Questões de Concurso Para auxiliar em saúde bucal

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Q2665456 Português

_________ três dias para a sua consulta.


Fui eu que _________ com aquele famoso dentista.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e a concordância entre verbo e sujeito, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

Alternativas
Q2665455 Português

A moça recebe elogios pelos seus dentes ________.


Os pacientes sempre encontram os dentistas _________.


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e a concordância entre adjetivo e substantivo, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

Alternativas
Q2665454 Português

O dentista pediu que fosse comprado __________ ósseo, __________ e silicone de __________.


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

Alternativas
Q2665453 Português

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à separação silábica, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2665452 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 3.


O dentista tenor


Deu-se um fato interessante em minha vida. Mais um. Fui indicado por amigos a um dentista.

Alguns dias depois, com a gengiva irritada, marquei consulta com o meu novo odontólogo. Notei que era um jovem, muito simpático, asseado e bem-humorado. Sentei-me em sua cadeira modernosa e ficamos naquela zona fantasma entre o silêncio e o início da carnificina.

Talvez querendo quebrar o gelo, o cirurgião-dentista me perguntou sobre a vida. Falei que era compositor. Poderia ter me alongado mais, mas ficava difícil mover os maxilares com um punho enfiado no meu palato.

– Como se chama o seu grupo? – ele quis saber, enquanto afiava a ameaçadora ponta da broca.

– “Inga i tapo” – respondi, já quase engasgando.

Nesse instante, sem maiores explicações, o homem sumiu da sala para logo depois retornar com o pai, o dentista-sênior. Era um senhor septuagenário, espigado e bastante encurvado naquela indefectível roupa branca dos profissionais da saúde.

– Então o senhor é compositor! Qual é o seu grupo, hein? – perguntou ele com interesse.

Apesar da dificuldade em abrir os lábios – agora com aquele objeto de plástico curvo metido na cavidade bucal – repeti ao velho o que dissera antes ao filho.

– “Inga i tapo”.

Ele ficou encantadíssimo pelo meu trânsito no meio musical, por pertencer a um conjunto – apesar de eu não ser lá muito enfronhado com o show business. Sou letrista e minha categoria, todos sabem, não costuma subir aos palcos. Ou seja, não é vista como um cantor, um executante virtuoso. Esses, sim, vão lá, dão a cara pra bater e são reconhecidos na rua, no shopping, no aeroporto e também no dentista. Não eu.

Resumindo a narrativa, o dentista-pai começou a cantar pra mim. O odontólogo-filho me explicava que o genitor era chegado numa boemia, saía do consultório e ia cantar amadoristicamente num clubinho de veteranos do samba. Sua voz de tenor, à capela, retumbava na sala. E eu, de boca escancarada, tendo que ouvir boa parte do repertório de Noel Rosa, outras muitas canções de Assis Valente, Carmen Miranda, Quatro Ases e um Coringa.

Queria ser gentil, mas se aplaudisse derrubaria o copinho de colutório na roupa. Então, ao final de cada canção, reagia dizendo assim:

– Eeeeeee! “Ughshhhh, uuuuuughshhhhh!”

Em seguida, o dentista-tenor engatava mais uma.

O recital durou até a profilaxia do derradeiro pré-molar. Nunca uma limpeza de tártaro foi tão musical.


(Carlos Castelo. https://emais.estadao.com.br/blogs/cronica-por-quilo/o-dentista-tenor/. Adaptado).

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta o correto plural do título do texto “O dentista tenor”.

Alternativas
Q2665451 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 3.


O dentista tenor


Deu-se um fato interessante em minha vida. Mais um. Fui indicado por amigos a um dentista.

Alguns dias depois, com a gengiva irritada, marquei consulta com o meu novo odontólogo. Notei que era um jovem, muito simpático, asseado e bem-humorado. Sentei-me em sua cadeira modernosa e ficamos naquela zona fantasma entre o silêncio e o início da carnificina.

Talvez querendo quebrar o gelo, o cirurgião-dentista me perguntou sobre a vida. Falei que era compositor. Poderia ter me alongado mais, mas ficava difícil mover os maxilares com um punho enfiado no meu palato.

– Como se chama o seu grupo? – ele quis saber, enquanto afiava a ameaçadora ponta da broca.

– “Inga i tapo” – respondi, já quase engasgando.

Nesse instante, sem maiores explicações, o homem sumiu da sala para logo depois retornar com o pai, o dentista-sênior. Era um senhor septuagenário, espigado e bastante encurvado naquela indefectível roupa branca dos profissionais da saúde.

