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Q3510968 Direito Constitucional

Sobre as competências da União, dos Estados e do Distrito Federal, de acordo com os artigos 22 e 24 da Constituição Federal brasileira de 1988, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3510967 Direito do Trabalho

Em pauta no Congresso Nacional após decisão recente no Supremo Tribunal Federal (STF), a contribuição sindical tem dividido opiniões. Com base no art. 8.º da Constituição Federal brasileira de 1988, a associação profissional ou sindical é livre, tendo-se observado que:

Alternativas
Q3510966 Direito Constitucional

Assinale a alternativa que contempla somente fundamentos da República Federativa do Brasil elencados no art. 1.º da Constituição Federal brasileira de 1988.

Alternativas
Q3510965 Português

Considere a seguinte tira: 



Imagem associada para resolução da questão



A expressão “joga conversa fora”, destacada no último quadro:



1. está sendo usada fora do contexto literal.


2. marca a quebra de expectativa da personagem que a verbaliza.


3. faz um trocadilho com os elementos não verbais do penúltimo quadro.


4. reforça a ideia de que a personagem queria apenas uma conversa corriqueira conforme a fala do primeiro quadro.



Considerando os elementos verbais e não verbais da tira, assinale a alternativa correta.


Alternativas
Q3510964 Português

Considere as seguintes informações:


Algumas das principais lavouras tropicais do mundo correm risco de ficar sem os insetos polinizadores. A presença desses insetos é essencial para a produção de uma grande variedade de frutos.


Considere as seguintes proposições para unir essas informações em um único período:



1. Algumas das principais lavouras tropicais do mundo correm risco de ficar sem os insetos polinizadores, onde a presença desses insetos é essencial para a produção de uma grande variedade de frutos.


2. Algumas das principais lavouras tropicais do mundo correm risco de ficar sem os insetos polinizadores, cuja presença é essencial para a produção de uma grande variedade de frutos.


3. Algumas das principais lavouras tropicais do mundo correm risco de ficar sem os insetos polinizadores, e a presença desses insetos é essencial para a produção de uma grande variedade de frutos.



Está/Estão correta(s) a(s) proposição(ões):

Alternativas
Q3510963 Português

Considere o seguinte excerto de texto:



    Segundo o Censo Escolar de 2022, a escola Uruguai utiliza 13 salas, e nenhuma delas é climatizada. […] Para instalar ar-condicionado na escola, será necessária uma reforma na rede elétrica da unidade.

    No colégio, estudam alunos do ensino fundamental 2, com crianças a partir dos 11 anos. Em todas as salas vistoriadas, a temperatura estava no patamar de 35 °C. No lado de fora, na quadra de esportes, que não tem cobertura, o termômetro marcou 41,3 °C.

    Em nota, a Secretaria Municipal de Educação diz que climatizou 90% das unidades e que, antes da onda de calor dos últimos dias, já havia comprado mais de mil aparelhos de ar-condicionado para instalar nos colégios.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2023/11/17/fiscalizacao-flagra-temperatura-de-34oc-em-sala-de-aula-na-zona-norte-dorio.ghtml. Adaptado.



Embora a falta equivocada da vírgula não cause prejuízo para a compreensão de determinados períodos, há casos específicos em que essa falta altera totalmente o sentido neles proposto. Diante dessa afirmação, o sentido da frase no texto anterior será alterado se for suprimida a vírgula:

Alternativas
Q3510962 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


Destruição criativa 2.0


Hélio Schwartsman


    Não compro muito a ideia de que a inteligência artificial (IA) vai destruir o mundo. Digo-o não porque tenha conhecimento privilegiado do porvir – em tese, é perfeitamente possível que as IAs sejam nossa ruína –, mas porque sei que, diante do novo, nossa tendência é sempre a de exagerar os perigos. Quem quiser uma confirmação empírica disso pode pegar nas coleções de jornais os artigos catastrofistas dos anos 1970 e 1980 que comentavam o advento dos bebês de proveta, que hoje não despertam mais polêmica.

    Daí não decorre que devamos tratar as IAs com ligeireza. É uma mudança tecnológica de enorme potencial e que terá impactos, em especial sobre o emprego. Já vimos antes a chamada destruição criadora em ação. Mas, ao que tudo indica, desta vez, a aniquilação de postos de trabalho se dará em escala maior e atingirá também funções criativas ocupadas pelas elites intelectuais, que foram poupadas em viragens tecnológicas anteriores.

