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Q4216036 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O surto psicodélico da Copa
Neide Fischer

        O Brasil é conhecido como o país do futebol. Não que eu aprecie muito esse título. Pouco compreendo do assunto, mas na Copa até eu torço, nem que seja por uma questão de amor à pátria. É uma época em que, durante os jogos, o país parece, numa espécie de surto psicodélico coletivo, esquecer por noventa minutos que não está com essa bola toda em vários sentidos.
    
        O que quero abordar aqui sai do futebol e entra na política, economia e sociedade, pois me veio uma preocupação recente que gostaria de compartilhar com meus pares: os jornalistas. A preocupação atende por um velho nome: pão e circo.
    
        Boa parte de vocês já conhece a expressão. Como já faziam os romanos com sua política do “pão e circo”, especialistas em distrair a população enquanto os problemas reais continuavam ali. Mudam-se os impérios, permanecem os truques.
    
        E é justamente aí que mora o meu receio.
  
        O Brasil atravessa uma fase política problemática, com corrupção, violência crescente, empresas estatais quase à beira de um colapso e uma população cada vez mais cansada de pagar a conta de tudo. Poderíamos citar mais vinte problemas sem esforço algum, e nós, brasileiros, conhecemos cada um deles e sentimos na pele suas consequências. Não é necessário aprofundar todas essas mazelas porque elas já batem diariamente à nossa porta.
    
        Ainda assim, quando chega a Copa do Mundo, parte da imprensa entra num estado quase hipnótico: tabelas, treinos, tornozelos lesionados, cabelo de jogador, análise emocional de técnico, grama usada no estádio da seleção e, se deixar, até reportagem investigativa sobre o cachorro do camisa 10 ou previsão astrológica da seleção. 
    
        Isso começa a parecer uma espécie de loucura coletiva. Um excesso de zelo que, se fosse aplicado a temas realmente importantes, talvez deixasse a população muito mais bem informada sobre aquilo que impacta diretamente sua vida.

        Não digo que não haja pauta no futebol. Claro que há. Copa do Mundo movimenta economia, cultura, comportamento e audiência. Ignorar isso seria tolice. Minha questão começa quando todo o resto desaparece do noticiário como mágica. Como se os problemas do país tirassem férias durante os jogos. Como se a violência aguardasse educadamente o apito final.
  
        Nós, jornalistas, não podemos nos dar ao luxo de embarcar completamente nesse espetáculo enquanto os problemas reais das famílias brasileiras continuam acontecendo fora do estádio, muito longe dos camarotes e dos flashes psicodélicos.
    
        Cobrir futebol é legítimo. Transformar a cobertura esportiva em anestesia coletiva já é outra coisa. E é exatamente esse o meu alerta. Talvez nossa obrigação, justamente durante grandes eventos, seja redobrar a atenção ao que tentam empurrar para debaixo do tapete enquanto o país está distraído gritando “gol”.
   
        Precisamos de um jornalismo mais crítico, inteligente e audaz. Um jornalismo que não fale apenas mais do mesmo, que não viva requentando matérias ou reciclando opiniões prontas. Pior ainda: precisamos fugir de um jornalismo militante, que utiliza essa profissão, uma das mais importantes para a democracia, para induzir pensamentos, comportamentos e interpretações em uma população que, muitas vezes, desconhece os mecanismos de influência e o poder do chamado gatekeeping na formação das narrativas.
    
        A teoria da comunicação já mostrou há muito tempo que a imprensa não determina exatamente o que as pessoas devem pensar, mas influencia fortemente sobre o que elas irão pensar. E isso traz uma responsabilidade gigantesca para quem escolhe quais assuntos terão destaque e quais serão deixados em segundo plano.
    
        No fim das contas, talvez o verdadeiro papel do jornalista não seja apenas informar sobre o espetáculo, mas garantir que o espetáculo não seja usado para esconder a realidade.

