Questões de Concurso Para tecnólogo - gestão de pessoas

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Q1240396 Português
TEXTO 
Brumadinho, Mariana, impunidade e descaso

Nenhum dos envolvidos no desastre de 2015 foi responsabilizado, e a fiscalização continuou precária mesmo depois da primeira tragédia: ingredientes para mais uma catástrofe

       Pouco mais de três anos depois do desastre de Mariana, do qual Minas Gerais ainda luta para se recuperar, mais um rompimento de barragem da mineradora Vale assombra o país. Desta vez, como afirmou o presidente da empresa, Fabio Schvartsman, o custo ambiental pode até ter sido menor que o de Mariana, mas o custo humano foi muito maior. (...) Como é possível que dois desastres dessas dimensões tenham ocorrido em um espaço que, para este tipo de situação, pode ser considerado curto?
         Mariana – cuja barragem pertencia à Samarco, joint-venture entre a Vale e a britânica BHP Billiton – deveria ter servido de aprendizado, mas todas as informações que surgiram após o desastre de Brumadinho mostram que os esforços nem das empresas responsáveis, nem do Estado brasileiro foram suficientes para evitar que outro episódio catastrófico ocorresse. A empresa certamente sabe que a preservação e a prevenção compensam; os danos de imagem podem ser diferentes daqueles que atingem outros tipos de negócios – o público não pode simplesmente “boicotar” uma mineradora, por exemplo –, mas também existem, e a Vale sentiu, nesta segunda-feira, a perda de seu valor de mercado. Schvartsman chegou a dizer que a empresa fez todo o possível para garantir a segurança de suas barragens depois de Mariana, mas agora se sabe que “todo o possível” não bastou.
           A palavra ausente neste período entre Mariana e Brumadinho é “responsabilização”. O Ministério Público Federal denunciou 21 pessoas e as três empresas (Samarco, Vale e BHP Billiton) pelo desastre de Mariana, mas ainda não houve julgamento. A Gazeta do Povo apurou que, das 68 multas aplicadas após a tragédia de 2015, apenas uma está sendo paga, em 59 parcelas. A demora para que os responsáveis paguem pela sucessão de irresponsabilidades que levou ao desastre certamente não incentiva as mineradoras a manter boas práticas de prevenção de desastres que possam ir além do estritamente necessário.
          Os dados mais estarrecedores, no entanto, vieram dos relatórios governamentais que mostram uma inação quase completa do poder público na fiscalização do estado das barragens no país. O Relatório de Segurança de Barragens de 2017, da Agência Nacional de Águas, mostra que apenas 27% das barragens de rejeitos (caso tanto de Mariana quanto de Brumadinho) foram vistoriadas em 2017 pela Agência Nacional de Mineração. Há 45 barragens com “algum comprometimento importante que impacte a sua segurança”. A informalidade é a regra: 42% das barragens cadastradas nos órgãos de fiscalização não têm nenhum tipo de documento como outorga, autorização ou licença. E, nos poucos casos em que há vistoria, ela é feita por amostragem de algumas áreas da barragem, o que pode ignorar pontos críticos. É assim que tanto a barragem de Fundão, em Mariana, como a da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, foram consideradas seguras. Ainda mais revoltante é a informação de que a Câmara de Atividades Minerárias da Secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais aprovou uma ampliação de 70% no complexo Paraopeba (onde se encontrava a barragem que estourou em Brumadinho) de forma apressada, rebaixando o potencial poluidor da operação para que o licenciamento ambiental pudesse pular fases.
             A atividade mineradora é atribuição da iniciativa privada, mas a fiscalização é uma obrigação do Estado. E os relatórios demonstram que o governo não deu importância a esse trabalho nem mesmo depois de Mariana. Como resultado desta omissão coletiva, dezenas, possivelmente centenas, de vidas perderam-se em Brumadinho. Mortes que poderiam ter sido evitadas se o caso de 2015 tivesse levado a uma responsabilização rápida por parte da Justiça, um trabalho mais cuidadoso por parte das empresas de mineração e uma fiscalização abrangente feita pelo governo.
Adaptado de: <https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/brumadinho-mariana-impunidade-e-descaso-6621e4i8qg00dhyqctji1wdh2/>.
Acesso em: 04 abr. 2019.
No trecho “Mariana – cuja barragem pertencia à Samarco, joint-venture entre a Vale e a britânica BHP Billiton – deveria ter servido de aprendizado(...)”, a oração em destaque classifica-se como subordinada
Alternativas
Q1240395 Português
TEXTO 
Brumadinho, Mariana, impunidade e descaso

Nenhum dos envolvidos no desastre de 2015 foi responsabilizado, e a fiscalização continuou precária mesmo depois da primeira tragédia: ingredientes para mais uma catástrofe

