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Ao final de um ofício emitido pela reitoria, abaixo da assinatura do reitor, o cargo deve constar como Magnífico Reitor.
A estrutura adotada no documento a seguir está adequada para compor uma ata:
ATA DA QUADRICENTÉSIMA NONAGÉSIMA QUINTA (495. a ) REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DIRETOR DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA, realizada aos trinta dias do mês de novembro do ano de dois mil e quatorze, às quatorze horas e vinte e cinco minutos, no Salão de Reuniões da Reitoria, com a presença dos Conselheiros: [nome do Presidente ou do dirigente da reunião, seguido dos nomes dos demais Conselheiros presentes, em ordem alfabética, separados por vírgula; indica-se a condição dos membros, se titular ou suplente]. Foi justificada a ausência dos Conselheiros [nomes, separados por vírgula; indica-se a condição de cada um — se titular ou suplente]. Também estiveram presentes os convidados [nome e respectivos cargos]. Aberta a sessão, o Presidente procedeu aos seguintes informes:
Em carta remetida pelo reitor da universidade, está correto o seguinte endereçamento colocado abaixo do número e da data do documento:
A Sua Excelência o Senhor
[nome]
Secretário-Executivo
Ministério da Cultura
Esplanada dos Ministérios, bloco [nome], sala [número]
[CEP] Brasília, DF
A forma padrão de endereçamento para correspondências dirigidas a advogados e médicos é a seguinte: A Sua Excelência o Doutor.
Mantêm-se a correção gramatical e as informações originais do texto ao se substituir “Trata-se de” (l.21) por Situações como essas se tratam de.
O vocábulo “indumentárias” (l.21) está empregado em sentido figurado.
De acordo com o contexto, estaria também correto o emprego do sinal indicativo de crase em “quanto a” (l.32).
O pronome “outra” (l.25) está empregado em referência ao termo “A língua” (l.24).
Segundo o texto, ‘temos de ser poliglotas em nossa própria língua’ (l. 4 e 5) significa que a língua assume variantes adequadas aos contextos em que são produzidas
Depreende-se do texto que a língua falada não é uma, mas são várias porque, a depender da situação, o falante pode se expressar com maior ou menor formalidade.
Conforme o texto, a escola deve ensinar aos alunos a norma-padrão da língua portuguesa, mas é preciso, também, refletir se seria adequado corrigir outras pessoas, como, por exemplo, um porteiro que diz O elevador tá cum pobrema.
Os trechos ‘especialista no assunto’ (l. 2 e 3), ‘o linguístico’ (l.5) e “primeiro lugar na categoria opinião da 4.ª Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro” (l. 7 a 9) exercem a mesma função sintática, a de aposto.
De acordo com as informações constantes do texto acima, a 4.ª Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro contou com a participação de alunos da rede pública que trabalharam com cinco gêneros textuais, tendo ficado em primeiro lugar na categoria opinião o texto O oxente e o ok.
A inserção de vírgula antes do “que" (l.3) provocaria alteração de sentido no texto.
O termo “o brasileiro” (l.3) exerce a função de sujeito da oração em que se insere.
De acordo com o primeiro parágrafo do texto, para o especialista Marcos Bagno, o preconceito linguístico nasce da ideia de que existe uma única língua portuguesa correta.
Na linha 18, caso o travessão fosse substituído por dois-pontos, não haveria prejuízo para a correção gramatical do texto.
O elemento coesivo “mas” (l.7) inicia uma oração coordenada que exprime a ideia de concessão em uma sequência de fatos.
Infere-se do texto que ainda falta a contribuição de muitos países para as pesquisas que associem altas temperaturas a internações por enfermidades relacionadas aos efeitos do calor.
Seria mantida a correção gramatical do período caso o fragmento “Estação do ano mais aguardada pelos brasileiros" (l.1) fosse deslocado e inserido, entre vírgulas, após “verão" (l.2) feitos os devidos ajustes de maiúsculas e minúsculas.