Questões de Concurso Para analista judiciário

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Q2223303 Medicina
Síndrome de Dressler ocorre em:
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Q2223302 Medicina
O estágio III das alterações eletrocardiográficas na pericardite aguda é caracterizado por:
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Q2223301 Medicina
Mulher de 57 anos, obesa, hipertensa mal controlada, apresentando dispnéia aos esforços,fadiga ,ortopnéia e edema maleolar. História negativa para angina, hipercolesterolemia e tabagismo. Medicação em uso:atenolol ehidroclorotiazida. Exame físico: PA 170/90 mmHg, freqüência cardíaca 64 bpm, PV jugular aumentada, ritmo cardíaco regular,B1 e B2 normais, B3 presente. Exames complementares: RX do tórax: cardiomegalia, hipertensão venocapilar e linha b de Kerley, ECG: ritmo sinusal, uréia: 45 mg%.
A próxima conduta é:
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Q2223300 Medicina
Os seguintes achados são encontrados mais freqüentemente em pacientes com dissecção aórtica aguda tipo I, exceto:
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Q2223299 Medicina
Em relação à comunicação inter-atrial(CIA), é correto afirmar que: 
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Q2223298 Medicina
Homem de 58 anos, apresentando angina aos esforços. O exame do precórdio revela frêmito sistólico em área aórtica, o ecocardiograma bidimensional trans-torácico com doppler foi compatível com estenose aórtica com gradiente VE-AO de 32 mmHg e função ventricular normal, a conduta ideal é:
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Q2223297 Medicina
A morte súbita em pacientes com miocardiopatia dilatada e insuficiência cardíaca ocorre na taxa anual de:
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Q2223296 Medicina
Em pacientes portadores de insuficiência aórtica grave, não é indicação de cirurgia:
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Q2223295 Medicina
A profilaxia de endocardite infecciosa não é recomendada na seguinte situação:
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Q2223294 Medicina
A manifestação abaixo que não é encontrada na endocardite infecciosa é:
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Q2223293 Medicina
Mulher de 32 anos, gestante,4° mês de gestação, é encaminhada para tratamento de hipertensão arterial (160/100 mmHg).
O medicamento abaixo que está contra-indicado é:
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Q2223292 Medicina
No tratamento da emergência hipertensiva não se deve utilizar:
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Q2223291 Medicina
Todos os fatores abaixo contribuem para o desenvolvimento de hipertensão arterial, exceto:
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Q2223290 Medicina
O diagnóstico de hemibloqueio anterior esquerdo é estabelecido quando o eixo elétrico encontra-se entre:
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Q2222317 Português
TEXTO OS COITADINHOS

Clóvis Rossi — Folha de São Paulo, 25/02/01

    SÃO PAULO – Anestesiada e derrotada, a sociedade nem está percebendo a enorme inversão de valores em curso. Parece aceitar como normal que um grupo de criminosos estenda faixas pela cidade e nelas fale de paz.
     Que paz? Não foram esses mesmos adoráveis senhores que decapitaram ou mandaram decapitar seus próprios companheiros de comunidade durante as recentes rebeliões?
    A sociedade ouve em silêncio o juiz titular da Vara de Execuções Penais, Otávio Augusto Barros Filho, dizer que não vai resolver nada a transferência e isolamento dos líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital ou Partido do Crime).
     Digamos que não resolva. Qual é a alternativa oferecida pelo juiz? Libertá-los todos? Devolvê-los aos presídios dos quais gerenciam livremente seus negócios e determinam quem deve viver e quem deve morrer?
     Vamos, por um momento que seja, cair na real: os presos, por mais hediondos que tenham sido seus crimes, merecem, sim, tratamento digno e humano. Mas não merecem um micrograma que seja de privilégios, entre eles o de determinar onde cada um deles fica preso.
      Há um coro, embora surdo, que tenta retratar criminosos como coitadinhos, vítimas do sistema. Calma lá. Coitadinhos e vítimas do sistema, aqui, são os milhões de brasileiros que sobrevivem com salários obscenamente baixos (ou sem salário algum) e, não obstante, mantêm-se teimosamente honestos.
      Coitadinhos e vítimas de um sistema ineficiente, aqui, são os parentes dos abatidos pela violência, condenados à prisão perpétua que é a dor pela perda de alguém querido, ao passo que o criminoso não fica mais que 30 anos na cadeia.
      Parafraseando Millôr Fernandes: ou restaure-se a dignidade para todos, principalmente para os coitadinhos de verdade, ou nos rendamos de uma vez à Crime Incorporation.
“Parafraseando Millôr Fernandes: ou restaure-se a dignidade para todos, principalmente para os coitadinhos de verdade, ou nos rendamos de uma vez à Crime Incorporation”; o comentário correto a respeito deste último parágrafo do texto é:
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Q2222316 Português
TEXTO OS COITADINHOS

Clóvis Rossi — Folha de São Paulo, 25/02/01

    SÃO PAULO – Anestesiada e derrotada, a sociedade nem está percebendo a enorme inversão de valores em curso. Parece aceitar como normal que um grupo de criminosos estenda faixas pela cidade e nelas fale de paz.
     Que paz? Não foram esses mesmos adoráveis senhores que decapitaram ou mandaram decapitar seus próprios companheiros de comunidade durante as recentes rebeliões?
    A sociedade ouve em silêncio o juiz titular da Vara de Execuções Penais, Otávio Augusto Barros Filho, dizer que não vai resolver nada a transferência e isolamento dos líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital ou Partido do Crime).
     Digamos que não resolva. Qual é a alternativa oferecida pelo juiz? Libertá-los todos? Devolvê-los aos presídios dos quais gerenciam livremente seus negócios e determinam quem deve viver e quem deve morrer?
     Vamos, por um momento que seja, cair na real: os presos, por mais hediondos que tenham sido seus crimes, merecem, sim, tratamento digno e humano. Mas não merecem um micrograma que seja de privilégios, entre eles o de determinar onde cada um deles fica preso.
      Há um coro, embora surdo, que tenta retratar criminosos como coitadinhos, vítimas do sistema. Calma lá. Coitadinhos e vítimas do sistema, aqui, são os milhões de brasileiros que sobrevivem com salários obscenamente baixos (ou sem salário algum) e, não obstante, mantêm-se teimosamente honestos.
      Coitadinhos e vítimas de um sistema ineficiente, aqui, são os parentes dos abatidos pela violência, condenados à prisão perpétua que é a dor pela perda de alguém querido, ao passo que o criminoso não fica mais que 30 anos na cadeia.
      Parafraseando Millôr Fernandes: ou restaure-se a dignidade para todos, principalmente para os coitadinhos de verdade, ou nos rendamos de uma vez à Crime Incorporation.
No início do texto, o jornalista fala de uma sociedade “anestesiada e derrotada”; o segmento do texto que melhor demonstra a derrota de nossa sociedade é:
Alternativas
Respostas
11857: D
11858: E
11859: B
11860: D
11861: C
11862: A
11863: E
11864: C
11865: D
11866: C
11867: A
11868: E
11869: D
11870: E
11871: D
11872: B