Questões de Concurso Para arquiteto

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Q961419 Arquitetura

O principal elemento superior de uma edificação é o seu plano de cobertura. As coberturas das edificações não somente abrigam os espaços internos do sol, das chuvas e da neve, como também exercem um grande impacto sobre a forma geral do edifício. A forma da cobertura é determinada pelo material, pela geometria, pelas proporções de seu sistema estrutural e pela maneira como transfere sua carga através do espaço para os seus apoios. A imagem a seguir representa basicamente três formatos diferentes de estruturas construtivas que sustentam coberturas.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente cada tipo de estrutura construtiva.

Alternativas
Q961418 Arquitetura
Para saber qual o custo de um empreendimento, existem várias instituições que divulgam valores de custos por metro quadrado, como, por exemplo, o Siduscon, (Sindicato da Indústria da Construção Civil) ou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Contudo, o empreendedor não deve tomar apenas uma das tabelas como única fonte de pesquisa e informação. Mensalmente todas as representatividades do Sinduscon de cada estado do Brasil são obrigadas a publicar o CUB de seu respectivo estado. Assinale a alternativa corretamente relacionada à sigla CUB.
Alternativas
Q961416 Arquitetura
A cidade de São Paulo registra recordes de engarrafamentos a cada ano e novas vias, viadutos e pontes estaiadas para servirem de cartão postal para redes de TV transmitirem seus telejornais não são a solução para resolver o problema. Transporte público de qualidade e incentivo de bicicletas é a solução a curto e médio prazo. Apenas estes três problemas, transporte público ineficiente, enchentes constantes e trânsito sempre muito lento e congestionado, são exemplos de complicações que afetam muitas cidades ao redor do mundo e também afetam a capital do estado de São Paulo. Sem dúvidas se fosse possível que todas as cidades se desenvolvessem seguindo um planejamento urbano, a grande maioria dos problemas enfrentados pelas grandes cidades não existiriam. No entanto, ano após ano, algumas intervenções são realizadas, mas sem provocar mudanças substanciais na qualidade das dinâmicas urbanas. Dentro dos preceitos, postulados, técnicas, normativas e conhecimento da área do urbanismo, assinale a alternativa que significa verdadeiramente o termo Planejamento Urbano.
Alternativas
Q961415 Arquitetura
A obra não começa quando chegam os pedreiros. Quando a mão de obra chega para iniciar os trabalhos, muita coisa já foi feita: projeto arquitetônico, projeto de instalações elétricas e hidráulicas, de estrutura, fundação e de impermeabilização, compra de materiais, aprovação nos órgãos públicos e orçamentos de diversos tipos. Entre as muitas etapas que antecedem a fase inicial da execuções de obras, existem procedimentos muito necessários para que se possa lograr êxito na conclusão da construção. De acordo com o planejamento prévio de construções, assinale a alternativa que é a expressão da verdade sobre o termo Estudo de Viabilidade.
Alternativas
Q961414 Arquitetura
A qualidade de vida da população não está restrita somente ao abrigo, ou seja, local de residência, mas na cidade como um todo. Locais como praças, infraestruturas de saneamento, transporte, escola, áreas de lazer e recreação são fundamentais para promover a qualidade de vida no meio urbano, de forma abrangente, sem fazer separação da habitação ao contexto geral da cidade e espaços urbanos. Com o propósito de estimular cada vez mais ações nesta área, a partir de 2017 todos os CAU/UF irão dedicar 2% de seu orçamento para apoiar ações desse tipo em todo o Brasil. O princípio fundamental dos programas de assistência técnica é a universalização do acesso aos serviços de Arquitetura e Urbanismo, com cinco objetivos principais. O primeiro objetivo é promover serviço para quem precisa e não pode contratar. O segundo objetivo é atender a demanda onde ela está, sem desterritorialização. O terceiro objetivo é custear serviço técnico fora do valor de construção. O quarto objetivo é enfrentar o preconceito/desconhecimento da categoria por parte das comunidades. O quinto objetivo é tornar a arquitetura promotora de qualidade de vida. Assinale a alternativa que é a expressão da verdade sobre a questão da Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social.
Alternativas
Q961413 Arquitetura
Para o uso mais racional e de maior aproveitamento dos espaços internos dos depósitos, pode-se afirmar que, anteriormente ao planejamento e decisões quanto à escolha de um determinado sistema de armazenamento, são necessárias considerações do ponto de vista logístico no que diz respeito a mercadorias, ou seja, ao material a ser armazenado e ao escoamento de produtos, fazendo-se necessária uma ligação entre o planejamento do setor administrativo e de organização espacial. A aplicação das diferentes formas de armazenagem dentro dos depósitos depende das seguintes decisões:
Alternativas
Q961412 Arquitetura
O desenho técnico é uma linguagem gráfica utilizada na arquitetura. Para que esta linguagem seja entendida no mundo inteiro, existe uma série de regras internacionais que compõem as normas gerais de desenho técnico, cuja regulamentação no Brasil é feita pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. O desenho técnico é derivado da geometria descritiva, que é a ciência que representa no plano, folha de desenho, os objetos tridimensionais, permitindo resolver infinitos problemas envolvendo qualquer tipo de poliedro, no plano do papel. O desenho técnico arquitetônico é um desenho executivo, ou seja, após sua confecção segue-se uma operação de processos construtivos. Dessa forma, para construir uma edificação sempre será necessário um projeto arquitetônico elaborado sobre a linguagem gráfica do desenho técnico. Considerando as atuais normas técnicas destinadas aos desenhos técnicos de projetos arquitetônicos, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q961411 Arquitetura
O homem cria coisas para seu uso pessoal; seu corpo é, portanto, a referência dimensional para aquilo que constrói. Assim foram consideradas naturalmente, nos tempos antigos, as partes do corpo humano como fundamento para todas as unidades de medida. Ainda hoje conseguimos dar melhor ideia da dimensão de um objeto, quando utilizamos expressões com referências corporais humanas como altura de um homem, tantas braças de comprimento, tantos pés de largura, entre outros. A adoção do metro encerrou todas essas unidades de medidas, resultando na aplicação de uma unidade de medida precisa. Aquele que deseja dominar técnicas de projetos e construções precisa se familiarizar com noções e percepções de escalas e proporções, de forma que para cada desenho ou projeto, os tamanhos dos objetos e os espações compreendidos entre estes sejam adequados e funcionais. Deve conhecer o tamanho de aparelhos, utensílios, vestimentas, equipamentos que o homem utiliza, para poder dimensionar os móveis ou peças destinadas a contê-los. O arquiteto precisa conhecer o espaço que uma pessoa necessita entre peças de mobiliário de uma cozinha, sala de jantar, biblioteca, para possibilitar comodidade de trabalho sem desperdício de área. Quando abordamos a questão sobre dimensões, tamanhos, proporções e escala, é correto afirmar que:
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Q961406 Matemática

