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Considere que um Analista esteja participando de um projeto que utiliza as melhores práticas da Extreme Programming − XP. No início de uma iteração a equipe de desenvolvimento, da qual o Analista fazia parte, convidou o cliente a escrever as funcionalidades que desejava no sistema em pequenos cartões chamados user stories. Depois disso, a equipe de desenvolvimento estimou o tempo e o custo de cada funcionalidade para o cliente. O cliente foi informado do tempo e custo, e foi solicitado a decidir a prioridade em que cada user story deveria ser desenvolvida.
Esta prática XP é conhecida como
Considere a classe abaixo, que compõe um diagrama UML 2.5, criada por um Analista para uma aplicação orientada a objetos da Defensoria Pública.

A classe ServicoBusca
Considere a figura abaixo.

A figura ilustra um exemplo de gerenciamento de processos e fluxos de execução pelo Sistema Operacional − SO. Neste contexto
é correto afirmar que
Considere um processador em cujo conjunto de instruções há instruções de um operando, que utilizam um único registrador aritmético na CPU, conhecido como acumulador. A instrução load carrega o operando no acumulador; mult multiplica o operando pelo valor que está no acumulador e armazena o resultado no acumulador; add realiza a soma do operando ao valor que está no acumulador; store armazena o valor do acumulador no operando.
Com base nas instruções de um operando, um Analista escreveu o seguinte código:
load B
mult C
add D
store X
O código corresponde à operação:
Texto 02:
O menino que me olha
(...) Não andamos muito elegantes, nestes tempos estranhos. Não andamos muito éticos, nestes tempos loucos. Não que as coisas tenham sido muito melhores no tempo dos gregos, quando na filosófica Atenas a mulher era pouco mais do que um animal sem alma, era normal ter escravos e a guerra era o pão nosso. Ou na Idade Média, quando eu seria no mínimo candidata à fogueira, não a da inveja, mas a concreta mesmo; nossos filhos teriam morrido nas Cruzadas matando alguém no Oriente (nada de novo na face da Terra). (...)
Luft, Lya. O menino que me olha. Veja, São Paulo, Abril, 30 jun. 2004. Coluna Ponto de Vista, p.20
Texto 02:
O menino que me olha
(...) Não andamos muito elegantes, nestes tempos estranhos. Não andamos muito éticos, nestes tempos loucos. Não que as coisas tenham sido muito melhores no tempo dos gregos, quando na filosófica Atenas a mulher era pouco mais do que um animal sem alma, era normal ter escravos e a guerra era o pão nosso. Ou na Idade Média, quando eu seria no mínimo candidata à fogueira, não a da inveja, mas a concreta mesmo; nossos filhos teriam morrido nas Cruzadas matando alguém no Oriente (nada de novo na face da Terra). (...)
Luft, Lya. O menino que me olha. Veja, São Paulo, Abril, 30 jun. 2004. Coluna Ponto de Vista, p.20