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Q2089881 Português
Texto para responder à questão.

As palavras e nós

    A língua é viva e pertence aos usuários. Regras consagradas mudam. A grande questão é que existe um equilíbrio desejável entre a tradição e o uso do Português, por exemplo. Sim, a língua não pertence apenas aos especialistas. É justo supor que ela também não é só minha.
     Shakespeare inventou muitas palavras. Algum tradicionalista que invoque os grandes autores do passado, em relação ao Inglês, deveria imaginar que clássicos eram, também, transgressores. Guimarães Rosa era um gênio da composição de termos não dicionarizados ou de usos linguísticos pouco usuais. Difícil saber se o autor do Grande Sertão: Veredas inventava ou apenas registrava oralidades e falas populares mineiras. Quando alguém me diz que temos de imitar os clássicos, sempre imagino que a pessoa saiba pouco da capacidade inventiva e rebelde de escritores de primeira linha.
     Devo e posso adaptar os usos da língua ao momento atual. “Delivery”, abaixo do Equador, não existia há poucos anos. Hoje, é termo necessário. Profetizo vida longa a “air bag”, “milk shake”, “trailer” e “shopping center”. Num dia, podem vestir trajes adequados à última flor do Lácio. Assim ocorreu com os termos basquete, iate, uísque e xampu (grafo sem aspas ou itálico, porque eram anglicismos que foram adaptados). Eram convidados com passaporte estrangeiro; hoje, pertencem ao time verde e amarelo.
    Os termos de origem francesa ou inglesa interagem sem um debate forte. A língua tropeça quando estamos falando dos novos usos de gênero. Usar o masculino, implicando toda a espécie humana, é norma vigente há séculos. Reconheçamos: a norma nasceu de um mundo patriarcal e misógino. Evita-se o feminino não apenas como prática gramatical, todavia pela exclusão real das mulheres. Gramática tem gênero, ideologia e preconceito. É estranho querer manter uma norma da época de Dom Dinis (1261-1325) lendo um texto no seu smartphone contemporâneo. A língua não é de pedra, nem é de vapor. Ela não me pertence; ela não me ignora.
     Gosto de usar “todas e todos” para abandonar o invisível do feminino. Não tenho raiva, mas ainda não consigo empregar regularmente “todes”. Acho exótico grafar txdxs, deixando o x como incógnita a ser preenchida pela identidade de cada pessoa.
     Vamos refletir. Uma pessoa tem raiva porque vê “todes”. Alega que isso não existe. Se eu escrevi e alguns usam, existe. Porém, a mesma pessoa não apresenta raiva contra as outras mudanças. Vejamos. “Vossa Mercê” era usado apenas para os reis que concediam benefícios, mercês. O “vós” também era exclusivo de altos aristocratas. No fim da Idade Média, pelo uso, grandes comerciantes passaram a usar Vossa Mercê entre si. Na Idade Moderna, Vossa Mercê reduziu-se para “você”. Eclodem formas populares no Brasil como “vosmecê”. Claro: o uso do você encontrou vozes contrárias. Avancemos para o mundo da digitação. A forma sem vogais é quase consagrada: “vc”.
     Que “você” seja uma palavra consagrada sem disputas, mas o uso de “todas e todos” desperte tantos debates é apenas sinal de que os irritados nunca estudaram linguística ou gramática histórica. Volto a dizer: eu estranho “todes”.
     Em 2050, na prova de Redação no Enem, pode existir uma questão sobre os tempos primitivos quando um grupo impunha o masculino, subentendendo o feminino. Lembre-se disto: pelas normas atuais, Camões não seria aprovado em prova de redação.
(KARNAL, Leandro. As palavras e nós. O Estado de S. Paulo. São Paulo, ano 143, nº. 47115, 16 out., 2022. Cultura & Comportamento, p. C12. Adaptado.)
Considerando-se o contexto, o trecho cujo sentido está adequadamente expresso em outras palavras é:
Alternativas
Q2089880 Português
Texto para responder à questão.

As palavras e nós

    A língua é viva e pertence aos usuários. Regras consagradas mudam. A grande questão é que existe um equilíbrio desejável entre a tradição e o uso do Português, por exemplo. Sim, a língua não pertence apenas aos especialistas. É justo supor que ela também não é só minha.
