Questões de Concurso Para auxiliar em saúde bucal

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Q3968204 Direito Digital
Segundo a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), banco de dados é
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Q3968202 Direito Administrativo
No caso de indeferimento de acesso a informações ou às razões da negativa do acesso, poderá o interessado interpor recurso contra a decisão no prazo de
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Q3963750 Matemática
Um produto que custava R$ 800,00 sofreu um aumento de 25%. Sobre o valor reajustado, foi concedido um desconto de 10%. O preço final do produto, após essas duas alterações sucessivas, é 
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Q3963749 Estatística

Observe a tabela a seguir.



              Imagem associada para resolução da questão



Os dados apresentados representam o número de horas de estudo semanal de um grupo de estudantes. A mediana do número de horas de estudo semanal desse grupo é

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Q3963748 Raciocínio Lógico
Sejam os conjuntos A = { ℕ ∣ x < 6} e B = {2,4,6,8}. O conjunto A  B é 
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Q3963747 Raciocínio Lógico

Seja a proposição composta:



 “Se chove, então a aula é cancelada.”



A negação logicamente equivalente dessa proposição é: 

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Q3963746 Raciocínio Lógico
Considere as proposições lógicas p e q. A proposição composta (pq) V (qp) é classificada como
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Q3963745 Português

Analise a tabela a seguir sobre a população de Valparaíso de Goiás.


                 Imagem associada para resolução da questão 


              Disponível em: https://www.ipe.df.gov.br/documents/9915964/10177271/PMAD_2019-2020-Valparaiso_de_Goias.pdf. Acesso em: 20 jan. 2026.



A tabela evidencia qual característica da mobilidade dos moradores de Valparaíso de Goiás que trabalham no Distrito Federal (DF)?  

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Q3963744 Português
Leia o texto a seguir.
Com a agropecuária, o perigo negro pode até ter diminuído, mas o medo continuou ou até aumentou. Nas minas, como nas fazendas, os escravos e as escravas, na maioria das vezes, suportaram resignadamente o impacto dos açoites, mas nem sempre. Às vezes acontecia de “a corda arrebentar do lado mais forte”, expressão sobre os crimes praticados por escravos em Goiás no século XIX. Para alguns, talvez, o medo dos escravos fosse até mais forte do que o medo dos indígenas, pois estes estavam longe; aqueles, ao lado. Nunca se sabia ao certo qual seria a reação dos escravos à violência da escravidão e o pior poderia acontecer.
OLIVEIRA, E. C. de. “O medo do outro”: conflitos entre brancos, negros e mestiços em Goiás nos séculos XVIII e XIX. Revista Territórios e Fronteiras, v. 10, n. 2, 2017. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/articl e/view/616. Acesso em: 21 jan. 2026. [Adaptado].


Quem sentia o medo referido no texto? 
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Q3963743 História
Leia o texto a seguir.
São conhecidas as consequências desse acontecimento: empobrecimento geral, ruralização da economia, refluxo dos mineiros e aventureiros que tinham afluído para os arraiais, nas proximidades das minas. A população da capitania, que até então aumentara, estagnou e passou a decrescer: entre 1783 e 1804, caiu em cerca de um quinto. No auge da corrida do ouro, mineiros poderosos, senhores de “grandes fábricas”, possuíam de 150 a 200 escravos. Com o esgotamento dos veios, esses potentados seguiram em busca de novos eldorados e levaram consigo seus negros, com o que a presença deles diminuiu em Goiás.
AÇÃO. Ação (ordinária) de artigos justificativos entre partes. O cirurgião-mor André Cilla. Da Cunha e Roza. Justificante. Justificante. Joanna da Fonseca Coutinha. Justificada. Villa Boa de Goiás. Documento avulso manuscrito. (Arquivo da Fundação Frei Simão Dorvi, Cidade de Goiás). 1801. [Adaptado].

A qual acontecimento o texto se refere? 
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Q3963742 Português
Leia o texto a seguir.
Estrada de Hugo
Uma estrada atravessando o chão difícil deste Brasil imenso de cidades e sertões
Estrada cheia de pegadas de caboclos rudes calcando o pó das velhas gerações
Estrada das bandeiras, das tropas e boiadas, através de cordilheiras e matas densumbrosas; de campos e rios, de várzeas e taludes
Velha estrada de escarpas perigosas, onde um poeta cantou, desconsolado: — Eu só, sem mais ninguém!
LYNCE, Léo. Poesia quase completa. Ed. da UFG: Goiânia. 1996, p. 143. [Adaptado]

No texto, a estrada tem um papel central devido a qual característica?
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Q3963741 Português
Leia o texto a seguir.
Viajar sem pressa, sem roteiros exaustivos e com foco total no descanso. Essa é a lógica do chamado turismo do sono, tendência que começa a se consolidar em Goiás e atrai viajantes interessados em desacelerar, dormir melhor e recuperar o equilíbrio físico e mental. Goiás reúne características naturais que favorecem esse tipo de experiência. Na Chapada dos Veadeiros, cidades como Alto Paraíso de Goiás, Vila de São Jorge e Cavalcante concentram pousadas, chalés e retiros voltados ao bem-estar. O silêncio do cerrado, a distância dos grandes centros e a paisagem natural criam um ambiente propício ao descanso. A Cidade de Goiás, antiga capital do estado, também aparece entre os destinos procurados por quem busca tranquilidade. O ritmo mais lento e as hospedagens em áreas verdes favorecem noites silenciosas e dias sem pressa.
MONTEIRO, Luan. Turismo do sono em Goiás ganha espaço entre viajantes que buscam descanso. Jornal Opção, 18 jan. 2026. Disponível em: https://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/turismo-do-sono-em-goias- ganha-espaco-entre-viajantes-que-buscam-descanso-784961/. Acesso em: 20 jan. 2026.


