Foram encontradas 2.271 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2712354 Português

Analise o seguinte slogan de uma campanha publicitária para responder às próximas duas(2) questões:


IMPLANTE CONHECIMENTO”.

Observe como o slogan destacou o “IM”: “IMPLANTE O CONHECIMENTO”.


Assinale a alternativa correta sobre o processo de formação de palavras presente no termo “implante”:

Alternativas
Q2712353 Português

Atenção: Leia atentamente a charge a seguir para responder às próximas duas(2) questões:



(Disponível em: < http://3.bp.blogspot.com/-

9VeUwdqEKek/U0aPAL2HwII/AAAAAAAAC6w/LgiGibJsEJ4/s1600/tosse.jpg > Acesso em: 06 maio de 2014)

Platão e Fiorin explicam que a coerência no nível da linguagem ocorre quando se escolhe a variedade linguística (léxico e estruturas sintáticas) de acordo com o público-alvo do texto. “Assim, é incoerente colocar expressões chulas ou da linguagem informal num texto caracterizado pela norma culta formal” (2006, p. 400). Baseando-se nessa informação, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2712352 Português

Atenção: Leia atentamente a charge a seguir para responder às próximas duas(2) questões:



(Disponível em: < http://3.bp.blogspot.com/-

9VeUwdqEKek/U0aPAL2HwII/AAAAAAAAC6w/LgiGibJsEJ4/s1600/tosse.jpg > Acesso em: 06 maio de 2014)

Analise as informações dadas a respeito da charge:


I – O humor da charge decorre da quebra de expectativa do leitor, pois ao ler a expressão coloquial: “você vai ver o que é bom pra tosse”, espera-se que o personagem bata no garoto.

II – A ambiguidade presente na expressão “você vai ver o que é bom pra tosse” é intencional, isto é, constitui um recurso de estilo e não um vício de linguagem.

III – A ambiguidade presente na expressão “você vai ver o que é bom pra tosse”, embora seja um dos elementos responsáveis pelo humor, ainda assim constitui um vício de linguagem, pois não importa o contexto, deve-se usar sempre o vocabulário adequado, evitando ambiguidades.

IV – O uso do vocativo “Aê, maluco!” constitui uma forma de expressão usada na linguagem informal e também pode contribuir para a expectativa de que haverá uma agressão.

V – O uso do sujeito “Aê, maluco!” constitui uma gíria condenada em situações formais e constitui um indício de agressão.


Estão corretas apenas as afirmativas feitas em:

Alternativas
Q2712350 Português

Atenção, baseie-se no texto a seguir: “Hipocrisias, vícios e virtudes”, de Helio Schwartsman, para responder às próximas cinco (5) questões.


SÃO PAULO - O que me fascina na mente humana é sua capacidade de dissolver contradições e, com isso, transformar o que todos veem como inequívocas violações morais, se não em virtudes, ao menos em deslizes menores – quando não em mera intriga de opositores.

Esse roteiro se aplica a todos, do assassino que se justifica apelando aos maus-tratos a que foi submetido na infância até o sujeito que recorre à neurociência para explicar por que não pôde deixar de olhar para as pernas da moça bonita. Mas, se há uma categoria para a qual ele cai como uma luva, é a dos políticos e religiosos que, flagrados entre fatos inegáveis e declarações desastradas, vão se enredando em escândalos com potencial de destruir suas carreiras.

Esse é o caso do ainda deputado André Vargas e, um pouco antes, o do ex-senador Demóstenes Torres. Mas a lista poderia ser ampliada para incluir representantes de todas as confissões e ideologias. Por uma combinação de sadismo com igualitarismo, nós nos deleitamos ao ver figuras poderosas caindo em desgraça.

É preciso, porém, cuidado para não incorrer no mesmo erro que eles e nos imaginarmos imunes a essas vicissitudes. É verdade que a maioria de nós, por não posar de baluartes da ética, jamais tombaremos tão feio. Mas isso não significa que não lidemos diariamente com nossas pequenas e médias hipocrisias.

Uma série de experimentos psicológicos revela que, sob as condições certas, isto é, com a garantia de que não seremos apanhados e qualquer coisa que se assemelhe a uma justificativa, a maioria de nós trapaceia. Pior, acabamos acreditando, ainda que claudicantemente, nessa justificativa. Se não fosse assim, seríamos incapazes de cultivar uma autoimagem pelo menos aceitável.

Mais do que a homenagem que o vício presta à virtude, a hipocrisia é a forma que o cérebro encontrou para lidar com as complexidades e ambiguidades que povoam nossas vidas.


(Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1442412-hipocrisias-vicios-evirtudes.shtml > Acesso em: 06 de maio de 2014)

Alguns dos assuntos explorados no texto podem ser relacionados aos ditados populares abaixo, excetuando-se:

Alternativas
Q2712349 Português

Atenção, baseie-se no texto a seguir: “Hipocrisias, vícios e virtudes”, de Helio Schwartsman, para responder às próximas cinco (5) questões.


SÃO PAULO - O que me fascina na mente humana é sua capacidade de dissolver contradições e, com isso, transformar o que todos veem como inequívocas violações morais, se não em virtudes, ao menos em deslizes menores – quando não em mera intriga de opositores.

Esse roteiro se aplica a todos, do assassino que se justifica apelando aos maus-tratos a que foi submetido na infância até o sujeito que recorre à neurociência para explicar por que não pôde deixar de olhar para as pernas da moça bonita. Mas, se há uma categoria para a qual ele cai como uma luva, é a dos políticos e religiosos que, flagrados entre fatos inegáveis e declarações desastradas, vão se enredando em escândalos com potencial de destruir suas carreiras.

Esse é o caso do ainda deputado André Vargas e, um pouco antes, o do ex-senador Demóstenes Torres. Mas a lista poderia ser ampliada para incluir representantes de todas as confissões e ideologias. Por uma combinação de sadismo com igualitarismo, nós nos deleitamos ao ver figuras poderosas caindo em desgraça.

É preciso, porém, cuidado para não incorrer no mesmo erro que eles e nos imaginarmos imunes a essas vicissitudes. É verdade que a maioria de nós, por não posar de baluartes da ética, jamais tombaremos tão feio. Mas isso não significa que não lidemos diariamente com nossas pequenas e médias hipocrisias.

Uma série de experimentos psicológicos revela que, sob as condições certas, isto é, com a garantia de que não seremos apanhados e qualquer coisa que se assemelhe a uma justificativa, a maioria de nós trapaceia. Pior, acabamos acreditando, ainda que claudicantemente, nessa justificativa. Se não fosse assim, seríamos incapazes de cultivar uma autoimagem pelo menos aceitável.

Mais do que a homenagem que o vício presta à virtude, a hipocrisia é a forma que o cérebro encontrou para lidar com as complexidades e ambiguidades que povoam nossas vidas.


(Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1442412-hipocrisias-vicios-evirtudes.shtml > Acesso em: 06 de maio de 2014)

Analise se as afirmações a seguir são coerentes ao pensamento do autor.


I – O autor defende que, no cotidiano, estamos ilesos às vicissitudes, não amenizamos as contradições que possibilitam transformar violações morais em pequenos delitos.

II – O autor acredita que nós sentimos deleite ao ver figuras poderosas cair em desgraça devido a uma mistura de sadismo com igualitarismo. Contudo, somos imunes a essas vicissitudes, pois não posamos de baluartes da ética.

III – O autor afirma que nós sentimos prazer ao ver pessoas ilustres transformando inequívocas violações morais em pequenos delitos e, por isso, caindo em desgraça. Mas adverte que nós não estamos imunes a essas eventualidades.

IV – Para o autor, figuras ilustres metem-se em escândalos capazes de destruir suas carreiras justamente por conta dessa capacidade que o ser humano tem de dissolver as contradições e isso, por sua vez, permite que as violações morais sejam consideradas pequenos delitos ou até mesmo intriga da oposição.

V – Os experimentos psicológicos citados pelo autor demonstram que a maioria, em condições ideais, está propensa a cometer pequenos deslizes.

VI – Apenas uma minoria de pessoas ilustres é hipócrita e cede aos seus desejos perante a moral.

VII – O autor revela-se pessimista sobre a conduta das pessoas de uma forma geral, concluindo que a hipocrisia é uma forma que o cérebro encontrou para lidarmos com situações complexas e ambíguas.


Estão corretas as afirmativas feitas somente em:

Alternativas
Q2712348 Português

Atenção, baseie-se no texto a seguir: “Hipocrisias, vícios e virtudes”, de Helio Schwartsman, para responder às próximas cinco (5) questões.


SÃO PAULO - O que me fascina na mente humana é sua capacidade de dissolver contradições e, com isso, transformar o que todos veem como inequívocas violações morais, se não em virtudes, ao menos em deslizes menores – quando não em mera intriga de opositores.

