Questões de Concurso Para geógrafo

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Ano: 2015 Banca: Prefeitura de Betim - MG Órgão: Prefeitura de Betim - MG Provas: Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Analista de Recursos Financeiros, Orçamentários, Contratos e Convênios | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Bibliotecônomo | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Pedagogo | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PIL | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Arte | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Ciências | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Educação Física | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Ensino Religioso | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Geografia | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - História | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Língua Estrangeira/Inglês | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Matemática | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Língua Portuguesa | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Analista de Sistemas | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Analista Jurídico | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Assistente Social | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Geógrafo | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Psicólogo | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Sociólogo |
Q595508 Português
                                    Aprender é um direito de todos 

01/08/2014 02h00

     
     Até o final de 2016, o Brasil deverá construir sua primeira proposta de base nacional curricular comum da educação fundamental e ensino médio, dispositivo que define objetivamente o que se espera que os alunos aprendam nas determinadas fases escolares, segundo o Plano Nacional de Educação, sancionado pela presidente Dilma em junho.

      Os recentes avanços, como a universalização do ensino fundamental nos anos 90, a definição, em 2010, da escolaridade de nove anos como obrigatória e a meta de universalização do ensino médio para 2016, reafirmam o direito à educação pública e o dever do Estado de provê-la, mas não garantem o direito de aprendizagem a todas as crianças e adolescentes.

      São múltiplos os fatores que determinam as condições de ensino e de aprendizagem. É importante considerarmos, no entanto, que a ausência de uma base curricular tende a agravar esse quadro, ao criar um espaço de indefinições, equívocos e interpretações pessoais que restringem a aprendizagem dos alunos.

      Países com bom desempenho em avaliações internacionais possuem um documento nacional especificando o que deve ser ensinado, com variações no grau de detalhamento desses conteúdos, conforme estudo comparativo realizado pela pesquisadora Paula Louzano, que analisou políticas curriculares de diversos sistemas de ensino.

      No Brasil, a ausência dessas especificações favorece que as avaliações externas pautem o que deve ser ensinado, mostrando uma inversão no processo de definição das políticas educacionais. Uma política curricular nacional, que estabeleça de forma objetiva e clara o que cada aluno deve aprender em cada etapa do percurso escolar – independentemente de sua origem territorial, social ou cultural–, expressa um projeto de sociedade sustentado no princípio da igualdade.

      Construir uma base nacional curricular comum, no entanto, requer alguns pontos de atenção.

      O primeiro deles é que os sistemas educacionais tenham a liberdade de complementar a base curricular comum considerando os contextos locais e articulando o projeto de sociedade às aspirações e especificidades regionais.

      A definição de objetivos claros de aprendizagem deve também favorecer o controle social das políticas educacionais e o acompanhamento da aprendizagem pelos sistemas educacionais e pelas famílias.

      Outro pressuposto é a articulação da base curricular nacional com políticas de formação de professores, inicial e continuada. A indicação clara do que é preciso ensinar é condição para um efetivo planejamento docente e acompanhamento da aprendizagem de cada aluno. 

      Por fim, para que a base nacional curricular comum expresse um projeto de sociedade mais justo, é fundamental que sua construção envolva uma ampla participação social, com dispositivos que garantam consulta, debate, formulação e validação. Sem isso, o Brasil deixará, mais uma vez, escapar a oportunidade de alçar a educação ao patamar de prioridade nacional de fato. 

