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Q3698190 Português
No Texto II:
Texto II

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Fonte: DICAS HISTÓRICAS. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOIzO8GjpHC/. Acesso em: 2 out. 2025.

Os substantivos Biologia, Medicina, Jornalismo e História, que nomeiam cursos e compõem as orações que formam a tira, do ponto de vista sintático são todos exemplos de:
Alternativas
Q3698187 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

    Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
    Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
    É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
    Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
    A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
    Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
    Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
    Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
    O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
No período retirado do Texto I: “Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo”, do ponto de vista das relações semântico-pragmáticas, tem-se um exemplo de:
Alternativas
Q3698186 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

    Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
    Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
    É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
    Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
    A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
    Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
    Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
    Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
    O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
O Texto I é um artigo de opinião. Arespeito desse gênero textual, analise as assertivas a seguir.

I- A tipologia textual predominante em um artigo de opinião é a argumentação.
II- Num artigo de opinião, a descrição de um problema é mais importante do que a persuasão do público leitor/ouvinte.
III- O domínio dos elementos da situação comunicativa no texto envolve a compreensão do público-alvo, do contexto de circulação e das normas implícitas que regem o gênero.
IV- No artigo de opinião em análise, o público-alvo precisa dominar a norma padrão da linguagem para compreender o texto.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3698184 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

    Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
    Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
    É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
    Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
    A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
    Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
    Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
    Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
    O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Acerca do Texto I, analise as seguintes assertivas.