Fonte: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/futebol/o-surtopsicodelico-da-copa/
Releia o período a seguir, presente no primeiro parágrafo do texto apresentado.
É uma época em que, durante os jogos, o país parece, numa espécie de surto psicodélico coletivo, esquecer por noventa minutos que não está com essa bola toda em vários sentidos.
Após a leitura, analise as afirmativas a seguir:
I. O termo “durante os jogos” exerce função sintática de adjunto adverbial;
II. O termo em destaque no trecho “É uma época em que [...]” trata-se de uma conjunção integrante;
III. O termo em destaque no trecho “[...] esquecer por noventa minutos que não está com essa bola toda [...]” trata-se de um pronome relativo;
IV. Os verbos “parece” e “esquecer” constituem uma locução verbal.
Após análise, conclui-se que:
Alternativas
Q4216035 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O surto psicodélico da Copa
Neide Fischer

        O Brasil é conhecido como o país do futebol. Não que eu aprecie muito esse título. Pouco compreendo do assunto, mas na Copa até eu torço, nem que seja por uma questão de amor à pátria. É uma época em que, durante os jogos, o país parece, numa espécie de surto psicodélico coletivo, esquecer por noventa minutos que não está com essa bola toda em vários sentidos.
    
        O que quero abordar aqui sai do futebol e entra na política, economia e sociedade, pois me veio uma preocupação recente que gostaria de compartilhar com meus pares: os jornalistas. A preocupação atende por um velho nome: pão e circo.
    
        Boa parte de vocês já conhece a expressão. Como já faziam os romanos com sua política do “pão e circo”, especialistas em distrair a população enquanto os problemas reais continuavam ali. Mudam-se os impérios, permanecem os truques.
    
        E é justamente aí que mora o meu receio.
  
        O Brasil atravessa uma fase política problemática, com corrupção, violência crescente, empresas estatais quase à beira de um colapso e uma população cada vez mais cansada de pagar a conta de tudo. Poderíamos citar mais vinte problemas sem esforço algum, e nós, brasileiros, conhecemos cada um deles e sentimos na pele suas consequências. Não é necessário aprofundar todas essas mazelas porque elas já batem diariamente à nossa porta.
    
        Ainda assim, quando chega a Copa do Mundo, parte da imprensa entra num estado quase hipnótico: tabelas, treinos, tornozelos lesionados, cabelo de jogador, análise emocional de técnico, grama usada no estádio da seleção e, se deixar, até reportagem investigativa sobre o cachorro do camisa 10 ou previsão astrológica da seleção. 
    
        Isso começa a parecer uma espécie de loucura coletiva. Um excesso de zelo que, se fosse aplicado a temas realmente importantes, talvez deixasse a população muito mais bem informada sobre aquilo que impacta diretamente sua vida.

        Não digo que não haja pauta no futebol. Claro que há. Copa do Mundo movimenta economia, cultura, comportamento e audiência. Ignorar isso seria tolice. Minha questão começa quando todo o resto desaparece do noticiário como mágica. Como se os problemas do país tirassem férias durante os jogos. Como se a violência aguardasse educadamente o apito final.
  
        Nós, jornalistas, não podemos nos dar ao luxo de embarcar completamente nesse espetáculo enquanto os problemas reais das famílias brasileiras continuam acontecendo fora do estádio, muito longe dos camarotes e dos flashes psicodélicos.
    
        Cobrir futebol é legítimo. Transformar a cobertura esportiva em anestesia coletiva já é outra coisa. E é exatamente esse o meu alerta. Talvez nossa obrigação, justamente durante grandes eventos, seja redobrar a atenção ao que tentam empurrar para debaixo do tapete enquanto o país está distraído gritando “gol”.
   
        Precisamos de um jornalismo mais crítico, inteligente e audaz. Um jornalismo que não fale apenas mais do mesmo, que não viva requentando matérias ou reciclando opiniões prontas. Pior ainda: precisamos fugir de um jornalismo militante, que utiliza essa profissão, uma das mais importantes para a democracia, para induzir pensamentos, comportamentos e interpretações em uma população que, muitas vezes, desconhece os mecanismos de influência e o poder do chamado gatekeeping na formação das narrativas.
    
        A teoria da comunicação já mostrou há muito tempo que a imprensa não determina exatamente o que as pessoas devem pensar, mas influencia fortemente sobre o que elas irão pensar. E isso traz uma responsabilidade gigantesca para quem escolhe quais assuntos terão destaque e quais serão deixados em segundo plano.
    
        No fim das contas, talvez o verdadeiro papel do jornalista não seja apenas informar sobre o espetáculo, mas garantir que o espetáculo não seja usado para esconder a realidade.