Esse tipo de turismo reflete qual desafio para a sociedade atual? 
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Q3963740 Português

Leia Texto 4 para responder à questão.


Texto 4 



  Quem inventou os cortadores de unha?



    Antes da invenção do cortador de unhas moderno, as pessoas usavam pequenas facas (e depois tesouras) para fazer o trabalho. Foram os antigos romanos que começaram a dar valor para unhas bem cuidadas.  


    A primeira patente de um cortador de unhas foi registrada em 23 de março de 1875 pelo americano Valentine Fogerty, de Boston. Na verdade, a invenção de Fogerty parecia mais uma lixa de unha circular. Nos anos seguintes, o escritório de patentes dos Estados Unidos recebeu patentes com novos modelos. Até que, em 1947, William Bassett desenvolveu um modelo eficaz de cortador de unhas, que ele batizou com a marca “Trim”. De onde veio esse nome? Esses aparelhinhos são chamados nos Estados Unidos de “nail clipper” e também “trimmer”. O verbo “to trim”, em inglês, significa justamente “aparar”.


    No Brasil, a marca “Trim” teve uma importância tão grande que virou, em alguns Estados, sinônimo para o aparelhinho. Na região nordeste, ele é chamado de “Trinco” porque a empresa americana se chamava Trim Company (ou apenas Trim Co.). Outra marca bastante famosa é a Unhex. 


Disponível em: https://www.guiadoscuriosos.com.br/variedades/deu-a-louca-

no-mundo/invencoes/quem-inventou-os-cortadores-de-unha/. Acesso em: 16

jan. 2026. 

No Texto 4, ao tratar da origem e da difusão das palavras “Trim” e “Trinco”, o autor evidencia que o vocabulário de uma língua 
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Q3963739 Português

Leia Texto 4 para responder à questão.


Texto 4 



  Quem inventou os cortadores de unha?



    Antes da invenção do cortador de unhas moderno, as pessoas usavam pequenas facas (e depois tesouras) para fazer o trabalho. Foram os antigos romanos que começaram a dar valor para unhas bem cuidadas.  


    A primeira patente de um cortador de unhas foi registrada em 23 de março de 1875 pelo americano Valentine Fogerty, de Boston. Na verdade, a invenção de Fogerty parecia mais uma lixa de unha circular. Nos anos seguintes, o escritório de patentes dos Estados Unidos recebeu patentes com novos modelos. Até que, em 1947, William Bassett desenvolveu um modelo eficaz de cortador de unhas, que ele batizou com a marca “Trim”. De onde veio esse nome? Esses aparelhinhos são chamados nos Estados Unidos de “nail clipper” e também “trimmer”. O verbo “to trim”, em inglês, significa justamente “aparar”.


    No Brasil, a marca “Trim” teve uma importância tão grande que virou, em alguns Estados, sinônimo para o aparelhinho. Na região nordeste, ele é chamado de “Trinco” porque a empresa americana se chamava Trim Company (ou apenas Trim Co.). Outra marca bastante famosa é a Unhex. 


Disponível em: https://www.guiadoscuriosos.com.br/variedades/deu-a-louca-

no-mundo/invencoes/quem-inventou-os-cortadores-de-unha/. Acesso em: 16

jan. 2026. 

No Texto 4, a referência ao uso das denominações “Trim” e “Trinco” para designar o cortador de unhas evidencia um fenômeno de variação linguística relacionado à 
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Q3963738 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3



Os miseráveis



No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada. 


Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.


Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.


Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]


SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em: 

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17

jan. 2026.  

No Texto 3, a expressão “camadas sedimentares” contribui para a construção do sentido global ao empregar a concordância nominal de modo a 
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Q3963737 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3



Os miseráveis



No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada. 


Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.


Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.


Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]


SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em: 

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17

jan. 2026.  

No Texto 3, ao descrever diferentes grupos sociais atingidos pela pobreza ao longo do tempo, o autor sugere que a pobreza 
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Q3963736 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3



Os miseráveis



No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada. 


Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.


Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.


Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]


SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em: 

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17

jan. 2026.  