     Shakespeare inventou muitas palavras. Algum tradicionalista que invoque os grandes autores do passado, em relação ao Inglês, deveria imaginar que clássicos eram, também, transgressores. Guimarães Rosa era um gênio da composição de termos não dicionarizados ou de usos linguísticos pouco usuais. Difícil saber se o autor do Grande Sertão: Veredas inventava ou apenas registrava oralidades e falas populares mineiras. Quando alguém me diz que temos de imitar os clássicos, sempre imagino que a pessoa saiba pouco da capacidade inventiva e rebelde de escritores de primeira linha.
     Devo e posso adaptar os usos da língua ao momento atual. “Delivery”, abaixo do Equador, não existia há poucos anos. Hoje, é termo necessário. Profetizo vida longa a “air bag”, “milk shake”, “trailer” e “shopping center”. Num dia, podem vestir trajes adequados à última flor do Lácio. Assim ocorreu com os termos basquete, iate, uísque e xampu (grafo sem aspas ou itálico, porque eram anglicismos que foram adaptados). Eram convidados com passaporte estrangeiro; hoje, pertencem ao time verde e amarelo.
    Os termos de origem francesa ou inglesa interagem sem um debate forte. A língua tropeça quando estamos falando dos novos usos de gênero. Usar o masculino, implicando toda a espécie humana, é norma vigente há séculos. Reconheçamos: a norma nasceu de um mundo patriarcal e misógino. Evita-se o feminino não apenas como prática gramatical, todavia pela exclusão real das mulheres. Gramática tem gênero, ideologia e preconceito. É estranho querer manter uma norma da época de Dom Dinis (1261-1325) lendo um texto no seu smartphone contemporâneo. A língua não é de pedra, nem é de vapor. Ela não me pertence; ela não me ignora.
     Gosto de usar “todas e todos” para abandonar o invisível do feminino. Não tenho raiva, mas ainda não consigo empregar regularmente “todes”. Acho exótico grafar txdxs, deixando o x como incógnita a ser preenchida pela identidade de cada pessoa.
     Vamos refletir. Uma pessoa tem raiva porque vê “todes”. Alega que isso não existe. Se eu escrevi e alguns usam, existe. Porém, a mesma pessoa não apresenta raiva contra as outras mudanças. Vejamos. “Vossa Mercê” era usado apenas para os reis que concediam benefícios, mercês. O “vós” também era exclusivo de altos aristocratas. No fim da Idade Média, pelo uso, grandes comerciantes passaram a usar Vossa Mercê entre si. Na Idade Moderna, Vossa Mercê reduziu-se para “você”. Eclodem formas populares no Brasil como “vosmecê”. Claro: o uso do você encontrou vozes contrárias. Avancemos para o mundo da digitação. A forma sem vogais é quase consagrada: “vc”.
     Que “você” seja uma palavra consagrada sem disputas, mas o uso de “todas e todos” desperte tantos debates é apenas sinal de que os irritados nunca estudaram linguística ou gramática histórica. Volto a dizer: eu estranho “todes”.
     Em 2050, na prova de Redação no Enem, pode existir uma questão sobre os tempos primitivos quando um grupo impunha o masculino, subentendendo o feminino. Lembre-se disto: pelas normas atuais, Camões não seria aprovado em prova de redação.
(KARNAL, Leandro. As palavras e nós. O Estado de S. Paulo. São Paulo, ano 143, nº. 47115, 16 out., 2022. Cultura & Comportamento, p. C12. Adaptado.)
“[...] existe um equilíbrio desejável entre a tradição e o uso do Português, [...].” (1º§) O sintagma destacado exerce a mesma função sintática que o sintagma também destacado em: 
Alternativas
Q2089879 Português
Texto para responder à questão.

As palavras e nós

    A língua é viva e pertence aos usuários. Regras consagradas mudam. A grande questão é que existe um equilíbrio desejável entre a tradição e o uso do Português, por exemplo. Sim, a língua não pertence apenas aos especialistas. É justo supor que ela também não é só minha.