– Então o senhor é compositor! Qual é o seu grupo, hein? – perguntou ele com interesse.

Apesar da dificuldade em abrir os lábios – agora com aquele objeto de plástico curvo metido na cavidade bucal – repeti ao velho o que dissera antes ao filho.

– “Inga i tapo”.

Ele ficou encantadíssimo pelo meu trânsito no meio musical, por pertencer a um conjunto – apesar de eu não ser lá muito enfronhado com o show business. Sou letrista e minha categoria, todos sabem, não costuma subir aos palcos. Ou seja, não é vista como um cantor, um executante virtuoso. Esses, sim, vão lá, dão a cara pra bater e são reconhecidos na rua, no shopping, no aeroporto e também no dentista. Não eu.

Resumindo a narrativa, o dentista-pai começou a cantar pra mim. O odontólogo-filho me explicava que o genitor era chegado numa boemia, saía do consultório e ia cantar amadoristicamente num clubinho de veteranos do samba. Sua voz de tenor, à capela, retumbava na sala. E eu, de boca escancarada, tendo que ouvir boa parte do repertório de Noel Rosa, outras muitas canções de Assis Valente, Carmen Miranda, Quatro Ases e um Coringa.

Queria ser gentil, mas se aplaudisse derrubaria o copinho de colutório na roupa. Então, ao final de cada canção, reagia dizendo assim:

– Eeeeeee! “Ughshhhh, uuuuuughshhhhh!”

Em seguida, o dentista-tenor engatava mais uma.

O recital durou até a profilaxia do derradeiro pré-molar. Nunca uma limpeza de tártaro foi tão musical.


(Carlos Castelo. https://emais.estadao.com.br/blogs/cronica-por-quilo/o-dentista-tenor/. Adaptado).

De acordo com o texto, é correto afirmar que o dentista-pai

Alternativas
Q2665450 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 3.


O dentista tenor


Deu-se um fato interessante em minha vida. Mais um. Fui indicado por amigos a um dentista.

Alguns dias depois, com a gengiva irritada, marquei consulta com o meu novo odontólogo. Notei que era um jovem, muito simpático, asseado e bem-humorado. Sentei-me em sua cadeira modernosa e ficamos naquela zona fantasma entre o silêncio e o início da carnificina.

Talvez querendo quebrar o gelo, o cirurgião-dentista me perguntou sobre a vida. Falei que era compositor. Poderia ter me alongado mais, mas ficava difícil mover os maxilares com um punho enfiado no meu palato.

– Como se chama o seu grupo? – ele quis saber, enquanto afiava a ameaçadora ponta da broca.

– “Inga i tapo” – respondi, já quase engasgando.

Nesse instante, sem maiores explicações, o homem sumiu da sala para logo depois retornar com o pai, o dentista-sênior. Era um senhor septuagenário, espigado e bastante encurvado naquela indefectível roupa branca dos profissionais da saúde.

– Então o senhor é compositor! Qual é o seu grupo, hein? – perguntou ele com interesse.

Apesar da dificuldade em abrir os lábios – agora com aquele objeto de plástico curvo metido na cavidade bucal – repeti ao velho o que dissera antes ao filho.

– “Inga i tapo”.

Ele ficou encantadíssimo pelo meu trânsito no meio musical, por pertencer a um conjunto – apesar de eu não ser lá muito enfronhado com o show business. Sou letrista e minha categoria, todos sabem, não costuma subir aos palcos. Ou seja, não é vista como um cantor, um executante virtuoso. Esses, sim, vão lá, dão a cara pra bater e são reconhecidos na rua, no shopping, no aeroporto e também no dentista. Não eu.

Resumindo a narrativa, o dentista-pai começou a cantar pra mim. O odontólogo-filho me explicava que o genitor era chegado numa boemia, saía do consultório e ia cantar amadoristicamente num clubinho de veteranos do samba. Sua voz de tenor, à capela, retumbava na sala. E eu, de boca escancarada, tendo que ouvir boa parte do repertório de Noel Rosa, outras muitas canções de Assis Valente, Carmen Miranda, Quatro Ases e um Coringa.

Queria ser gentil, mas se aplaudisse derrubaria o copinho de colutório na roupa. Então, ao final de cada canção, reagia dizendo assim:

– Eeeeeee! “Ughshhhh, uuuuuughshhhhh!”

Em seguida, o dentista-tenor engatava mais uma.

O recital durou até a profilaxia do derradeiro pré-molar. Nunca uma limpeza de tártaro foi tão musical.


