unidade de Alimentação e Nutrição. De acordo com a RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694773 Nutrição
Na prática clínica, durante a anamnese, o nutricionista pode utilizar ferramentas para avaliação do estado nutricional dos pacientes, visando a reunir informações e identificar o tratamento nutricional adequado, ou seja, a avaliação é o primeiro passo no processo de cuidados nutricionais. Desta forma, avalie as afirmativas abaixo:

I- Diário alimentar é uma ferramenta em que o próprio paciente registra os alimentos e quantidades consumidas, normalmente de 3 a 7 dias. É mais preciso quando as anotações são realizadas no momento do consumo, evitando problemas com a memória ou atenção.
II- A Avaliação Subjetiva Global (ASG) é um método clínico simples, de baixo custo, não invasivo e validado de avaliação do estado nutricional, que considera alterações da composição corporal e outros dados, como alterações funcionais do paciente não hospitalizado.
III- O Questionário de Frequência Alimentar (QFA) tem por objetivo avaliar a frequência de consumo de grupos alimentares com nutrientes comuns, não especificando os nutrientes separadamente.
IV- A ferramenta Recordatório de 24h é caracterizada pelo registro dos alimentos e quantidades ingeridas nas últimas 24 horas pelo paciente. É aconselhável o cruzamento de dados de outros métodos, como o QFA, a fim de melhorar a estimativa de consumo dos alimentos.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3694772 Nutrição
Arespeito das alterações sofridas durante a transformação do músculo em carne, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3694769 Nutrição
A estrutura física de uma Unidade de Alimentação e Nutrição deve atender a recomendações das legislações específicas, como a Portaria CVS-6/99. Com base nesta portaria, analise as sentenças abaixo:

I- Nas instalações sanitárias exclusivas para funcionários das empresas produtoras de alimentos, fica proibido o descarte de papel higiênico em lixeira, devendo ser este diretamente descartado no vaso sanitário.
II- As paredes devem ser azulejadas com altura mínima de 1,5 m, de cor branca, acabamento liso e impermeável.
III- As janelas devem possuir telas com malhas milimétricas de 2 mm, de fácil limpeza e em bom estado de conservação.
IV- A área destinada ao pré-preparo de carnes, aves e pescado deve ter bancadas, equipamentos e utensílios de acordo com as preparações. Quando climatizadas, devem manter a temperatura entre 12 e 21° C.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3694767 Nutrição
Os alimentos são matéria-prima principal para o preparo de receitas. Estas requerem etapas e técnicas de pré-preparo e preparo. No tocante à técnica dietética, analise as seguintes afirmações:

I- O preparo dos alimentos deve assegurar um adequado valor nutritivo dos alimentos.
II- Descascar, peneirar e moer são operações de separação de partes sólidas.
III- Decantar e centrifugar são operações com a finalidade de união dos alimentos.
IV- O processo de cocção tem por objetivo apenas aumentar a palatabilidade e digestibilidade dos alimentos.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3693567 Raciocínio Lógico
Considerando o abecedário da língua portuguesa, determine a próxima letra da sequência e assinale a alternativa CORRETA cuja palavra inicia com a letra encontrada.

B, D, G, K, P, ___.



Alternativas
Q3693563 Raciocínio Lógico
AFigura 01 é composta por duas escadas independentes que se cruzam, formando um quadrado de letras.


Imagem associada para resolução da questão

 Fonte: CPCON

Analise o padrão de formação das escadas e determine as letras correspondentes aos números 1, 2, 3 e 4, RESPECTIVAMENTE.
Alternativas
Q3693562 Raciocínio Lógico
Os pais de Marília, a mais nova de dois irmãos, casaram-se em 1961, quando tinham uma diferença de idade de 23 anos. Sabe-se, ainda, que as informações a seguir também se referem a Marília: 

(i) nasceu em 1981, ano em que sua mãe completou 38 anos;
(ii) seu pai é mais velho que sua mãe;
(iii) seu irmão é 10 anos mais velho que ela.

É CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693559 Raciocínio Lógico
Considere as seguintes proposições:

R: Todo campeão olímpico é medalhista;
S: a + b = 4, tal que a = 1 e b = 2.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693557 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.

Ao colocar na ordem direta os versos 5 e 6 do Texto IV, tem-se o seguinte período composto:



Imagem associada para resolução da questão



É CORRETO afirmar que a oração em destaque se classifica como uma oração:

Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3693173 Nutrição
Na promoção da saúde na APS, políticas efetivas combinam ambientes, serviços e comunicação para sustentar escolhas cotidianas. Qual síntese descreve um arranjo integrado consistente com vigilância e cuidado em rede?
Alternativas
Q3693172 Nutrição
Em uma pesquisa sobre nutrição populacional, medir consumo alimentar envolve erro e atenuação de associações. Assinale a interpretação correta sobre triângulo de validação e calibração por regressão em estudos dietéticos.
Alternativas
Q3693171 Nutrição
Em território com alta exposição a ultraprocessados, a gestão municipal quer reverter padrões de compra e preparo em casas e escolas. Selecione a alternativa que indica a arquitetura de EAN que sustenta mudança de comportamento e ambiente alimentar.
Alternativas
Q3693170 Nutrição
Em gestão de serviços de alimentação, reduzir perdas, garantir rastreabilidade e assegurar padrão sensorial exige integração de processos. Assinale a alternativa que apresenta a organização que consolida controle operacional e tomada de decisão baseada em dados.
Alternativas
Respostas
8241: E
8242: A
8243: A
8244: E
8245: A
8246: E
8247: D
8248: A
8249: A
8250: E
8251: B
8252: E
8253: A
8254: E
8255: E
8256: B
8257: A
8258: C
8259: B
8260: D