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Q2773347 Eletrotécnica

Um circuito RL em série possui os seguintes valores:

resistência de 1Imagem associada para resolução da questão e indutância de Imagem associada para resolução da questãoH.  Esse circuito é alimentado por um gerador senoidal ideal com tensão eficaz de 220V e frequência de 60Hz. Considerando que um capacitor de Imagem associada para resolução da questãoF foi colocado em série com o circuito RL anterior, o fator de potência do circuito antes e depois de inserir o capacitor são respectivamente: (considere Imagem associada para resolução da questão  =1,414 e Imagem associada para resolução da questão= 1,732).

Alternativas
Q2773346 Eletrotécnica

As seguintes afirmativas estão relacionadas aos sistemas de aterramento.

I – De acordo com a NBR 5410, os vários tipos de aterramentos são definidos por um conjunto de letras. Sendo: a) A primeira letra indica a situação da alimentação em relação à terra; b) A segunda letra indica a situação das massas em relação à terra; c) Eventualmente, outras letras servem para indicar a disposição do condutor neutro e do condutor de proteção.

II – Em um sistema de aterramento TN-C-S as funções de neutro e condutor de proteção são combinadas em um único condutor ao longo de toda a instalação.

III - Nas instalações elétricas há dois tipos de aterramento: a) Aterramento funcional: geralmente consiste na ligação à terra do condutor de neutro, definindo a terra como referencial da tensão da instalação; b) Aterramento de proteção: consiste em ligar à terra as massas (carcaças) dos equipamentos e os elementos condutores estranhos à instalação.

Alternativas
Q2773345 Eletrotécnica

Um gerador síncrono trifásico cuja tensão de linha é 480 V e 60 Hz, de 6 polos, conectado em estrela tem uma reatância síncrona de 1 Ω por fase. Sabe-se que sua corrente de armadura a plena carga é de 60 A, com um fator de potência de 0,8 atrasado. Além disso, as perdas por atrito e ventilação do referido gerador são 1,5 kW e as perdas no rotor são 1 kW, na frequência nominal a plena carga. Considere que a resistência da armadura seja nula, portanto as perdas RI2 na armadura são desprezíveis. Na condição nominal de operação, qual é a velocidade de rotação desse gerador em rad/s? Sabendo-se que a tensão terminal do mesmo é 237 V por fase, qual é a potência de entrada dessa máquina?

Alternativas
Q2773344 Eletrotécnica

Todos os parâmetros/grandezas listados nas alternativas abaixo são extremamente relevantes para o dimensionamento de um condutor de uma instalação elétrica, independentemente do método empregado, exceto:

Alternativas
Q2773343 Eletrotécnica

Um motor de indução trifásico de 10 cv, quatro polos, 60 Hz, conectado em estrela está sendo alimentado por uma rede de distribuição secundária cuja tensão de linha é 380 V. Quando o mesmo está submetido às condições nominais de operação (carga nominal) apresenta um escorregamento de 3%. Diante dessas condições operacionais, qual a velocidade do rotor?

Alternativas
Q2773342 Eletrotécnica

Um transformador ideal com relação de espiras de 10:100 está sendo usado para energizar uma carga puramente resistiva de 1000 Ω. Sabendo-se que este transformador está sendo alimentado por uma fonte de tensão de 220 V, pela bobina de baixa tensão (BT). Diante destas circunstâncias, quais são os valores da corrente do primário (BT), da corrente do secundário (AT) e o valor da carga refletida ao primário, respectivamente?

Alternativas
Q2773341 Física

As proposições abaixo definem alguns conceitos básicos de luminotécnica.

I - Fluxo luminoso é a quantidade de luz (radiação eletromagnética visível) produzida por uma lâmpada ou luminária, ou qualquer outra fonte luminosa, cuja unidade é o lúmen (lm).

II - Iluminância é a quantidade de fluxo luminoso (luz) dividida pela área atingida. A unidade é lumens por metro quadrado, chamada de lux (lx). É o principal parâmetro utilizado atualmente para avaliar a iluminação. Existe um parâmetro relevante relacionado com esta grandeza denominado de uniformidade da iluminância, que é a razão entre o valor mínimo e o valor médio.

