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Q3248139 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A onça vegana e o galo machista

Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência. 

Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.

Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.

O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.

Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?

Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-onca-vegana-eo-galo-machista-1.2848837 
No trecho: "Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta.", o uso dos dois pontos cumpre qual função textual?
Alternativas
Q3248137 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A onça vegana e o galo machista

Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência. 

Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.

Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.

O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.

Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?

Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-onca-vegana-eo-galo-machista-1.2848837 
No trecho "Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens", o uso do travessão tem a função de:
Alternativas
Q3248135 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A onça vegana e o galo machista

Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência. 

Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.

Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.

O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.

Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?

Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-onca-vegana-eo-galo-machista-1.2848837 
No trecho: "Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade", o verbo "levou" apresenta regência verbal característica de verbo bitransitivo. Com base nessa estrutura, analise as alternativas e identifique a correta.
Alternativas
Q3248133 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A onça vegana e o galo machista

Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência. 

Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.

Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.

O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.

Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?

Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-onca-vegana-eo-galo-machista-1.2848837 
A menção ao "organismo vivo chamado Gaia" tem como objetivo:
Alternativas
Q3248132 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A onça vegana e o galo machista

Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência. 

Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.

Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.

O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.

Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?

Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-onca-vegana-eo-galo-machista-1.2848837 
Observe o trecho:
"Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções".

Analise a colocação do pronome "se" e suas implicações na construção do enunciado e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3248131 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A onça vegana e o galo machista

Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência. 

Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.

Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.

O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.

Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?

Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-onca-vegana-eo-galo-machista-1.2848837 
A expressão "vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância" indica que: 
Alternativas
Q3248130 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A onça vegana e o galo machista

Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência. 

Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.

Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.

O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.

Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?

Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-onca-vegana-eo-galo-machista-1.2848837 
A reação das pessoas diante da "onça devorando uma anta" reflete, segundo o autor:
Alternativas
Q3247653 Fonoaudiologia
Um idoso com perda auditiva neurossensorial moderada relata declínio na comunicação e suspeita de depressão associada. Durante a adaptação do AASI, ele mantém queixas de desconforto sonoro em ambientes ruidosos. Como o(a) fonoaudiólogo(a) pode ajustar a amplificação para equilibrar inteligibilidade e conforto auditivo?
Alternativas
Q3247652 Fonoaudiologia
Um paciente adulto, pós-AVC, apresenta disfagia orofaríngea e mudanças drásticas em sua dieta, evidenciando perda de peso acelerada. O exame clínico sugere atraso no disparo da fase faríngea e escape de alimento para a via aérea silenciosamente. Qual procedimento instrumental ofereceria dados detalhados sobre a dinâmica de deglutição e possíveis penetrações laríngeas?
Alternativas
Q3247651 Fonoaudiologia
Um aluno de 10 anos apresenta escrita incoerente com omissões de letras e segmentações inadequadas. Em leitura, comete inversões e troca fonemas surdos por sonoros. A avaliação sugere déficit fonológico e dificuldades na consciência fonêmica. De que forma o(a) fonoaudiólogo(a) pode intervir para aperfeiçoar a produção textual e a decodificação leitora?
Alternativas
Q3247650 Fonoaudiologia
Considere as afirmações sobre o exame e a interpretação das Emissões Otoacústicas (EOA) no rastreio auditivo:

I – As EOA detectam alterações cocleares pré-neurais, sendo úteis na triagem neonatal para identificar possíveis disfunções nas células ciliadas externas.
II – A presença de EOA normais exclui integralmente qualquer alteração retrococlear, não havendo necessidade de PEATE.
III – Em casos de suspeita de neuropatia auditiva, as EOA podem estar presentes mesmo com comprometimento no potencial de tronco encefálico.
IV – O reteste das EOA é dispensável se o recém-nascido falhar apenas em uma orelha, pois a plasticidade cortical compensará a perda. Estão corretas apenas as afirmativas: 
Alternativas
Q3247649 Fonoaudiologia
Analise as proposições referentes ao processo de reabilitação vocal em disfonias organofuncionais:

I – A correção de padrões respiratórios disfuncionais pode otimizar a coordenação fono-respiratória, ampliando a resistência vocal.
II – As técnicas de ressonância oral dispensam o aquecimento vocal inicial, pois priorizam a articulação maxilomandibular.
III – A higienização vocal abrange orientações sobre hidratação, modulação de intensidade e pausas adequadas, reduzindo desgaste.
IV – Os exercícios de vibração de língua ou de lábios podem contribuir para ajustes finos de adução e dinâmica das pregas vocais.

Estão corretas apenas as afirmativas:
Alternativas
Q3247648 Fonoaudiologia
Considere as afirmações abaixo sobre o uso de gestos na reabilitação de linguagem oral em afasias:

I – Gestos podem funcionar como pistas semióticas, facilitando a evocação lexical e a organização sintática.
II – O emprego de suporte gestual dispensa a necessidade de estímulos verbais, pois substitui a fala completamente.
III – O reforço multimodal (gesto + fala) pode aprimorar a memória de trabalho e o encadeamento de frases.
IV – Para afasias graves, a gestualidade é sempre ineficaz, dado que as estruturas cognitivas envolvidas se sobrepõem totalmente às verbais.

Estão corretas apenas as afirmativas:
Alternativas
Q3247647 Fonoaudiologia
Nos serviços de saúde auditiva do SUS, o(a) fonoaudiólogo(a) assume papel na atenção primária ao diagnóstico diferencial de deficiências auditivas. Que critério corrobora a necessidade de encaminhamento imediato para avaliação especializada?
Alternativas
Q3247646 Fonoaudiologia
Em quadros de disfagia neurogênica, a transição entre a fase oral e a fase faríngea pode estar prejudicada. Qual parâmetro sinaliza alta probabilidade de aspiração silenciosa durante a deglutição?
Alternativas
Q3247645 Fonoaudiologia
Profissionais que utilizam intensamente a voz, como operadores de telemarketing, podem apresentar fadiga vocal e sintomas de hiperadução glótica. Qual recurso instrumental complementa a observação clínica, detalhando a vibração das pregas vocais?
Alternativas
Q3247644 Fonoaudiologia
No manejo de distúrbios de linguagem, a avaliação sintática deve ser correlacionada a aspectos semânticos e pragmáticos. Como essa interação multidimensional fundamenta a prática fonoaudiológica em crianças com comprometimento severo de fala? 
Alternativas
Q3247643 Fonoaudiologia
Em um contexto de saúde coletiva, o(a) fonoaudiólogo(a) implementa um programa de prevenção auditiva para trabalhadores expostos a ruídos intensos. Como essa iniciativa repercute na organização da empresa?
Alternativas
Q3247642 Fonoaudiologia
O desenvolvimento das funções orais (respiração, sucção, mastigação, deglutição) requer equilíbrio neuromotor e maturação anatômica. Como se relaciona a tonicidade da musculatura perioral com a eficiência de vedamento labial em lactentes?
Alternativas
Q3247641 Fonoaudiologia
Um indivíduo com fissura labiopalatina operada pode manter escape nasal sutil na fala, apesar do reparo anatômico. Qual exame instrumental complementa a avaliação clínica do(a) fonoaudiólogo(a) para mensurar a disfunção velofaríngea?
Alternativas
Respostas
7621: D
7622: C
7623: D
7624: A
7625: D
7626: C
7627: D
7628: D
7629: C
7630: B
7631: C
7632: A
7633: C
7634: C
7635: B
7636: D
7637: A
7638: C
7639: A
7640: D