       Pouco mais de três anos depois do desastre de Mariana, do qual Minas Gerais ainda luta para se recuperar, mais um rompimento de barragem da mineradora Vale assombra o país. Desta vez, como afirmou o presidente da empresa, Fabio Schvartsman, o custo ambiental pode até ter sido menor que o de Mariana, mas o custo humano foi muito maior. (...) Como é possível que dois desastres dessas dimensões tenham ocorrido em um espaço que, para este tipo de situação, pode ser considerado curto?
         Mariana – cuja barragem pertencia à Samarco, joint-venture entre a Vale e a britânica BHP Billiton – deveria ter servido de aprendizado, mas todas as informações que surgiram após o desastre de Brumadinho mostram que os esforços nem das empresas responsáveis, nem do Estado brasileiro foram suficientes para evitar que outro episódio catastrófico ocorresse. A empresa certamente sabe que a preservação e a prevenção compensam; os danos de imagem podem ser diferentes daqueles que atingem outros tipos de negócios – o público não pode simplesmente “boicotar” uma mineradora, por exemplo –, mas também existem, e a Vale sentiu, nesta segunda-feira, a perda de seu valor de mercado. Schvartsman chegou a dizer que a empresa fez todo o possível para garantir a segurança de suas barragens depois de Mariana, mas agora se sabe que “todo o possível” não bastou.
           A palavra ausente neste período entre Mariana e Brumadinho é “responsabilização”. O Ministério Público Federal denunciou 21 pessoas e as três empresas (Samarco, Vale e BHP Billiton) pelo desastre de Mariana, mas ainda não houve julgamento. A Gazeta do Povo apurou que, das 68 multas aplicadas após a tragédia de 2015, apenas uma está sendo paga, em 59 parcelas. A demora para que os responsáveis paguem pela sucessão de irresponsabilidades que levou ao desastre certamente não incentiva as mineradoras a manter boas práticas de prevenção de desastres que possam ir além do estritamente necessário.
          Os dados mais estarrecedores, no entanto, vieram dos relatórios governamentais que mostram uma inação quase completa do poder público na fiscalização do estado das barragens no país. O Relatório de Segurança de Barragens de 2017, da Agência Nacional de Águas, mostra que apenas 27% das barragens de rejeitos (caso tanto de Mariana quanto de Brumadinho) foram vistoriadas em 2017 pela Agência Nacional de Mineração. Há 45 barragens com “algum comprometimento importante que impacte a sua segurança”. A informalidade é a regra: 42% das barragens cadastradas nos órgãos de fiscalização não têm nenhum tipo de documento como outorga, autorização ou licença. E, nos poucos casos em que há vistoria, ela é feita por amostragem de algumas áreas da barragem, o que pode ignorar pontos críticos. É assim que tanto a barragem de Fundão, em Mariana, como a da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, foram consideradas seguras. Ainda mais revoltante é a informação de que a Câmara de Atividades Minerárias da Secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais aprovou uma ampliação de 70% no complexo Paraopeba (onde se encontrava a barragem que estourou em Brumadinho) de forma apressada, rebaixando o potencial poluidor da operação para que o licenciamento ambiental pudesse pular fases.
             A atividade mineradora é atribuição da iniciativa privada, mas a fiscalização é uma obrigação do Estado. E os relatórios demonstram que o governo não deu importância a esse trabalho nem mesmo depois de Mariana. Como resultado desta omissão coletiva, dezenas, possivelmente centenas, de vidas perderam-se em Brumadinho. Mortes que poderiam ter sido evitadas se o caso de 2015 tivesse levado a uma responsabilização rápida por parte da Justiça, um trabalho mais cuidadoso por parte das empresas de mineração e uma fiscalização abrangente feita pelo governo.
Adaptado de: <https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/brumadinho-mariana-impunidade-e-descaso-6621e4i8qg00dhyqctji1wdh2/>.
Acesso em: 04 abr. 2019.
No trecho “Ainda mais revoltante é a informação de que a Câmara de Atividades Minerárias da Secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais aprovou uma ampliação de 70% no complexo Paraopeba (onde se encontrava a barragem que estourou em Brumadinho) de forma apressada, rebaixando o potencial poluidor da operação para que o licenciamento ambiental pudesse pular fases.”, a oração destacada tem valor de
Alternativas
Q1240394 Português
TEXTO 
Brumadinho, Mariana, impunidade e descaso

Nenhum dos envolvidos no desastre de 2015 foi responsabilizado, e a fiscalização continuou precária mesmo depois da primeira tragédia: ingredientes para mais uma catástrofe

