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A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.
Alguns sinais podem utilizar mais de uma cela braille, como é o caso do sinal de radical. Esse sinal é representado pelos pontos
A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.
Faça a associação das colunas tendo em vista os seguintes sinais de agrupamentos.
COLUNA I
( 1 ) abre colchetes
( 2 ) abre chaves
( 3 ) abre barras
( 4 ) abre parênteses
( 5 ) abre parênteses auxiliares
COLUNA I
( ) pontos 1,2,6
( ) pontos 1,2,3,5,6
( ) pontos 2,6
( ) pontos 4,5,6
( ) pontos 5-1,2,3
A sequência correta é
A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.
Dentre os símbolos de operações matemáticas fundamentais e as relações numéricas elementares, descritos abaixo, a representação correta é:
A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.
Para utilização e para aplicação do presente Código Matemático, NÃO se considera:
A primeira versão do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa foi feita pelo CAP de São Paulo em 1996, sendo revisada e preparada uma segunda edição pela Fundação Dorina Nowill, em 1998. Baseado nesse código, responda as questões de 31 a 40.
Consta nesse código que
Considere o texto 3, a seguir, para responder às questões 11 a 15.
Texto 3
Ciência e o sentido da vida
Marcelo Gleiser
[1º§]Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez "aquela" pergunta: professor, por que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa, que considerava um privilégio poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa. Mas o que de fato está por trás dessa profissão, ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie do resto.
[2º§]A ciência oferece uma oportunidade para que possamos nos engajar com o "mistério", como Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: "A emoção mais significativa que podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e não é mais capaz de se maravilhar, está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou".
[3º§]Einstein pôs as artes e as ciências sobre o mesmo patamar, frutos que são da criatividade humana. Para ele, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos e sobre o mundo à nossa volta.
[4º§]A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos. Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance e precisão determinados pelo estado da tecnologia.
[5º§]É claro que um telescópio do século 19 não pode competir com os telescópios mais avançados de hoje. Com isso, o que captamos da realidade depende de forma essencial daquilo que nossos instrumentos nos permitem ver. Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo.
[6º§]Um exemplo que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou completamente. O instrumento, inventado ao fim do século 17, permitiu que víssemos criaturas invisíveis aos olhos. Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.
[7º§]Esta é uma lição importante, que elaboro no livro "Ilha do Conhecimento": o conhecimento não evolui linearmente; cresce de forma imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor. Portanto, o mistério que nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por completo. Isso dá uma conotação única à ciência. Sendo um caminho para o conhecimento, ela nos oferece uma oportunidade de estar sempre buscando, e crescendo com a busca.
[8º§]O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista. Ele se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos que ainda não escalou.
[9º§]A busca pelo conhecimento científico é assim: uma escalada por todos os picos que podemos encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no espaço.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 12/10/2014. Texto adaptado
Considere este trecho:
Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada (...). |
A opção em que se encontra a reescrita desse trecho sem rupturas de sentido é
Segundo as “Normas técnicas para a produção de textos em braille” (BRASIL, 2006b, p. 23) existem, pelo menos, dois níveis distintos de revisão braille. São eles:
“A diagramação do texto em braille deve respeitar, sempre que possível, a disposição do texto em tinta” (BRASIL, 2006b, p.41).
Levando em consideração o texto acima e a especificidade da diagramação em dupla face, face única e máquina de datilografia braille, marque a alternativa CORRETA com relação à diagramação para a transcrição em máquina de datilografia braille.
No processo de transcrição de textos em braille, “a numeração das páginas em braille deverá ser seguida, sem perder a continuidade, mesmo que haja páginas em branco ou que o livro produza dois ou mais volumes” (BRASIL, 2006b, p.50). A esse respeito, as “normas técnicas para a produção de textos em Braille” (BRASIL, 2006b, p.50) estabelecem que:
“Os caracteres da 1ª série, precedidos do sinal________, representam os algarismos de um a zero. Quando um número é formado por dois ou mais algarismos, só o primeiro é precedido deste sinal” (BRASIL, 2006a, p. 28).
Em formato de leitura, esse sinal é representado pelos números
“Além da reglete, o braile pode ser reproduzido por meio de máquinas especiais de datilografia de sete teclas. Cada tecla corresponde a um ponto e ao espaço. O papel é fixo e enrolado em rolo comum, deslizando normalmente quando pressionado o botão de mudança da linha” (BRASIL, 2001, p.43, vol.2).
No caso das máquinas em braille, a datilografia de uma palavra se dará
No modo de leitura do braille, os pontos são numerados
De acordo com a “Grafia Braille para a Língua Portuguesa” (BRASIL, 2006a), a transcrição CORRETA, no formato de leitura em braille, da expressão “Palavras-chave” é:
O Sistema Braille é composto da combinação “[...] por pontos a partir do conjunto matricial = (123456). Este conjunto de 6 pontos chama-se, por isso, Sinal Fundamental. O espaço por ele ocupado, ou por qualquer outro sinal, denomina-se cela braille ou célula braille [...]” (BRASIL, 2006, p.17). Esse combinação forma
A escrita do Sistema Braille é realizada por meio
“Baseia-se na combinação de 63 pontos que representam as letras do alfabeto, os números e outros símbolos gráficos. A combinação dos pontos é obtida pela disposição de seis pontos básicos, organizados espacialmente em duas colunas verticais com três pontos à direita e três à esquerda de uma cela básica [...]” (BRASIL, 2007, p.22).
O texto acima se refere ao sistema criado por
Em uma operação de adição realizada no sorobã, devemos registrar as parcelas da seguinte maneira
Em um Sorobã, o número CINCO é representado
Existem livros acessíveis para pessoas com deficiência visual em vários formatos: braille, escaneado, digitalizado, com caracteres ampliados, Áudio e em Dayse. Atualmente, esse último formato vem ganhando a preferência, pois
Sobre o Sistema Computacional chamado NVDA, utilizado por pessoas com deficiência visual, pode-se afirmar:
I) É um leitor de telas livre e gratuito, de código aberto.
II) Funciona tanto para o Sistema Operacional Windows quanto para o Sistema Operacional LINUX.
III) É possível utilizar em todas as ferramentas do Pacote OFFICE.
IV) Pode ser rodado diretamente a partir de um Pen Drive ou CD.
V) Pode ser acionado pelas teclas de atalhos Control + Alt + N.
Marque somente a opção em que todas as afirmativas são VERDADEIRAS.