    O “big picture”, porém, talvez não seja dos piores. Tanto Marx como Keynes anteviram um mundo em que as mudanças tecnológicas avançariam tanto que resolveriam o problema econômico da humanidade, isto é, as máquinas produziriam sozinhas e de graça tudo o que necessitamos, de comida a bens industrializados, passando por vários tipos de serviço. A dificuldade é que, como isso não vai acontecer da noite para o dia, devemos esperar uma transição complicada. E complicada não apenas em termos econômicos e sociais mas também psicológicos.

    Quando conhecemos uma pessoa, uma das primeiras perguntas que lhe dirigimos é “o que você faz?”. Vivemos em sociedades em que os indivíduos se definem em larga medida por sua profissão. Tirar isso deles pode provocar um vazio existencial. É até possível que, com o problema econômico resolvido, passemos a extrair transcendência de outras atividades. Imagine um mundo de artistas. Mas isso vai exigir uma revolução anímica.



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/09/destruicao-criativa-20.shtml.


anímica: que é próprio da alma

Considere a seguinte sentença extraída do texto:


“Quando conhecemos uma pessoa, uma das primeiras perguntas que lhe dirigimos é ‘o que você faz?’”.


Considere as seguintes propostas de substituição do trecho destacado:



1. que dirigimos a ela


2. que dirigimos a essa pessoa


3. que a dirigimos



Pode(m) substituir corretamente o trecho destacado: 

Alternativas
Q3510961 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


Destruição criativa 2.0


Hélio Schwartsman


    Não compro muito a ideia de que a inteligência artificial (IA) vai destruir o mundo. Digo-o não porque tenha conhecimento privilegiado do porvir – em tese, é perfeitamente possível que as IAs sejam nossa ruína –, mas porque sei que, diante do novo, nossa tendência é sempre a de exagerar os perigos. Quem quiser uma confirmação empírica disso pode pegar nas coleções de jornais os artigos catastrofistas dos anos 1970 e 1980 que comentavam o advento dos bebês de proveta, que hoje não despertam mais polêmica.

    Daí não decorre que devamos tratar as IAs com ligeireza. É uma mudança tecnológica de enorme potencial e que terá impactos, em especial sobre o emprego. Já vimos antes a chamada destruição criadora em ação. Mas, ao que tudo indica, desta vez, a aniquilação de postos de trabalho se dará em escala maior e atingirá também funções criativas ocupadas pelas elites intelectuais, que foram poupadas em viragens tecnológicas anteriores.

    O “big picture”, porém, talvez não seja dos piores. Tanto Marx como Keynes anteviram um mundo em que as mudanças tecnológicas avançariam tanto que resolveriam o problema econômico da humanidade, isto é, as máquinas produziriam sozinhas e de graça tudo o que necessitamos, de comida a bens industrializados, passando por vários tipos de serviço. A dificuldade é que, como isso não vai acontecer da noite para o dia, devemos esperar uma transição complicada. E complicada não apenas em termos econômicos e sociais mas também psicológicos.

    Quando conhecemos uma pessoa, uma das primeiras perguntas que lhe dirigimos é “o que você faz?”. Vivemos em sociedades em que os indivíduos se definem em larga medida por sua profissão. Tirar isso deles pode provocar um vazio existencial. É até possível que, com o problema econômico resolvido, passemos a extrair transcendência de outras atividades. Imagine um mundo de artistas. Mas isso vai exigir uma revolução anímica.



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/09/destruicao-criativa-20.shtml.


anímica: que é próprio da alma

No trecho “…como isso não vai acontecer da noite para o dia, devemos esperar uma transição complicada”, o termo sublinhado introduz uma relação de: 
Alternativas
Q3510960 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


Destruição criativa 2.0


Hélio Schwartsman


    Não compro muito a ideia de que a inteligência artificial (IA) vai destruir o mundo. Digo-o não porque tenha conhecimento privilegiado do porvir – em tese, é perfeitamente possível que as IAs sejam nossa ruína –, mas porque sei que, diante do novo, nossa tendência é sempre a de exagerar os perigos. Quem quiser uma confirmação empírica disso pode pegar nas coleções de jornais os artigos catastrofistas dos anos 1970 e 1980 que comentavam o advento dos bebês de proveta, que hoje não despertam mais polêmica.