     Shakespeare inventou muitas palavras. Algum tradicionalista que invoque os grandes autores do passado, em relação ao Inglês, deveria imaginar que clássicos eram, também, transgressores. Guimarães Rosa era um gênio da composição de termos não dicionarizados ou de usos linguísticos pouco usuais. Difícil saber se o autor do Grande Sertão: Veredas inventava ou apenas registrava oralidades e falas populares mineiras. Quando alguém me diz que temos de imitar os clássicos, sempre imagino que a pessoa saiba pouco da capacidade inventiva e rebelde de escritores de primeira linha.
     Devo e posso adaptar os usos da língua ao momento atual. “Delivery”, abaixo do Equador, não existia há poucos anos. Hoje, é termo necessário. Profetizo vida longa a “air bag”, “milk shake”, “trailer” e “shopping center”. Num dia, podem vestir trajes adequados à última flor do Lácio. Assim ocorreu com os termos basquete, iate, uísque e xampu (grafo sem aspas ou itálico, porque eram anglicismos que foram adaptados). Eram convidados com passaporte estrangeiro; hoje, pertencem ao time verde e amarelo.
    Os termos de origem francesa ou inglesa interagem sem um debate forte. A língua tropeça quando estamos falando dos novos usos de gênero. Usar o masculino, implicando toda a espécie humana, é norma vigente há séculos. Reconheçamos: a norma nasceu de um mundo patriarcal e misógino. Evita-se o feminino não apenas como prática gramatical, todavia pela exclusão real das mulheres. Gramática tem gênero, ideologia e preconceito. É estranho querer manter uma norma da época de Dom Dinis (1261-1325) lendo um texto no seu smartphone contemporâneo. A língua não é de pedra, nem é de vapor. Ela não me pertence; ela não me ignora.
     Gosto de usar “todas e todos” para abandonar o invisível do feminino. Não tenho raiva, mas ainda não consigo empregar regularmente “todes”. Acho exótico grafar txdxs, deixando o x como incógnita a ser preenchida pela identidade de cada pessoa.
     Vamos refletir. Uma pessoa tem raiva porque vê “todes”. Alega que isso não existe. Se eu escrevi e alguns usam, existe. Porém, a mesma pessoa não apresenta raiva contra as outras mudanças. Vejamos. “Vossa Mercê” era usado apenas para os reis que concediam benefícios, mercês. O “vós” também era exclusivo de altos aristocratas. No fim da Idade Média, pelo uso, grandes comerciantes passaram a usar Vossa Mercê entre si. Na Idade Moderna, Vossa Mercê reduziu-se para “você”. Eclodem formas populares no Brasil como “vosmecê”. Claro: o uso do você encontrou vozes contrárias. Avancemos para o mundo da digitação. A forma sem vogais é quase consagrada: “vc”.
     Que “você” seja uma palavra consagrada sem disputas, mas o uso de “todas e todos” desperte tantos debates é apenas sinal de que os irritados nunca estudaram linguística ou gramática histórica. Volto a dizer: eu estranho “todes”.
     Em 2050, na prova de Redação no Enem, pode existir uma questão sobre os tempos primitivos quando um grupo impunha o masculino, subentendendo o feminino. Lembre-se disto: pelas normas atuais, Camões não seria aprovado em prova de redação.
(KARNAL, Leandro. As palavras e nós. O Estado de S. Paulo. São Paulo, ano 143, nº. 47115, 16 out., 2022. Cultura & Comportamento, p. C12. Adaptado.)
De acordo com o texto, no Brasil, os usuários da língua integralizam termos estrangeiros e os novos usos de gêneros
Alternativas
Q2089878 Português
Texto para responder à questão.

As palavras e nós

    A língua é viva e pertence aos usuários. Regras consagradas mudam. A grande questão é que existe um equilíbrio desejável entre a tradição e o uso do Português, por exemplo. Sim, a língua não pertence apenas aos especialistas. É justo supor que ela também não é só minha.
     Shakespeare inventou muitas palavras. Algum tradicionalista que invoque os grandes autores do passado, em relação ao Inglês, deveria imaginar que clássicos eram, também, transgressores. Guimarães Rosa era um gênio da composição de termos não dicionarizados ou de usos linguísticos pouco usuais. Difícil saber se o autor do Grande Sertão: Veredas inventava ou apenas registrava oralidades e falas populares mineiras. Quando alguém me diz que temos de imitar os clássicos, sempre imagino que a pessoa saiba pouco da capacidade inventiva e rebelde de escritores de primeira linha.
