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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Entre as décadas de 1920 e 30, artistas, intelectuais e literatos se uniram para criar uma identidade regional que incentivasse o sentimento de pertencimento, o que era ser um paranaense e quais eram os elementos do estado. Com um olhar voltado mais para a natureza surgiram os símbolos paranistas, que permanecem em nosso imaginário e cotidiano: a araucária e o pinhão, principalmente, mas a gralha-azul e a erva-mate também são alguns exemplos. Essa criação de tradições regionais e até representações políticas não foi algo exclusivo do Paraná. Após o surgimento da República, em 1889, existia todo um movimento no país em busca de uma linguagem que definisse o que era ser brasileiro. Aqui, no Paraná, o que ajudou a favorecer foi o ciclo econômico provocado pela erva-mate, um terreno fértil para modernização de Curitiba e um cenário para uma efervescência cultural. O termo “Paranismo” surgiu em 1927, em um manifesto publicado pelo político, historiador e jornalista Romário Martins, um dos líderes do Paranismo, pelo qual procurou definir o que era o movimento paranista.
No entanto, o termo “paranista” foi criado bem antes, em 1906, pelo poeta Domingos Nascimento, que em uma viagem ao norte do estado teria chamado os paulistas que viviam lá de “paranistas”, já que não eram paranaenses. A denominação acabou sendo adquirida pelo movimento já que conseguia traduzir essa sensação de pertencimento a todos que viviam no estado, mas não tinha nascido aqui – ainda mais em uma época de intensa imigração, principalmente de europeus.
(Texto adaptado. Camile Triska. Curitiba de graça. 22/01/2021. Disponível em: https://curitibadegraca.com.br/curitiba-e-arte-o-que-foi-omovimento-paranista/)

Considere que as três ruas citadas são paralelas entre si e as avenidas são transversais as três ruas. Saindo da região norte em direção a região sul, ao longo das avenidas, assinale o item verdadeiro.
Cursos de licenciatura bons são parte essencial da construção de uma rede de ensino e uma educação de qualidade. No entanto, o país está falhando em atrair novos profissionais para a área. Segundo o estudo “Risco de apagão de professores no Brasil” produzido pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior (Semespe), em 2040 o Brasil poderá ter um déficit de 235 mil docentes na educação básica.
(Trecho do texto: Crise da educação: Formação de professores de elite perdeu quase 50 mil alunos em 10 anos. Disponível em: https://www.plural.jor.br/noticias/vizinhanca/crise-da-educacaoformacao-de- professores-de-elite-perdeu-quase-50-mil-alunos-em-10-anos/
O segundo período do texto: “No entanto, o país está falhando em atrair novos profissionais para a área”, é iniciado por uma oração
I. No ano passado, a apresentação de robôs domésticos e corporativos transformaram-se em vitrines do evento.
II. Havia um modelo, por exemplo, que ajudava a recolher flores e outro a limpar a neve do solo.
III. Steve Koening, vice-presidente da Associação de Tecnologia do Consumidor (CTA), [...]
[...]
A educação é central tanto para a reprodução do racismo como para o seu enfrentamento. “A educação sempre foi um campo de batalha para nós, negros”, enfatiza a filósofa Sueli Carneiro, criadora do portal Geledés, em entrevista para o vídeo “Gestão Escolar para Equidade Racial”, do Instituto Unibanco. A batalha começa ainda no século XIX, com a luta abolicionista, que já pautava o acesso à educação. A Frente Negra Brasileira, nas décadas de 1930 e 1940, permanece na construção de massivo processo para facilitar o acesso à educação, e o movimento negro, desde a constituinte até o presente, mantém-se nessa mesma luta.
O grande mito da democracia racial continua sendo reiterado quando até mesmo as imagens de luta e enfrentamento do racismo só são amplamente divulgadas se internacionais. O papel do movimento negro brasileiro na garantia do acesso à educação e na construção de uma agenda político-pedagógica rumo a um currículo e uma prática educacional antirracistas é central, garantindo nos últimos trinta anos conquistas fundamentais, como as ações afirmativas e a Lei nº 10.639/2003, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), tornando obrigatório o ensino da cultura e história africana, atualizada depois pela Lei nº 11.645/2008, que contemplou a história e cultura indígena
(Trecho retirado de O papel central da escola no enfrentamento do racismo. Crédito: Nathalie Bohm/Instituto Unibanco. Disponível em: https://www.geledes.org.br/o-papel-central-da-escola-no- enfrentamento-do-racismo/. Acesso em: 03 jan. 2024.