Fonte: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/futebol/o-surtopsicodelico-da-copa/
No texto “O surto psicodélico da Copa”, a autora Neide Fischer problematiza que: 
Alternativas
Q4216034 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O surto psicodélico da Copa
Neide Fischer

        O Brasil é conhecido como o país do futebol. Não que eu aprecie muito esse título. Pouco compreendo do assunto, mas na Copa até eu torço, nem que seja por uma questão de amor à pátria. É uma época em que, durante os jogos, o país parece, numa espécie de surto psicodélico coletivo, esquecer por noventa minutos que não está com essa bola toda em vários sentidos.
    
        O que quero abordar aqui sai do futebol e entra na política, economia e sociedade, pois me veio uma preocupação recente que gostaria de compartilhar com meus pares: os jornalistas. A preocupação atende por um velho nome: pão e circo.
    
        Boa parte de vocês já conhece a expressão. Como já faziam os romanos com sua política do “pão e circo”, especialistas em distrair a população enquanto os problemas reais continuavam ali. Mudam-se os impérios, permanecem os truques.
    
        E é justamente aí que mora o meu receio.
  
        O Brasil atravessa uma fase política problemática, com corrupção, violência crescente, empresas estatais quase à beira de um colapso e uma população cada vez mais cansada de pagar a conta de tudo. Poderíamos citar mais vinte problemas sem esforço algum, e nós, brasileiros, conhecemos cada um deles e sentimos na pele suas consequências. Não é necessário aprofundar todas essas mazelas porque elas já batem diariamente à nossa porta.
    
        Ainda assim, quando chega a Copa do Mundo, parte da imprensa entra num estado quase hipnótico: tabelas, treinos, tornozelos lesionados, cabelo de jogador, análise emocional de técnico, grama usada no estádio da seleção e, se deixar, até reportagem investigativa sobre o cachorro do camisa 10 ou previsão astrológica da seleção. 
    
        Isso começa a parecer uma espécie de loucura coletiva. Um excesso de zelo que, se fosse aplicado a temas realmente importantes, talvez deixasse a população muito mais bem informada sobre aquilo que impacta diretamente sua vida.

        Não digo que não haja pauta no futebol. Claro que há. Copa do Mundo movimenta economia, cultura, comportamento e audiência. Ignorar isso seria tolice. Minha questão começa quando todo o resto desaparece do noticiário como mágica. Como se os problemas do país tirassem férias durante os jogos. Como se a violência aguardasse educadamente o apito final.
  
        Nós, jornalistas, não podemos nos dar ao luxo de embarcar completamente nesse espetáculo enquanto os problemas reais das famílias brasileiras continuam acontecendo fora do estádio, muito longe dos camarotes e dos flashes psicodélicos.
    
        Cobrir futebol é legítimo. Transformar a cobertura esportiva em anestesia coletiva já é outra coisa. E é exatamente esse o meu alerta. Talvez nossa obrigação, justamente durante grandes eventos, seja redobrar a atenção ao que tentam empurrar para debaixo do tapete enquanto o país está distraído gritando “gol”.
   
        Precisamos de um jornalismo mais crítico, inteligente e audaz. Um jornalismo que não fale apenas mais do mesmo, que não viva requentando matérias ou reciclando opiniões prontas. Pior ainda: precisamos fugir de um jornalismo militante, que utiliza essa profissão, uma das mais importantes para a democracia, para induzir pensamentos, comportamentos e interpretações em uma população que, muitas vezes, desconhece os mecanismos de influência e o poder do chamado gatekeeping na formação das narrativas.
    
        A teoria da comunicação já mostrou há muito tempo que a imprensa não determina exatamente o que as pessoas devem pensar, mas influencia fortemente sobre o que elas irão pensar. E isso traz uma responsabilidade gigantesca para quem escolhe quais assuntos terão destaque e quais serão deixados em segundo plano.
    
        No fim das contas, talvez o verdadeiro papel do jornalista não seja apenas informar sobre o espetáculo, mas garantir que o espetáculo não seja usado para esconder a realidade.