MARIA ALICE SETUBAL, doutora em psicologia da educação pela PUC-SP, é presidente dos conselhos do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) e da Fundação Tide Setubal.
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/opinao/2014/08/1494090-maria-alice-setubal-aprender-e-um-direito-de-todos.shtml>  Acesso 04 set. 2015.
Está CORRETAMENTE justificada a acentuação da palavra
Alternativas
Ano: 2015 Banca: Prefeitura de Betim - MG Órgão: Prefeitura de Betim - MG Provas: Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Analista de Recursos Financeiros, Orçamentários, Contratos e Convênios | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Bibliotecônomo | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Pedagogo | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PIL | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Arte | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Ciências | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Educação Física | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Ensino Religioso | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Geografia | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - História | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Língua Estrangeira/Inglês | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Matemática | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Língua Portuguesa | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Analista de Sistemas | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Analista Jurídico | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Assistente Social | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Geógrafo | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Psicólogo | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Sociólogo |
Q595507 Português
                                    Aprender é um direito de todos 

01/08/2014 02h00

     
     Até o final de 2016, o Brasil deverá construir sua primeira proposta de base nacional curricular comum da educação fundamental e ensino médio, dispositivo que define objetivamente o que se espera que os alunos aprendam nas determinadas fases escolares, segundo o Plano Nacional de Educação, sancionado pela presidente Dilma em junho.

      Os recentes avanços, como a universalização do ensino fundamental nos anos 90, a definição, em 2010, da escolaridade de nove anos como obrigatória e a meta de universalização do ensino médio para 2016, reafirmam o direito à educação pública e o dever do Estado de provê-la, mas não garantem o direito de aprendizagem a todas as crianças e adolescentes.

      São múltiplos os fatores que determinam as condições de ensino e de aprendizagem. É importante considerarmos, no entanto, que a ausência de uma base curricular tende a agravar esse quadro, ao criar um espaço de indefinições, equívocos e interpretações pessoais que restringem a aprendizagem dos alunos.

      Países com bom desempenho em avaliações internacionais possuem um documento nacional especificando o que deve ser ensinado, com variações no grau de detalhamento desses conteúdos, conforme estudo comparativo realizado pela pesquisadora Paula Louzano, que analisou políticas curriculares de diversos sistemas de ensino.

      No Brasil, a ausência dessas especificações favorece que as avaliações externas pautem o que deve ser ensinado, mostrando uma inversão no processo de definição das políticas educacionais. Uma política curricular nacional, que estabeleça de forma objetiva e clara o que cada aluno deve aprender em cada etapa do percurso escolar – independentemente de sua origem territorial, social ou cultural–, expressa um projeto de sociedade sustentado no princípio da igualdade.

      Construir uma base nacional curricular comum, no entanto, requer alguns pontos de atenção.

      O primeiro deles é que os sistemas educacionais tenham a liberdade de complementar a base curricular comum considerando os contextos locais e articulando o projeto de sociedade às aspirações e especificidades regionais.

      A definição de objetivos claros de aprendizagem deve também favorecer o controle social das políticas educacionais e o acompanhamento da aprendizagem pelos sistemas educacionais e pelas famílias.

      Outro pressuposto é a articulação da base curricular nacional com políticas de formação de professores, inicial e continuada. A indicação clara do que é preciso ensinar é condição para um efetivo planejamento docente e acompanhamento da aprendizagem de cada aluno. 

      Por fim, para que a base nacional curricular comum expresse um projeto de sociedade mais justo, é fundamental que sua construção envolva uma ampla participação social, com dispositivos que garantam consulta, debate, formulação e validação. Sem isso, o Brasil deixará, mais uma vez, escapar a oportunidade de alçar a educação ao patamar de prioridade nacional de fato. 

MARIA ALICE SETUBAL, doutora em psicologia da educação pela PUC-SP, é presidente dos conselhos do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) e da Fundação Tide Setubal.
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/opinao/2014/08/1494090-maria-alice-setubal-aprender-e-um-direito-de-todos.shtml>  Acesso 04 set. 2015.
Considere as afirmativas

I. A construção da base nacional curricular comum deve ser pautada pelas avaliações internacionais.

II. A base nacional curricular comum favorece o acompanhamento da aprendizagem pelos sistemas educacionais e pelas famílias.

III. A inexistência de uma base nacional curricular comum possibilita que as avaliações externas exerçam forte influência sobre os currículos.

