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A tipagem de HLA de classe II é feita amplificando as sequências dos genes DRB1 e DQB1, com base nos bancos de dados de sequenciamento HLA, por meio do método de PCR–SSOP.
Os grupos sanguíneos são clinicamente importantes em terapia transfusional, em transplantes de órgãos e na incompatibilidade materno-fetal e têm aplicação em medicina forense na investigação de paternidade.
A rejeição hiperaguda pode ser evitada na maioria dos casos pela correta identificação ABO (ABO-idêntico) e pela confirmação positiva de reação cruzada contra linfócitos.
A detecção de anticorpos reativos anti-HLA alogênico no soro de um paciente em lista de espera para receber um transplante de órgão, realizada por meio do teste do painel de reatividade de anticorpos, identifica o risco de reação hiperaguda ou vascular aguda.
Estudos populacionais recentes, realizados a partir de uma amostra de indivíduos eurobrasileiros, mostraram as seguintes frequências de grupos sanguíneos do sistema ABO: O – 41%; A – 45%; B – 5% e AB – 9%.
O painel de reatividade de anticorpos é determinado uma única vez durante a triagem inicial do paciente.
O gene H determina a produção da enzima H-transferase, catalisadora da reação que adiciona D-galoctose à L-fucose convertendo-a em antígeno H.
Os indivíduos que carecem das transferases A e B são fenotipicamente do grupo Oh.
A reação em cadeia da polimerase (PCR) permite a tipagem mais completa dos loci da classe II, para os alelos HLA-DR, HLA-DQ e HLA-DP de qualquer célula, proporcionando uma tipagem tecidual precisa.
O método de linfocitotoxicidade dependente de complemento tem sido utilizado como técnica padrão para a tipagem sorológica de HLA de classe I e de classe II.
Trombose, agregação plaquetária e hemorragia são expressos, clinicamente, pelo resultado da ação de anticorpos ligados ao enxerto que fixam complemento e causam dano ao endotélio vascular.
O método quantitativo de reunir dados de vários estudos relativos a um mesmo assunto, com o objetivo de reduzir as deficiências da literatura, é conhecido como meta-análise.
Os estudos da fase III são realizados para se confirmar se os resultados obtidos na fase anterior são aplicáveis em uma grande parte da população doente. Nessa fase, o medicamento já foi aprovado para ser comercializado.
Estudos da fase II são desenhados para se definir a relação entre a dose e a toxicidade de determinado medicamento. Servem, ainda, para testar modos diferentes de administração de um mesmo tratamento.
Os estudos da fase I visam estabelecer o espectro de ação clínica, ou resposta, de uma substância ou combinação de drogas.
O valor de p expressa a probabilidade de que a correlação encontrada entre as variáveis em um estudo seja devida ao acaso, ou seja, quando o valor de p é <0,05, é provável que a diferença se deva ao acaso.
Fatores prognósticos são importantes para prever a evolução da doença, definir subgrupos com diferentes riscos, orientar o planejamento de ensaios clínicos, além de propor ideias e questões para estudos futuros.
A análise univariada tem as vantagens de ser de execução relativamente fácil, eliminar covariáveis irrelevantes e avaliar o valor prognóstico de cada variável de maneira independente.
O gráfico utilizado para medir a fração de pacientes vivos por certo período de tempo é conhecida como fórmula de Greenwood.
A censura é um evento comum em estudos clínicos e sem maiores repercussões na análise de sobrevida.