       Pouco mais de três anos depois do desastre de Mariana, do qual Minas Gerais ainda luta para se recuperar, mais um rompimento de barragem da mineradora Vale assombra o país. Desta vez, como afirmou o presidente da empresa, Fabio Schvartsman, o custo ambiental pode até ter sido menor que o de Mariana, mas o custo humano foi muito maior. (...) Como é possível que dois desastres dessas dimensões tenham ocorrido em um espaço que, para este tipo de situação, pode ser considerado curto?
         Mariana – cuja barragem pertencia à Samarco, joint-venture entre a Vale e a britânica BHP Billiton – deveria ter servido de aprendizado, mas todas as informações que surgiram após o desastre de Brumadinho mostram que os esforços nem das empresas responsáveis, nem do Estado brasileiro foram suficientes para evitar que outro episódio catastrófico ocorresse. A empresa certamente sabe que a preservação e a prevenção compensam; os danos de imagem podem ser diferentes daqueles que atingem outros tipos de negócios – o público não pode simplesmente “boicotar” uma mineradora, por exemplo –, mas também existem, e a Vale sentiu, nesta segunda-feira, a perda de seu valor de mercado. Schvartsman chegou a dizer que a empresa fez todo o possível para garantir a segurança de suas barragens depois de Mariana, mas agora se sabe que “todo o possível” não bastou.
           A palavra ausente neste período entre Mariana e Brumadinho é “responsabilização”. O Ministério Público Federal denunciou 21 pessoas e as três empresas (Samarco, Vale e BHP Billiton) pelo desastre de Mariana, mas ainda não houve julgamento. A Gazeta do Povo apurou que, das 68 multas aplicadas após a tragédia de 2015, apenas uma está sendo paga, em 59 parcelas. A demora para que os responsáveis paguem pela sucessão de irresponsabilidades que levou ao desastre certamente não incentiva as mineradoras a manter boas práticas de prevenção de desastres que possam ir além do estritamente necessário.
          Os dados mais estarrecedores, no entanto, vieram dos relatórios governamentais que mostram uma inação quase completa do poder público na fiscalização do estado das barragens no país. O Relatório de Segurança de Barragens de 2017, da Agência Nacional de Águas, mostra que apenas 27% das barragens de rejeitos (caso tanto de Mariana quanto de Brumadinho) foram vistoriadas em 2017 pela Agência Nacional de Mineração. Há 45 barragens com “algum comprometimento importante que impacte a sua segurança”. A informalidade é a regra: 42% das barragens cadastradas nos órgãos de fiscalização não têm nenhum tipo de documento como outorga, autorização ou licença. E, nos poucos casos em que há vistoria, ela é feita por amostragem de algumas áreas da barragem, o que pode ignorar pontos críticos. É assim que tanto a barragem de Fundão, em Mariana, como a da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, foram consideradas seguras. Ainda mais revoltante é a informação de que a Câmara de Atividades Minerárias da Secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais aprovou uma ampliação de 70% no complexo Paraopeba (onde se encontrava a barragem que estourou em Brumadinho) de forma apressada, rebaixando o potencial poluidor da operação para que o licenciamento ambiental pudesse pular fases.
             A atividade mineradora é atribuição da iniciativa privada, mas a fiscalização é uma obrigação do Estado. E os relatórios demonstram que o governo não deu importância a esse trabalho nem mesmo depois de Mariana. Como resultado desta omissão coletiva, dezenas, possivelmente centenas, de vidas perderam-se em Brumadinho. Mortes que poderiam ter sido evitadas se o caso de 2015 tivesse levado a uma responsabilização rápida por parte da Justiça, um trabalho mais cuidadoso por parte das empresas de mineração e uma fiscalização abrangente feita pelo governo.
Adaptado de: <https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/brumadinho-mariana-impunidade-e-descaso-6621e4i8qg00dhyqctji1wdh2/>.
Acesso em: 04 abr. 2019.
Em “Os dados mais estarrecedores, no entanto, vieram dos relatórios governamentais que mostram uma inação quase completa do poder público na fiscalização do estado das barragens no país.”, os elementos destacados podem ser substituídos, sem prejuízo de sentido, por
Alternativas
Q1240393 Português
TEXTO 
Brumadinho, Mariana, impunidade e descaso

Nenhum dos envolvidos no desastre de 2015 foi responsabilizado, e a fiscalização continuou precária mesmo depois da primeira tragédia: ingredientes para mais uma catástrofe