IV. A construção de uma base nacional curricular comum impede a flexibilidade dos currículos dos estados e municípios. 

É CORRETO o que se afirma em 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: Prefeitura de Betim - MG Órgão: Prefeitura de Betim - MG Provas: Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Analista de Recursos Financeiros, Orçamentários, Contratos e Convênios | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Bibliotecônomo | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Pedagogo | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PIL | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Arte | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Ciências | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Educação Física | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Ensino Religioso | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Geografia | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - História | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Língua Estrangeira/Inglês | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Matemática | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Professor PII - Língua Portuguesa | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Analista de Sistemas | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Analista Jurídico | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Assistente Social | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Geógrafo | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Psicólogo | Prefeitura de Betim - MG - 2015 - Prefeitura de Betim - MG - Sociólogo |
Q595506 Português
                                    Aprender é um direito de todos 

01/08/2014 02h00

     
     Até o final de 2016, o Brasil deverá construir sua primeira proposta de base nacional curricular comum da educação fundamental e ensino médio, dispositivo que define objetivamente o que se espera que os alunos aprendam nas determinadas fases escolares, segundo o Plano Nacional de Educação, sancionado pela presidente Dilma em junho.

      Os recentes avanços, como a universalização do ensino fundamental nos anos 90, a definição, em 2010, da escolaridade de nove anos como obrigatória e a meta de universalização do ensino médio para 2016, reafirmam o direito à educação pública e o dever do Estado de provê-la, mas não garantem o direito de aprendizagem a todas as crianças e adolescentes.

      São múltiplos os fatores que determinam as condições de ensino e de aprendizagem. É importante considerarmos, no entanto, que a ausência de uma base curricular tende a agravar esse quadro, ao criar um espaço de indefinições, equívocos e interpretações pessoais que restringem a aprendizagem dos alunos.

      Países com bom desempenho em avaliações internacionais possuem um documento nacional especificando o que deve ser ensinado, com variações no grau de detalhamento desses conteúdos, conforme estudo comparativo realizado pela pesquisadora Paula Louzano, que analisou políticas curriculares de diversos sistemas de ensino.

      No Brasil, a ausência dessas especificações favorece que as avaliações externas pautem o que deve ser ensinado, mostrando uma inversão no processo de definição das políticas educacionais. Uma política curricular nacional, que estabeleça de forma objetiva e clara o que cada aluno deve aprender em cada etapa do percurso escolar – independentemente de sua origem territorial, social ou cultural–, expressa um projeto de sociedade sustentado no princípio da igualdade.

      Construir uma base nacional curricular comum, no entanto, requer alguns pontos de atenção.

      O primeiro deles é que os sistemas educacionais tenham a liberdade de complementar a base curricular comum considerando os contextos locais e articulando o projeto de sociedade às aspirações e especificidades regionais.

      A definição de objetivos claros de aprendizagem deve também favorecer o controle social das políticas educacionais e o acompanhamento da aprendizagem pelos sistemas educacionais e pelas famílias.

      Outro pressuposto é a articulação da base curricular nacional com políticas de formação de professores, inicial e continuada. A indicação clara do que é preciso ensinar é condição para um efetivo planejamento docente e acompanhamento da aprendizagem de cada aluno. 

      Por fim, para que a base nacional curricular comum expresse um projeto de sociedade mais justo, é fundamental que sua construção envolva uma ampla participação social, com dispositivos que garantam consulta, debate, formulação e validação. Sem isso, o Brasil deixará, mais uma vez, escapar a oportunidade de alçar a educação ao patamar de prioridade nacional de fato. 

MARIA ALICE SETUBAL, doutora em psicologia da educação pela PUC-SP, é presidente dos conselhos do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) e da Fundação Tide Setubal.
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/opinao/2014/08/1494090-maria-alice-setubal-aprender-e-um-direito-de-todos.shtml>  Acesso 04 set. 2015.
De acordo com o texto, o que contribui para a garantia do direito de aprendizagem a todas as crianças é
Alternativas
Q566663 Ética na Administração Pública
Tendo como referência as disposições do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994), da Lei n.º 8.112/1990 e alterações e da Lei n.º 8.429/1992, julgue o próximo item.