Fonte: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/futebol/o-surtopsicodelico-da-copa/
O gênero textual caracteriza-se pela situação comunicativa da qual faz parte. Ciente disso, ao analisar o texto intitulado O surto psicodélico da Copa, de autoria de Neide Fischer, percebe-se que se trata do gênero: 
Alternativas
Q4216033 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O surto psicodélico da Copa
Neide Fischer

        O Brasil é conhecido como o país do futebol. Não que eu aprecie muito esse título. Pouco compreendo do assunto, mas na Copa até eu torço, nem que seja por uma questão de amor à pátria. É uma época em que, durante os jogos, o país parece, numa espécie de surto psicodélico coletivo, esquecer por noventa minutos que não está com essa bola toda em vários sentidos.
    
        O que quero abordar aqui sai do futebol e entra na política, economia e sociedade, pois me veio uma preocupação recente que gostaria de compartilhar com meus pares: os jornalistas. A preocupação atende por um velho nome: pão e circo.
    
        Boa parte de vocês já conhece a expressão. Como já faziam os romanos com sua política do “pão e circo”, especialistas em distrair a população enquanto os problemas reais continuavam ali. Mudam-se os impérios, permanecem os truques.
    
        E é justamente aí que mora o meu receio.
  
        O Brasil atravessa uma fase política problemática, com corrupção, violência crescente, empresas estatais quase à beira de um colapso e uma população cada vez mais cansada de pagar a conta de tudo. Poderíamos citar mais vinte problemas sem esforço algum, e nós, brasileiros, conhecemos cada um deles e sentimos na pele suas consequências. Não é necessário aprofundar todas essas mazelas porque elas já batem diariamente à nossa porta.
    
        Ainda assim, quando chega a Copa do Mundo, parte da imprensa entra num estado quase hipnótico: tabelas, treinos, tornozelos lesionados, cabelo de jogador, análise emocional de técnico, grama usada no estádio da seleção e, se deixar, até reportagem investigativa sobre o cachorro do camisa 10 ou previsão astrológica da seleção. 
    
        Isso começa a parecer uma espécie de loucura coletiva. Um excesso de zelo que, se fosse aplicado a temas realmente importantes, talvez deixasse a população muito mais bem informada sobre aquilo que impacta diretamente sua vida.

        Não digo que não haja pauta no futebol. Claro que há. Copa do Mundo movimenta economia, cultura, comportamento e audiência. Ignorar isso seria tolice. Minha questão começa quando todo o resto desaparece do noticiário como mágica. Como se os problemas do país tirassem férias durante os jogos. Como se a violência aguardasse educadamente o apito final.
  
        Nós, jornalistas, não podemos nos dar ao luxo de embarcar completamente nesse espetáculo enquanto os problemas reais das famílias brasileiras continuam acontecendo fora do estádio, muito longe dos camarotes e dos flashes psicodélicos.
    
        Cobrir futebol é legítimo. Transformar a cobertura esportiva em anestesia coletiva já é outra coisa. E é exatamente esse o meu alerta. Talvez nossa obrigação, justamente durante grandes eventos, seja redobrar a atenção ao que tentam empurrar para debaixo do tapete enquanto o país está distraído gritando “gol”.
   
        Precisamos de um jornalismo mais crítico, inteligente e audaz. Um jornalismo que não fale apenas mais do mesmo, que não viva requentando matérias ou reciclando opiniões prontas. Pior ainda: precisamos fugir de um jornalismo militante, que utiliza essa profissão, uma das mais importantes para a democracia, para induzir pensamentos, comportamentos e interpretações em uma população que, muitas vezes, desconhece os mecanismos de influência e o poder do chamado gatekeeping na formação das narrativas.
    
        A teoria da comunicação já mostrou há muito tempo que a imprensa não determina exatamente o que as pessoas devem pensar, mas influencia fortemente sobre o que elas irão pensar. E isso traz uma responsabilidade gigantesca para quem escolhe quais assuntos terão destaque e quais serão deixados em segundo plano.
    
        No fim das contas, talvez o verdadeiro papel do jornalista não seja apenas informar sobre o espetáculo, mas garantir que o espetáculo não seja usado para esconder a realidade.

Fonte: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/futebol/o-surtopsicodelico-da-copa/
Considerando o contexto do texto apresentado, pode-se afirmar que o termo em destaque no título “O surto psicodélico da Copa” pode ser substituído, sem ocasionar prejuízo semântico ao texto, pela seguinte palavra: 
Alternativas
Q4214682 Farmácia

Com base na RDC nº 80/2.006, analise os itens sobre o fracionamento de medicamentos, depois identifique a alternativa correspondente.