     Devo e posso adaptar os usos da língua ao momento atual. “Delivery”, abaixo do Equador, não existia há poucos anos. Hoje, é termo necessário. Profetizo vida longa a “air bag”, “milk shake”, “trailer” e “shopping center”. Num dia, podem vestir trajes adequados à última flor do Lácio. Assim ocorreu com os termos basquete, iate, uísque e xampu (grafo sem aspas ou itálico, porque eram anglicismos que foram adaptados). Eram convidados com passaporte estrangeiro; hoje, pertencem ao time verde e amarelo.
    Os termos de origem francesa ou inglesa interagem sem um debate forte. A língua tropeça quando estamos falando dos novos usos de gênero. Usar o masculino, implicando toda a espécie humana, é norma vigente há séculos. Reconheçamos: a norma nasceu de um mundo patriarcal e misógino. Evita-se o feminino não apenas como prática gramatical, todavia pela exclusão real das mulheres. Gramática tem gênero, ideologia e preconceito. É estranho querer manter uma norma da época de Dom Dinis (1261-1325) lendo um texto no seu smartphone contemporâneo. A língua não é de pedra, nem é de vapor. Ela não me pertence; ela não me ignora.
     Gosto de usar “todas e todos” para abandonar o invisível do feminino. Não tenho raiva, mas ainda não consigo empregar regularmente “todes”. Acho exótico grafar txdxs, deixando o x como incógnita a ser preenchida pela identidade de cada pessoa.
     Vamos refletir. Uma pessoa tem raiva porque vê “todes”. Alega que isso não existe. Se eu escrevi e alguns usam, existe. Porém, a mesma pessoa não apresenta raiva contra as outras mudanças. Vejamos. “Vossa Mercê” era usado apenas para os reis que concediam benefícios, mercês. O “vós” também era exclusivo de altos aristocratas. No fim da Idade Média, pelo uso, grandes comerciantes passaram a usar Vossa Mercê entre si. Na Idade Moderna, Vossa Mercê reduziu-se para “você”. Eclodem formas populares no Brasil como “vosmecê”. Claro: o uso do você encontrou vozes contrárias. Avancemos para o mundo da digitação. A forma sem vogais é quase consagrada: “vc”.
     Que “você” seja uma palavra consagrada sem disputas, mas o uso de “todas e todos” desperte tantos debates é apenas sinal de que os irritados nunca estudaram linguística ou gramática histórica. Volto a dizer: eu estranho “todes”.
     Em 2050, na prova de Redação no Enem, pode existir uma questão sobre os tempos primitivos quando um grupo impunha o masculino, subentendendo o feminino. Lembre-se disto: pelas normas atuais, Camões não seria aprovado em prova de redação.
(KARNAL, Leandro. As palavras e nós. O Estado de S. Paulo. São Paulo, ano 143, nº. 47115, 16 out., 2022. Cultura & Comportamento, p. C12. Adaptado.)
No texto, o autor 
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Q2089737 Engenharia Civil
Os elementos estruturais mistos de aço e concreto são usados principalmente como pilares, lajes e vigas. Nos pilares mistos, um perfil de aço, em geral de forma H, é revestido total ou parcialmente em concreto. Nas vigas mistas, um perfil de aço, quase sempre em forma de I, trabalha com uma laje de concreto sobreposta, com a união mecânica entre ambos proporcionada por dispositivos apropriados, denominados conectores de cisalhamento. Nas lajes mistas, utiliza-se uma forma de aço conformada a frio, na maioria das vezes de seção trapezoidal. Essa fôrma fica na face inferir da laje e trabalha como armadura positiva. (FAKURI, R. H. CASTRO E SILVA, A. L, R.; CALDAS, R.B., 2016.)
Sobre os elementos mistos, analise as afirmativas a seguir.
I. Suas partes de concreto trabalham predominantemente a compressão, pois o concreto possui resistência à tração muito limitada.
II. Seu componente de aço, exceto nos pilares mistos, trabalha predominantemente à tração, para que fique isento de problemas relacionados a instabilidade.
