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Q3169331 Medicina
        Uma paciente de 61 anos de idade, ex-tabagista de 30 anos/maço, compareceu ao pronto atendimento com piora da tosse produtiva e da dispneia havia uma semana. Ela relatou ter sido internada em duas outras ocasiões no ano, a despeito do uso regular de formoterol. Ao exame físico apresentava: saturação de oxigênio em ar ambiente (SO2) de 88%, frequência respiratória de 27 rpm, pressão arterial de 114 mmHg × 82 mmHg, frequência cardíaca de 106 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos com bulhas normofonéticas. A ausculta pulmonar revelou murmúrio vesicular diminuído globalmente, com crepitações em bases. O restante do exame físico não apresentou mudanças significativas. Os exames laboratoriais na admissão revelaram: pH = 7,30; pO2 = 88; pCo2 = 48; HCO3 = 24; BE 1 (gasometria arterial em ar ambiente); hemoglobina 14 g%; leucócitos 7.100 com 1% bastonetes, 10% de eosinófilos e creatinina 0,8 mg/dL. A espirometria prévia demonstrou: volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) = 44% do predito (após broncodilatador).

Diante desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, tendo como referência o GOLD 2024 (Global Initiative for Obstructive Lung Disease).


A vacinação contra o vírus sincicial respiratório está indicada. 

Alternativas
Q3169330 Medicina
        Uma paciente com 74 anos de idade, obesa, hipertensa e previamente assintomática, acordou com dispneia intensa havia 30 minutos. Os exames laboratoriais, eletrocardiograma (ECG) e ecocardiograma realizados havia 10 dias não revelaram alterações significativas. Ao exame físico, apresentava-se afebril, acianótica, com saturação de oxigênio à oximetria de pulso de 82%, extremidades frias, sudorese profusa, com batimento de asa de nariz, uso de musculatura acessória, frequência respiratória de 32 rpm, pressão arterial de 164 mmHg × 96 mmHg, frequência cardíaca de 148 bpm e ictus cordis normal. A ausculta cardíaca revelou ritmo cardíaco irregular em dois tempos sem sopros. Estertores crepitantes até ápice e bilateralmente foram observados à ausculta pulmonar. Os demais sistemas não apresentavam alterações significativas ao exame clínico. O resultado do ECG da paciente é apresentado a seguir.

Com base nesse caso clínico, julgue o item que se segue.


A paciente apresenta o perfil clínico-hemodinâmico da insuficiência cardíaca (IC) aguda mais frequentemente observado e o de melhor prognóstico.

Alternativas
Q3169329 Medicina
        Uma paciente com 74 anos de idade, obesa, hipertensa e previamente assintomática, acordou com dispneia intensa havia 30 minutos. Os exames laboratoriais, eletrocardiograma (ECG) e ecocardiograma realizados havia 10 dias não revelaram alterações significativas. Ao exame físico, apresentava-se afebril, acianótica, com saturação de oxigênio à oximetria de pulso de 82%, extremidades frias, sudorese profusa, com batimento de asa de nariz, uso de musculatura acessória, frequência respiratória de 32 rpm, pressão arterial de 164 mmHg × 96 mmHg, frequência cardíaca de 148 bpm e ictus cordis normal. A ausculta cardíaca revelou ritmo cardíaco irregular em dois tempos sem sopros. Estertores crepitantes até ápice e bilateralmente foram observados à ausculta pulmonar. Os demais sistemas não apresentavam alterações significativas ao exame clínico. O resultado do ECG da paciente é apresentado a seguir.

Com base nesse caso clínico, julgue o item que se segue.


Trata-se de uma paciente no estágio B da insuficiência cardíaca (IC), cujo substrato latente a predispôs a esse episódio agudo.

Alternativas
Q3169328 Medicina
        Uma paciente com 74 anos de idade, obesa, hipertensa e previamente assintomática, acordou com dispneia intensa havia 30 minutos. Os exames laboratoriais, eletrocardiograma (ECG) e ecocardiograma realizados havia 10 dias não revelaram alterações significativas. Ao exame físico, apresentava-se afebril, acianótica, com saturação de oxigênio à oximetria de pulso de 82%, extremidades frias, sudorese profusa, com batimento de asa de nariz, uso de musculatura acessória, frequência respiratória de 32 rpm, pressão arterial de 164 mmHg × 96 mmHg, frequência cardíaca de 148 bpm e ictus cordis normal. A ausculta cardíaca revelou ritmo cardíaco irregular em dois tempos sem sopros. Estertores crepitantes até ápice e bilateralmente foram observados à ausculta pulmonar. Os demais sistemas não apresentavam alterações significativas ao exame clínico. O resultado do ECG da paciente é apresentado a seguir.

Com base nesse caso clínico, julgue o item que se segue.


