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Q1772799 Odontologia
A mandíbula é um osso ________________ resistente que a maxila, pois além de suportar as forças mastigatórias oclusais a ___________________ ainda resiste à ação de todos os músculos _____________ que nela se inserem. Finalmente ela suporta e transmite essas forças ao _____________ através da _________________________ sem o auxílio de outros ossos.
Complete a frase com as palavras abaixo, respectivamente:
Alternativas
Q1772798 Odontologia
Os dentes são representados por números e estão dispostos em quadrantes. A identificação dos dentes é feita por 2 algarismos sendo que o primeiro identifica o quadrante e o segundo, o dente. Tendo em vista estas informações, o elemento dentário de numero 47 corresponde ao :
Alternativas
Q1772797 Odontologia
A utilização da prótese total ou parcial requer cuidados de higienização e manutenção para prolongar seu tempo de vida útil. Dentre as orientações a serem dadas aos pacientes, é falso afirmar:
Alternativas
Q1772796 Odontologia
O Cimento de Ionomero de Vidro (CIV) é dividido em 3 grupos: tipo I, tipo II e tipo III. Afirma-se que o CIV do tipo I é indicado para:
Alternativas
Q1772795 Odontologia
De acordo com a lei nº 11.889/2008 que regulamenta o exercício das profissões de Técnico em Saúde Bucal - TSB e de Auxiliar em Saúde Bucal - ASB. Compete ao ASB, sob supervisão do Cirurgião Dentista:
I. Selecionar moldeiras e preparar modelos de gesso; II. Organizar e executar atividades de higiene bucal; III. Desenvolver ações de promoção de saúde bucal e prevenção de riscos e ambientais e sanitários; IV. Executar limpeza, assepsia, desinfecção e esterilização do instrumental, equipamentos odontológicos e do ambiente odontológico.
Alternativas
Q1772794 Odontologia
Durante o atendimento odontológico, intercorrências podem acontecer e a equipe deve estar preparada para agir diante de uma emergência médica. Sobre o Suporte Básico de Vida (SBV) as alternativas a seguir são verdadeiras, exceto:
Alternativas
Q1772789 Conhecimentos Gerais
A Ferrovia Transnordestina é um dos empreendimentos mais estruturadores da economia do Nordeste. O projeto prevê a ligação entre o Sertão e o Litoral, começando na cidade de Eliseu Martins, no Sul do Piauí, seguindo até Salgueiro, Sertão do Estado, onde a ferrovia se divide em dois trechos:
Alternativas
Q1772148 Odontologia
De acordo com o código de ética odontológico, assinale a seguir a alternativa que expõe uma infração ética.
Alternativas
Q1772147 Odontologia
Dentre os principais problemas que afetam a saúde bucal, podemos afirmar que:
Alternativas
Q1772145 Odontologia
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), deixa claro o protocolo de biossegurança a ser seguido por profissionais da área da saúde. Assinale a alternativa abaixo que melhor elucida a situação na qual este protocolo deve ser seguido à risca.
Alternativas
Q1772143 Odontologia
São instrumentos odontológicos utilizados em cirurgia de exodontia. EXCETO:
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Q1772122 Matemática
O Teorema de Pitágoras propõe uma relação entre os três lados de um triângulo retângulo, chamados de catetos e hipotenusa. Analise as afirmações abaixo e escolha a alternativa que corresponde à opção CORRETA.
I) A fórmula do Teorema de Pitágoras é a² = b² + c², onde a é a hipotenusa e b e c são os catetos. II) A fórmula do Teorema de Pitágoras é a² = b² + c², onde a é a hipotenusa e b e c são os catetos, mas pode ser alterada para b² = a² + c² ou c² = b² + a² sem modificar o resultado do cálculo. III) Se um triângulo retângulo tem catetos de medidas b = 7,5 cm e c = 10 cm, o valor da hipotenusa é a = 12,5 cm. IV) Se um triângulo retângulo tem catetos de medidas b = 7,5 cm e c = 10 cm, o valor da hipotenusa é a = 17,5 cm.
Alternativas
Q1772118 Português

TEXTO

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


[...]