       Pouco mais de três anos depois do desastre de Mariana, do qual Minas Gerais ainda luta para se recuperar, mais um rompimento de barragem da mineradora Vale assombra o país. Desta vez, como afirmou o presidente da empresa, Fabio Schvartsman, o custo ambiental pode até ter sido menor que o de Mariana, mas o custo humano foi muito maior. (...) Como é possível que dois desastres dessas dimensões tenham ocorrido em um espaço que, para este tipo de situação, pode ser considerado curto?
         Mariana – cuja barragem pertencia à Samarco, joint-venture entre a Vale e a britânica BHP Billiton – deveria ter servido de aprendizado, mas todas as informações que surgiram após o desastre de Brumadinho mostram que os esforços nem das empresas responsáveis, nem do Estado brasileiro foram suficientes para evitar que outro episódio catastrófico ocorresse. A empresa certamente sabe que a preservação e a prevenção compensam; os danos de imagem podem ser diferentes daqueles que atingem outros tipos de negócios – o público não pode simplesmente “boicotar” uma mineradora, por exemplo –, mas também existem, e a Vale sentiu, nesta segunda-feira, a perda de seu valor de mercado. Schvartsman chegou a dizer que a empresa fez todo o possível para garantir a segurança de suas barragens depois de Mariana, mas agora se sabe que “todo o possível” não bastou.
           A palavra ausente neste período entre Mariana e Brumadinho é “responsabilização”. O Ministério Público Federal denunciou 21 pessoas e as três empresas (Samarco, Vale e BHP Billiton) pelo desastre de Mariana, mas ainda não houve julgamento. A Gazeta do Povo apurou que, das 68 multas aplicadas após a tragédia de 2015, apenas uma está sendo paga, em 59 parcelas. A demora para que os responsáveis paguem pela sucessão de irresponsabilidades que levou ao desastre certamente não incentiva as mineradoras a manter boas práticas de prevenção de desastres que possam ir além do estritamente necessário.
          Os dados mais estarrecedores, no entanto, vieram dos relatórios governamentais que mostram uma inação quase completa do poder público na fiscalização do estado das barragens no país. O Relatório de Segurança de Barragens de 2017, da Agência Nacional de Águas, mostra que apenas 27% das barragens de rejeitos (caso tanto de Mariana quanto de Brumadinho) foram vistoriadas em 2017 pela Agência Nacional de Mineração. Há 45 barragens com “algum comprometimento importante que impacte a sua segurança”. A informalidade é a regra: 42% das barragens cadastradas nos órgãos de fiscalização não têm nenhum tipo de documento como outorga, autorização ou licença. E, nos poucos casos em que há vistoria, ela é feita por amostragem de algumas áreas da barragem, o que pode ignorar pontos críticos. É assim que tanto a barragem de Fundão, em Mariana, como a da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, foram consideradas seguras. Ainda mais revoltante é a informação de que a Câmara de Atividades Minerárias da Secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais aprovou uma ampliação de 70% no complexo Paraopeba (onde se encontrava a barragem que estourou em Brumadinho) de forma apressada, rebaixando o potencial poluidor da operação para que o licenciamento ambiental pudesse pular fases.
             A atividade mineradora é atribuição da iniciativa privada, mas a fiscalização é uma obrigação do Estado. E os relatórios demonstram que o governo não deu importância a esse trabalho nem mesmo depois de Mariana. Como resultado desta omissão coletiva, dezenas, possivelmente centenas, de vidas perderam-se em Brumadinho. Mortes que poderiam ter sido evitadas se o caso de 2015 tivesse levado a uma responsabilização rápida por parte da Justiça, um trabalho mais cuidadoso por parte das empresas de mineração e uma fiscalização abrangente feita pelo governo.
Adaptado de: <https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/brumadinho-mariana-impunidade-e-descaso-6621e4i8qg00dhyqctji1wdh2/>.
Acesso em: 04 abr. 2019.
Para fundamentar a tese defendida no texto, qual recurso argumentativo, em especial, foi usado?
Alternativas
Q1240392 Português
TEXTO 
Brumadinho, Mariana, impunidade e descaso

Nenhum dos envolvidos no desastre de 2015 foi responsabilizado, e a fiscalização continuou precária mesmo depois da primeira tragédia: ingredientes para mais uma catástrofe