Ao negar publicidade a ato oficial, o servidor público comete ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública.
Alternativas
Q564732 Geografia
Tendo em vista que aspectos como linhagem, acurácia posicional e atributos, bem como consistência lógica e completude, são referências fundamentais na caracterização da qualidade do dado espacial, julgue o item subsecutivo.

A acurácia de atributos quantitativos mostra a probabilidade de o nome ou classe ter sido assinado corretamente.


Alternativas
Q564731 Geografia
Tendo em vista que aspectos como linhagem, acurácia posicional e atributos, bem como consistência lógica e completude, são referências fundamentais na caracterização da qualidade do dado espacial, julgue o item subsecutivo.

A acurácia dos atributos qualitativos é descrita geralmente por desvio padrão, histograma de desvios, intervalos de confiança, entre outros; estando incluídas nesse tipo de descrição a exatidão geométrica de pontos, as linhas e as áreas.


Alternativas
Q564730 Geografia
Tendo em vista que aspectos como linhagem, acurácia posicional e atributos, bem como consistência lógica e completude, são referências fundamentais na caracterização da qualidade do dado espacial, julgue o item subsecutivo.

A completude, que se refere ao nível de abstração da realidade mostrado pelo conjunto dos dados, inclui a generalização na representação das feições e na descrição dos atributos.


Alternativas
Q564729 Geografia
Tendo em vista que aspectos como linhagem, acurácia posicional e atributos, bem como consistência lógica e completude, são referências fundamentais na caracterização da qualidade do dado espacial, julgue o item subsecutivo.

A linhagem descreve os erros de observação e um indicador, ou a probabilidade de definição do momento em que o dado estará correto.


Alternativas
Q564728 Geografia
Tendo em vista que aspectos como linhagem, acurácia posicional e atributos, bem como consistência lógica e completude, são referências fundamentais na caracterização da qualidade do dado espacial, julgue o item subsecutivo.

A consistência lógica, relativa à totalidade dos dados, permite a validação da consistência dos aspectos definidos nas especificações para a obtenção dos dados, tais como feições, atributos e geometria.


Alternativas
Q564727 Geografia

                                 

       O sensoriamento remoto é a técnica de obtenção de informações relativas a um objeto, uma área ou um fenômeno localizado na Terra, sem que haja contato físico entre o usuário do sistema e o seu objeto de interesse. As informações podem ser obtidas por meio de fontes naturais e artificiais.

Tendo como referência as informações e a figura anteriormente apresentadas, julgue o próximo item.

Uma das importantes características das imagens obtidas por meio de satélites é a abrangência espaçotemporal dos dados dos sensores remotos, que possibilitam a visão de um conjunto de paisagens em tempos diferentes, simultâneos e sequenciais, permitindo a identificação e o relacionamento de elementos naturais e sociais e econômicos, e revelando a dinâmica do processo de construção do espaço geográfico.


Alternativas
Q564726 Geografia

                                 

       O sensoriamento remoto é a técnica de obtenção de informações relativas a um objeto, uma área ou um fenômeno localizado na Terra, sem que haja contato físico entre o usuário do sistema e o seu objeto de interesse. As informações podem ser obtidas por meio de fontes naturais e artificiais.

Tendo como referência as informações e a figura anteriormente apresentadas, julgue o próximo item.

Na figura em apreço, o número 2 representa parcela do espaço geográfico geradora de radiação eletromagnética artificial. 


Alternativas
Q564725 Geografia

                                 

       O sensoriamento remoto é a técnica de obtenção de informações relativas a um objeto, uma área ou um fenômeno localizado na Terra, sem que haja contato físico entre o usuário do sistema e o seu objeto de interesse. As informações podem ser obtidas por meio de fontes naturais e artificiais.

Tendo como referência as informações e a figura anteriormente apresentadas, julgue o próximo item.