Fila de espera para cirurgias eletivas pelo SUS chega a 900 mil pessoas

Tem paciente aguardando por uma cirurgia há dez anos. A maioria

precisa ser operada de catarata, hérnia, vesícula e varizes.

(Edição do dia 04/12/2017 04/12/2017 13h43 – Atualizado em 04/12/2017 14h36 Phelipe Siani São Paulo.)

Quase um milhão de brasileiros precisa fazer uma cirurgia e não conseguem. Os números são do Conselho Federal de Medicina, que conseguiu os dados de estado em estado por meio da Lei de Acesso à Informação. Tem quem esteja esperando por uma cirurgia há dez anos.

(Disponível em: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2017/12/fila-de-espera-para-cirurgias-eletivas-pelo-sus-chega-900-mil-pessoas.html.)


A porcentagem de cirurgias previstas pelo SUS, em um determinado hospital do Brasil, para um determinado mês, foi de 64% e de 71,03% no mês seguinte. A variação percentual da porcentagem de cirurgia, do primeiro ao segundo mês foi, aproximadamente, de

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Q961404 Matemática

Analise as afirmativas a seguir.

I. Um ângulo agudo e um ângulo obtuso de um paralelogramo sempre são complementares.

II. Toda propriedade do losango vale para o quadrado.

III. Toda propriedade do losango vale para o paralelogramo.

V. O quadrado tem as propriedades do paralelogramo, do retângulo e do losango.


Estão corretas apenas as afirmativas

Alternativas
Q961402 Raciocínio Lógico
Seguindo um determinado padrão, os termos da sequência (2, 6, 14, 30, 62, 126, 254, 510, 1.022, ...) foram obtidos. O 12º termo desta sequência é
Alternativas
Q961400 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
O termo “que” dos segmentos em destaque apresenta-se com classificação morfológica DIFERENTE dos demais em:
Alternativas
Q961399 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
Pode-se afirmar que o segundo parágrafo do texto transcrito
Alternativas
Q961398 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
O verbo haver possui inúmeras acepções, a forma apresentada na locução “Há de haver uma razão que explique tamanha ruína.” (1º§) está de acordo com a exigência linguística da norma culta da língua assim como em:
Alternativas
Q961397 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
Mantendo a correção linguística e a coesão textual, assinale a reescrita correta para o trecho “Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução.” (1º§)
Alternativas
Q961396 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
Acerca das indagações que dão início ao trecho transcrito pode-se afirmar que:
Alternativas
Q940106 Arquitetura

Imagem associada para resolução da questão


Considerando os símbolos precedentes, numerados de 1 a 7, e a NBR 9050:2015, assinale a opção correta.

Alternativas
Q940105 Arquitetura

Imagem associada para resolução da questão


A imagem precedente apresenta uma escada em aço inox, em que os degraus são de vidro laminado de 4 cm de espessura, com uma película entre as lâminas e com acabamento antiderrapante na face superior. A viga da escada na parte frontal da imagem é dentada, o que garante o apoio dos degraus. Além de balanços nas extremidades laterais, o degrau apresenta um pequeno balanço frontal além do dente de apoio sobrepondo-se ao degrau inferior.


Tendo como referência essas informações, assinale a opção correta quanto a detalhes executivos, escadas e corrimãos, considerando a NBR 9077:2001.

Alternativas
Q940104 Arquitetura

Imagem associada para resolução da questão


Considerando as figuras precedentes, assinale a opção correta, a respeito de esquadrias.

Alternativas
Q940103 Arquitetura

Imagem associada para resolução da questão


Considerando a figura precedente, assinale a opção correta, em relação a coberturas e impermeabilizações.

Alternativas
Respostas
16641: B
16642: C
16643: D
16644: C
16645: A
16646: D
16647: A
16648: C
16649: C
16650: D
16651: D
16652: C
16653: A
16654: B
16655: D
16656: B
16657: B
16658: E
16659: B
16660: D