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Q943028 Português

A Revista VEJA, na sua edição de 25 de julho passado, publicou uma reportagem especial sobre a alimentação no Brasil, com a seguinte chamada: “Até a isso voltamos. Por que, depois de 26 anos de queda ininterrupta, a mortalidade infantil tornou a crescer”.


A esse respeito, leia um fragmento do texto a seguir, publicado nessa mesma revista, em “Carta ao leitor”, na página 8.



Desde 2013, mais de 50% dos brasileiros se encontram acima do peso, e, para piorar, os especialistas estão alarmados com o avanço do problema na população infantil. Mas há um aspecto que agrava esse quadro: o aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil, um indicador que vinha caindo nos últimos 26 anos, sem falhar um único ano. Agora, com a severidade da crise e o corte nos gastos sociais, ela voltou a subir. Hoje, de cada 1000 crianças nascidas vivas, catorze morrem antes de completar 1 ano. É um número que pode recolocar o Brasil no mapa da fome da ONU, do qual havíamos saído, orgulhosamente, em 2014.

      Uma das principais causas da elevação da mortalidade infantil está na desnutrição, decorrência direta do descalabro econômico que o país vive. Uma parte das crianças brasileiras come menos do que deveria para ter uma vida minimamente saudável. Subnutridas, elas ficam mais sujeitas a morrer de doenças (como a diarreia, por exemplo) que jamais abateriam uma criança saudável. Como chegamos a esse ponto?

      Como o Brasil voltou a desnutrir suas crianças e desleixou-se tanto na qualidade da alimentação das que podem comer, tudo isso dentro de um território que produz alimento — de boa qualidade, aliás — para parte relevante do planeta?

                                   EDITORA ABRIL, Veja, ano 51, n. 30, 25 jul. 2018, p. 8

Observando-se, atentamente, as duas figuras que ilustram a seção e associando-as às ideias veiculadas no texto, só não é possível identificar entre elas
Alternativas
Q943027 Português

A Revista VEJA, na sua edição de 25 de julho passado, publicou uma reportagem especial sobre a alimentação no Brasil, com a seguinte chamada: “Até a isso voltamos. Por que, depois de 26 anos de queda ininterrupta, a mortalidade infantil tornou a crescer”.


A esse respeito, leia um fragmento do texto a seguir, publicado nessa mesma revista, em “Carta ao leitor”, na página 8.



Desde 2013, mais de 50% dos brasileiros se encontram acima do peso, e, para piorar, os especialistas estão alarmados com o avanço do problema na população infantil. Mas há um aspecto que agrava esse quadro: o aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil, um indicador que vinha caindo nos últimos 26 anos, sem falhar um único ano. Agora, com a severidade da crise e o corte nos gastos sociais, ela voltou a subir. Hoje, de cada 1000 crianças nascidas vivas, catorze morrem antes de completar 1 ano. É um número que pode recolocar o Brasil no mapa da fome da ONU, do qual havíamos saído, orgulhosamente, em 2014.

      Uma das principais causas da elevação da mortalidade infantil está na desnutrição, decorrência direta do descalabro econômico que o país vive. Uma parte das crianças brasileiras come menos do que deveria para ter uma vida minimamente saudável. Subnutridas, elas ficam mais sujeitas a morrer de doenças (como a diarreia, por exemplo) que jamais abateriam uma criança saudável. Como chegamos a esse ponto?

      Como o Brasil voltou a desnutrir suas crianças e desleixou-se tanto na qualidade da alimentação das que podem comer, tudo isso dentro de um território que produz alimento — de boa qualidade, aliás — para parte relevante do planeta?

                                   EDITORA ABRIL, Veja, ano 51, n. 30, 25 jul. 2018, p. 8

O aumento da taxa de mortalidade infantil e a questão alimentar no país têm provocado reflexões de toda ordem, como se comprova no texto apresentado.


Todavia, um dado que resume a principal discussão travada nele e advém dessas ideias é