    Daí não decorre que devamos tratar as IAs com ligeireza. É uma mudança tecnológica de enorme potencial e que terá impactos, em especial sobre o emprego. Já vimos antes a chamada destruição criadora em ação. Mas, ao que tudo indica, desta vez, a aniquilação de postos de trabalho se dará em escala maior e atingirá também funções criativas ocupadas pelas elites intelectuais, que foram poupadas em viragens tecnológicas anteriores.

    O “big picture”, porém, talvez não seja dos piores. Tanto Marx como Keynes anteviram um mundo em que as mudanças tecnológicas avançariam tanto que resolveriam o problema econômico da humanidade, isto é, as máquinas produziriam sozinhas e de graça tudo o que necessitamos, de comida a bens industrializados, passando por vários tipos de serviço. A dificuldade é que, como isso não vai acontecer da noite para o dia, devemos esperar uma transição complicada. E complicada não apenas em termos econômicos e sociais mas também psicológicos.

    Quando conhecemos uma pessoa, uma das primeiras perguntas que lhe dirigimos é “o que você faz?”. Vivemos em sociedades em que os indivíduos se definem em larga medida por sua profissão. Tirar isso deles pode provocar um vazio existencial. É até possível que, com o problema econômico resolvido, passemos a extrair transcendência de outras atividades. Imagine um mundo de artistas. Mas isso vai exigir uma revolução anímica.



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/09/destruicao-criativa-20.shtml.


anímica: que é próprio da alma

A expressão “confirmação empírica”, destacada no texto, significa que a confirmação é baseada em:  
Alternativas
Q3510959 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


Destruição criativa 2.0


Hélio Schwartsman


    Não compro muito a ideia de que a inteligência artificial (IA) vai destruir o mundo. Digo-o não porque tenha conhecimento privilegiado do porvir – em tese, é perfeitamente possível que as IAs sejam nossa ruína –, mas porque sei que, diante do novo, nossa tendência é sempre a de exagerar os perigos. Quem quiser uma confirmação empírica disso pode pegar nas coleções de jornais os artigos catastrofistas dos anos 1970 e 1980 que comentavam o advento dos bebês de proveta, que hoje não despertam mais polêmica.

    Daí não decorre que devamos tratar as IAs com ligeireza. É uma mudança tecnológica de enorme potencial e que terá impactos, em especial sobre o emprego. Já vimos antes a chamada destruição criadora em ação. Mas, ao que tudo indica, desta vez, a aniquilação de postos de trabalho se dará em escala maior e atingirá também funções criativas ocupadas pelas elites intelectuais, que foram poupadas em viragens tecnológicas anteriores.

    O “big picture”, porém, talvez não seja dos piores. Tanto Marx como Keynes anteviram um mundo em que as mudanças tecnológicas avançariam tanto que resolveriam o problema econômico da humanidade, isto é, as máquinas produziriam sozinhas e de graça tudo o que necessitamos, de comida a bens industrializados, passando por vários tipos de serviço. A dificuldade é que, como isso não vai acontecer da noite para o dia, devemos esperar uma transição complicada. E complicada não apenas em termos econômicos e sociais mas também psicológicos.

    Quando conhecemos uma pessoa, uma das primeiras perguntas que lhe dirigimos é “o que você faz?”. Vivemos em sociedades em que os indivíduos se definem em larga medida por sua profissão. Tirar isso deles pode provocar um vazio existencial. É até possível que, com o problema econômico resolvido, passemos a extrair transcendência de outras atividades. Imagine um mundo de artistas. Mas isso vai exigir uma revolução anímica.



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/09/destruicao-criativa-20.shtml.


anímica: que é próprio da alma

Assinale a alternativa que apresenta uma expressão utilizada em linguagem figurada no texto.  
Alternativas
Q3510958 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


Destruição criativa 2.0


Hélio Schwartsman


    Não compro muito a ideia de que a inteligência artificial (IA) vai destruir o mundo. Digo-o não porque tenha conhecimento privilegiado do porvir – em tese, é perfeitamente possível que as IAs sejam nossa ruína –, mas porque sei que, diante do novo, nossa tendência é sempre a de exagerar os perigos. Quem quiser uma confirmação empírica disso pode pegar nas coleções de jornais os artigos catastrofistas dos anos 1970 e 1980 que comentavam o advento dos bebês de proveta, que hoje não despertam mais polêmica.