III. Nos pilares mistos é correto o uso de armadura longitudinal, formada por barras redondas nervuradas, cuja contribuição também é levada em conta na determinação da sua capacidade resistente.
Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q2089736 Legislação Federal
A profissão é bem social da humanidade e o profissional é o agente capaz de exercê-la, tendo como objetivos maiores a preservação e o desenvolvimento harmônico do ser humano, de seu ambiente e de seus valores. (Art. 8º do Código de Ética Profissional.)
Segundo o Código de Ética Profissional da Engenharia (Confea/Crea), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Negligência refere-se à atuação do profissional que, mesmo podendo prever consequências negativas, pratica ato sem considerar o que acredita ser fonte de erro.
( ) Imperícia refere-se à atuação omissa do profissional ou a falta de observação do seu dever, principalmente aquela relativa a não participação efetiva na autoria do projeto ou na execução do empreendimento.
( ) O Crea deverá instaurar processo de ofício quando constatados por qualquer meio à sua disposição, inclusive a partir de notícias veiculadas em meios de comunicação idôneos, indícios de má conduta pública, escândalo ou condenação por crime infamante.
( ) É enquadrável como má conduta ou escândalo passível de cancelamento do registro profissional, dentre outros, o ato e comportamento de usar das prerrogativas de cargo, emprego ou função pública ou privada para obter vantagens indevidas para si ou para outrem.
( ) O profissional que tiver o seu registro cancelado por má conduta pública, escândalo ou crime infamante poderá requerer sua reabilitação, mediante novo registro, decorridos no mínimo cinco anos da data do trânsito em julgado da decisão administrativa que ensejou seu cancelamento.
A sequência está correta em
Alternativas
Q2089735 Legislação dos Municípios do Estado de Rondônia
A Lei Complementar nº 838/2021, que dispõe sobre o Plano Diretor Participativo do Município de Porto Velho, cita, no Art. 15 do capítulo V, “a sustentabilidade do Município, promovida pelas políticas públicas e pela atuação de todos os agentes que incidem na estruturação do território municipal e, em especial, nas áreas urbanas, será orientada pelas seguintes estratégias de longo prazo”. Relacione adequadamente a qual estratégia de longo prazo pertencem as iniciativas listadas a seguir. 1. Cidade com floresta e a águas. 2. Controle da dispersão urbana. 3. Pertencimento e identidade. 4. Modernização da gestão urbana. 5. Presença do setor público nos distritos.
( ) Qualificação do ambiente construído, de espaços públicos e de bens de interesse para preservação, orientações técnicas aos proprietários para reformas de imóveis situados em área de interesse histórico e cultural.
( ) Induzir o desenvolvimento urbano segundo padrões que privilegiem posturas compreensivas do território, do regime hídrico de rios e igarapés, que conduzam a uma cidade melhor adaptada ao meio em que está inserida e que conviva de modo saudável com floresta e águas.
( ) A reocupação de terrenos vazios, imóveis subutilizados e construções abandonadas ou em ruínas, com implementação de instrumentos urbanísticos e jurídicos que induzam sua ocupação, utilização ou recuperação, de acordo com as orientações do zoneamento urbano instituído por este Plano Diretor.
( ) Implementação do Plano Diretor com a constituição de instância de acompanhamento da implementação do Plano Diretor que conduza o trabalho de monitoramento de ações e que contribua para incorporação das diretrizes do Plano Diretor nos programas municipais, de todos os setores da administração, que incidam direta ou indiretamente na estruturação do território e da cidade.
( ) Assistência técnica para melhorias habitacionais e redução de riscos com estruturação de componente dirigido aos distritos no âmbito do Programa Municipal de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social, destinado à oferta de orientações aos processos de autoconstrução, bem como para melhorias habitacionais e redução de riscos associados tanto a localização das edificações quanto as condições das construções.
( ) Proteção dos igarapés a partir de sua compreensão como elementos essenciais para a qualificação urbana e ambiental de Porto Velho, devendo ser protegidos por meio da preservação e recuperação de suas Áreas de Preservação Permanente (APP), restrições à intensificação da ocupação urbana nas proximidades e implantação do sistema de saneamento básico; além da ampliação da arborização urbana com continuação e ampliação do programa de arborização desenvolvido pelo município, buscando sempre integração com outras ações de qualificação das vias públicas a partir de projetos paisagísticos e de desenho urbano e a melhor adaptação da cidade às condições climáticas locais.
