Questões de Concurso
Para sociólogo
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Ainda a respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item subsecutivo.
Sem prejuízo para a correção gramatical do período e para o
sentido original do texto, o vocábulo “existentes” (l.5) poderia
ser flexionado no singular, caso em que passaria a concordar
com o antecedente “relação jurídica”.
Ainda a respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item subsecutivo.
Na linha 10, o pronome “Sua” delimita o significado do
substantivo “importância”, funcionando, na oração em que
ocorre, como um termo acessório.
Ainda a respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item subsecutivo.
O vocábulo “que”, em “incapaz de arcar com os custos que
uma lide judicial impõe” (l. 38 e 39), funciona como pronome
relativo e retoma o termo antecedente.
Ainda a respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item subsecutivo.
Em “as partes se viam impossibilitadas de arcar com os
possíveis custos judiciais das demandas” (l. 7 e 8), a partícula
“se” foi empregada no sentido de umas às outras.
Ainda a respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item subsecutivo.
Seria mantida a correção gramatical do período caso a forma
verbal “dava” (l.6) fosse flexionada no plural, escrevendo-se
davam.
Ainda a respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item subsecutivo.
A supressão da vírgula empregada logo após “prerrogativa”
(l.41) manteria a coerência do texto, embora alterasse o seu
sentido.
Ainda a respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item subsecutivo.
A substituição de “ratificado” (l.28) por confirmada manteria
a coerência do texto, embora seu sentido fosse alterado.
Ainda a respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item subsecutivo.
Os elementos “já” (l.6), “atual” (l.35) e “Hoje” (l.38)
desempenham a mesma função sintática nas orações em que
ocorrem.
No que se refere às ideias e informações do texto, julgue o item a seguir.
Infere-se do texto que a Lei n.º 1.060/1950 ainda está em
vigência, embora tenha passado por algumas alterações.
No que se refere às ideias e informações do texto, julgue o item a seguir.
Conclui-se do texto que, ao prever a substituição do atestado
de pobreza pela simples afirmativa da pessoa de que ela não
pode arcar com os custos judiciais da demanda, a lei teria
buscado uma forma de tornar mais acessível ao necessitado o
exercício de seu direito.
No que se refere às ideias e informações do texto, julgue o item a seguir.
Depreende-se do texto que, de acordo com a Constituição
Federal de 1988, é proibido à pessoa possuidora de bens
requerer o direito à assistência jurídica integral e gratuita.
No que se refere às ideias e informações do texto, julgue o item a seguir.
Sem prejuízo do sentido e da correção gramatical do texto, o
primeiro período poderia ser reescrito da seguinte forma: A
própria colonização do Brasil, ainda no século XVI, pode ser
considerada marco da história da assistência jurídica, ou justiça
gratuita, no país.
No que se refere às ideias e informações do texto, julgue o item a seguir.
O autor do texto visa convencer o leitor acerca da necessidade
de que se tratem como iguais os desiguais, por meio da
prestação jurisdicional gratuita.
Considerando o exposto no texto, os princípios adequados para o encaminhamento de políticas públicas são:
Caetano e o ‘mal’ uso da crase
Na terça-feira, Caetano Veloso postou nas redes sociais um vídeo no qual corrige uma frase escrita pelo pessoal que trabalha com ele.
O trecho era este: “Homenagem à Bituca”. Bituca é o apelido do grande Milton Nascimento. No vídeo, Caetano não se limita a dizer que o “a” não deve receber o acento grave (ou acento indicador de crase). O Mestre dá a explicação completa (e perfeita) da questão.
Aproveito o “barulho” que o caso gerou para trocar duas palavras sobre o tema com o caro leitor. Comecemos pela palavra “crase”, que não vem ao mundo como o nome do acento. De origem grega, “crase” significa “fusão, mistura”. Ao pé da letra, pode-se dizer que Coca-Cola com rum ou leite com groselha são casos de crase, já que são fusões.
Em gramática, crase vem a ser a fusão de duas vogais iguais, o que ocorre, por exemplo, na evolução de muitas palavras do latim para o português. Quer um exemplo? O verbo “ler”. Sim, o verbo “ler”. Na evolução do latim para o português, saímos de “legere” e chegamos a “ler”, mas antes passamos por “leer” (que, por sinal, foi a forma que se fixou no espanhol, outra língua neolatina). Na evolução de “leer” para “ler”, as duas vogais se fundiram numa só, o que caracteriza a crase.
Como se vê, pode-se dizer que ocorreu crase na evolução de “legere” para “ler”. Esse caso de crase não é marcado com o acento grave.
Hoje em dia, quando se fala de crase, pensa-se basicamente na fusão da preposição “a” com um segundo “a”, que quase sempre é artigo definido feminino (atenção: “quase sempre” não equivale a “sempre”). Quando se escreve algo como “Você já foi à Bahia?”, por exemplo, emprega-se o acento grave para indicar a crase que de fato ocorre: a preposição “a”, regida pelo verbo “ir” (ir A algum lugar), funde-se com o artigo feminino “a”, exigido por “Bahia” (“Gosto muito dA Bahia”; “Ele mora nA Bahia”).
No caso da construção corrigida por Caetano (“Homenagem à Bituca”), é óbvio que o acento indicador de crase é mais do que inadequado, já que no trecho só existe um “a”, a preposição “a”, regida pelo substantivo “homenagem”; por ser substantivo masculino, “Bituca” obviamente rejeita o artigo feminino.
Os erros no emprego do acento grave são muitos e frequentes. Quer uma bela lista? Lá vai: “traje à rigor”, “Viajou à convite de...”, “carro à álcool/gás”, “Vender à prazo”, “à 100 metros”, “Vem à público”, “ir à pé”, “sal à gosto”, “Vale à pena ir lá”, “Parabéns à você”, “Atendimento à clientes” etc., etc., etc.
Alguns gênios sugerem pura e simplesmente a eliminação do acento grave. Lamento informar que a língua portuguesa escrita não sobrevive sem esse acento. [...]
Em tempo: como nada é tão ruim que não possa piorar, alguém postou no YouTube o depoimento de Caetano com este
título: “Caetano Veloso grava vídeo repreendendo sua própria equipe de internet por mal uso da crase”. “Mal uso”? Não seria “mau
uso”? Elaiá! É isso.
(Pasquale Cipro Neto, publicado em <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasquale/2015/06/1647510-caetano-e-o-mal-uso-da-crase.shtml>.
Com base no texto acima, assinale a alternativa correta.
"Brasília, – Daniel, 19 anos, chegou ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Cruzeiro do Sul, no Acre, aos 16 anos. "Diziam que minha solução era a cadeia", lembra. Ele conta que cresceu em uma comunidade violenta e não tinha nenhuma perspectiva de vida até conhecer o centro. "Fui acolhido com todos os meus problemas e me fizeram enxergar um mundo novo, longe de tudo o que eu já tinha feito e passado". Para Daniel, o serviço do Creas é essencial na recuperação dos adolescentes. "Saí transformado‖, destaca. Hoje, ele está seguindo carreira militar no Exército" – Nota publicada no site do MDS em 16/07/2015 00h00min – Disponível em: http://mds.gov.br/area-de-imprensa/noticias/2015/julho/201csai-do-creas-transformado201d.
São objetivos das medidas socioeducativas:
