Questões de Concurso
Para tecnólogo
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Normalmente, este protótipo é construído antes que qualquer trabalho estético seja desenvolvido, tendo como principal objetivo a navegação e disposição do conteúdo e de seus elementos que constituem a interface gráfica de um produto digital. Este protótipo é, portanto, uma ilustração simplificada do layout de elementos fundamentais da interface gráfica (como menus, botões, textos e imagens). Esse protótipo também utilizado em design de interface para sugerir a estrutura de um website ou aplicativo e a relação entre suas páginas no design de interfaces,
O protótipo descrito no texto é chamado de
Observe a imagem a seguir.

Disponível em: https://image.slidesharecdn.com/anatomiatipogrfica-100318082600- phpapp02/95/anatomia-tipogrfica-29-728.jpg?cb=1268900885. Acesso em: 19 set. 2022. (Adaptado)
Alguns aspectos da tipografia tradicional são até hoje utilizados, especialmente com relação à nomenclatura para descrever cada parte específica da anatomia do tipo, ou seja, suas partes constituintes. Na imagem, os números 1, 2, 3 e 4 correspondem, respectivamente, à
O processo de ordenar as páginas de uma publicação em cadernos dentro dos formatos gráficos, para obter o melhor aproveitamento possível de papel na etapa de pré-impressão e, posteriormente, gerar as matrizes para impressão, é tecnicamente chamado de
Observe a imagem a seguir, que é ilustrativa da sobreposição de retícula – Moiré.

Nas artes gráficas, é comum para os que trabalham com imagens enfrentar problemas de sobreposição com a impressão de retículas. Um dos erros mais encontrados se refere a um fenômeno óptico conhecido como Moiré, isto é, quando dois padrões de retícula – com frequência e/ou inclinações diferentes – são aplicados um sobre o outro. Além de gerar texturas estranhas sobre a imagem, esse erro também pode alterar as cores originais do impresso. Esse fenômeno é também conhecido pelo nome de
Leia o texto a seguir.
Os formatos de papéis para impressão no padrão internacional ISO 216 (Série B), define os tamanhos de papel utilizados em quase todos os países. Tais padrões, possuem a propriedade de se manterem proporcionais, uma vez que suas dimensões são obtidas a partir de uma folha no formato B0 que mede 1000 mm x 1414 mm, e que é sucessivamente cortada pela metade para obtenção dos demais formatos subsequentes, mantendo-se assim, sempre o tamanho de um dos lados do papel a cada novo corte sucessivo.
De acordo com as informações do texto, as medidas 707 mm x 1000 mm e 500 mm x 707 mm correspondem, respectivamente, às dimensões finais de papéis nos formatos
Observe a imagem e leia o texto que a acompanha, a seguir.

Com forte influência advinda das artes decorativas, esse estilo artístico é conhecido como
Observe a figura a seguir.

Marca institucional do IFG. Instituto Federal.
Disponível em:
<https://www.ifg.edu.br/attachments/article/1008/manualaplicacaoif201
5.pdf> Acesso em: 12 set. 2022
No manual de aplicação, os elementos gráficos e textuais que compõem a marca do Instituto Federal de Goiás (IFG) são cuidadosamente dimensionados a partir de
Observe a imagem e leia o texto a seguir.

Imagem: Mapa do Metrô de Londres. Henry Charles Beck, Janeiro de 1933. Litografia Colorida, Primeira Edição (Dimensões 9.0 x 6.3 in). Impresso pela Waterlow & Sons Ltd., London, Dunstable, Watford. Disponível em: http://amodern.net/article/henry-c-beck-material-culture-and-the-londontube-map-of-1933/. Acesso em: 12 set. 2022.
Segundo Rudolf Arnhein, é possivel mostrar algumas propriedades particulares de um objeto, e com frequência conseguir melhor a finalidade de se comunicar, afastando-se marcadamente da aparência “fotográfica” ou fiel do objeto. O mapa de bolso das linhas do metrô de Londres publicado pela London Transport Corporation, é um dos exemplos que Arnhein cita, pois o mesmo oferece as informações necessárias com maior clareza, suprimindo alguns detalhes geográficos, com exceção dos aspectos topológicos pertinentes, e ao mesmo tempo agrada aos olhos pela harmonia do seu projeto.
Fonte: ARNHEIN, Rudolf. Arte e Percepção Visual – Uma Psicologia da Visão Criadora. Nova Versão. São Paulo: Cengage Learning, 2008. p. 148.
A esse recurso, comumente utilizado não somente pelos artistas, mas, sobretudo, pelos designers, é denominado de
Observe a figura a seguir.

Disponível em: https://nonosanoscsa.blogspot.com/2013/09/teoria-dascores-cor-so-existe-porque.html - Acesso em: 12 set. 2022
A cor produzida pela dispersão da luz sobre os vários corpos refratares, como em um prisma por exemplo, é conhecida como cor