I- O fracionamento pode ser realizado previamente à apresentação da prescrição, desde que haja previsão de demanda pelo estabelecimento.


II- Medicamentos isentos de prescrição podem ser fracionados sob orientação e responsabilidade do farmacêutico, em quantidade adequada à necessidade do usuário.


III- É permitido o fracionamento simultâneo de mais de um medicamento, desde que realizado em bancadas distintas e higienizadas.


IV- O fracionamento deve preservar a integridade da embalagem primária e garantir a rastreabilidade do medicamento dispensado. 

Alternativas
Q4214681 Farmácia
Durante uma infecção viral aguda em mucosas respiratórias, a resposta imune humoral ocorre de forma sequencial e coordenada, envolvendo diferentes classes de imunoglobulinas ao longo das fases da infecção. Tendo em vista esses aspectos, identifique a alternativa correta.
Alternativas
Q4214680 Farmácia

Em um hospital público de médio porte, a farmácia realizava a dispensação de medicamentos em grandes quantidades para os setores assistenciais, onde a equipe de enfermagem era responsável pelo fracionamento e preparo das doses a serem administradas aos pacientes. Buscando aumentar a segurança do paciente, reduzir erros de medicação e melhorar o controle de estoque, a instituição passou a adotar um modelo em que os medicamentos são previamente separados, identificados por paciente e organizados conforme horários de administração, sendo encaminhados prontos para uso nas unidades.



Com base na situação descrita, assinale a alternativa que indique, corretamente, a mudança ocorrida no sistema de distribuição de medicamentos.

Alternativas
Q4214679 Farmácia

Os antipsicóticos podem ser classificados em típicos, (1ª geração) e atípicos, (2ª geração). Os típicos apresentam bloqueio predominante de receptores dopaminérgicos D2, estando mais associados a efeitos extrapiramidais. Já os atípicos combinam antagonismo D2 com bloqueio serotoninérgico, (5-HT2A), apresentando, em geral, menor risco de efeitos motores e melhor atuação sobre sintomas negativos.



Com base nessa classificação, assinale a alternativa que contém apenas antipsicóticos atípicos.

Alternativas
Q4214678 Farmácia
Os adendos de atos normativos correspondem a anexos complementares destinados a detalhar, organizar e atualizar informações específicas, sem alterar a estrutura do texto principal. Nesse contexto, a Portaria SVS/MS nº 344/1998 apresenta adendos às suas listas, nos quais são previstas exceções e requisitos específicos relacionados à prescrição e dispensação de substâncias sujeitas a controle especial. Nesse contexto, assinale qual das alternativas contém erro em relação ao conteúdo de um adendo dessa portaria.
Alternativas
Q4214677 Farmácia
As interações medicamentosas representam um importante fator na prática clínica, podendo modificar a resposta terapêutica por diferentes mecanismos e impactar diretamente a efetividade e a segurança do tratamento. Analisando os mecanismos envolvidos nas interações, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4214676 Farmácia

A Política Nacional de Medicamentos estabelece diretrizes fundamentais para garantir a segurança, eficácia, qualidade e o uso racional de medicamentos no âmbito do SUS. Considerando-se seus eixos estruturantes, analise as afirmativas e marque a alternativa certa.



I- O acesso a medicamentos no SUS está diretamente relacionado à organização da Assistência Farmacêutica, que inclui atividades desde a seleção até a utilização.


II- A organização das atividades de vigilância sanitária de medicamentos concentra-se somente na etapa de registro sanitário, na qual são avaliados os requisitos de qualidade, segurança e eficácia, constituindo o principal mecanismo de controle dos medicamentos disponibilizados no país.


III- A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais serve de base para definição de listas de medicamentos essenciais no âmbito estadual e municipal, assim como direciona a produção farmacêutica e o desenvolvimento científico e tecnológico.


IV- A qualificação técnica de prescritores e dispensadores constitui o principal eixo da promoção do uso racional de medicamentos, enquanto as ações educativas voltadas aos usuários são desenvolvidas como estratégia complementar ao processo.