 É preciso amar as pessoas

Como se não houvesse amanhã

Porque se você parar pra pensar

Na verdade não há


Sou uma gota d'água

Sou um grão de areia

Você me diz que seus pais não entendem

Mas você não entende seus pais

Você culpa seus pais por tudo

Isso é absurdo

São crianças como você

O que você vai ser

Quando você crescer

Disponível em: https://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/pais-e-filhos.html. Acesso em: 30/08/2020

Releia os versos:
Sou uma gota d'água Sou um grão de areia Você me diz que seus pais não entendem Mas você não entende seus pais Você culpa seus pais por tudo Isso é absurdo São crianças como você O que você vai ser Quando você crescer
A figura de linguagem presente nos versos destacados é:
Alternativas
Q1769909 Matemática
Em uma prova de Matemática Básica, Cecília se deparou com o seguinte cálculo: (8 + 13) x 5 - 2. Considerando que a estudante acertou a questão, qual foi a resposta de Cecília?
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Q1769908 Matemática
Em uma turma de Matemática, os estudantes obtiveram as seguintes notas: Clara e Olívia (7,00); Vitória (8,50) Suzana (9,00) e Júlia (10,00). Com base em tais informações, qual é a Média aritmética das notas da classe?
Alternativas
Q1769907 Matemática
Jéssica foi ao Armarinho de sua Cidade comprar material para fazer um vestido, sua mãe pediu que trouxesse 2,8 metros de tecido. Ao ser questionada sobre quantos centímetros iria querer, Jéssica respondeu que quer comprar:
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Q1769906 Matemática
João recebeu R$ 200,00, pela prestação de um serviço, pagou R$ 30,00 a Carlos e R$ 50,00 a Otávio, quando voltava para casa, recebeu R$ 95,00 de Júlia e pagou R$ 100,00 a Thalles. Com quanto João ficou?
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Q1769896 Português

A onça e a raposa 


    A raposa e a onça eram inimigas antigas. Cansada de ser enganada pela raposa, sem poder apanhá-la, a onça resolveu atraí-la à sua furna, fazendo correr a notícia de que tinha morrido, e deitando-se no chão da caverna a fingir de cadáver. Todos os bichos vieram olhar a defunta, contentíssimos. A raposa também, mas prudentemente, pondo-se de longe. E, por trás dos outros animais, gritou:

    — Minha avó, quando morreu, espirrou três vezes. Espirrar é o único sinal verdadeiro da morte. 

    Para mostrar que estava morta de verdade, a onça espirrou três vezes e a raposa fugiu às gargalhadas.

    A onça ficou furiosa por ter ela descoberto facilmente seu embuste e resolveu agarrá-la, quando fosse beber água. Havia seca no sertão e somente numa cacimba, ao pé duma serra, se encontrava ainda um pouco de água. Todos os bichos eram obrigados a matar a sede ali. A onça ficou à espera da adversária dia e noite, ao pé da bebida. 

    Nunca a raposa curtira tanta sede em dias de sua vida. Ao fim de uns três, já não aguentava mais. Resolveu empregar astúcia para se desalterar. Procurou um cortiço de abelhas. furou-o e, com o mel que dele escorreu, untou todo o corpo. Espojou-se, depois, num monte de folhas secas, que se grudaram aos seus pelos e a cobriram toda. 

    Ao cair da tarde, foi à cacimba. A onça montava guarda, olhou-a muito tempo e perguntou-lhe: 

    — Que bicho és tu que não conheço e nunca vi? 

    Ela respondeu, disfarçando a voz.

    — Sou o bicho Folharal.

    — Está bem. Podes beber. 

    Mais que depressa, a raposa desceu a pequena rampa do bebedouro, meteu-se na água, sorvendo-a com delícia, e a onça, lá de cima, vendo aquela sofreguidão no beber de animal que trazia sede de vários dias, desconfiou e murmurou:

    — Quanto bebes, Folharal! 

    Mas a água derretia o mel e as folhas iam-se despregando. Quando a raposa se fartou, caíra a última. Então, a onça a reconheceu e, com um urro de triunfo, saltou ferozmente sobre ela. A noite viera, o pulo foi mal calculado no escuro e a raposa escapou, fugindo às gargalhadas. 

No contexto, o termo embuste pode ser substituído, sem alterar o sentido, por:
Alternativas
Q1769895 Português

A onça e a raposa 


    A raposa e a onça eram inimigas antigas. Cansada de ser enganada pela raposa, sem poder apanhá-la, a onça resolveu atraí-la à sua furna, fazendo correr a notícia de que tinha morrido, e deitando-se no chão da caverna a fingir de cadáver. Todos os bichos vieram olhar a defunta, contentíssimos. A raposa também, mas prudentemente, pondo-se de longe. E, por trás dos outros animais, gritou:

    — Minha avó, quando morreu, espirrou três vezes. Espirrar é o único sinal verdadeiro da morte. 

