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Estudos epidemiológicos têm mostrado que doenças e limitações são consequências inevitáveis do envelhecimento.
Uma das consequências do crescimento da população idosa é o aumento da demanda por serviços médicos e sociais.
A amamentação, a prática de atividade física e a alimentação saudável, com a manutenção do peso corporal, estão associadas a um menor risco de desenvolvimento do câncer de mama.
A idade continua sendo um dos mais importantes fatores de risco. As taxas de incidência aumentam rapidamente até os 50 anos e, posteriormente, esse aumento ocorre de forma mais lenta.
Os fatores de risco relacionados à vida reprodutiva da mulher (menarca tardia, nuliparidade, idade da primeira gestação a termo acima dos 30 anos de idade, anticoncepcionais orais, menopausa precoce e terapia de reposição hormonal) estão bem estabelecidos em relação ao desenvolvimento do câncer de mama.
O número de casos novos de câncer de mama esperados para o Brasil em 2010 é de aproximadamente 50.000 casos novos, com um risco estimado de 49 casos a cada 100 mil mulheres.
O câncer de mama é o segundo tipo mais comum de câncer entre as mulheres.
Tendo texto acima como referência inicial, julgue o item seguinte.
A epidemiologia descritiva não pode fazer uso de dados secundários (dados preexistentes de mortalidade e hospitalizações, por exemplo) e primários (dados coletados para o desenvolvimento do estudo).
Tendo texto acima como referência inicial, julgue o item seguinte.
Uma característica fundamental de muitos cânceres é que a incidência e as taxas de mortalidade aumentam exponencialmente com o aumento da idade do indivíduo.
Tendo texto acima como referência inicial, julgue o item seguinte.
Taxa de mortalidade por câncer representa o numero total de mortes, geralmente expressa por 10.000 habitantes em um determinado período.
Tendo texto acima como referência inicial, julgue o item seguinte.
A ocorrência do câncer é mensurada pela taxa de incidência e geralmente expressa por 10.000 pessoas/ano.
As ações e serviços públicos de saúde não são considerados de relevância pública, podendo sua execução ser feita diretamente ou por terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado.
As ações e serviços públicos de saúde executados pelo SUS devem ser organizados de forma regionalizada e hierarquizados em nível de complexidade crescente.
As regiões de saúde podem ser intermunicipais, intermunicipais, interestaduais e fronteiriças.
As regiões de saúde são recortes territoriais em espaço geográfico contínuo, identificadas pelos gestores municipais e estaduais a partir de identidades comuns culturais, econômicas ou sociais e da existência de interligações por redes de comunicação, infraestrutura ou transportes.
O Pacto de Gestão estabelece diretrizes para a gestão do sistema nos aspectos da participação e do controle social.
O Pacto em Defesa do SUS define as prioridades para o SUS.
O Pacto pela Vida propõe uma agenda de repolitização do SUS com a sociedade e a busca de financiamento adequado.
O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade não deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem-estar.
A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, e por isso se exige, como contrapartida, que a moralidade administrativa se integre no direito, como elemento indissociável de sua aplicação e de sua finalidade.