Alternativas
Q4214675 Farmácia

Helminto intestinal que apresenta corpo segmentado em proglotes, podendo atingir vários metros de comprimento. Sua transmissão ocorre pela ingestão de carne bovina crua ou mal cozida contendo cisticercos. O parasito adulto habita o intestino delgado humano e suas proglotes grávidas podem ser eliminadas ativamente pelas fezes.



Com base nas características descritas, qual é o provável parasita?

Alternativas
Q4214674 Farmácia
A farmacocinética dos fármacos administrados por via oral envolve processos que influenciam sua biodisponibilidade, distribuição tecidual, biotransformação hepática e eliminação. Com base nesses princípios, indique a alternativa verdadeira.
Alternativas
Q4214673 Farmácia

Com base nos mecanismos de sinalização celular e na modulação farmacológica de processos envolvidos na progressão tumoral, atribua (V) verdadeiro ou (F) falso às assertivas e indique a alternativa correspondente.



( ) Fatores de crescimento, como o VEGF, estão envolvidos na angiogênese tumoral, sendo alvo de fármacos que visam reduzir a vascularização do tumor.


( ) Inibidores de checkpoint imunológico, como anticorpos monoclonais anti-PD-1, atuam diminuindo a resposta imune mediada por células T.


( ) Citocinas, como interferons, podem ser utilizadas terapeuticamente por sua capacidade de modular a resposta imune contra células neoplásicas.


( ) Fármacos moduladores hormonais, como o tamoxifeno, atuam bloqueando receptores hormonais em tumores hormônio-dependentes.

Alternativas
Q4214672 Farmácia

As iatrogenias medicamentosas representam um importante problema de saúde pública, podendo ocorrer em diferentes faixas etárias. No entanto, pacientes idosos apresentam maior vulnerabilidade devido a alterações farmacocinéticas, farmacodinâmicas, polifarmácia e presença de comorbidades, o que aumenta o risco de eventos adversos e interações medicamentosas.



De acordo com esse contexto, assinale a alternativa que não caracteriza um caso típico de iatrogenia medicamentosa em paciente idoso. 

Alternativas
Q4214671 Farmácia

Analise o gráfico e marque a alternativa correta. 



Imagem associada para resolução da questão




Alternativas
Q4214670 Farmácia
Os medicamentos agonistas do receptor de GLP-1 e os agonistas incretínicos combinados, popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras”, são amplamente utilizados no manejo do Diabetes Mellitus tipo 2 e da obesidade, apresentam diferenças farmacocinéticas e farmacodinâmicas relevantes entre si, importantes para a escolha terapêutica. Tendo em vista essas diferenças, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4214669 Farmácia

Um paciente internado em unidade de terapia intensiva, intubado e em uso prévio de antimicrobianos de amplo espectro, evolui com quadro de pneumonia associada à ventilação mecânica. A cultura do aspirado traqueal revelou crescimento de cocobacilos gram-negativos, estritamente aeróbios, não fermentadores e imóveis, frequentemente isolado em ambientes hospitalares. O microrganismo apresenta elevada capacidade de persistência em superfícies secas e úmidas, formação de biofilme e mecanismos de resistência associados à produção de enzimas como carbapenemases.



Qual alternativa apresenta o microrganismo mais compatível com o quadro descrito?

Alternativas
Q4214668 Farmácia

Os Inibidores da Bomba de Prótons, (IBPs), são amplamente indicados no manejo de doenças relacionadas à hipersecreção ácida, como doença do refluxo gastroesofágico, úlceras pépticas e na prevenção de lesões gástricas induzidas por anti-inflamatórios não esteroidais. Apesar de compartilharem o mesmo mecanismo de ação, apresentam diferenças farmacológicas relevantes que podem impactar na escolha clínica.



Considerando-se as diferenças entre os principais medicamentos dessa classe, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4214450 Matemática

Julgue um número natural X que atenda, ao mesmo tempo, aos seguintes critérios:



I- Está compreendido entre 100 e 250 inclusive, (100≤X≤250).


II- A soma de seus algarismos é igual a 9.


III- É um múltiplo de 7.



Com base nessas informações, é correto afirmar que a quantidade de números que satisfazem todas essas condições é:

Alternativas
Respostas
841: A
842: B
843: C
844: B
845: D
846: A
847: D
848: C
849: D
850: C
851: B
852: B
853: D
854: C
855: A
856: B
857: C
858: C
859: D
860: C