    Daí não decorre que devamos tratar as IAs com ligeireza. É uma mudança tecnológica de enorme potencial e que terá impactos, em especial sobre o emprego. Já vimos antes a chamada destruição criadora em ação. Mas, ao que tudo indica, desta vez, a aniquilação de postos de trabalho se dará em escala maior e atingirá também funções criativas ocupadas pelas elites intelectuais, que foram poupadas em viragens tecnológicas anteriores.

    O “big picture”, porém, talvez não seja dos piores. Tanto Marx como Keynes anteviram um mundo em que as mudanças tecnológicas avançariam tanto que resolveriam o problema econômico da humanidade, isto é, as máquinas produziriam sozinhas e de graça tudo o que necessitamos, de comida a bens industrializados, passando por vários tipos de serviço. A dificuldade é que, como isso não vai acontecer da noite para o dia, devemos esperar uma transição complicada. E complicada não apenas em termos econômicos e sociais mas também psicológicos.

    Quando conhecemos uma pessoa, uma das primeiras perguntas que lhe dirigimos é “o que você faz?”. Vivemos em sociedades em que os indivíduos se definem em larga medida por sua profissão. Tirar isso deles pode provocar um vazio existencial. É até possível que, com o problema econômico resolvido, passemos a extrair transcendência de outras atividades. Imagine um mundo de artistas. Mas isso vai exigir uma revolução anímica.



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/09/destruicao-criativa-20.shtml.


anímica: que é próprio da alma

Releia a seguinte sentença:



Quem quiser uma confirmação empírica disso pode pegar nas coleções de jornais os artigos catastrofistas dos anos 1970 e 1980 que comentavam o advento dos bebês de proveta, que hoje não despertam mais polêmica.



O termo “que”, destacado, é relativo a:

Alternativas
Q3510957 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


Destruição criativa 2.0


Hélio Schwartsman


    Não compro muito a ideia de que a inteligência artificial (IA) vai destruir o mundo. Digo-o não porque tenha conhecimento privilegiado do porvir – em tese, é perfeitamente possível que as IAs sejam nossa ruína –, mas porque sei que, diante do novo, nossa tendência é sempre a de exagerar os perigos. Quem quiser uma confirmação empírica disso pode pegar nas coleções de jornais os artigos catastrofistas dos anos 1970 e 1980 que comentavam o advento dos bebês de proveta, que hoje não despertam mais polêmica.

    Daí não decorre que devamos tratar as IAs com ligeireza. É uma mudança tecnológica de enorme potencial e que terá impactos, em especial sobre o emprego. Já vimos antes a chamada destruição criadora em ação. Mas, ao que tudo indica, desta vez, a aniquilação de postos de trabalho se dará em escala maior e atingirá também funções criativas ocupadas pelas elites intelectuais, que foram poupadas em viragens tecnológicas anteriores.

    O “big picture”, porém, talvez não seja dos piores. Tanto Marx como Keynes anteviram um mundo em que as mudanças tecnológicas avançariam tanto que resolveriam o problema econômico da humanidade, isto é, as máquinas produziriam sozinhas e de graça tudo o que necessitamos, de comida a bens industrializados, passando por vários tipos de serviço. A dificuldade é que, como isso não vai acontecer da noite para o dia, devemos esperar uma transição complicada. E complicada não apenas em termos econômicos e sociais mas também psicológicos.

    Quando conhecemos uma pessoa, uma das primeiras perguntas que lhe dirigimos é “o que você faz?”. Vivemos em sociedades em que os indivíduos se definem em larga medida por sua profissão. Tirar isso deles pode provocar um vazio existencial. É até possível que, com o problema econômico resolvido, passemos a extrair transcendência de outras atividades. Imagine um mundo de artistas. Mas isso vai exigir uma revolução anímica.



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/09/destruicao-criativa-20.shtml.


anímica: que é próprio da alma

Assinale a alternativa que aborda a tese do texto.  

Alternativas
Q3510956 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


Destruição criativa 2.0


Hélio Schwartsman


    Não compro muito a ideia de que a inteligência artificial (IA) vai destruir o mundo. Digo-o não porque tenha conhecimento privilegiado do porvir – em tese, é perfeitamente possível que as IAs sejam nossa ruína –, mas porque sei que, diante do novo, nossa tendência é sempre a de exagerar os perigos. Quem quiser uma confirmação empírica disso pode pegar nas coleções de jornais os artigos catastrofistas dos anos 1970 e 1980 que comentavam o advento dos bebês de proveta, que hoje não despertam mais polêmica.