Recomenda-se a nitroglicerina intravenosa visando-se à redução do tempo de internação, mortalidade intra-hospitalar e taxa de reinternação hospitalar.

Alternativas
Q3169327 Medicina
        Uma paciente com 74 anos de idade, obesa, hipertensa e previamente assintomática, acordou com dispneia intensa havia 30 minutos. Os exames laboratoriais, eletrocardiograma (ECG) e ecocardiograma realizados havia 10 dias não revelaram alterações significativas. Ao exame físico, apresentava-se afebril, acianótica, com saturação de oxigênio à oximetria de pulso de 82%, extremidades frias, sudorese profusa, com batimento de asa de nariz, uso de musculatura acessória, frequência respiratória de 32 rpm, pressão arterial de 164 mmHg × 96 mmHg, frequência cardíaca de 148 bpm e ictus cordis normal. A ausculta cardíaca revelou ritmo cardíaco irregular em dois tempos sem sopros. Estertores crepitantes até ápice e bilateralmente foram observados à ausculta pulmonar. Os demais sistemas não apresentavam alterações significativas ao exame clínico. O resultado do ECG da paciente é apresentado a seguir.

Com base nesse caso clínico, julgue o item que se segue.


O resultado normal da troponina ultrassensível obtida na admissão afastará o diagnóstico de infarto agudo do miocárdio.

Alternativas
Q3169326 Medicina
        Uma paciente de 56 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia nove anos, estava em uso regular de anlodipino, enalapril e hidroclorotiazida nas doses máximas preconizadas. Ela relatou cefaleia frontal de moderada intensidade após discussão familiar. Ao exame físico, apresentava circunferência abdominal de 96 cm, circunferência cervical de 41 cm, pressão arterial (PA) de 184 mmHg × 121 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 72 bpm. Os demais achados do exame físico e os exames complementares de rotina foram normais.

Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.


Em casos como o dessa paciente, a curva de autorregulação é deslocada para a direita, o que permite que ela tolere níveis mais elevados da PA com menos sintomas.  

Alternativas
Q3169325 Medicina
        Uma paciente de 56 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia nove anos, estava em uso regular de anlodipino, enalapril e hidroclorotiazida nas doses máximas preconizadas. Ela relatou cefaleia frontal de moderada intensidade após discussão familiar. Ao exame físico, apresentava circunferência abdominal de 96 cm, circunferência cervical de 41 cm, pressão arterial (PA) de 184 mmHg × 121 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 72 bpm. Os demais achados do exame físico e os exames complementares de rotina foram normais.

Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.


Após o adequado controle do quadro, recomendam-se a espironolactona no receituário de alta e o acompanhamento ambulatorial precoce, em até sete dias.

Alternativas
Q3169324 Medicina
        Uma paciente de 56 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia nove anos, estava em uso regular de anlodipino, enalapril e hidroclorotiazida nas doses máximas preconizadas. Ela relatou cefaleia frontal de moderada intensidade após discussão familiar. Ao exame físico, apresentava circunferência abdominal de 96 cm, circunferência cervical de 41 cm, pressão arterial (PA) de 184 mmHg × 121 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 72 bpm. Os demais achados do exame físico e os exames complementares de rotina foram normais.

Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.


Trata-se de um caso de emergência hipertensiva em uma paciente com HAS refratária. 

Alternativas
Q3169323 Medicina
        Uma paciente de 56 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia nove anos, estava em uso regular de anlodipino, enalapril e hidroclorotiazida nas doses máximas preconizadas. Ela relatou cefaleia frontal de moderada intensidade após discussão familiar. Ao exame físico, apresentava circunferência abdominal de 96 cm, circunferência cervical de 41 cm, pressão arterial (PA) de 184 mmHg × 121 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 72 bpm. Os demais achados do exame físico e os exames complementares de rotina foram normais.

Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.


Recomenda-se iniciar o nitroprussiato de sódio com 0,5 µg/kg/minuto e aumentar a dose até reduzir a pressão arterial média em 25% do valor atual.

Alternativas
Q3169322 Medicina
        Uma paciente de 56 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia nove anos, estava em uso regular de anlodipino, enalapril e hidroclorotiazida nas doses máximas preconizadas. Ela relatou cefaleia frontal de moderada intensidade após discussão familiar. Ao exame físico, apresentava circunferência abdominal de 96 cm, circunferência cervical de 41 cm, pressão arterial (PA) de 184 mmHg × 121 mmHg (média de três medidas) e frequência cardíaca de 72 bpm. Os demais achados do exame físico e os exames complementares de rotina foram normais.

Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.


Causas secundárias de HAS devem ser investigadas nessa paciente.

Alternativas
Q3169321 Medicina

Em relação à detecção precoce do câncer, julgue o próximo item, conforme o posicionamento do Instituto Nacional de Câncer. 