III - Intensidade luminosa é a quantidade de luz emitida em uma determinada direção. Em outras palavras, é o fluxo luminoso irradiado na direção de um determinado ponto. Sendo a sua unidade a candela (cd). Ressalta-se que a candela é uma unidade básica do SI (Sistema Internacional de Unidades).

IV - Luminância é a intensidade luminosa que emana de uma superfície, pela sua superfície aparente. A unidade desta grandeza é candela por metro quadrado (cd/m2 ) ou nit. Além disso, ressalta-se que os raios de luz não são visíveis, a menos que sejam refletidos em uma superfície e aí transmitem a sensação de claridade aos olhos. Essa sensação de claridade é chamada de Luminância.

V - Eficiência luminosa é a relação entre o fluxo luminoso e a potência consumida pela fonte. Assim, sua unidade é lúmen por kiloWatts.hora (lm/kWh).

É correto afirmar que:

Alternativas
Q2773340 Eletrotécnica

As subestações dos consumidores industriais são divididas em compartimentos com funções específicas. Assim, as afirmativas abaixo definem tais compartimentos e suas respectivas funções para uma subestação típica de uma planta industrial classe 15 kV/127 V com potência de 225 kVA.

I - Posto de medição: para uma capacidade igual ou inferior a 225 kVA, caso de pequena indústria, a medição é feita em tensão secundária, dispensando o posto de medição primário;

II - Posto de proteção primária: destinado à instalação de chaves seccionadoras, fusíveis ou disjuntores;

III - Posto de transformação: destinado à instalação dos transformadores de força, podendo conter equipamentos de proteção individual, chaves seccionadoras, fusíveis ou disjuntores.

É correto afirmar que:

Alternativas
Q2773339 Eletrotécnica

Os wattímetros são equipamentos utilizados para medir a potência ativa consumida por uma carga ou gerada por uma fonte, tanto para sistemas monofásicos quanto sistemas trifásicos. No entanto, existem diversas maneiras de se medir corretamente a potência ativa de um sistema trifásico, dependendo do tipo de conexão (estrela ou delta), da condição do sistema (equilibrado ou desequilibrado) e da quantidade de wattímetros. Em relação a essas várias possibilidades, identifique a alternativa incorreta.

Alternativas
Q2773338 Eletrotécnica

Sabe-se que uma unidade consumidora industrial monofásica consume 4 kW de potência ativa e 3 kvar de potência reativa quando alimentada por uma tensão de 500 V. Diante dessas circunstâncias, tem-se as seguintes afirmativas:

I - O fator de potência da indústria é igual a 0,8 atrasado;

II - A indústria consome uma potência aparente igual a 5 kVA;

III - A corrente elétrica drenada pela indústria é igual a 10 A.

É correto afirmar que:

Alternativas
Q2773193 Noções de Informática

O LibreOffice é uma suíte para escritório gratuita e de código aberto. Um dos aplicativos da suíte é o Calc, que é um programa de planilha eletrônica e assemelha-se ao Excel da Microsoft. O Calc é destinado à criação de planilhas e tabelas, permitindo ao usuário a inserção de equações matemáticas e auxiliando na elaboração de gráficos de acordo com os dados presentes na planilha. O Calc utiliza como padrão o formato:

Alternativas
Q2773178 Português

Leia o texto VI para responder às questões 11 a 14.



Texto VI


ANTIGAMENTE – Carlos Drummond de Andrade

1 Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e

2 eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam

3 anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os

4 janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé-

5 de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses

6 debaixo do balaio. E se levantam tábua, o remédio era

7 tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia.

8 As pessoas, quando corriam, antigamente, era para

9 tirar o pai da forca. Algumas jogavam verde para colher

10 maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa.

