Questões de Concurso Para farmacêutico

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Q4175150 Matemática

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Observando a figura constata-se que:

Alternativas
Q4175149 Matemática
Sabe-se que uma equação do segundo grau possui como raízes os números 0 e 2. Nessas condições, assinale a alternativa que representa corretamente essa equação:
Alternativas
Q4175148 Matemática
Analise as afirmativas a seguir sobre as propriedades de fechamento dos conjuntos numéricos:

I. O conjunto dos números racionais é fechado para as operações de soma e produto.
II. O conjunto dos números irracionais não é fechado para a soma.
III. O conjunto dos números irracionais é fechado para o produto.
IV. O conjunto dos números racionais é fechado para a subtração.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4175147 Matemática
Considere a P.A. finita (6,10,14,18,22,26,30,34) em que 6 e 34 são os termos extremos. Com base nessa sequência, os termos equidistantes dos extremos são: 
Alternativas
Q4175146 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
A canção “Chão de Giz”, de Zé Ramalho, apresenta uma linguagem poética marcada por recursos morfossintáticos que reforçam o tom emocional, a subjetividade e o caráter reflexivo do eu lírico. É possível observar a presença de diferentes estruturas morfossintáticas que contribuem para a musicalidade e o sentido da letra. Baseando-se nesses aspectos, analise as afirmativas a seguir:

I. A palavra “solidão” é acentuada por ser oxítona terminada em “ão”.

II. A palavra “amiúde” é acentuada por ser proparoxítona e funciona como advérbio de tempo.

III. Em “Espalho coisas sobre um chão de giz”, o sujeito é oculto, e o termo “coisas” é objeto direto.

IV.Em “Há meros devaneios tolos, a me torturar”, a vírgula tem função expressiva, e não sintática.

V. O termo “recortadas”, em “Fotografias recortadas...”, é um particípio com valor adjetivo, qualificando o substantivo “fotografias”.

VI. Em “No mais, estou indo embora”, o verbo “estou” deve estar no plural para concordar com o termo “mais”.

VII. A ausência de conjunções em versos como “Agora pego um caminhão / Na lona vou a nocaute outra vez” revela um recurso de justaposição, típico do estilo poético.

VIII. A repetição de “No mais, estou indo embora” ao final da canção funciona como recurso sintático e rítmico de ênfase, substituindo sinais de pontuação conclusivos.


Pode-se afirmar que há apenas:
Alternativas
Q4175145 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
No trecho da letra de “Chão de Giz”, de Zé Ramalho, observa-se o uso do raciocínio dedutivo em certas passagens. O trecho que melhor representa esse tipo de raciocínio é:
Alternativas
Q4175144 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Em “Chão de Giz”, há uma demonstração de linguagem típica da língua falada no verso: “Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar.” Esse uso exemplifica o fenômeno linguístico conhecido como:
Alternativas
Q4175143 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Na canção “Chão de Giz”, o verso “Meus vinte anos de boy, that’s over, baby, Freud explica” revela uma variação linguística marcada pela combinação de diferentes registros de linguagem. Essa mistura caracteriza um caso de:
Alternativas
Q4175142 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Na passagem “Fotografias recortadas em jornais de folhas amiúde”, retirada da canção “Chão de Giz”, NÃO há a presença de:
Alternativas
Q4175141 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Na canção “Chão de Giz”, o verso “Eu desço dessa solidão e espalho coisas sobre um chão de giz” sugere que o eu lírico:
Alternativas
Q4175140 Literatura
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
No verso “Há meros devaneios tolos a me torturar”, o eu lírico demonstra estar aprisionado por lembranças e sentimentos que reconhece como inúteis, mas dos quais não consegue se libertar. Nesse sentido, marque a opção que apresenta os trechos que reforça essa mesma sensação de aprisionamento emocional e retorno constante ao passado. 
Alternativas
Q4175139 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Na canção “Chão de Giz”, a palavra “amiúde” é pouco usada na linguagem cotidiana, mas seu sentido é fundamental para compreender o verso. O termo “amiúde” significa:
Alternativas
Q4175138 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
A canção de Zé Ramalho combina imagens poéticas fragmentadas e referências culturais diversas para construir uma narrativa marcada pela dor da separação e pela tentativa de reconstrução emocional. Nesse contexto, o verso “Eu desço dessa solidão, espalho coisas sobre um chão de giz” sugere, em sua dimensão simbólica, um(a):
Alternativas
Q4175137 Português
Chão de Giz

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde

Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus

Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica

Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais

Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Na canção “Chão de Giz”, Zé Ramalho mistura expressões do dia a dia com referências a nomes e ideias conhecidos. Quando ele diz “Freud explica”, logo após mencionar o fim de um relacionamento, o cantor faz uma relação entre sentimentos pessoais e pensamentos vindos de outras áreas do conhecimento. Nesse caso, o recurso de linguagem que aproxima a música de ideias conhecidas de fora dela é chamado de:
Alternativas
Q4097095 Farmácia
As formas farmacêuticas são as formas físicas de apresentação do medicamento, e elas podem ser classificadas em sólidas, líquidas, semi-sólidas e gasosas. Levando em consideração o estabelecido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), assinale a alternativa que corresponde à forma farmacêutica sólida, contendo uma dose única de um ou mais princípios ativos, com ou sem excipientes, obtida pela compressão de volumes uniformes de partículas.
Alternativas
Q4097094 Farmácia
Os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos estão sujeitos às normas de Vigilância Sanitária instituídas pela Lei n.º 6.360, de 23 de setembro de 1976. Levando em consideração a norma vigente, assinale CORRETAMENTE.
Alternativas
Q4097093 Farmácia
Sobre as interações fármaco-receptor, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4097092 Farmácia
Sobre a classificação das interações medicamentosas, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4097091 Farmácia
Leia o enunciado a seguir:

“____________ é um anti-hipertensivo que atua sobre a musculatura da parede vascular, promovendo relaxamento muscular com consequente vasodilatação e redução da resistência vascular.”

Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna acima. 
Alternativas
Q4097090 Farmácia
A asma é uma doença inflamatória na qual há obstrução recorrente e reversível das vias aéreas em resposta a estímulos irritantes que são fracos demais para afetar os não asmáticos. A obstrução geralmente causa sibilos e merece tratamento medicamentoso. Há duas categorias de fármacos antiasmáticos: broncodilatadores e anti-inflamatórios. Dentre os fármacos abaixo que podem ser utilizados durante o tratamento da asma, assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE o mecanismo de ação deles.
Alternativas
Respostas
4121: A
4122: B
4123: C
4124: D
4125: D
4126: A
4127: C
4128: D
4129: D
4130: B
4131: A
4132: D
4133: C
4134: B
4135: D
4136: C
4137: A
4138: B
4139: B
4140: B