    Daí não decorre que devamos tratar as IAs com ligeireza. É uma mudança tecnológica de enorme potencial e que terá impactos, em especial sobre o emprego. Já vimos antes a chamada destruição criadora em ação. Mas, ao que tudo indica, desta vez, a aniquilação de postos de trabalho se dará em escala maior e atingirá também funções criativas ocupadas pelas elites intelectuais, que foram poupadas em viragens tecnológicas anteriores.

    O “big picture”, porém, talvez não seja dos piores. Tanto Marx como Keynes anteviram um mundo em que as mudanças tecnológicas avançariam tanto que resolveriam o problema econômico da humanidade, isto é, as máquinas produziriam sozinhas e de graça tudo o que necessitamos, de comida a bens industrializados, passando por vários tipos de serviço. A dificuldade é que, como isso não vai acontecer da noite para o dia, devemos esperar uma transição complicada. E complicada não apenas em termos econômicos e sociais mas também psicológicos.

    Quando conhecemos uma pessoa, uma das primeiras perguntas que lhe dirigimos é “o que você faz?”. Vivemos em sociedades em que os indivíduos se definem em larga medida por sua profissão. Tirar isso deles pode provocar um vazio existencial. É até possível que, com o problema econômico resolvido, passemos a extrair transcendência de outras atividades. Imagine um mundo de artistas. Mas isso vai exigir uma revolução anímica.



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/09/destruicao-criativa-20.shtml.


anímica: que é próprio da alma

De acordo com o texto, a ideia de destruição do mundo pela inteligência artificial é:
Alternativas
Q3509276 Arquitetura
Considerando um projeto luminotécnico eficiente, que toma partido do uso da iluminação natural e se apresenta de forma complementar no contexto de uso do espaço durante o dia, analise a planta a seguir. 

Q40.png (673×308)

A luminária utilizada no projeto possui um rendimento de 100 lm/W. Qual a redução no consumo energético em W durante o dia, considerando que somente a seção mais afastada das janelas esteja ligada? 
Alternativas
Q3509275 Arquitetura
Os fluxos de trabalho BIM (Biulding Information Modeling) apresentam a sequência de passos necessários para se automatizar processos de negócio a ser transmitida de uma pessoa para outra de acordo com um conjunto de regras definidas. Os fluxos se apresentam por meio de um conceito de modelagem de processos, também conhecido como BPMN (Business Process Model and Notation). No contexto do BPMN, processo é uma atividade realizada por uma organização e é composta por uma série de etapas e controles que permitem o fluxo de informações. Sobre essa temática, analise a ilustração a seguir.

Q39.png (717×356)

O fluxo de trabalho ilustrado diz respeito a que função do processo de projeto BIM?
Alternativas
Q3509274 Arquitetura
Instrução: Analise o texto verbal e não verbal e responda à questão.


O Concurso Público Nacional de Ideias para Elementos de Mobiliário Urbano da Cidade de São Paulo, organizado pela SP Urbanismo em 2016, buscou selecionar as melhores propostas para nove elementos ou famílias de elementos mobiliários. O projeto desenvolvido pelo Estúdio Módulo, que recebeu o primeiro prêmio, parte da geometria monolítica dos totens escuros da Av. Paulista e adapta essa forma para as diferentes famílias de mobiliário solicitadas. A figura a seguir ilustra o detalhamento apresentado para sanitários públicos.


Q37_38.png (709×528)
O Projeto ilustrado buscou atender os critérios estabelecidos na NBR 9050/2015 “Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos” quanto às dimensões e acessibilidade, atualizada em 2020. Sobre esses critérios, analise as afirmativas a seguir.

I. Os sanitários, banheiros e vestiários acessíveis devem localizar-se em rotas acessíveis, próximas à circulação principal, próximas ou integradas às demais instalações sanitárias, evitando estar em locais isolados para situações de emergências ou auxílio, e devem ser devidamente sinalizados.
II. Deve ser instalado lavatório sem coluna ou com coluna suspensa ou lavatório sobre tampo, dentro do sanitário ou boxe acessível, em local que não interfira na área de transferência para a bacia sanitária, não podendo sua área de aproximação ser sobreposta à área de manobra.
III. Pode ser instalada porta de correr, desde que quando aberta, tenham um vão livre, maior ou igual a 1,00 m de largura e 2,10 m de altura e que a instalação de trilhos se faça na sua parte superior. Em caso de guias inferiores, devem estar niveladas com a superfície do piso, e eventuais frestas resultantes da guia inferior devem ter largura de no máximo 20 mm.
IV. Para instalação de bacias sanitárias, devem ser previstas áreas de transferência lateral, perpendicular e diagonal.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3509273 Arquitetura
Instrução: Analise o texto verbal e não verbal e responda à questão.