A sequência está correta em
Alternativas
Q2089734 Engenharia Civil
O projeto estrutural de um coletor de esgoto ou de uma galeria de águas pluviais deve ser feito logo após a definição do tipo de material da tubulação a ser utilizada. Em seguida, deve-se elaborar uma análise estrutural sobre as cargas que atuarão no tubo, sua capacidade de suportar essas cargas e transferí-las para a base ou berço. Considerando o exposto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2089733 Engenharia Elétrica
Os circuitos de distribuição se originam no quadro de medição e alimentam os quadros terminais ou outros quadros de distribuição. A figura a seguir ilustra um circuito terminal que parte do quadro de distribuição e alimenta lâmpadas e tomadas de uso geral e de uso específico: 

(Carvalho Júnior, 2017, pág. 71.)

Sobre a divisão da instalação em circuitos terminais, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q2089732 Engenharia Civil
Na aplicação de tintas para pinturas na construção civil adota-se uma grande quantidade de produtos existentes no mercado; deve-se adotar sempre a mais apropriada conforme especificações técnicas, informações do fabricante e normativo adequado para uma pintura correta e que não ocorram patologias oriundas de agentes externos. Considere os diversos conceitos a respeito do tema a seguir.
I. Sistema de pintura: adequada combinação entre fundo, massa e acabamento; ou fundo e acabamento; ou fundo, massa, fundo e acabamento.
II. Massas: produtos que têm a finalidade de proporcionar desnível entre as superfícies.
III. Ambiente externo agressivo: ambiente com poluição atmosférica elevada e/ou dentro da orla marítima.
IV. Acabamentos: produtos que têm a finalidade de conferir as características visíveis e não visíveis de proteção e estética do substrato.
Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2089731 Engenharia Civil
Compactação é a operação da qual resulta o aumento da massa específica aparente de um solo (e de outros materiais, como misturas betuminosas etc.), pela aplicação de pressão, impacto ou vibração, o que faz com que as partículas constitutivas do material entrem em contato mais íntimo pela expulsão de ar; com a redução da percentagem de vazios de ar consegue-se, também, reduzir a tendência de variação dos teores de umidade dos materiais integrantes do pavimento durante a vida de serviço. 


Podemos afirmar que a imagem mostra a curva de compactação e também a curva de: 
Alternativas
Q2089730 Engenharia Civil
De acordo com os conceitos de redes urbanas de esgoto sanitário, considere o “segmento de coletor, coletor tronco, interceptor ou emissário, compreendido entre singularidades sucessivas; entende-se por singularidade qualquer órgão acessório, mudança de direção e variações de seção, de declividade e de vazão quando significativa”. As informações se referem a:
Alternativas
Q2089729 Engenharia Civil
Observe a figura a seguir: 
  Imagem associada para resolução da questão
Ela representa esquematicamente a separação atmosférica padronizada em reservatório inferior; a figura ao lado esquerdo AP é o alimentador predial; EX é o extravasor; CN é o dispositivo automático de controle de nível; e, NA o nível máximo da água. Tem-se, ainda, a medida L que é a distância mínima entre o ponto de suprimento ou de utilização e qualquer obstáculo periférico em que L é maior ou igual a:
Alternativas
Q2089728 Engenharia Civil
Conforme o normativo técnico, há vários tipos de linhas elétricas, que devem ser instaladas de acordo com as especificações do fabricante. Outros tipos de linhas elétricas podem ser utilizados, desde que atendam às prescrições gerais da norma. Imagem associada para resolução da questão
Podemos afirmar que as imagens representam um tipo de linha elétrica conhecido como:
Alternativas
Q2085137 Engenharia Civil
Deve-se destacar que as atas de reunião têm grande importância para o registro das decisões. Nas obras públicas, as atas de reunião, com a fiscalização, tomam caráter ainda mais importante, mostrando se a obra está sendo executada conforme o contrato estabelecido. A ata apresenta as decisões e os pontos relevantes discutidos durante a reunião. Nas atas de reunião com a fiscalização, recomendam-se alguns pontos; analise-os.