(Carlos Castelo. https://emais.estadao.com.br/blogs/cronica-por-quilo/o-dentista-tenor/. Adaptado).

De acordo com o texto, é correto afirmar que

Alternativas
Q2143897 História
Trata-se de uma religião monoteísta, isto é, que crê em um único Deus, revelada por meio do profeta Maomé em seu livro sagrado – o Alcorão: 
Alternativas
Q2143896 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual é o lema inscrito no brasão do município de Pará de Minas – Minas Gerais? 
Alternativas
Q2143895 Geografia
A cada década, em todo território brasileiro, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realiza o Censo Demográfico. 
Sobre o Censo Demográfico, é incorreto afirmar:
Alternativas
Q2143894 Conhecimentos Gerais
27.png (323×201)

Disponível em: http://www.juniao.com.br/chargecartum/ilustra_ artigo_thiago_historia_unica_72/. Acesso em: 16 maio 2022.
Pode-se compreender, a partir da leitura da charge, que
Alternativas
Q2143893 Conhecimentos Gerais
A prática de atos de hostilidade e ódio contra pessoas estrangeiras é um preconceito que tem crescido de forma assustadora nos últimos anos, em diferentes partes no planeta, incluindo no Brasil.
Trata-se como a prática de atos de hostilidade e ódio contra pessoas de outros países, regiões ou cultura: 
Alternativas
Q2143892 Direito Penal
De acordo com a Convenção de Belém do Pará (Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher, adotada pela OEA em 1994), violência contra a mulher é qualquer ação ou conduta, baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto no âmbito público como no privado. 
Disponível em: https://www.tjse.jus.br/portaldamulher/. Acesso em: 16 maio 2022.
Não pode ser considerado violência contra a mulher: 
Alternativas
Q2143891 História e Geografia de Estados e Municípios
PATRIMÔNIO IMATERIAL – Os bens culturais de natureza imaterial dizem respeito às práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes, ofícios e modos de fazer; celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas; e nos lugares [...]. 
Disponível em: encurtador.com.br/ghiCO. Acesso em: 25 maio 2022.
Não pode ser caracterizado como patrimônio imaterial de Minas Gerais:
Alternativas
Q2143890 Geografia
Movimento que ocorre no campo brasileiro, que busca a redistribuição de terras pouco utilizadas entregando-as a quem não as possui, além de outras mudanças sociais no campo brasileiro: 
Alternativas
Q2143889 Conhecimentos Gerais
O que é uma criptomoeda?
Alternativas
Q2143888 Conhecimentos Gerais
O Brasil dos refugiados
O brutal assassinato de Moïse Mugenyi Kabagambe num quiosque na Barra da Tijuca (RJ) chocou o país por sua crueldade. Além de escancarar o racismo brasileiro, o caso também chamou atenção para a situação precária de muitos imigrantes e refugiados vindos ao Brasil de países em conflito. A República Democrática do Congo, de onde vieram Moïse e sua família, está entre os países que mais têm refugiados no Brasil. Além dos congoleses, há venezuelanos, sírios, bolivianos e haitianos entre as mais de 66 nacionalidades de pessoas que se refugiaram em solo brasileiro. Desde 2016, a população de refugiados no Brasil sextuplicou – reflexo da migração mais intensa de venezuelanos na fronteira com Roraima. [...]
Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/o-brasil-dos-refugiados/. Acesso em: 16 maio 2022.
Por que as pessoas escolhem o Brasil como refúgio?
Alternativas
Q2143887 Matemática
Paulo é caminhoneiro e seu veículo transporta uma carga máxima de 10 000 quilogramas (10 toneladas). Um agricultor contratou Paulo para realizar o transporte de 330 sacos de milho de 70 quilogramas cada saco.
Quantas viagens Paulo deverá fazer para transportar esses sacos de milho? 
Alternativas
Q2143886 Matemática
Para ir ao trabalho, Estela gasta 55 minutos. Em uma segunda-feira, ela chegou ao seu trabalho às 9h40.
Em qual horário Estela saiu de casa?
Alternativas
Q2143885 Matemática
Numa prova de Matemática, Marília acertou 2/4 das questões, Luíza acertou 4/8 das questões e Fernanda acertou 4/5 das questões.
Nesse cenário, pode-se afirmar que 
Alternativas
Respostas
1601: B
1602: A
1603: C
1604: B
1605: B
1606: D
1607: A
1608: B
1609: A
1610: D
1611: B
1612: A
1613: B
1614: A
1615: C
1616: B
1617: D
1618: C
1619: B
1620: B