Considerando o contexto de uso, pode-se atribuir às palavras “massivo” e “reiterado” – presentes no texto – sem prejuízo de sentido, os seguintes sinônimos respectivamente
Nenhuma outra eleição de 2024 deve produzir um impacto tão grande no mundo quanto ___dos Estados Unidos. [...] O próximo presidente americano pode definir o futuro do apoio ___ Ucrânia, o papel do país no Oriente Médio e ___ relações com adversários importantes como a China – além de dar ___ cartas em outros temas importantes como economia e combate ___ mudanças climáticas.
(Texto adaptado)
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19yze824xmo. Acesso em: 02 jan. 2024
“Eu gosto do meu quarto do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista não aceito turistas
Meu mundo tá fechado pra visitação”, os dois verbos destacados são classificados, respectivamente, como:
“Além disso, o sistema operacional Linux contido na urna é preparado pela Justiça Eleitoral...”
( ) As disfonias podem ter diferentes etiologias, relacionadas ou não ao comportamento vocal. Os quadros organofuncionais representam uma disfonia de base, essencialmente, orgânica com presença de lesões primárias.
( ) Uma disfonia orgânica pode favorecer a presença e percepção de sintomas vocais devido ao comprometimento da fonte glótica, do trato vocal e estabilidade na produção da voz, comumente presentes nos quadros de câncer, refluxo gastresofágico, papilomatose, paralisias de prega vocal e distonias laríngeas.
( ) As disfonias psicogênicas não podem ser consideradas desordens funcionais, uma vez que o processo que levou ao aparecimento e instalação da voz disfônica não possui um simbolismo direto com a função fonatória da laringe.
( ) As disfonias orgânicas por alterações, com origem nos órgãos da comunicação, podem ser divididas em: congênitas, como as malformações laríngeas, tais como o diafragma laríngeo e a laringomalácia; traumáticas, por arma branca ou de fogo; inflamatórias, não-infecciosas e infecciosas; neoplásicas, tumores benignos e malignos; dentre outras.
A sequência está correta em
I. As etiologias mais recorrentes da perda auditiva foram intituladas em seis grupos principais: adquiridas no período neonatal; infecção neonatal congênita; genéticas sindrômicas e genéticas não sindrômicas; neuropatia auditiva; indeterminada (após exclusão das outras causas de perda auditiva); e, outras anomalias de orelha interna e etiologias centrais. As anomalias de ouvido se consolidam após o nascimento e acometem apenas a orelha interna. Por esse motivo, há maior prevalência de perdas auditivas sensorioneurais.
II. Os principais fatores etiológicos da perda auditiva têm prevalência variável, pois são diretamente influenciados pelo desenvolvimento socioeconômico, etnia e região de um determinado país. Em países desenvolvidos, a maioria dos casos de perda auditiva é de natureza genética, que compreende as formas sindrômicas e as formas não sindrômicas. Os demais casos estão relacionados a doenças infecciosas ou secundárias a eventos neonatais. A realidade é diferente nos países em desenvolvimento, onde, apesar das melhorias no cuidado neonatal e programas de imunização, condições relacionadas ao período neonatal e infecções ainda são causas muito comuns de perda auditiva.
III. Pesquisas mostram a existência de um período crítico nos primeiros anos de vida para a aquisição da linguagem. A ausência de estimulação auditiva adequada na infância, pode impedir o total desenvolvimento e amadurecimento das vias auditivas centrais. A alta prevalência da perda auditiva resulta em um grande impacto sociocultural, uma vez que interfere significativamente nos processos de apropriação da linguagem oral e escrita. A limitação do acesso à oralidade, por si só, requer inúmeras adaptações nas diversas relações sociais e familiares.
Está correto o que se afirma apenas em