       Pouco mais de três anos depois do desastre de Mariana, do qual Minas Gerais ainda luta para se recuperar, mais um rompimento de barragem da mineradora Vale assombra o país. Desta vez, como afirmou o presidente da empresa, Fabio Schvartsman, o custo ambiental pode até ter sido menor que o de Mariana, mas o custo humano foi muito maior. (...) Como é possível que dois desastres dessas dimensões tenham ocorrido em um espaço que, para este tipo de situação, pode ser considerado curto?
         Mariana – cuja barragem pertencia à Samarco, joint-venture entre a Vale e a britânica BHP Billiton – deveria ter servido de aprendizado, mas todas as informações que surgiram após o desastre de Brumadinho mostram que os esforços nem das empresas responsáveis, nem do Estado brasileiro foram suficientes para evitar que outro episódio catastrófico ocorresse. A empresa certamente sabe que a preservação e a prevenção compensam; os danos de imagem podem ser diferentes daqueles que atingem outros tipos de negócios – o público não pode simplesmente “boicotar” uma mineradora, por exemplo –, mas também existem, e a Vale sentiu, nesta segunda-feira, a perda de seu valor de mercado. Schvartsman chegou a dizer que a empresa fez todo o possível para garantir a segurança de suas barragens depois de Mariana, mas agora se sabe que “todo o possível” não bastou.
           A palavra ausente neste período entre Mariana e Brumadinho é “responsabilização”. O Ministério Público Federal denunciou 21 pessoas e as três empresas (Samarco, Vale e BHP Billiton) pelo desastre de Mariana, mas ainda não houve julgamento. A Gazeta do Povo apurou que, das 68 multas aplicadas após a tragédia de 2015, apenas uma está sendo paga, em 59 parcelas. A demora para que os responsáveis paguem pela sucessão de irresponsabilidades que levou ao desastre certamente não incentiva as mineradoras a manter boas práticas de prevenção de desastres que possam ir além do estritamente necessário.
          Os dados mais estarrecedores, no entanto, vieram dos relatórios governamentais que mostram uma inação quase completa do poder público na fiscalização do estado das barragens no país. O Relatório de Segurança de Barragens de 2017, da Agência Nacional de Águas, mostra que apenas 27% das barragens de rejeitos (caso tanto de Mariana quanto de Brumadinho) foram vistoriadas em 2017 pela Agência Nacional de Mineração. Há 45 barragens com “algum comprometimento importante que impacte a sua segurança”. A informalidade é a regra: 42% das barragens cadastradas nos órgãos de fiscalização não têm nenhum tipo de documento como outorga, autorização ou licença. E, nos poucos casos em que há vistoria, ela é feita por amostragem de algumas áreas da barragem, o que pode ignorar pontos críticos. É assim que tanto a barragem de Fundão, em Mariana, como a da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, foram consideradas seguras. Ainda mais revoltante é a informação de que a Câmara de Atividades Minerárias da Secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais aprovou uma ampliação de 70% no complexo Paraopeba (onde se encontrava a barragem que estourou em Brumadinho) de forma apressada, rebaixando o potencial poluidor da operação para que o licenciamento ambiental pudesse pular fases.
             A atividade mineradora é atribuição da iniciativa privada, mas a fiscalização é uma obrigação do Estado. E os relatórios demonstram que o governo não deu importância a esse trabalho nem mesmo depois de Mariana. Como resultado desta omissão coletiva, dezenas, possivelmente centenas, de vidas perderam-se em Brumadinho. Mortes que poderiam ter sido evitadas se o caso de 2015 tivesse levado a uma responsabilização rápida por parte da Justiça, um trabalho mais cuidadoso por parte das empresas de mineração e uma fiscalização abrangente feita pelo governo.
Adaptado de: <https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/brumadinho-mariana-impunidade-e-descaso-6621e4i8qg00dhyqctji1wdh2/>.
Acesso em: 04 abr. 2019.
O texto pode ser considerado pertencente ao gênero editorial, pois
Alternativas
Q1240391 Português
TEXTO 
Brumadinho, Mariana, impunidade e descaso

Nenhum dos envolvidos no desastre de 2015 foi responsabilizado, e a fiscalização continuou precária mesmo depois da primeira tragédia: ingredientes para mais uma catástrofe