Recomenda-se rastreamento mamográfico a cada dois anos em mulheres de 50 a 69 anos de idade.

Alternativas
Q3169320 Medicina

Em relação à detecção precoce do câncer, julgue o próximo item, conforme o posicionamento do Instituto Nacional de Câncer. 


A maior eficácia do rastreamento mamográfico é obtida na faixa etária de 50 a 59 anos, em virtude da melhor acuidade da mamografia decorrente da maior densidade mamária nessas mulheres.

Alternativas
Q3169319 Medicina

Em relação à detecção precoce do câncer, julgue o próximo item, conforme o posicionamento do Instituto Nacional de Câncer. 


Está indicado o rastreamento bienal com tomografia computadorizada em tabagistas ativos de alto risco, com idade entre 50 e 79 anos e carga tabágica de 20 maços ou mais por ano. 

Alternativas
Q3169306 Medicina

De acordo com a OMS, a hipertensão pulmonar (HP) é classificada em 5 grupos: 1 – HP primária; 2 – HP por doença cardíaca esquerda; 3 – HP associada a doença pulmonar ou hipóxia; 4 – HP associada a obstrução arterial pulmonar; 5 – HP multifatorial ou de fator não identificado. Acerca desse assunto, julgue o item a seguir.  


O ecocardiograma transtorácico é um bom exame inicial na suspeita de HP, possibilitando direcionar os pacientes que devem realizar cateterismo cardíaco direito, que confirmará o diagnóstico em caso de obtenção da pressão arterial pulmonar média (PAPm) em repouso e posição supina maior ou igual a 10 mmHg.

Alternativas
Q3169305 Medicina

De acordo com a OMS, a hipertensão pulmonar (HP) é classificada em 5 grupos: 1 – HP primária; 2 – HP por doença cardíaca esquerda; 3 – HP associada a doença pulmonar ou hipóxia; 4 – HP associada a obstrução arterial pulmonar; 5 – HP multifatorial ou de fator não identificado. Acerca desse assunto, julgue o item a seguir.  


A imunização contra SARS-CoV-2 não deve ser indicada para esse grupo de pacientes, devido ao aumento do risco de miocardite.  

Alternativas
Q3169304 Medicina

De acordo com a OMS, a hipertensão pulmonar (HP) é classificada em 5 grupos: 1 – HP primária; 2 – HP por doença cardíaca esquerda; 3 – HP associada a doença pulmonar ou hipóxia; 4 – HP associada a obstrução arterial pulmonar; 5 – HP multifatorial ou de fator não identificado. Acerca desse assunto, julgue o item a seguir.  


Dos cinco grupos citados, o grupo mais comumente encontrado é o grupo 1 da HP primária, sendo a causa idiopática a mais encontrada.

Alternativas
Q3169303 Medicina

De acordo com a OMS, a hipertensão pulmonar (HP) é classificada em 5 grupos: 1 – HP primária; 2 – HP por doença cardíaca esquerda; 3 – HP associada a doença pulmonar ou hipóxia; 4 – HP associada a obstrução arterial pulmonar; 5 – HP multifatorial ou de fator não identificado. Acerca desse assunto, julgue o item a seguir.  


Para pacientes com HAP do grupo 1, hereditário ou provocado por medicamentos, o teste de vasorreatividade deve ser feito durante o cateterismo cardíaco direito diagnóstico, servindo, em caso de resposta positiva, para selecionar os pacientes que devem receber tratamento com bloqueadores de canais de cálcio de ação prolongada.

Alternativas
Q3169302 Medicina

A respeito da cardiopatia grave no âmbito médico-pericial, julgue o seguinte item.


Trata-se de toda enfermidade, de caráter provisório ou permanente, que consegue reduzir a capacidade funcional cardíaca a ponto de acarretar alto risco de morte prematura ou impedir o indivíduo de exercer definitivamente suas atividades, apesar de tratamento instituído.  

Alternativas
Q3169301 Medicina

A respeito da cardiopatia grave no âmbito médico-pericial, julgue o seguinte item.


O critério adotado para classificação das cardiopatias de acordo com a capacidade funcional do coração segue a NYHA (New York Heart Association) com classes de I a V.

Alternativas
Q3169300 Medicina

A dissecção da aorta é uma condição clínica grave cujos diagnóstico acurado e tratamento precoce são essenciais para a sobrevida dos pacientes. Acerca dessa patologia, julgue o próximo item.


Ateromatose aórtica é o principal fator de predisposição para sua dissecção aguda.  

Alternativas
Respostas
1741: C
1742: C
1743: E
1744: E
1745: E
1746: C
1747: C
1748: E
1749: E
1750: C
1751: C
1752: E
1753: E
1754: E
1755: E
1756: E
1757: C
1758: E
1759: E
1760: E