Questões de Concurso Para analista de tecnologia da informação - segurança da informação

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Q1866284 Português
De cada uma das manchetes abaixo, sugerimos uma inferência. A inferência é adequada em: 
Alternativas
Q1866283 Português
Todas as frases abaixo são pensamentos sobre a modernidade; o pensamento que revela uma visão positiva sobre esse tema é:
Alternativas
Q1866282 Português

Observe a frase de um grande romancista inglês, Chesterton: “Não foi o mundo que piorou. As coberturas jornalísticas é que melhoraram muito.”


Dessa frase, deduz-se que, segundo o pensamento do autor:

Alternativas
Q1866281 Português

Um teólogo francês afirmou: “Vivemos em uma época perigosa. O homem domina a natureza, antes que tenha aprendido a dominar a si mesmo.”


Sobre esse texto, é correto afirmar que: 

Alternativas
Q1866280 Português

Observe a seguinte descrição de um museu: “Do lado de fora e diante da porta central, pude observar a enorme porta, de estilo antigo, de madeira sólida, cercada de um pequeno friso de pedra, talvez por exigência do estilo da época; ao lado, uma série de janelas do mesmo material, que, em função do horário, ainda estavam fechadas.”

Nessa descrição, nem todos os elementos do museu estão presentes; isso ocorre em muitas descrições por diferentes limitações de quem descreve. 


No caso desse segmento, a limitação descritiva provém: 

Alternativas
Q1866279 Português

Um técnico de futebol, após um primeiro tempo difícil, declarou que seu time “ia continuar marcando sob pressão”. Nesse caso, pode-se entender que o time está marcando com pressão sobre si mesmo, em lugar de pressionando o adversário.