       Pouco mais de três anos depois do desastre de Mariana, do qual Minas Gerais ainda luta para se recuperar, mais um rompimento de barragem da mineradora Vale assombra o país. Desta vez, como afirmou o presidente da empresa, Fabio Schvartsman, o custo ambiental pode até ter sido menor que o de Mariana, mas o custo humano foi muito maior. (...) Como é possível que dois desastres dessas dimensões tenham ocorrido em um espaço que, para este tipo de situação, pode ser considerado curto?
         Mariana – cuja barragem pertencia à Samarco, joint-venture entre a Vale e a britânica BHP Billiton – deveria ter servido de aprendizado, mas todas as informações que surgiram após o desastre de Brumadinho mostram que os esforços nem das empresas responsáveis, nem do Estado brasileiro foram suficientes para evitar que outro episódio catastrófico ocorresse. A empresa certamente sabe que a preservação e a prevenção compensam; os danos de imagem podem ser diferentes daqueles que atingem outros tipos de negócios – o público não pode simplesmente “boicotar” uma mineradora, por exemplo –, mas também existem, e a Vale sentiu, nesta segunda-feira, a perda de seu valor de mercado. Schvartsman chegou a dizer que a empresa fez todo o possível para garantir a segurança de suas barragens depois de Mariana, mas agora se sabe que “todo o possível” não bastou.
           A palavra ausente neste período entre Mariana e Brumadinho é “responsabilização”. O Ministério Público Federal denunciou 21 pessoas e as três empresas (Samarco, Vale e BHP Billiton) pelo desastre de Mariana, mas ainda não houve julgamento. A Gazeta do Povo apurou que, das 68 multas aplicadas após a tragédia de 2015, apenas uma está sendo paga, em 59 parcelas. A demora para que os responsáveis paguem pela sucessão de irresponsabilidades que levou ao desastre certamente não incentiva as mineradoras a manter boas práticas de prevenção de desastres que possam ir além do estritamente necessário.
          Os dados mais estarrecedores, no entanto, vieram dos relatórios governamentais que mostram uma inação quase completa do poder público na fiscalização do estado das barragens no país. O Relatório de Segurança de Barragens de 2017, da Agência Nacional de Águas, mostra que apenas 27% das barragens de rejeitos (caso tanto de Mariana quanto de Brumadinho) foram vistoriadas em 2017 pela Agência Nacional de Mineração. Há 45 barragens com “algum comprometimento importante que impacte a sua segurança”. A informalidade é a regra: 42% das barragens cadastradas nos órgãos de fiscalização não têm nenhum tipo de documento como outorga, autorização ou licença. E, nos poucos casos em que há vistoria, ela é feita por amostragem de algumas áreas da barragem, o que pode ignorar pontos críticos. É assim que tanto a barragem de Fundão, em Mariana, como a da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, foram consideradas seguras. Ainda mais revoltante é a informação de que a Câmara de Atividades Minerárias da Secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais aprovou uma ampliação de 70% no complexo Paraopeba (onde se encontrava a barragem que estourou em Brumadinho) de forma apressada, rebaixando o potencial poluidor da operação para que o licenciamento ambiental pudesse pular fases.
             A atividade mineradora é atribuição da iniciativa privada, mas a fiscalização é uma obrigação do Estado. E os relatórios demonstram que o governo não deu importância a esse trabalho nem mesmo depois de Mariana. Como resultado desta omissão coletiva, dezenas, possivelmente centenas, de vidas perderam-se em Brumadinho. Mortes que poderiam ter sido evitadas se o caso de 2015 tivesse levado a uma responsabilização rápida por parte da Justiça, um trabalho mais cuidadoso por parte das empresas de mineração e uma fiscalização abrangente feita pelo governo.
Adaptado de: <https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/brumadinho-mariana-impunidade-e-descaso-6621e4i8qg00dhyqctji1wdh2/>.
Acesso em: 04 abr. 2019.
De acordo com o texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q972139 Administração Geral

Sobre o Diagnóstico Organizacional, considere as assertivas abaixo:


(I) É de fundamental importância para que a empresa identifique suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças;

(II) Pode ocorrer por pesquisa-diagnóstico, estando ligada ao clima organizacional, podendo ter abordagem geral ou ser focado em uma área ou questão específica da organização;

(III) Dá suporte a intervenções da organização, para intervir no cenário através das pessoas, utilizando e aperfeiçoando continuamente seus processos e melhorando as entregas de resultado;


É VERDADEIRO o que se lê nas assertivas:

Alternativas
Q972138 Gestão de Pessoas

Em novembro de 2018, a rede Carrefour ganhou notoriedade ao ser compelida a se manifestar publicamente sobre o episódio de agressão a um cachorro por um segurança terceirizada da rede, na tentativa de fazê-lo não entrar na unidade, situada em Osasco, SP. O episódio, que causou comoção nas redes sociais, culminou com o desfalecimento do cão ao ser removido pelo Centro de Zoonoses, vindo a morrer depois. A imagem da rede Carrefour, segundo a revista EXAME, de dezembro de 2018, foi afetada pelo episódio, e “como se não bastasse, a reação da companhia ao episódio agravou ainda mais a crise e mostrou a falta de treinamento de sua equipe, segundo especialistas ouvidos”. No entendimento dos consultores, um primeiro posicionamento tardio e repleto de frases prontas, seguido da transferência de responsabilidades para o funcionário terceirizado e para o Centro de Zoonoses, foram desastrosos para a empresa. Diante da repercussão nas redes sociais, só no terceiro comunicado a rede acertou o tom do discurso: reconheceu a gravidade do problema, assumiu responsabilidades, e afastou o funcionário, se declarando comprometido em dar uma resposta social.