O Sol, identificado na figura em questão pelo número 3, por ser uma fonte de energia que está ininterruptamente em atividade, é considerado um sensor ativo.


Alternativas
Q564724 Geografia

                                 

       O sensoriamento remoto é a técnica de obtenção de informações relativas a um objeto, uma área ou um fenômeno localizado na Terra, sem que haja contato físico entre o usuário do sistema e o seu objeto de interesse. As informações podem ser obtidas por meio de fontes naturais e artificiais.

Tendo como referência as informações e a figura anteriormente apresentadas, julgue o próximo item.

A resolução espacial refere-se à capacidade do sensor de distinguir objetos na superfície terrestre. A resolução depende do detector e da altura de posicionamento do sensor em relação ao objeto.


Alternativas
Q564723 Geografia

                                 

       O sensoriamento remoto é a técnica de obtenção de informações relativas a um objeto, uma área ou um fenômeno localizado na Terra, sem que haja contato físico entre o usuário do sistema e o seu objeto de interesse. As informações podem ser obtidas por meio de fontes naturais e artificiais.

Tendo como referência as informações e a figura anteriormente apresentadas, julgue o próximo item.

Na figura em apreço, o número 1 identifica um sensor passivo, que é um dispositivo capaz de detectar radiações eletromagnéticas em todas as faixas do espectro eletromagnético.


Alternativas
Q564722 Engenharia Cartográfica

                                 

       O sensoriamento remoto é a técnica de obtenção de informações relativas a um objeto, uma área ou um fenômeno localizado na Terra, sem que haja contato físico entre o usuário do sistema e o seu objeto de interesse. As informações podem ser obtidas por meio de fontes naturais e artificiais.

Tendo como referência as informações e a figura anteriormente apresentadas, julgue o próximo item.

Um GIS (geographic information system) é um sistema computacional composto por hardware e software que permite a integração de bancos de dados alfanuméricos para o processamento de dados georreferenciados.


Alternativas
Q564721 Geografia
Acerca de subsistemas que constituem os sistemas de informações geográficas (SIGs), segundo Peuquet (1990), julgue o item seguinte.

O sistema de emissão de relatórios ou mapas é constituído pela exibição dos elementos formadores do banco de dados, na íntegra ou em partes, bem como pela visualização na forma de tabelas e mapas temáticos.


Alternativas
Q564720 Geografia
Acerca de subsistemas que constituem os sistemas de informações geográficas (SIGs), segundo Peuquet (1990), julgue o item seguinte.

O sistema de aquisição de dados é constituído por regras e parâmetros na determinação do tempo de acesso aos dados, bem como nas simulações e na alteração do formato dos dados.


Alternativas
Q564719 Geografia
Acerca de subsistemas que constituem os sistemas de informações geográficas (SIGs), segundo Peuquet (1990), julgue o item seguinte.

O sistema de manipulação e análise de dados tem como funções principais a coleta e o processamento dos dados geográficos das fontes primárias e das secundárias.


Alternativas
Q564718 Geografia
Acerca de subsistemas que constituem os sistemas de informações geográficas (SIGs), segundo Peuquet (1990), julgue o item seguinte.

No sistema de armazenamento e recuperação de dados, faz-se a organização dos dados de modo que eles possam ser acessados para a análise espacial de forma eficaz, rápida e segura.


Alternativas
Q564717 Geografia
Com relação a sensoriamento remoto e técnicas de tratamento ou processamento numérico de imagens digitais, julgue o item a seguir.

Para facilitar a interpretação de uma imagem mediante a técnica de realce de imagens, podem ser realizadas operações de manipulação de contraste, filtragem de frequência espacial e rotação de imagens.


Alternativas
Respostas
1481: A
1482: C
1483: D
1484: C
1485: E
1486: E
1487: C
1488: E
1489: C
1490: C
1491: C
1492: E
1493: C
1494: E
1495: C
1496: C
1497: E
1498: E
1499: C
1500: C