I. Identificação da reunião de obra.
II. Registro de informações e assuntos diversos ocorridos durante a reunião.
III. Trabalhos em curso na obra.
IV. Planejamento e controle.
V. Registros de atrasos e solicitação de implementação de medidas.
Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q2085136 Engenharia Civil
Na etapa de construção do empreendimento, o acompanhamento do planejamento é a etapa chamada controle. O controle é realizado por meio de mecanismos dinâmicos que possam mostrar as variações existentes entre o planejado e o realizado. É mediante o controle, entre o planejado e o realizado, que é feita a gestão da qualidade. A qualidade é um objetivo que deve ser constantemente observado no decorrer da obra. São consideradas ferramentas para a gestão da qualidade, EXCETO:
Alternativas
Q2085135 Engenharia Civil
O planejamento de obras de edificações deve prever os serviços envolvidos em cada uma das etapas, bem como apresentar a sequência das atividades com base em seus inter-relacionamentos. Assim, como visto, para atender às características das obras de edificações, o canteiro de obras deverá ter uma estrutura organizacional muito dinâmica (passa por variações ao longo da obra) e flexível (sofre a influência de vários intervenientes ao mesmo tempo). Durante o desenvolvimento do projeto de uma edificação, deverá ser previsto que o canteiro de obras irá assumir características distintas em função dos operários, das empresas, dos materiais e dos equipamentos presentes nele. Diversas atitudes devem ser tomadas com o objetivo de facilitar o desenvolvimento da obra; analise-as.
I. Implantação de política de qualidade.
II. Desenvolvimento de fornecedores de materiais.
III. Desenvolvimento de empreiteiros, mas não de subempreiteiros.
IV. Utilização de ferramentas computacionais.
Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2085134 Engenharia Civil
“É o principal indicador do setor da construção civil. Calculado mensalmente pelos Sindicatos da Indústria da Construção Civil de todo o Brasil, é divulgado até o dia cinco de cada mês. Sua finalidade é determinar o custo global da obra para fins de cumprimento do estabelecido na lei de incorporação de edificações habitacionais em condomínio, apenas de orientação para o setor da construção civil: nunca será o custo real da obra, que só é obtido por meio de um orçamento completo com todas as especificações de cada projeto em estudo ou análise. Atualmente, a sua variação percentual mensal tem servido como mecanismo de reajuste de preços em contratos de compra de apartamentos em construção e até mesmo como índice do setor da construção civil.” As informações se referem a: 
Alternativas
Q2085133 Engenharia Civil
O orçamento, elemento fundamental para o sucesso de qualquer empreendimento, é a previsão de custo de uma obra. Assim, ele deverá quantificar insumos como mão de obra, materiais, máquinas, ferramentas e equipamentos necessários para a realização da obra, seus custos e o tempo que será utilizado na execução de cada serviço. O orçamento pode ser:
I. Por estimativa: é feito para estudar a viabilidade de empreendimentos. É elaborado com base no projeto preliminar de arquitetura. Sua margem de erro é de cerca de 20%.
II. Preliminar: é feito para o planejamento inicial da obra. Elaborado com base nos projetos preliminares de arquitetura, de estruturas, de instalações elétricas e de instalações hidráulicas; utiliza os memoriais descritivos, que também estão em fase preliminar. Tem margem de erro de 10%.
III. Executivo: é feito para o planejamento inicial da obra. Elaborado com base em todos os projetos e respectivos memoriais descritivos de acabamentos completos, tem margem de erro de 5%.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2085132 Engenharia Civil
“A fiscalização deve exigir relatórios diários de execução dos serviços e obras. Esse documento é denominado diário de obra. Com páginas numeradas em uma única via, ele contém o registro de fatos que fugiram da normalidade do andamento dos serviços, sendo que os fatos normais não são registrados por já estarem contemplados no planejamento.” Diante do exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
561: D
562: C
563: B
564: C
565: A
566: B
567: C
568: A
569: D
570: D
571: C
572: B
573: A
574: E
575: A
576: B
577: D
578: D
579: D
580: A