(Redação baseada na matéria da Revista EXAME, dezembro de 2018, disponível em: https://exame.abril.com.br/negocios/em-caso-de-cachorro-carrefour-leva-licao-de-gestao-de-crises/).


Sobre os temas “Gestão contemporânea de pessoas” – no caso específico, em uma situação de crise institucional, e “treinamento e desenvolvimento de pessoas”, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q972137 Gestão de Pessoas
André Mateus é um jovem advogado que recentemente ingressou nos quadros de uma Procuradoria Federal. Aos 22 anos de idade, no exercício de sua profissão, o procurador desempenha de maneira excelente suas atividades e pretende prosseguir futuramente na área jurídica como magistrado. Sente-se vinculado à Procuradoria e valorizado, e além de ter identificação com o órgão e com o trabalho, entende que seus objetivos de vida estão congruentes com os objetivos organizacionais, pois ao atuar corretamente, se aprimora na prática jurídica, ao mesmo tempo que eleva o desempenho do órgão, até que consiga atingir seu objetivo de ingressar na carreira da Magistratura. Já Luiz Felipe, seu colega na Procuradoria, diz, em diversas ocasiões que sua vinculação ao órgão, diferentemente de André, decorre da importância que tem o salário e os benefícios de Procurador Federal, enfatizando que sua motivação decorre da questão financeira, e que quando houver oportunidade, pretende atuar em outro órgão e Estado. André Mateus e Luiz Felipe apresentam, respectivamente, que tipo de comprometimento organizacional? Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q972136 Gestão de Pessoas
Rosana Alves é gestora de pessoas de uma grande multinacional, e indo a uma filial, recebe uma colaboradora que, aos prantos, revela estar sendo assediada moralmente por seu superior imediato. De pronto, a colaboradora exibe a Rosana minucioso relato escrito, com detalhes de data, hora e conteúdo das falas e descrição da conduta do suposto assediador, mensagens no aplicativo Whatsapp e um relatório de todos os trabalhos extras delegados à colaboradora, fora de sua competência na organização, totalizando, em um período de 14 meses, 10 diferentes episódios, sendo o último presenciado por outra colaboradora, que depõe como testemunha do fato à executiva Rosana. Na condição de Gestora de Pessoas da organização, a conduta de Rosana, se for pautada nas melhores práticas de gestão com pessoas, será:
Alternativas
Q972135 Administração Geral

Em uma matéria de destaque, publicada na VOCÊ RH de novembro de 2018, o título é: “Qual o perfil dos líderes brasileiros?” – Betânia Tanure, a jornalista, afirma que três traços culturais sustentam o jeito brasileiro de liderar: a flexibilidade, as relações e o poder. A matéria sopesa os três traços se não houver equilíbrio: a flexibilidade, que se desdobra em adaptabilidade e criatividade, mas também pode se desdobrar em indisciplina e quebra de regras, normas e processos; as relações, que se desdobram em engajamento e comprometimento, mas também podem se desdobrar em evitação de críticas e conflitos negativos; e o poder, que se desdobra em liderança igualitária, mas também se desdobra em autocracia.

(Fonte: REVISTA VOCÊ RH, Novembro/2018, disponívelem: https://exame.abril.com.br/carreira/qual-o-perfil-dos-lideres-brasileiros/).


Sobre os estilos de liderança autocrática, democrática e liberal ou laissez-faire, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q972134 Administração Geral

A motivação e o comprometimento profissional com as causas da organização são condições existenciais desejadas e enumeradas por diversos gestores. “O grande desafio” – dizem – “é que as pessoas estejam motivadas e se comprometam com a missão da organização, que vistam a camisa”. À Luz da Teoria dos dois fatores de Hezberg, considere as assertivas abaixo:


I. Pagamento de salário e concessão de oportunidades de qualificação oferecidas pela organização, sem ônus para o servidor / colaborador;

II. Organização da empresa e reconhecimento profissional;

III. Pagamento de Benefícios/incentivos sociais e realização profissional;

IV. Boas condições de trabalho e noção de pertencimento;

V. Relações com o superior hierárquico e Progresso na Carreira;


Considerando que segundo Hezberg, a SATISFAÇÃO no cargo DEPENDE DOS FATORES MOTIVACIONAIS e a INSATISFAÇÃO no cargo DEPENDE DOS FATORES HIGIÊNICOS, indique a alternativa que contém, respectivamente, fatores higiênicos e motivacionais:

Alternativas
Q972133 Administração Geral

Leia atentamente as asserções abaixo, referentes à Gestão de Conflitos e Mediação, e assinale a alternativa que contém asserções INCORRETAS:


I.O conflito é um desacordo que conduz a lutas de poder e ocorre por choques de princípios diferentes;

II. A escassez de recursos, a luta por poder e afetividade são fontes de conflitos;

III. Nas organizações, os conflitos são sempre negativos, pois induzem à piora dos níveis relacionais entre as equipes, comprometendo o desempenho do indivíduo / setor, e por isso devem ser evitados ao máximo;

IV. O conflito, mesmo sendo um descordo, tem também efeitos positivos, como a geração de aprendizado, a quebra da rotina, a revisão de ideias, a descoberta de problemas escondidos, e a estimulação da criatividade, além da concentração de atenção;

V. As maneiras de enfrentamento de conflitos podem ser a evitação, o abrandamento, a imposição, a negociação e a integração. A forma como os conflitos serão enfrentados depende muito de sua extensão, intensidade, importância e consequências.

Alternativas
Q972132 Gestão de Pessoas
No que diz respeito à gestão de mudanças e inovação nas organizações, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q972131 Gestão de Pessoas
A diversidade decorre de profundas transformações, não apenas na estrutura das sociedades, mas no comportamento dos indivíduos. Nas empresas, a diversidade como fenômeno a ser considerado pela Gestão de Pessoas, devendo o gestor reconhecer estas diferenças para implementar novos modelos de gestão, que não fomentem adoecimento e mal estar laboral. A ausência de discriminação de qualquer natureza é um enunciado de vários códigos de conduta, profissionais e éticos, porém, ainda hodiernamente se percebe uma notável incongruência entre o discurso e a prática, resultando em uma oportunização seletiva pelo RH. No quesito específico de políticas de gestão de pessoas voltadas à diversidade sexual e de gênero, assinale a alternativa que aponta BOAS PRÁTICAS:
Alternativas
Q972130 Gestão de Pessoas
A andragogia empresarial está intimamente relacionada à gestão de pessoas por competências, na medida em que os gaps ou lacunas de competência precisam ser adequadamente tratados por um programa eficaz e sistemático de treinamento e desenvolvimento, aliado a outras medidas pertencentes a outros processos de gestão de pessoas. O modo de aprender no trabalho merece atenção porque confronta dois modelos: o pedagógico, que considera a criança como um indivíduo dependente, a quem tudo terá que ser ensinado, e o andragógico, que considera o adulto como um indivíduo independente, inserido em uma cultura, e vindo de um contexto pessoal e familiar próprio, e desconhecido pela organização. Assinale a alternativa que contém caracteres que NÃO descrevem a andragogia empresarial:
Alternativas
Q972129 Administração Geral
O ambiente de trabalho e suas características dependem diretamente da qualidade da comunicação entre as pessoas e destas com a organização. Sendo elemento essencial da existência humana, a comunicação e a forma de se comunicar mudaram drasticamente ao longo do tempo, o que traz para a contemporaneidade várias mudanças na forma de se comunicar internamente nas organizações. A este respeito, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q972128 Gestão de Pessoas
O mentoring e o counseling, de forma diferente do coaching, são processos de orientação e planejamento de carreira conduzidos por profissionais especializados, o mentor e o conselheiro, respectivamente. Sobre mentoring e counseling, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q972127 Administração Pública
O cálculo da folha de pagamento de uma empresa sempre foi motivo de ocupação e preocupação nas organizações, não sendo diferente no serviço público. O Sistema Integrado de Administração de Pessoal (SIAPE), no âmbito da administração pública federal, foi implantado no ano de (________), com o objetivo de (_______________) o processamento da folha de pagamentos, a partir de informações lançadas de forma (____________). O SIAPE foi melhorado com o passar do tempo, sendo hoje possível, em função de um datawarehouse, a agregação de dados para extrair informações e indicadores pela internet, através do (________).
Alternativas
Q972126 Gestão de Pessoas
Marcelo é Médico do Trabalho de uma organização pública, e comparece diariamente para prestar expediente na referida organização. Considerando que Higiene do trabalho é considerada como a conjugação de normas e procedimentos que visam à manutenção da saúde e integridade física das pessoas, é pacífico afirmar que Marcelo deve, na sua função, zelar por duas variáveis: os servidores e o ambiente de trabalho, com o claro objetivo de eliminar as causas de doenças profissionais, reduzir os efeitos prejudiciais provocados pelo trabalho e prevenir o agravamento de doenças e lesões. Assinale, nas alternativas abaixo, aquela que apresenta ações que NÃO são próprias da Higiene do Trabalho:
Alternativas
Respostas
181: C
182: B
183: C
184: A
185: D
186: A
187: E
188: B
189: E
190: E
191: A
192: E
193: C
194: B
195: D
196: E
197: E
198: C
199: D
200: B