Questões de Concurso
Para técnico em eletrotécnica
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I. A NBR 5410 contém tabelas que definem a capacidade de condução de corrente, em amperes, a partir de informações como método de instalação do circuito, tipo de material do condutor, número de condutores carregados e seção nominal do condutor. II. Segundo a NBR 5410, os diferentes métodos de instalação (cabos unipolares ou multipolares, diretamente aterrados ou ao ar livre etc.) não impactam no cálculo da capacidade de condução de corrente, pois não possuem influência sobre as trocas termodinâmicas do condutor com o meio. III. O cálculo da capacidade de corrente visa garantir vida satisfatória aos condutores somente, dado que as temperaturas a partir das quais os materiais isolantes se degradam são muito superiores àquelas suportadas por materiais condutores. IV. As capacidades de condução de corrente dependem somente do método de instalação do circuito, do número de condutores carregados e da seção nominal do condutor. O tipo de material empregado no condutor não tem impacto no cálculo, haja vista que as diferenças entre o cobre e o alumínio, em termos de dissipação de calor para o meio, são desprezíveis.
Em relação a ensaios de transformadores de potência, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. No ensaio de perdas em carga e impedância de curto-circuito, os terminais do transformador, em geral do secundário, são curto-circuitados, e no primário é aplicada uma tensão alternada na frequência nominal, de modo que a corrente atinja seu valor nominal. Esta é a tensão de curto curto-circuito do enrolamento, e nesse ensaio são medidas a tensão no primário, a corrente e a potência no secundário.
II. No ensaio a vazio, em geral, o lado do primário fica em vazio, enquanto a tensão nominal é aplicada no lado secundário. Nesse ensaio são medidas a tensão, a corrente e a potência no primário.
III. A partir do ensaio a vazio pode-se determinar a perda do núcleo, e a partir do ensaio de curto-circuito, as perdas no cobre e, portanto, o rendimento do transformador.
IV. A partir do ensaio a vazio pode-se determinar as perdas no cobre, e a partir do ensaio de curto-circuito, as perdas do núcleo e, portanto, o rendimento do transformador.
Quando eu chegar à universidade e avistar o tamanho do campus, ficarei encantado, absorto por tudo aquilo que me espera.
I. Ao se substituir os verbos “chegar” e “avistar” por “vir” e “ver”, estes devem flexionar-se em “vir” e “ver”, respectivamente. II. Ao se substituir os verbos “chegar” e “avistar” por “vir” e “ver”, estes devem flexionar-se em “vier” e “vir”, respectivamente. III. Ao se substituir os verbos “chegar” e “avistar” por “vir” e “ver”, estes devem flexionar-se em “vim” e “vê”, respectivamente. IV. O termo “absorto” por ser substituído por “extasiado” sem prejuízo de significação. V. A palavra “quando” exerce a função de conjunção subordinativa adverbial temporal.
I. “Pesquisas científicas conduzidas nos últimos anos têm confirmado a importância e os benefícios cognitivos de aprender novos idiomas.” (linhas 01 e 02) II. “Além de poder assimilar outra linguagem e sua cultura, as vantagens de estudar idiomas envolvem o desenvolvimento da memória [...].” (linhas 02 e 03) III. “Entre adultos que falam duas ou mais línguas, os sintomas só começam aos 75,5.” (linhas 18 e 19) IV.“Publicado pelo periódico Psychological Science, um estudo da Universidade de Chicago sugere que o processo de raciocinar em outro idioma ajuda a diminuir inconsistências cognitivas e melhora o processo de tomada de decisão.” (linhas 32 a 34) V. “Uma pesquisa da Universidade de Pompeu Fabra, na Espanha, revelou que pessoas que falam mais de um idioma são mais observadoras e capazes de manter o foco sobre informações relevantes, filtrando o que não for tão importante.” (linhas 39 a 41)
“Pesquisas científicas conduzidas nos últimos anos têm confirmado a importância e os benefícios cognitivos de aprender novos idiomas.” (linhas 01 e 02)
“ [...] e ainda ajudam a atrasar algumas doenças, como o Alzheimer.” (linhas 04 e 05)
“Entre adultos que falam duas ou mais línguas, os sintomas só começam aos 75,5.” (linhas 18 e 19)
“Pessoas que sabem falar mais de um idioma, especialmente crianças, conseguem “deslocar” facilmente a atenção entre dois sistemas de fala e escrita.” (linhas 09 e 10)
Os termos destacados pertencem, respectivamente, às seguintes classes de palavras:
( ) Em “Pessoas que sabem falar mais de um idioma” (linha 09), o pronome “que” restringe o conjunto de pessoas com a capacidade de “deslocar” a atenção entre os sistemas de fala e escrita. ( ) Na frase “Pesquisas científicas conduzidas nos últimos anos têm confirmado a importância e os benefícios cognitivos de aprender novos idiomas” (linhas 01 e 02) a expressão destacada exerce a função de complemento nominal. ( ) Em “os resultados demonstram que, para adultos que só falam uma língua, a idade média para os primeiros sinais de demência começarem a se manifestar é 71,4” (linha 16 a 18), os dois “que” destacados têm a mesma função sintática. ( ) A voz verbal na frase “Vários estudos sobre o assunto foram conduzidos” (linha 16) é classificada como passiva analítica. ( ) Na frase “As pesquisas também consideraram fatores como escolaridade, nível de renda, sexo e saúde física, mas esses aspectos não alteraram os resultados” (linhas 19 a 21), a conjunção destacada introduz uma frase explicativa.

( ) O texto é constituído de linguagem verbovisual. ( ) Trata-se de um monólogo, uma vez que há apenas uma personagem. ( ) A participação da mãe é marcada predominantemente por linguagem verbal. ( ) Há mais de uma voz explicitamente marcada no texto.

I. Os termos “mas”, “porque”, “se” e “e” (primeiro, segundo, terceiro e quarto balões, respectivamente) funcionam como elementos coesivos para relacionar o dado posto como o dado novo. II. A conjunção adversativa “mas” (primeiro balão) pode ser substituída por “e” sem prejuízo de significação. III. As grafias “por que” e “porque” (primeiro e segundo balões, respectivamente) são diferentes porque a primeira ocorrência não está no início da frase e a segunda está. IV. O termo “se” (terceiro balão) desempenha a função de conjunção subordinativa causal.

I. O pronome “eu” tem o mesmo referente em todos os balões. II. O pronome “eu” exerce a função de sujeito da oração em todos os balões. III. O Texto 2 é um exemplo do gênero “tira” ou “tirinha”. IV. A principal função do destaque aos termos “mãe” (segundo balão) e “filha” (terceiro balão) é evitar que o leitor fique em dúvida de quem é a voz naquele quadro.