11 O que não impedia que, nesse entrementes, esse ou

12 aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam

13 alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às

14 de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o

15 quilo, saindo para tomar a fresca; e também tomava

16 cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens iam ao

17 animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo,

18 chupando balas de alteia. Ou sonhavam em andar de

19 aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em

20 camisas de onze varas; não admira que dessem com os

21 burros n’água. (...)

.

Glossário:

Janotas = elegantes, bem vestidos

Pé-de-alferes = namorador

Debaixo do balaio = esconder

Levantam tábua = levar um fora

Ao apresentar a linguagem de antigamente, enfatizando suas características, podemos dizer que a tipologia predominante é:

Alternativas
Q2773173 Português

Leia o texto VI para responder às questões 11 a 14.



Texto VI


ANTIGAMENTE – Carlos Drummond de Andrade

1 Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e

2 eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam

3 anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os

4 janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé-

5 de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses

6 debaixo do balaio. E se levantam tábua, o remédio era

7 tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia.

8 As pessoas, quando corriam, antigamente, era para

9 tirar o pai da forca. Algumas jogavam verde para colher

10 maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa.

11 O que não impedia que, nesse entrementes, esse ou

12 aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam

13 alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às

14 de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o

15 quilo, saindo para tomar a fresca; e também tomava

16 cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens iam ao

17 animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo,

18 chupando balas de alteia. Ou sonhavam em andar de

19 aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em

20 camisas de onze varas; não admira que dessem com os

21 burros n’água. (...)

.

Glossário:

Janotas = elegantes, bem vestidos

Pé-de-alferes = namorador

Debaixo do balaio = esconder

Levantam tábua = levar um fora

Para evitar repetições, o pronome “Algumas” (na linha 9) substituiu o substantivo:

Alternativas
Q2773170 Português

Leia o texto VI para responder às questões 11 a 14.



Texto VI


ANTIGAMENTE – Carlos Drummond de Andrade

1 Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e

2 eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam

3 anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os

4 janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé-

5 de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses

6 debaixo do balaio. E se levantam tábua, o remédio era

7 tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia.

8 As pessoas, quando corriam, antigamente, era para

9 tirar o pai da forca. Algumas jogavam verde para colher

10 maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa.

11 O que não impedia que, nesse entrementes, esse ou

12 aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam

13 alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às

14 de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o

15 quilo, saindo para tomar a fresca; e também tomava

16 cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens iam ao

17 animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo,

18 chupando balas de alteia. Ou sonhavam em andar de

19 aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em

20 camisas de onze varas; não admira que dessem com os

21 burros n’água. (...)

.

Glossário:

Janotas = elegantes, bem vestidos

Pé-de-alferes = namorador

Debaixo do balaio = esconder

Levantam tábua = levar um fora

Algumas palavras e expressões antigas ou em desuso são facilmente encontradas no texto VI. No entanto, outras ainda são utilizadas nos dias de hoje. Por exemplo, pode-se trocar a expressão “Jogavam verde para colher maduro” (sublinhado nas linhas 9 e 10), por:

Alternativas
Q2773169 Português

Leia o texto VI para responder às questões 11 a 14.



Texto VI


ANTIGAMENTE – Carlos Drummond de Andrade

1 Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e

2 eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam

3 anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os

4 janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé-

5 de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses

6 debaixo do balaio. E se levantam tábua, o remédio era

7 tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia.

8 As pessoas, quando corriam, antigamente, era para

9 tirar o pai da forca. Algumas jogavam verde para colher

10 maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa.

11 O que não impedia que, nesse entrementes, esse ou

12 aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam

13 alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às

14 de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o

15 quilo, saindo para tomar a fresca; e também tomava

16 cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens iam ao

17 animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo,

18 chupando balas de alteia. Ou sonhavam em andar de

19 aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em

20 camisas de onze varas; não admira que dessem com os

21 burros n’água. (...)

.

Glossário:

Janotas = elegantes, bem vestidos

Pé-de-alferes = namorador

Debaixo do balaio = esconder

Levantam tábua = levar um fora

Qual a melhor alternativa para análise do texto VI?