A frase abaixo, também ligada ao mundo do futebol, que está perfeitamente lógica e coerente é:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: DPE-RS
Q1189466 Português
Ainda é possível ter privacidade em meio a celulares, redes sociais e dispositivos outros das mais variadas conexões? Os mais velhos devem se lembrar do tempo em que era feio “ouvir conversa alheia”. Hoje é impossível transitar por qualquer espaço público sem recolher informações pessoais de todo mundo. Viajando de ônibus, por exemplo, acompanham-se em conversas ao celular brigas de casal, reclamações trabalhistas, queixas de pais a filhos e vice-versa, declarações românticas, acordo de negócios, informações técnicas, transmissão de dados e um sem-número de situações de que se é testemunha compulsória. Em clara e alta voz, lances da vida alheia se expõem aos nossos ouvidos, desfazendo-se por completo a fronteira que outrora distinguia entre a intimidade e a mais aberta exposição. Nas redes sociais, emoções destemperadas convivem com confissões perturbadoras, o humor de mau gosto disputa espaço com falácias políticas – tudo deixando ver que agora o sujeito só pode existir na medida em que proclama para o mundo inteiro seu gosto, sua opinião, seu juízo, sua reação emotiva. É como se todos se obrigassem a deixar bem claro para o resto da humanidade o sentido de sua existência, seu propósito no mundo. A discrição, a fala contida, o recolhimento íntimo parecem fazer parte de uma civilização extinta, de quando fazia sentido proteger os limites da própria individualidade. Em meio a tais processos da irrestrita divulgação da personalidade, as reticências, a reflexão silenciosa e o olhar contemplativo surgem como sintomas problemáticos de alienação. Impõe-se um tipo de coletivismo no qual todos se obrigam a se falar, na esperança de que sejam ouvidos por todos. Nesse imenso ruído social, a reclamação por privacidade é recebida como o mais condenável egoísmo. Pretender identificar-se como um sujeito singular passou a soar como uma provocação escandalosa, em tempos de celebração do paradigma público da informação
(Jeremias Tancredo Paz, inédito)
Os elementos sublinhados são exemplos de uma mesma função sintática no seguinte segmento: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: DPE-RS
Q1188140 Legislação da Defensoria Pública
De acordo com a Lei Complementar Federal no 80/1994, os órgãos de atuação da Defensoria Pública da União, em cada Estado, serão dirigidos por Defensor Público-Chefe, designado pelo Defensor Público-Geral. Ao Defensor Público-Chefe, sem prejuízo de suas funções institucionais, compete, dentre outras,
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: DPE-RS
Q1187394 Português
Ainda é possível ter privacidade em meio a celulares, redes sociais e dispositivos outros das mais variadas conexões? Os mais velhos devem se lembrar do tempo em que era feio “ouvir conversa alheia”. Hoje é impossível transitar por qualquer espaço público sem recolher informações pessoais de todo mundo. Viajando de ônibus, por exemplo, acompanham-se em conversas ao celular brigas de casal, reclamações trabalhistas, queixas de pais a filhos e vice-versa, declarações românticas, acordo de negócios, informações técnicas, transmissão de dados e um sem-número de situações de que se é testemunha compulsória. Em clara e alta voz, lances da vida alheia se expõem aos nossos ouvidos, desfazendo-se por completo a fronteira que outrora distinguia entre a intimidade e a mais aberta exposição. Nas redes sociais, emoções destemperadas convivem com confissões perturbadoras, o humor de mau gosto disputa espaço com falácias políticas – tudo deixando ver que agora o sujeito só pode existir na medida em que proclama para o mundo inteiro seu gosto, sua opinião, seu juízo, sua reação emotiva. É como se todos se obrigassem a deixar bem claro para o resto da humanidade o sentido de sua existência, seu propósito no mundo. A discrição, a fala contida, o recolhimento íntimo parecem fazer parte de uma civilização extinta, de quando fazia sentido proteger os limites da própria individualidade. Em meio a tais processos da irrestrita divulgação da personalidade, as reticências, a reflexão silenciosa e o olhar contemplativo surgem como sintomas problemáticos de alienação. Impõe-se um tipo de coletivismo no qual todos se obrigam a se falar, na esperança de que sejam ouvidos por todos. Nesse imenso ruído social, a reclamação por privacidade é recebida como o mais condenável egoísmo. Pretender identificar-se como um sujeito singular passou a soar como uma provocação escandalosa, em tempos de celebração do paradigma público da informação
(Jeremias Tancredo Paz, inédito)
Considerando-se o contexto, o autor se vale do segmento 
Alternativas
Q490085 Segurança da Informação
Com relação a recomendações para o planejamento e a operação de um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI), os documentos ISO 27001, ISO 27002 e ISO 27005 contêm, respectivamente,
Alternativas
Q490084 Redes de Computadores
Sobre os protocolos para uso em VoIP e videoconferência, é CORRETO dizer que
Alternativas
Q490083 Redes de Computadores
Sobre os componentes e as tecnologias usadas em Storage Area Networks, é CORRETO dizer que
Alternativas
Q490082 Sistemas Operacionais
Com relação aos softwares que fazem parte da plataforma de virtualização VMware, é CORRETO dizer que
Alternativas
Q490081 Redes de Computadores
Com relação a ferramentas e a protocolos usados no contexto de gerenciamento de redes, é CORRETO dizer que
Alternativas
Q490080 Segurança da Informação
Quando um remetente apresenta ao destinatário um certificado emitido por uma Autoridade Certificadora, o destinatário deve usar a chave
Alternativas
Q490079 Segurança da Informação
Com relação ao uso do algoritmo RSA para autenticação e confidencialidade, é CORRETO dizer que, para obter
Alternativas
Q490078 Redes de Computadores
Com relação às ferramentas Iptables, Squid e Snort, é CORRETO dizer que
Alternativas
Q490077 Segurança da Informação
O ataque de SYN flood consiste em
Alternativas
Q490076 Segurança da Informação
Os serviços indicados para serem abrigados na rede DMZ de uma instituição são
Alternativas
Q490075 Segurança da Informação
Com relação ao uso da criptografia de chave simétrica e da criptografia de chave pública, é CORRETO dizer que
Alternativas
Respostas
241: A
242: B
243: E
244: D
245: C
246: B
247: C
248: D
249: B
250: A
251: C
252: B
253: A
254: B
255: A
256: A
257: B
258: D
259: E
260: C