Questões de Concurso Para fonoaudiólogo

Questões Discursivas

Foram encontradas 31.801 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3693553 Português

Para responder à questão, leia o Texto III.





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.

Caso a voz verbal da oração “o monstro come vocês!” fosse alterada, o resultado seria: “vocês serão comidos pelo monstro!”. Sobre isso, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693552 Português

Para responder à questão, leia o Texto III.





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.

No período composto retirado do Texto III: “Se vocês não se comportarem, o monstro come vocês!”, a oração em destaque se classifica como:
Alternativas
Q3693551 Português

Para responder à questão, leia o Texto III.





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.

Acerca do Texto III, analise as assertivas a seguir.

I- O substantivo “monstro” é empregado na tira de forma ambígua.
II- A frustração dos monstros é importante para o estabelecimento da coerência do texto.
III- O humor da tira gira em torno de uma quebra de expectativa.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693550 Português
No Texto II:
Texto II

Captura_de tela 2025-10-30 151748.png (282×302)

Fonte: DICAS HISTÓRICAS. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOIzO8GjpHC/. Acesso em: 2 out. 2025.

Os substantivos Biologia, Medicina, Jornalismo e História, que nomeiam cursos e compõem as orações que formam a tira, do ponto de vista sintático são todos exemplos de:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3691129 Fonoaudiologia
A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) aprovada pela Portaria nº 2488/2011 estabeleceu a revisão de normas e diretrizes para organização da Estratégia de Saúde da Família (ESF) e para o Programa de Agentes Comunitários da Saúde (PACS).

Sobre o papel do fonoaudiólogo, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO
Alternativas
Q3691128 Fonoaudiologia
Sobre Comunicação Suplementar e Alternativa (CSA), todas as afirmativas estão corretas, EXCETO:
Alternativas
Q3691127 Fonoaudiologia
Leia as afirmativas sobre a Voz Infantil, avalie as asserções e a relação proposta entre elas:

I. Um programa de saúde vocal para crianças inclui orientações quanto a hidratação eficiente, sono recuperador, alimentação equilibrada e ambiente escolar e familiar saudáveis
PORQUE
II. Abusos vocais incluem falar em alta intensidade, em excesso e em velocidade acelerada, em tons muito agudos ou muito graves, falar na inspiração, não respeitar pausas e nem trocas de turnos.

Acerca dessas afirmativas, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q3691126 Fonoaudiologia
Sobre a Avaliação da Motricidade Orofacial, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO:
Alternativas
Q3691125 Fonoaudiologia
Sobre a Avaliação Global no Programa de Reabilitação Audiológica, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO:
Alternativas
Q3691124 Fonoaudiologia
Leia e analise as afirmativas sobre Intervenção Audiológica no idoso.

I. A perda auditiva no idoso, também denominada presbifonia, é um tipo de privação sensorial causada pelo decréscimo fisiológico da audição em interação com outros fatores, como predisposição genética, exposição a ruído, medicamentos e tensão ao longo da vida.
II. Dentre as diversas implicações da deficiência auditiva no idoso, pode-se destacar o isolamento social, a incapacidade auditiva em ambientes ruidosos e dificuldades relacionadas ao alerta e à defesa.
III. Um programa de reabilitação auditiva tem como metas minimizar o processamento auditivo, a entrada sensorial, e maximizar a comunicação.
IV. São etapas do programa de reabilitação auditiva: avaliação global, orientação e adaptação do aparelho de amplificação sonora, aconselhamento, ênfase na percepção auditiva e visual da fala e desenvolvimento de estratégias de comunicação.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3691123 Fonoaudiologia
Antônio, de 5 anos, foi encaminhado pelo pediatra do posto de saúde para avaliação fonoaudiológica. A família relata que ele, assim como o pai e o irmão mais velho, começou a falar aos 3 anos. Atualmente, apresenta alterações na fala (omissão de /r/, troca /t/ e /d/ por /k/e /g/, respectivamente; apagamento de fricativa em final de sílaba). Na escola, segundo relatório da coordenação pedagógica, Antônio tem apresentado imaturidade visomotora, dificuldades em discriminar sons, inabilidade na estruturação de narrativas simples.

Essas informações NÃO são suficientes para o fonoaudiólogo inferir que Antônio apresenta 
Alternativas
Q3691122 Fonoaudiologia
Ações para desenvolvimento da Linguagem devem considerar os diversos níveis linguísticos.
No quadro a seguir, encontram-se os níveis linguísticos e a conceituação relacionada a cada um deles:
Imagem associada para resolução da questão
Marque a alternativa que corresponde à CORRETA relação entre os níveis e seu conceito:
Alternativas
Q3691121 Fonoaudiologia
Leia as afirmativas sobre Linguagem na infância. Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I. Ações de prevenção e de promoção da saúde trazem benefícios para o desenvolvimento da linguagem oral e da escrita
PORQUE
II. A prevenção trata de ação para todos, na educação e, de maneira intersetorial, enquanto a promoção atua na detecção precoce e ação em grupos de risco.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3691120 Fonoaudiologia
Avalie as asserções a seguir sobre a atuação do fonoaudiólogo:

I. No ambiente hospitalar o fonoaudiólogo atua em ambulatórios, nas unidades de internação, em unidades de tratamento intensivo e semi-intensivo.
PORQUE
II. O fonoaudiólogo está apto a atuar nos distúrbios da comunicação e da deglutição em todas as faixas etárias.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3690824 Fonoaudiologia
Julgue as assertivas e assinale a alternativa que indica o conjunto com todos os itens corretos.

I. É obrigatória a apresentação da carteira de identidade de fonoaudiólogo para o exercício da profissão.
II. A falta de registro torna ilegal e punível o exercício da profissão de fonoaudiólogo.
III. A Carteira de Identidade Profissional de Fonoaudiológico servirá de prova para fim de exercício da profissão e, como Carteira de Identidade oficial, terá fé pública em todo o território nacional.
IV. A todo Profissional de Fonoaudiologia, registrado ou não, será fornecida uma Carteira de Identidade Profissional de Fonoaudiólogo, numerada e assinada pelo Presidente do respectivo Conselho Regional de Fonoaudiologia, e, se assim requerer o interessado, um cartão de identificação.
Alternativas
Q3690823 Fonoaudiologia
A disartria que resulta de lesão no cerebelo, com alterações de ritmo e coordenação dos movimentos da fala, é do tipo:
Alternativas
Q3690822 Fonoaudiologia
Uma criança de 9 anos apresenta dificuldades para compreender a fala em ambientes ruidosos, solicitando repetidamente que o interlocutor repita a informação. A professora relata vocabulário reduzido e substituição de letras na escrita (especialmente de sons surdos e sonoros). A avaliação audiométrica mostrou limiares auditivos normais, e o exame de Processamento Auditivo Central evidenciou comprometimento na discriminação de sons da fala. Qual subperfil primário de Transtorno do Processamento Auditivo Central melhor descreve este caso?
Alternativas
Q3690821 Fonoaudiologia
Após cirurgia de ressecção de tumor na base da língua, o paciente desenvolve dificuldade de elevação da língua e desvio para o lado operado ao protruir. Qual nervo craniano foi comprometido?
Alternativas
Respostas
5401: B
5402: A
5403: C
5404: B
5405: E
5406: B
5407: B
5408: D
5409: D
5410: B
5411: A
5412: B
5413: B
5414: A
5415: B
5416: D
5417: D
5418: B
5419: C
5420: A