Alternativas
Q2773166 Português

Leia o texto V para responder às questões 06 a 10

Texto V


A borboleta e a chama


Uma borboleta multicor voava na escuridão da noite quando viu, ao longe, uma luz. Imediatamente voou naquela direção e ao se aproximar da chama pôs-se a rodeá-la, olhando-a maravilhada. Como era bonita!

Não satisfeita em admirá-la, a borboleta resolveu aproximar-se mais da chama. Afastou-se e em seguida voou em direção à chama passando rente a ela. Viu-se subitamente caída, estonteada pela luz e muito surpresa por verificar que as pontas de suas asas estavam chamuscadas.

— Que aconteceu comigo? - pensou ela.

Mas não conseguiu entender. Era impossível crer que uma coisa tão bonita quanto à chama pudesse causar-lhe algum mal. E assim, depois de juntar um pouco de forças, sacudiu as asas e levantou voo novamente.

Rodou em círculo e mais uma vez dirigiu-se para a chama, pretendendo pousar sobre ela. E imediatamente caiu queimada, no óleo que alimentava a brilhante e pequenina chama.

— Maldita luz - murmurou a borboleta agonizante - pensei que ia encontrar em você a felicidade e em vez disso encontrei a morte. Arrependo-me desse tolo desejo, pois compreendi, tarde demais, para minha infelicidade, o quanto você é perigosa.

— Pobre borboleta - respondeu a chama - eu não sou o Sol, como você tolamente pensou. Sou apenas uma luz. E aqueles que não conseguem aproximar-se de mim com cautela são queimados.


Leonardo Da Vinci

Em “...voou em direção à chama passando rente a ela”, a crase aplicada se justifica pela mesma razão na frase:

Alternativas
Q2773154 Português

Leia o texto V para responder às questões 06 a 10

Texto V


A borboleta e a chama


Uma borboleta multicor voava na escuridão da noite quando viu, ao longe, uma luz. Imediatamente voou naquela direção e ao se aproximar da chama pôs-se a rodeá-la, olhando-a maravilhada. Como era bonita!

Não satisfeita em admirá-la, a borboleta resolveu aproximar-se mais da chama. Afastou-se e em seguida voou em direção à chama passando rente a ela. Viu-se subitamente caída, estonteada pela luz e muito surpresa por verificar que as pontas de suas asas estavam chamuscadas.

— Que aconteceu comigo? - pensou ela.

Mas não conseguiu entender. Era impossível crer que uma coisa tão bonita quanto à chama pudesse causar-lhe algum mal. E assim, depois de juntar um pouco de forças, sacudiu as asas e levantou voo novamente.

Rodou em círculo e mais uma vez dirigiu-se para a chama, pretendendo pousar sobre ela. E imediatamente caiu queimada, no óleo que alimentava a brilhante e pequenina chama.

— Maldita luz - murmurou a borboleta agonizante - pensei que ia encontrar em você a felicidade e em vez disso encontrei a morte. Arrependo-me desse tolo desejo, pois compreendi, tarde demais, para minha infelicidade, o quanto você é perigosa.

— Pobre borboleta - respondeu a chama - eu não sou o Sol, como você tolamente pensou. Sou apenas uma luz. E aqueles que não conseguem aproximar-se de mim com cautela são queimados.


Leonardo Da Vinci

O texto acima possui elementos coesivos que promovem sua manutenção temática. A partir dessa perspectiva, pode se afirmar que:

Alternativas
Q2773152 Português

Leia o texto V para responder às questões 06 a 10

Texto V


A borboleta e a chama


Uma borboleta multicor voava na escuridão da noite quando viu, ao longe, uma luz. Imediatamente voou naquela direção e ao se aproximar da chama pôs-se a rodeá-la, olhando-a maravilhada. Como era bonita!

Não satisfeita em admirá-la, a borboleta resolveu aproximar-se mais da chama. Afastou-se e em seguida voou em direção à chama passando rente a ela. Viu-se subitamente caída, estonteada pela luz e muito surpresa por verificar que as pontas de suas asas estavam chamuscadas.