No Texto 3, o autor organiza as informações de modo a caracterizar diferentes grupos sociais e suas condições de vida ao longo do tempo. Considerando as sequências textuais presentes, o texto apresenta, predominantemente, a sequência 
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Q3963735 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2 


    A felicidade é um dos bens mais ansiados pelo ser humano. Mas não pode ser comprada nem no mercado, nem na bolsa, nem nos bancos. Apesar disso, ao redor dela se criou toda uma indústria que vem sob o nome de autoajuda. Com cacos de ciência e de psicologia, se procura oferecer uma fórmula infalível para alcançar “a vida que você sempre sonhou”. Confrontada, entretanto, com o curso irrefragável das coisas, ela se mostra insustentável e falaciosa. Curiosamente, a maioria dos que buscam a felicidade intui que não pode encontrá-la na ciência pura ou em algum centro tecnológico. [...]


    A essência do ser humano reside na capacidade de relações. Ele é um nó de relações, uma espécie de rizoma, cujas raízes apontam para todas as direções. Só se realiza quando ativa continuamente sua panrelacionalidade, com o universo, com a natureza, com a sociedade, com as pessoas, com o seu próprio coração e com Deus. Essa relação com o diferente lhe permite a troca, o enriquecimento e a transformação. Deste jogo de relações, nasce a felicidade ou a infelicidade na proporção da qualidade desses relacionamentos. Fora da relação não há felicidade possível.  


BOFF, Leonardo. É possível a felicidade num mundo conturbado como o

nosso? Disponível em: https://leonardoboff.org/2024/08/24/e-possivel-a-

felicidade-num-mundo-conturbado-como-o-nosso/. Acesso em: 16 jan. 2026. 


No Texto 2, várias palavras apresentam acento gráfico em conformidade com as regras de acentuação da norma-padrão. A acentuação da palavra “ciência” justifica-se pelo mesmo princípio que determina o acento gráfico do vocábulo 
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Q3963734 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2 


    A felicidade é um dos bens mais ansiados pelo ser humano. Mas não pode ser comprada nem no mercado, nem na bolsa, nem nos bancos. Apesar disso, ao redor dela se criou toda uma indústria que vem sob o nome de autoajuda. Com cacos de ciência e de psicologia, se procura oferecer uma fórmula infalível para alcançar “a vida que você sempre sonhou”. Confrontada, entretanto, com o curso irrefragável das coisas, ela se mostra insustentável e falaciosa. Curiosamente, a maioria dos que buscam a felicidade intui que não pode encontrá-la na ciência pura ou em algum centro tecnológico. [...]


    A essência do ser humano reside na capacidade de relações. Ele é um nó de relações, uma espécie de rizoma, cujas raízes apontam para todas as direções. Só se realiza quando ativa continuamente sua panrelacionalidade, com o universo, com a natureza, com a sociedade, com as pessoas, com o seu próprio coração e com Deus. Essa relação com o diferente lhe permite a troca, o enriquecimento e a transformação. Deste jogo de relações, nasce a felicidade ou a infelicidade na proporção da qualidade desses relacionamentos. Fora da relação não há felicidade possível.  


BOFF, Leonardo. É possível a felicidade num mundo conturbado como o

nosso? Disponível em: https://leonardoboff.org/2024/08/24/e-possivel-a-

felicidade-num-mundo-conturbado-como-o-nosso/. Acesso em: 16 jan. 2026. 


Considerando as características linguísticas, a finalidade comunicativa e a forma de organização do discurso, o Texto 2 apresenta, predominantemente, traços do gênero textual 
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Q3963733 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2 


    A felicidade é um dos bens mais ansiados pelo ser humano. Mas não pode ser comprada nem no mercado, nem na bolsa, nem nos bancos. Apesar disso, ao redor dela se criou toda uma indústria que vem sob o nome de autoajuda. Com cacos de ciência e de psicologia, se procura oferecer uma fórmula infalível para alcançar “a vida que você sempre sonhou”. Confrontada, entretanto, com o curso irrefragável das coisas, ela se mostra insustentável e falaciosa. Curiosamente, a maioria dos que buscam a felicidade intui que não pode encontrá-la na ciência pura ou em algum centro tecnológico. [...]


    A essência do ser humano reside na capacidade de relações. Ele é um nó de relações, uma espécie de rizoma, cujas raízes apontam para todas as direções. Só se realiza quando ativa continuamente sua panrelacionalidade, com o universo, com a natureza, com a sociedade, com as pessoas, com o seu próprio coração e com Deus. Essa relação com o diferente lhe permite a troca, o enriquecimento e a transformação. Deste jogo de relações, nasce a felicidade ou a infelicidade na proporção da qualidade desses relacionamentos. Fora da relação não há felicidade possível.  


BOFF, Leonardo. É possível a felicidade num mundo conturbado como o

nosso? Disponível em: https://leonardoboff.org/2024/08/24/e-possivel-a-

felicidade-num-mundo-conturbado-como-o-nosso/. Acesso em: 16 jan. 2026. 


No Texto 2, a progressão temática é construída por meio de mecanismos de coesão que articulam as ideias apresentadas ao longo dos dois parágrafos. Considerando esse aspecto, o emprego da expressão “Apesar disso”, no terceiro período do primeiro parágrafo, cumpre a função de 
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Respostas
1: B
2: B
3: C
4: A
5: D
6: C
7: B
8: C
9: B
10: A
11: B
12: D
13: D
14: A
15: B
16: C
17: B
18: A
19: C
20: D