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Q922322 Economia
O risco é conceituado como incerteza em referência à variabilidade dos retornos associados a um determinado ativo. Em sua acepção mais simples, o risco é a chance de perda financeira. Ativos que apresentam maior chance de perda são considerados mais arriscados do que os que trazem uma chance menor. Alguns riscos afetam diretamente os administradores financeiros (riscos específicos da empresa), assim como atingem os acionistas, de forma distinta. Contudo, os riscos podem afetar os dois, simultaneamente. Diante disso, os riscos que afetam simultaneamente as empresas e os acionistas são:
Alternativas
Q922321 Economia
O objetivo da análise de viabilidade econômica é avaliar a aplicabilidade do negócio e obter uma projeção do seu comportamento frente ao mercado, dando uma maior segurança a investimentos, seja em novos empreendimentos, seja em empresas consolidadas. Um processo bastante utilizado é a taxa interna de retorno (TIR), – taxa de desconto que faz com que o VPL de uma oportunidade de investimento seja igual a R$ 0 (já que o valor presente das entradas de caixa iguala-se ao investimento inicial). Em uma situação de uso da TIR para tomar decisão quanto à aceitação ou à rejeição de um projeto, o critério a ser adotado é
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Q922320 Contabilidade de Custos
Para tomar a decisão de produzir determinado item, a empresa precisa estabelecer quais serão os custos de produção, uma vez que este interfere diretamente no lucro da firma. De forma simplificada, a firma pode inicialmente estabelecer quais são os custos fixos e as variáveis para a produção deste determinado produto. Diante disso, qual dos custos relacionados corresponde a um custo variável da firma?
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Q922319 Contabilidade de Custos
A partir da criação da Lei n. 1.598/1977, as operações de custo de uma empresa devem ser registradas e estar de acordo com as demais operações, ou seja, o que de fato ocorreu em termos de movimentação, controle e utilização de estoques deve estar em consonância com os dados registrados. Diante dos fatos, é de grande importância compreender a diferença entre gasto, investimento, desembolso, despesa e custo. Logo, os gastos de uma empresa referem-se
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Q922318 Administração Geral
Na literatura existe diferentes definições a respeito do que se entende por liderança. Douglas McGregor relaciona conceitos de motivação e liderança e descreve uma teoria gerencial chamada de “Teoria X” e “Teoria Y”. De acordo com a “Teoria Y” de McGregor, o líder deve possuir a seguinte visão:
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Q922317 Administração Geral
O Balanced Scorecard (BSC), desenvolvido nos anos 1990 por Kaplan e Norton, da Universidade de Harvard, é o modelo de sistema de medição de desempenho muito difundido na literatura e no meio empresarial. O BSC
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Q922316 Gerência de Projetos
O documento de gestão de projetos que fornece os limites iniciais para o escopo do projeto é chamado de:
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Q922315 Gestão de Pessoas
Devido às intensas mudanças e ao acirramento da competição entre as organizações, o conhecimento passa a ser uma importante fonte de vantagem competitiva. Neste sentido, Nonaka e Takeuchi (1997) afirmam que a conversão dos conhecimentos tácitos e explícitos ocorre de quatro modos, sendo eles:
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Q922314 Engenharia de Produção
A definição de Análise Envoltória de Dados é
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Q922313 Engenharia de Produção
Uma pequena loja possui um estacionamento com apenas cinco vagas. Os carros que precisam utilizar essas vagas chegam, de acordo com uma distribuição de Poisson, à taxa de seis por hora. O tempo de estacionamento é exponencialmente distribuído com média de 30 minutos. Os visitantes que não conseguem encontrar uma vaga livre precisam estacionar em outro lugar. Sabe-se que, em média, a frequência de carros que não conseguem uma vaga livre no estacionamento da loja é de 0,1263 por hora. Em Teoria das Filas, é conhecida a relação de que o número médio de vagas ocupadas é igual à taxa de entrada dividida pela taxa de atendimento. Nessas condições, a utilização média do estacionamento é de
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Q922312 Engenharia de Produção
O processo estocástico é definido como
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Q922311 Engenharia de Produção

Considere o seguinte problema de programação linear:


Imagem associada para resolução da questão


A solução ótima é:

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Q922310 Engenharia de Produção
A matriz morfológica constitui uma abordagem estruturada para geração de alternativas de solução para o problema de projeto, aumentando a área de pesquisa de soluções para cada situação específica. No processo de desenvolvimento do produto, essa ferramenta é usada na seguinte fase:
Alternativas
Q922309 Engenharia de Produção
Uma ferramenta amplamente utilizada no processo de desenvolvimento de produtos é o desdobramento da função qualidade (QFD). Essa ferramenta
Alternativas
Q922308 Engenharia de Produção
Em alguns produtos, a embalagem assume um importante papel estratégico para estabelecer um diferencial competitivo. Neste sentido, o mesmo nível de importância que é dado ao desenvolvimento do produto deve ser dado ao desenvolvimento de embalagens. Uma das primeiras atividades na gestão de embalagens é definir a finalidade das embalagens. Desse modo,
Alternativas
Q922307 Engenharia de Produção
Existem diversas abordagens que auxiliam o processo de desenvolvimento de produtos. Uma dessas abordagens é:
Alternativas
Q922306 Engenharia de Produção
A logística da defesa refere-se ao provimento de meios para compor as Forças Armadas e sustentar suas operações em quaisquer situações em que elas tenham de ser empregadas. Assim, a logística da defesa
Alternativas
Q922305 Engenharia de Produção
A gestão de estoque eficiente é um pré-requisito para uma boa gestão logística. Existem diversos métodos que auxiliam na definição do melhor sistema de gestão de estoque. Um dos mais difundidos é o sistema de lote econômico. Neste sistema, o lote econômico é resultado da raiz quadrada da razão entre duas vezes o consumo anual em unidades de produtos multiplicado pelo
Alternativas
Respostas
1601: D
1602: C
1603: D
1604: C
1605: B
1606: A
1607: C
1608: B
1609: D
1610: A
1611: D
1612: A
1613: B
1614: C
1615: D
1616: A
1617: C
1618: C
1619: B
1620: B