— Que aconteceu comigo? - pensou ela.

Mas não conseguiu entender. Era impossível crer que uma coisa tão bonita quanto à chama pudesse causar-lhe algum mal. E assim, depois de juntar um pouco de forças, sacudiu as asas e levantou voo novamente.

Rodou em círculo e mais uma vez dirigiu-se para a chama, pretendendo pousar sobre ela. E imediatamente caiu queimada, no óleo que alimentava a brilhante e pequenina chama.

— Maldita luz - murmurou a borboleta agonizante - pensei que ia encontrar em você a felicidade e em vez disso encontrei a morte. Arrependo-me desse tolo desejo, pois compreendi, tarde demais, para minha infelicidade, o quanto você é perigosa.

— Pobre borboleta - respondeu a chama - eu não sou o Sol, como você tolamente pensou. Sou apenas uma luz. E aqueles que não conseguem aproximar-se de mim com cautela são queimados.


Leonardo Da Vinci

Uma das características típicas do gênero textual Fábula é a Moral da História. Poderíamos afirmar que essa Fábula não poderia ter como moral:

Alternativas
Q2773151 Português

Leia o texto V para responder às questões 06 a 10

Texto V


A borboleta e a chama


Uma borboleta multicor voava na escuridão da noite quando viu, ao longe, uma luz. Imediatamente voou naquela direção e ao se aproximar da chama pôs-se a rodeá-la, olhando-a maravilhada. Como era bonita!

Não satisfeita em admirá-la, a borboleta resolveu aproximar-se mais da chama. Afastou-se e em seguida voou em direção à chama passando rente a ela. Viu-se subitamente caída, estonteada pela luz e muito surpresa por verificar que as pontas de suas asas estavam chamuscadas.

— Que aconteceu comigo? - pensou ela.

Mas não conseguiu entender. Era impossível crer que uma coisa tão bonita quanto à chama pudesse causar-lhe algum mal. E assim, depois de juntar um pouco de forças, sacudiu as asas e levantou voo novamente.

Rodou em círculo e mais uma vez dirigiu-se para a chama, pretendendo pousar sobre ela. E imediatamente caiu queimada, no óleo que alimentava a brilhante e pequenina chama.

— Maldita luz - murmurou a borboleta agonizante - pensei que ia encontrar em você a felicidade e em vez disso encontrei a morte. Arrependo-me desse tolo desejo, pois compreendi, tarde demais, para minha infelicidade, o quanto você é perigosa.

— Pobre borboleta - respondeu a chama - eu não sou o Sol, como você tolamente pensou. Sou apenas uma luz. E aqueles que não conseguem aproximar-se de mim com cautela são queimados.


Leonardo Da Vinci

Analise as proposições do texto em relação à tipologia e gênero textual:


1. A Fábula é uma Tipologia textual e não um gênero de texto;

2. O gênero textual fábula pertence à tipologia narrativa;

3. O Gênero e a tipologia textual se definem igualmente

4. São características que definem a fábula: os animais que falam e uma linguagem erudita


Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2773150 Português

Leia o texto IV para responder às questões 04 e 05.

Texto IV


Esperança


Mário Quintana


Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano

Vive uma louca chamada Esperança

E ela pensa que quando todas as sirenas

Todas as buzinas

Todos os reco-recos tocarem

Atira-se

E — ó delicioso voo!

Ela será encontrada miraculosamente incólume na

calçada,

Outra vez criança…

E em torno dela indagará o povo:

— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?

E ela lhes dirá

(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)

Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:

— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA…

Assinale a alternativa CORRETA quanto às afirmações que se encontram entre parênteses.

Alternativas
Respostas
1401: D
1402: D
1403: A
1404: C
1405: E
1406: B
1407: E
1408: B
1409: C
1410: D
1411: D
1412: A
1413: B
1414: C
1415: D
1416: E
1417: A
1418: C
1419: D
1420: D