    Para mostrar que estava morta de verdade, a onça espirrou três vezes e a raposa fugiu às gargalhadas.

    A onça ficou furiosa por ter ela descoberto facilmente seu embuste e resolveu agarrá-la, quando fosse beber água. Havia seca no sertão e somente numa cacimba, ao pé duma serra, se encontrava ainda um pouco de água. Todos os bichos eram obrigados a matar a sede ali. A onça ficou à espera da adversária dia e noite, ao pé da bebida. 

    Nunca a raposa curtira tanta sede em dias de sua vida. Ao fim de uns três, já não aguentava mais. Resolveu empregar astúcia para se desalterar. Procurou um cortiço de abelhas. furou-o e, com o mel que dele escorreu, untou todo o corpo. Espojou-se, depois, num monte de folhas secas, que se grudaram aos seus pelos e a cobriram toda. 

    Ao cair da tarde, foi à cacimba. A onça montava guarda, olhou-a muito tempo e perguntou-lhe: 

    — Que bicho és tu que não conheço e nunca vi? 

    Ela respondeu, disfarçando a voz.

    — Sou o bicho Folharal.

    — Está bem. Podes beber. 

    Mais que depressa, a raposa desceu a pequena rampa do bebedouro, meteu-se na água, sorvendo-a com delícia, e a onça, lá de cima, vendo aquela sofreguidão no beber de animal que trazia sede de vários dias, desconfiou e murmurou:

    — Quanto bebes, Folharal! 

    Mas a água derretia o mel e as folhas iam-se despregando. Quando a raposa se fartou, caíra a última. Então, a onça a reconheceu e, com um urro de triunfo, saltou ferozmente sobre ela. A noite viera, o pulo foi mal calculado no escuro e a raposa escapou, fugindo às gargalhadas. 

Qual lição pode-se extrair desse texto?
Alternativas
Q1769894 Português

A onça e a raposa 


    A raposa e a onça eram inimigas antigas. Cansada de ser enganada pela raposa, sem poder apanhá-la, a onça resolveu atraí-la à sua furna, fazendo correr a notícia de que tinha morrido, e deitando-se no chão da caverna a fingir de cadáver. Todos os bichos vieram olhar a defunta, contentíssimos. A raposa também, mas prudentemente, pondo-se de longe. E, por trás dos outros animais, gritou:

    — Minha avó, quando morreu, espirrou três vezes. Espirrar é o único sinal verdadeiro da morte. 

    Para mostrar que estava morta de verdade, a onça espirrou três vezes e a raposa fugiu às gargalhadas.

    A onça ficou furiosa por ter ela descoberto facilmente seu embuste e resolveu agarrá-la, quando fosse beber água. Havia seca no sertão e somente numa cacimba, ao pé duma serra, se encontrava ainda um pouco de água. Todos os bichos eram obrigados a matar a sede ali. A onça ficou à espera da adversária dia e noite, ao pé da bebida. 

    Nunca a raposa curtira tanta sede em dias de sua vida. Ao fim de uns três, já não aguentava mais. Resolveu empregar astúcia para se desalterar. Procurou um cortiço de abelhas. furou-o e, com o mel que dele escorreu, untou todo o corpo. Espojou-se, depois, num monte de folhas secas, que se grudaram aos seus pelos e a cobriram toda. 

    Ao cair da tarde, foi à cacimba. A onça montava guarda, olhou-a muito tempo e perguntou-lhe: 

    — Que bicho és tu que não conheço e nunca vi? 

    Ela respondeu, disfarçando a voz.

    — Sou o bicho Folharal.

    — Está bem. Podes beber. 

    Mais que depressa, a raposa desceu a pequena rampa do bebedouro, meteu-se na água, sorvendo-a com delícia, e a onça, lá de cima, vendo aquela sofreguidão no beber de animal que trazia sede de vários dias, desconfiou e murmurou:

    — Quanto bebes, Folharal! 

    Mas a água derretia o mel e as folhas iam-se despregando. Quando a raposa se fartou, caíra a última. Então, a onça a reconheceu e, com um urro de triunfo, saltou ferozmente sobre ela. A noite viera, o pulo foi mal calculado no escuro e a raposa escapou, fugindo às gargalhadas. 

De acordo com o texto, só não se aplicaria à raposa a característica:
Alternativas
Respostas
1401: B
1402: B
1403: D
1404: A
1405: C
1406: B
1407: C
1408: E
1409: E
1410: A
1411: E
1412: D
1413: B
1414: A
1415: C
1416: E
1417: C
1418: D
1419: E
1420: B