Questões de Concurso Para guarda municipal

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Q1298691 Matemática
Dadas as seguintes equações relativas a uma queda livre: S= a t² /2 e v= a t, onde: S = distância percorrida até o solo (m), v = velocidade final (m/s) e t = tempo gasto para percorrer a distância S (s) e dado que a = 10 m/s² e que S = 45 m. A velocidade de impacto do objeto no solo em m/s e o tempo decorrido (em segundos – s) desde o início da queda até o impacto será, respectivamente, de
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Q1298690 Matemática
Um contingente de guardas formado por 400 pessoas é encarregado de fazer a segurança de três ambientes distintos. Usando o critério de densidade (guardas por área vigiada, em m² ) sabe-se que a primeira precisa ser duas vezes mais vigiada que a segunda e três vezes mais que a terceira. Sabe-se também que a terceira tem uma área cinco vezes maior que a segunda e dez vezes maior que a primeira. A distribuição das 400 pessoas pela ordem nas áreas A (primeira), B (segunda) e C (terceira) deverá ser:
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Q1298689 Matemática
A quantidade de ocorrências em determinada data e local é igual a 5 vezes o quadrado dessas ocorrências menos 4. A(s) quantidade(s) dessa ocorrência é(são) de
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Q1298688 Matemática
Um motorista tem um tempo de reação de 2 segundos à frenagem do veículo que vai à frente. Sabendo-se que o automóvel de trás vinha a uma velocidade de 120 Km/h quantos metros ele terá percorrido, aproximadamente, até começar a acionar os freios após a frenagem do veículo à sua frente?
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Q1298687 Matemática
Se a vigilância adequada de um prédio com formato de cubo com 90 metros de lado exige 90 guardas, a quantidade aproximada para um prédio com o mesmo formato, mas com 100 m de lado deverá ser
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Q1298686 Matemática
40% dos guardas de determinada corporação têm, na média, uma altura de 1,70 m; outros 40% têm, em média, altura de 1,80 m e os 20% restantes têm, em média, altura de 1,90 m. A altura média dos guardas dessa corporação é de, aproximadamente,
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Q1298685 Matemática
Uma viatura pode utilizar como combustível o etanol ou a gasolina. O litro do etanol custa R$ 1,70 enquanto que o da gasolina custa R$ 2,40. Sabendo-se que a viatura percorre 1800 Km por mês e que o consumo médio da mesma é de 9,0 Km/l usando etanol e 12,9 Km/l usando gasolina, o custo mensal aproximado dessa viatura com combustível fazendo-se a escolha mais econômica será de 
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Q1298684 Matemática
A Guarda Municipal pagava R$ 800,00, em julho de 2009, como preço unitário por determinado produto. O mesmo sofreu aumento de 10% em julho de 2010, em seguida uma redução de 20% em julho de 2011 e, finalmente, um novo aumento de 10% em julho de 2012. Dessa forma o preço em julho de 2012 será igual a
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Q1298683 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Laerte – Piratas do Tietê – Folha de S.Paulo – 24/9/12  

A autoridade do primeiro personagem em relação ao segundo se revela pelo(a)
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Q1298682 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Laerte – Piratas do Tietê – Folha de S.Paulo – 24/9/12  

Na frase “Você acha que estou usando roupa?”, há a presença 
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Q1298681 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Laerte – Piratas do Tietê – Folha de S.Paulo – 24/9/12  

Quando o primeiro personagem diz “Tire a roupa”, o verbo destacado está no modo

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Q1298680 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Em “Desde o início dos anos 2000”, o termo destacado é

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Q1298679 Português

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Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Assinale a alternativa que contenha palavras que, tal como em “homicídio”, também são grafadas com H.

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Q1298678 Português

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Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Assinale a alternativa em que a concordância verbal seja respeitada, como em “O aumento dos assassinatos começou a ser detectado” (linha 1).
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Q1298677 Português

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Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

O texto defende a ideia de que o principal ponto, além das propostas de solução de longo prazo, é 
Alternativas
Q1298676 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Na década de 80, os homicídios
Alternativas
Q1298675 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Historicamente, a precariedade com que a urbanização aconteceu em São Paulo tem a ver com
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Q1298674 Português

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Patamar de segurança


    O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

    Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

    Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

    Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

    Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

    Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

    No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

De acordo com o texto, a partir de 1975 o quadro de violência agravou-se em São Paulo. Dentre as possíveis causas, estão
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Ano: 2012 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Novo Repartimento - PA
Q1201363 Matemática
Uma lanchonete vendeu 20 lanches com pão de 30cm e 60 lanches com pão de 15cm, totalizando
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Ano: 2012 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Sete Lagoas - MG
Q1199451 Português
De 23 a 26 de novembro de 2011, Sete Lagoas se transformou na capital cultural do Estado, durante a segunda edição da Literata, festa literária da cidade. Promovido pela Iveco, o evento veio para reforçar a iniciativa certeira da montadora de caminhões, aumentando ainda mais os resultados conquistados na primeira edição, em 2010. Foram mais de cinco mil pessoas prestigiando mesas redondas, exposições, oficinas, sessões de cinema e shows, que exploraram todo o universo do autor homenageado, o escritor mineiro Fernando Sabino. 
Logo em sua primeira noite, cerca de 400 pessoas marcaram presença para assistir ao debate Fernando Sabino – O homem, o escritor, sua contribuição, com Ignácio de Loyola Brandão e Mauro Ventura e mediação do curador da festa, Humberto Werneck. Durante o debate, os convidados contaram, de forma lúdica e com muito bom humor, como as obras de Sabino influenciaram suas carreiras profissionais e até a vida pessoal, além de ressaltar características marcantes do homenageado e do seu legado. “Sabino conta o que está em volta da gente. Ele sabia tirar dessa nossa vida, dos nossos interiores, o que era liberdade, o que era sonho. Sabino não era grande pro acaso, ele era grande porque era grande”, contou o escritor e jornalista Ignácio de Loyola Brandão. 
O diretor de comunicação da Iveco, Marco Piquini, falou sobre a importância de promover eventos como a Literata a fim de disseminar a cultura e ampliar as oportunidades de conhecimento. “A literatura nos leva a conhecer países e culturas distantes e, mesmo com tanta diversidade, nos faz ver que somos todos iguais. A literatura nos humaniza, e esse é um dos motivos que levaram a Iveco a presentear Sete Lagoas, pelo segundo ano consecutivo, com essa grande festa”, disse. O secretário de cultura e comunicação social de Sete Lagoas, Freddy Antoniazzi, reforçou a importância da Literata: “um projeto de cultura e literatura é mais que louvável, é admirável”.                                                                                   
( Portal Sete Lagoas. Fonte: Rede Comunicação de Resultado ).
A ideia central do texto é a de demonstrar que a cidade de Sete Lagoas
Alternativas
Respostas
11921: C
11922: C
11923: B
11924: B
11925: D
11926: C
11927: B
11928: B
11929: A
11930: B
11931: B
11932: D
11933: B
11934: C
11935: A
11936: D
11937: A
11938: B
11939: D
11940: B