Esse roteiro se aplica a todos, do assassino que se justifica apelando aos maus-tratos a que foi submetido na infância até o sujeito que recorre à neurociência para explicar por que não pôde deixar de olhar para as pernas da moça bonita. Mas, se há uma categoria para a qual ele cai como uma luva, é a dos políticos e religiosos que, flagrados entre fatos inegáveis e declarações desastradas, vão se enredando em escândalos com potencial de destruir suas carreiras.

Esse é o caso do ainda deputado André Vargas e, um pouco antes, o do ex-senador Demóstenes Torres. Mas a lista poderia ser ampliada para incluir representantes de todas as confissões e ideologias. Por uma combinação de sadismo com igualitarismo, nós nos deleitamos ao ver figuras poderosas caindo em desgraça.

É preciso, porém, cuidado para não incorrer no mesmo erro que eles e nos imaginarmos imunes a essas vicissitudes. É verdade que a maioria de nós, por não posar de baluartes da ética, jamais tombaremos tão feio. Mas isso não significa que não lidemos diariamente com nossas pequenas e médias hipocrisias.

Uma série de experimentos psicológicos revela que, sob as condições certas, isto é, com a garantia de que não seremos apanhados e qualquer coisa que se assemelhe a uma justificativa, a maioria de nós trapaceia. Pior, acabamos acreditando, ainda que claudicantemente, nessa justificativa. Se não fosse assim, seríamos incapazes de cultivar uma autoimagem pelo menos aceitável.

Mais do que a homenagem que o vício presta à virtude, a hipocrisia é a forma que o cérebro encontrou para lidar com as complexidades e ambiguidades que povoam nossas vidas.


(Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1442412-hipocrisias-vicios-evirtudes.shtml > Acesso em: 06 de maio de 2014)

A expressão “Esse roteiro” refere-se

Alternativas
Q2712347 Português

Atenção, baseie-se no texto a seguir: “Hipocrisias, vícios e virtudes”, de Helio Schwartsman, para responder às próximas cinco (5) questões.


SÃO PAULO - O que me fascina na mente humana é sua capacidade de dissolver contradições e, com isso, transformar o que todos veem como inequívocas violações morais, se não em virtudes, ao menos em deslizes menores – quando não em mera intriga de opositores.

Esse roteiro se aplica a todos, do assassino que se justifica apelando aos maus-tratos a que foi submetido na infância até o sujeito que recorre à neurociência para explicar por que não pôde deixar de olhar para as pernas da moça bonita. Mas, se há uma categoria para a qual ele cai como uma luva, é a dos políticos e religiosos que, flagrados entre fatos inegáveis e declarações desastradas, vão se enredando em escândalos com potencial de destruir suas carreiras.

Esse é o caso do ainda deputado André Vargas e, um pouco antes, o do ex-senador Demóstenes Torres. Mas a lista poderia ser ampliada para incluir representantes de todas as confissões e ideologias. Por uma combinação de sadismo com igualitarismo, nós nos deleitamos ao ver figuras poderosas caindo em desgraça.

É preciso, porém, cuidado para não incorrer no mesmo erro que eles e nos imaginarmos imunes a essas vicissitudes. É verdade que a maioria de nós, por não posar de baluartes da ética, jamais tombaremos tão feio. Mas isso não significa que não lidemos diariamente com nossas pequenas e médias hipocrisias.

Uma série de experimentos psicológicos revela que, sob as condições certas, isto é, com a garantia de que não seremos apanhados e qualquer coisa que se assemelhe a uma justificativa, a maioria de nós trapaceia. Pior, acabamos acreditando, ainda que claudicantemente, nessa justificativa. Se não fosse assim, seríamos incapazes de cultivar uma autoimagem pelo menos aceitável.

Mais do que a homenagem que o vício presta à virtude, a hipocrisia é a forma que o cérebro encontrou para lidar com as complexidades e ambiguidades que povoam nossas vidas.


(Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1442412-hipocrisias-vicios-evirtudes.shtml > Acesso em: 06 de maio de 2014)

Para Schwartsman, os que mais acabam com as contradições e cometem violações morais são:

Alternativas
Q2712346 Português

Atenção, baseie-se no texto a seguir: “Hipocrisias, vícios e virtudes”, de Helio Schwartsman, para responder às próximas cinco (5) questões.


SÃO PAULO - O que me fascina na mente humana é sua capacidade de dissolver contradições e, com isso, transformar o que todos veem como inequívocas violações morais, se não em virtudes, ao menos em deslizes menores – quando não em mera intriga de opositores.

Esse roteiro se aplica a todos, do assassino que se justifica apelando aos maus-tratos a que foi submetido na infância até o sujeito que recorre à neurociência para explicar por que não pôde deixar de olhar para as pernas da moça bonita. Mas, se há uma categoria para a qual ele cai como uma luva, é a dos políticos e religiosos que, flagrados entre fatos inegáveis e declarações desastradas, vão se enredando em escândalos com potencial de destruir suas carreiras.

Esse é o caso do ainda deputado André Vargas e, um pouco antes, o do ex-senador Demóstenes Torres. Mas a lista poderia ser ampliada para incluir representantes de todas as confissões e ideologias. Por uma combinação de sadismo com igualitarismo, nós nos deleitamos ao ver figuras poderosas caindo em desgraça.

É preciso, porém, cuidado para não incorrer no mesmo erro que eles e nos imaginarmos imunes a essas vicissitudes. É verdade que a maioria de nós, por não posar de baluartes da ética, jamais tombaremos tão feio. Mas isso não significa que não lidemos diariamente com nossas pequenas e médias hipocrisias.

Uma série de experimentos psicológicos revela que, sob as condições certas, isto é, com a garantia de que não seremos apanhados e qualquer coisa que se assemelhe a uma justificativa, a maioria de nós trapaceia. Pior, acabamos acreditando, ainda que claudicantemente, nessa justificativa. Se não fosse assim, seríamos incapazes de cultivar uma autoimagem pelo menos aceitável.

Mais do que a homenagem que o vício presta à virtude, a hipocrisia é a forma que o cérebro encontrou para lidar com as complexidades e ambiguidades que povoam nossas vidas.


(Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/04/1442412-hipocrisias-vicios-evirtudes.shtml > Acesso em: 06 de maio de 2014)

No artigo, Schwartsman defende a tese segundo a qual

Alternativas
Q409423 Comunicação Social
Ter um plano para se relacionar com a mídia é a etapa inicial do trabalho de assessoria de imprensa. Consiste em estudar minuciosamente o perfil da instituição para levantar possíveis assuntos que possam interessar à imprensa, pesquisar o fluxo de informação ideal para conectar tal empresa aos jornalistas e intuir riscos de aparecimento de notícias negativas. Feito isso, um planejamento é preparado com a finalidade de iniciar o relacionamento entre instituição e mídia. Com relação a esse assunto, é correto afirmar que a fase seguinte é o media-training, que
Alternativas
Q409422 Jornalismo
Inicialmente, o jornalismo de televisão copiou o formato do rádio. As primeiras notícias eram lidas diante da câmera, mas logo se notou a importância do apresentador, que demonstrava o jornalismo por meio da aparência, da expressão facial e da entonação. Algum tempo depois, surgiram as imagens que, no início, não possuíam som, até se chegar ao que se tem hoje: matérias gravadas ou ao vivo com o uso de uma câmara gravadora e transmissão de imagens via satélite. Acerca desse tema, é correto afirmar que, para noticiar as hard news,
Alternativas
Q409421 Jornalismo
Proporção é a medida de tamanho e quantidade de elementos de uma composição visual. Uma capa, por exemplo, com todos os elementos bem proporcionados e usados para obter efeito gráfico, é fruto de uma eficiente diagramação. Com relação ao uso das fotos e (ou) ilustrações em uma publicação jornalística, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q409420 Comunicação Social
Proposta pela alemã Elisabeth Noelle-Neumann, a ideia central de sua teoria situa-se na possibilidade de que os agentes sociais podem ser isolados de seus grupos de convívio, caso expressem publicamente opiniões diferentes daquelas que o grupo considera dominantes. Isso significa dizer que o isolamento das pessoas, o afastamento do convívio social, acaba sendo o que aciona o mecanismo do fenômeno da opinião pública, já que os agentes sociais têm aguda percepção do clima de opinião.

Considerando o exposto, é correto afirmar que essas informações se referem ao (à)
Alternativas
Q409419 Comunicação Social
Para as organizações sérias e comprometidas, o instrumento de comunicação é o que permitirá seu reconhecimento perante a sociedade, principalmente nesse novo milênio em que o mundo globalizado elevou a informação a um produto de grande valor. Importante, então, é o trabalho do assessor de imprensa, que deve facilitar a relação entre o cliente – empresa, pessoa física, entidades e instituições – e os veículos de comunicação. Acerca desse tema, é correto afirmar que a conquista da confiança entre eles se consolida, principalmente, quando
Alternativas
Q409418 Comunicação Social
Elemento fundamental para o entendimento do que vem a ser o jornal impresso enquanto dispositivo informativo/ideológico e da própria atividade jornalística como práxis da esfera pública moderna. Além disso, esse elemento singulariza os fatos, a partir da temporalidade e de outras especificidades geográficas/políticas/históricas e, juntamente com a narrativa, é o que garante noticiabilidade para determinados fatos sociais da pauta jornalística.

Considerando que Sodré (2009) concentra sua discussão teórica no entendimento dos aspectos que garantem noticiabilidade aos fatos, é correto afirmar que, segundo esse autor, a descrição apresentada refere-se ao
Alternativas
Q409417 Comunicação Social
A internet não é apenas mais um meio de comunicação, ela introduz um novo paradigma ou modelo de comunicação. Segundo McQuail e Windahl, os “modelos” da comunicação são descrições que simplificam a realidade, selecionam elementos-chave e indicam relações. A internet como meio interativo caracteriza-se por uma série de trocas comunicativas, sendo possível considerar três diferentes tipos de interatividade: utilizador-sistema, utilizador-documentos e utilizador-utilizador. Acerca desse assunto, é correto afirmar que o utilizador-utilizador é 
Alternativas
Q409416 Comunicação Social
Um redator de qualquer veículo de comunicação deve sempre ter em mente que sua mensagem precisa ser entendida. Clareza não é apenas evitar palavras difíceis, até porque usar palavras novas traz conhecimento para o leitor. Ter clareza significa a capacidade de não misturar opiniões, e sim articulá-las. Em relação a esse assunto, é correto afirmar que outra característica importante para o texto jornalístico é a fluência, que.
Alternativas
Q409415 Jornalismo
O processo fotográfico se inicia com o sistema câmera/lente/obturador, que vê de uma forma semelhante, mas não idêntica, à do olho humano. A câmera, por exemplo, não se concentra no centro do seu campo de visão como o olho faz, mas vê tudo com igual claridade. O olho varre o objeto para incluí-lo totalmente, enquanto a câmera registra o todo de forma fixa. O filme possui uma sensibilidade que é somente uma fração daquela que o olho possui. Entender esse processo, sua capacidade e seus limites é a tarefa do fotógrafo jornalista na busca do controle total sobre a criação e a qualidade da imagem final. Com base nessas informações e considerando que, em uma matéria externa, algumas recomendações são fundamentais, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q409414 Jornalismo
Imprensa, subjetividade e cidadania são temas bem atuais quando se trata da atuação das instituições de comunicação como um lugar que, por dever, deve dar o direito de expressão aos cidadãos no processo de circulação e tomada de decisões. Uma empresa jornalística se expõe permanentemente a avaliações externas que lhe são dirigidas por organizações independentes, criadas mediante formas associativas, tais como associação de leitores, clube de leitores, associação de telespectadores, observatórios, media watchers, SOS, disques etc. Acerca desse assunto, é correto afirmar que tais mecanismos atuariam como
Alternativas
Q409413 Jornalismo
Para Celso Kelly, a arte gráfica começa pela diagramação, desdobra-se na escolha dos tipos e se complementa na confecção das manchetes. Estabelecem-se as relações do gráfico com o assunto. Segundo ele, as ilustrações aquecem o texto, dão visualidade pronta antes da leitura. Com a arte da palavra, coexiste, no jornalismo impresso, a arte gráfica. Fotos, caricaturas, anúncios inserem-se e mesclam-se em meio aos textos, compondo o arranjo estético. Considerando que alguns princípios norteiam a combinação dos elementos da linguagem visual, assinale a alternativa que indica corretamente o princípio e a respectiva caracterização.
Alternativas
Q409412 Jornalismo
A notícia é produzida segundo técnicas específicas, como a apuração dos fatos, a escolha do vocabulário e a ordenação de informações. É preciso, também, conhecer a política editorial de cada veículo de informação e o respectivo público-alvo. Juntos, os critérios de noticiabilidade, a política editorial e o público-alvo fornecem o direcionamento que a informação terá e aumentam-se as possibilidades de aproveitamento dela. A respeito desse assunto, é correto afirmar que a principal característica da notícia, que, inclusive, a difere de outros gêneros jornalísticos como a reportagem, é o (a)
Alternativas
Respostas
1301: B
1302: B
1303: A
1304: A
1305: D
1306: C
1307: C
1308: B
1309: C
1310: B
1311: C
1312: B
1313: A
1314: D
1315: C
1316: E
1317: E
1318: A
1319: E
1320: A