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Qual é a melhor maneira de aprender uma nova língua?
Por Krupa Padhy

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para
esta prova).
( ) Padhy cresceu e trabalha no Reino Unido.
( ) Apesar de haver indícios indicados por pesquisas, ainda há dúvidas sobre os benefícios do aprendizado de idiomas para a saúde do cérebro.
( ) Com o experimento feito na universidade, Padhy descobriu que a participação do professor no ensino de línguas é pouco relevante.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Na Síndrome de Guillain-Barré, a disfagia está frequentemente associada à fraqueza da musculatura orofaringolaríngea e respiratória, o que aumenta o risco de penetração laríngea e aspiração traqueal, sendo comum a indicação temporária de via alternativa de alimentação, preferencialmente por sonda nasogástrica ou nasoenteral, devido ao caráter transitório do quadro.
II. Na Distrofia Miotônica de Steinert, a disfagia orofaríngea envolve comprometimento progressivo das fases oral e faríngea da deglutição, sendo indicadas estratégias terapêuticas baseadas em adaptações e compensações, como adequação de consistência alimentar e manobras posturais, com foco na segurança da deglutição e não na normalização da função muscular.
III. Na Miastenia Grave Autoimune Adquirida, a disfagia decorre predominantemente de alterações estruturais fixas do sistema estomatognático, motivo pelo qual a terapia fonoaudiológica deve priorizar exercícios intensivos de fortalecimento muscular, visando à normalização da força e do tônus.
Está(ão) INCORRETA(S):
No estágio sensório-motor, a ausência de linguagem verbal estruturada não indica ausência de comunicação simbólica, pois a criança já utiliza esquemas sensório-motores e sinais intencionais; entretanto, a função semiótica ainda não está plenamente constituída, o que limita a linguagem à ação imediata sobre os objetos (1º parte). No estágio pré-operatório, a ampliação do vocabulário e o uso crescente da linguagem simbólica coexistem com um pensamento marcadamente egocêntrico, no qual a linguagem cumpre mais uma função de exteriorização do pensamento do que de comunicação efetiva, refletindo a dificuldade da criança em coordenar diferentes pontos de vista (2ª parte). No estágio das operações concretas, o desenvolvimento da linguagem passa a refletir a reversibilidade e a descentração do pensamento, possibilitando maior coerência discursiva e adaptação ao interlocutor; contudo, a linguagem permanece limitada a contextos concretos, não sendo ainda plenamente adequada à formulação de hipóteses abstratas (3ª parte).
Das partes, pode-se afirmar que está(ão) CORRETA(S)
( ) A intervenção fonoaudiológica em motricidade orofacial nas fissuras labiopalatinas deve priorizar exclusivamente o fortalecimento muscular, uma vez que as alterações funcionais decorrem, predominantemente, de hipotonia orofacial residual após a correção cirúrgica.
( ) A presença de insuficiência velofaríngea estrutural não corrigida cirurgicamente limita os efeitos da terapia miofuncional orofacial isolada sobre a ressonância da fala, exigindo integração com avaliação e intervenção médica para resultados funcionais efetivos.
( ) Estratégias terapêuticas que visam à adequação dos padrões de respiração, mastigação e deglutição contribuem indiretamente para a melhora da articulação e da coordenação motora da fala em indivíduos com fissuras labiopalatinas.
( ) A estimulação sensório-motora precoce em pacientes com fissura labiopalatina não apresenta impacto significativo na organização dos padrões motores orofaciais, uma vez que as alterações estruturais impedem a adaptação neuromotora funcional.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
I. Na laringectomia parcial, a preservação de estruturas laríngeas permite, em determinados casos, o reaprendizado da fonação laríngea, sendo a terapia direcionada ao equilíbrio miofuncional, ao controle respiratório e à redução de hiperfuncionalidade supraglótica, evitando compensações vocais excessivas.
II. Em pacientes submetidos à laringectomia total, a escolha pela voz esofágica como método prioritário de reabilitação deve ser indicada de forma universal, uma vez que dispensa dispositivos externos e independe das condições anatômicas do segmento faringoesofágico.
III.A terapia fonoaudiológica após a laringectomia total com uso de prótese traqueoesofágica deve incluir o treinamento da coordenação pneumofonoarticulatória, manejo adequado da válvula, monitoramento de esforço vocal e estratégias para inteligibilidade de fala, considerando possíveis intercorrências como refluxo e espasmo do segmento faringoesofágico.
Está(ão) INCORRETA(S):