O Concurso Público Nacional de Ideias para Elementos de Mobiliário Urbano da Cidade de São Paulo, organizado pela SP Urbanismo em 2016, buscou selecionar as melhores propostas para nove elementos ou famílias de elementos mobiliários. O projeto desenvolvido pelo Estúdio Módulo, que recebeu o primeiro prêmio, parte da geometria monolítica dos totens escuros da Av. Paulista e adapta essa forma para as diferentes famílias de mobiliário solicitadas. A figura a seguir ilustra o detalhamento apresentado para sanitários públicos.


Q37_38.png (709×528)
Com base nas informações apresentadas no detalhamento, analise as afirmativas a seguir:

I. O sanitário é composto por um bloco único, dividido em três segmentos internamente, sendo o primeiro um espaço de acesso, aberto e _________________, por onde é possível fazer o pagamento no sistema de cobrança eletrônica automatizado.
II. O segundo compartimento é composto pelo sanitário em si, com aberturas que garantem a iluminação e ventilação naturais e um _____________________ (tipo sanisette) total interna após cada uso.
III. O terceiro segmento contém a infraestrutura necessária para o uso do sanitário, composta de sistema de encanamento, caixa d’água, caixa d’água para armazenamento de água da chuva, local para armazenamento de _____________________ e elementos que fazem parte do sistema de autolimpeza.
IV. O acesso aos elementos de infraestrutura para limpeza e manutenção e a reposição de insumos podem ser feitos tanto por dentro quanto pela parte ________________ e laterais externas do sanitário.

Marque a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3509272 Arquitetura
O conhecimento do movimento aparente do sol é utilizado para o projeto de proteções solares que impeçam a entrada de raios solares no interior do ambiente durante as horas do dia e os meses do ano em que se deseja esta proteção. A ferramenta utilizada para representação gráfica da trajetória do sol ao longo do dia, em determinada localização, durante o período de um ano é a carta solar. Para o dimensionamento das proteções solares, um transferidor de ângulos é sobreposto à carta solar de acordo com a orientação da fachada estudada, auxiliando na determinação dos ângulos de sombreamento, que são: o ângulo horizontal (ß), o ângulo vertical frontal (α) e o ângulo vertical lateral (γ). Observe a carta solar para latitude 10° Sul.

Q36.png (657×588)

Considerando uma única proteção solar localizada na fachada NE, qual deve ser o ângulo vertical frontal (α), que atenda a condição de sombreamento tanto a partir de 9h no solstício de verão quanto a partir de 9:30h no solstício de inverno?
Alternativas
Q3509271 Arquitetura
A NBR 6.492/2021 “Documentação técnica para projetos arquitetônicos e urbanísticos — Requisitos” apresenta em seu Anexo A orientações para representação gráfica aplicada a projetos arquitetônicos e urbanísticos. Dentre os direcionamentos, a norma estabelece que “as linhas de representação, conforme a sua espessura e continuidade, especificam significados que têm como objetivo representar e distinguir os elementos projetados”. A coluna da esquerda apresenta a denominação de algumas linhas de representação e a da direita, sua aplicação. Segundo a norma, numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.

1. Contínua extralarga
2. Contínua estreita
3. Tracejada estreita
4. Traço e ponto extralarga

( ) Contornos visíveis de elementos em corte e seções, quando não são utilizadas hachuras.
( ) Arestas e contornos não visíveis.
( ) Linhas de cotas.
( ) Linhas de extremidades e na mudança de direção na marcação dos planos de corte.

Marque a sequência correta.
Alternativas
Q3509270 Arquitetura
Escala é conceituada como a relação dimensional entre a representação de um objeto no desenho e suas dimensões reais, ou seja, é a representação que mantém as proporções das medidas lineares do objeto representado e as formas dos objetos reais. Considerando um objeto com dimensão real de 20m e escala utilizada de 1:50, qual a dimensão do objeto no desenho em cm?
Alternativas
Respostas
4481: C
4482: B
4483: D
4484: E
4485: D
4486: C
4487: C
4488: B
4489: D
4490: A
4491: C
4492: B
4493: E
4494: C
4495: D
4496: A
4497: D
4498: B
4499: B
4500: A