I- A falta de horizontes, a solidão, não se sentir importante para alguém ou para o mundo são fatores que influenciam a saúde orgânica – e isso pode impactar a economia de uma nação.
II- As chamadas “mortes por desespero”, cada vez mais comuns nas últimas décadas em algumas populações, incluem o suicídio, a overdose por drogas e doenças hepáticas devido ao uso abusivo de álcool.
III- A saúde pública não pode ser considerada um determinante social porque não afeta o equilíbrio econômico de um país.
IV- A primazia da matéria sobre a alma é vista pelo autor como uma questão de prioridades.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3472463 Pedagogia
Identifique corretamente uma habilidade de consciência fonológica que se estabelece como pré-requisito cognitivo fundamental para o desenvolvimento da escrita alfabética, na medida em que permite à criança segmentar e manipular as menores unidades sonoras da fala, favorecendo a correspondência fonema-grafema de forma analítica e consciente.
Alternativas
Q3472462 Pedagogia
Assinale a concepção de Atendimento Educacional Especializado (AEE), conforme as diretrizes legais e pedagógicas estabelecidas pela Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), especialmente no que se refere à articulação com o currículo comum e à oferta complementar e não substitutiva ao ensino regular.
Alternativas
Q3472461 Pedagogia
Considerando as bases conceituais e as práticas pedagógicas contemporâneas da Educação Inclusiva, marque corretamente um princípio e uma metodologia coerentes com a efetivação de uma educação para todos.
Alternativas
Q3472460 História
Identifique o item que apresenta uma leitura historiográfica fundamentada e atualizada sobre as transformações na concepção de infância, reconhecendo-a como uma construção social e culturalmente situada, conforme os estudos clássicos e contemporâneos da área.
Alternativas
Q3472459 Pedagogia
No contexto da Educação Infantil, as Ciências da Natureza integram-se de modo transdisciplinar, respeitando a especificidade do desenvolvimento da criança e o caráter investigativo das aprendizagens nessa etapa. Identifique a correta caracterização dos objetos de conhecimento das Ciências da Natureza na Educação Infantil, conforme os marcos normativos e conceituais que orientam a prática pedagógica.
Alternativas
Q3472458 Pedagogia
Considerando os fundamentos da Pedagogia da Infância, que reconhece as diferentes dimensões humanas e os direitos fundamentais das crianças no processo educativo, identifique a correta caracterização da abordagem pedagógica comprometida com a integralidade do desenvolvimento infantil.
Alternativas
Q3472457 Libras
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é um recurso linguístico e pedagógico essencial para a inclusão, pois garante a comunicação, a participação e o aprendizado dos estudantes surdos, respeitando sua identidade linguística e promovendo uma educação verdadeiramente inclusiva.
Considerando a utilização dos sinais em Libras, marque o item em que os sinais das palavras são realizados com apenas uma das mãos. 
Alternativas
Q3472456 Braille
O sistema Braille é essencial para a inclusão, pois garante às crianças com deficiência visual o acesso à leitura, à escrita e ao conhecimento, promovendo autonomia, aprendizagem significativa e equidade educacional. Analise a sequência de caracteres em Braille que segue:
Imagem associada para resolução da questão Fonte: IDECAN, 2025.
Assinale a alternativa que apresenta a transcrição correta da palavra escrita em Braille.
Alternativas
Q3472455 Pedagogia
Dentre os objetos de estudo da Pedagogia, o conceito de currículo tem se transformado historicamente, refletindo as mudanças sociais, políticas e culturais de diferentes épocas. Da visão tradicional, centrada na transmissão de conteúdos, às abordagens críticas e pós-críticas, o currículo passou a ser entendido como construção social, cultural e política, articulada diretamente às práticas didáticas. Identifique, corretamente, uma concepção contemporânea de currículo articulada às tendências críticas.
Alternativas
Q3472454 Pedagogia
O debate no campo da Pedagogia na contemporaneidade visa superar a fragmentação do conhecimento e conduz à reflexão sobre os conceitos importantes como, por exemplo, a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade. Tais perspectivas propõem reorganizações curriculares e metodológicas que ultrapassam as fronteiras tradicionais das disciplinas, em busca de uma compreensão mais ampla e integrada dos fenômenos. Desse modo, podemos considerar que:
Alternativas
Q3472453 Pedagogia
Considerando os diferentes aportes teóricos sobre aprendizagem e desenvolvimento humano, sabe-se que as práticas pedagógicas devem dialogar criticamente com as concepções de sujeito, conhecimento e cultura subjacentes a cada teoria. Assinale o item que apresenta, de forma correta, a relação entre teoria de aprendizagem e sua implicação para a prática educativa.
Alternativas
Q3472452 Pedagogia
A Educação das Relações Étnico-Raciais na Educação Básica busca desconstruir práticas discriminatórias e promover o reconhecimento da diversidade cultural brasileira, em consonância com o disposto na legislação nacional e nos documentos curriculares. Esse campo impõe à escola compromissos éticos e políticos na formação cidadã dos estudantes. Assinale a alternativa que apresenta, de maneira correta e fundamentada, um princípio e uma diretriz essenciais para a efetivação da Educação das Relações Étnico-Raciais nas instituições de ensino.
Alternativas
Q3472451 Pedagogia
No contexto educacional, a presença de crianças com Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD) exige intervenções pedagógicas fundamentadas, interdisciplinares e ajustadas à complexidade da manifestação do transtorno, considerando aspectos emocionais, cognitivos, sociais e ambientais. Identifique a correta caracterização do Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD) e suas implicações no processo educacional inclusivo de crianças com esse diagnóstico. 
Alternativas
Q3472450 Pedagogia
No contexto educacional, o atendimento a crianças com a Síndrome de Tourette exige uma abordagem pedagógica sensível, interdisciplinar e ajustada às singularidades do aluno, respeitando os marcos legais da educação inclusiva. Identifique a alternativa que designa, de forma precisa, uma diretriz pedagógica fundamentada e adequada para o atendimento de alunos com síndrome de Tourette no âmbito da educação inclusiva.
Alternativas
Q3472449 Pedagogia
A tendência pedagógica liberal não diretiva insere-se no campo das pedagogias centradas no aluno, surgindo em contexto de forte influência da psicologia humanista, notadamente a partir dos trabalhos de Carl Rogers. Essa abordagem se estrutura sobre a ideia de que a aprendizagem significativa depende da autodeterminação do educando, e não de imposições externas. Desse modo, o papel do professor, os objetivos educacionais e os métodos didáticos assumem contornos radicalmente distintos dos modelos diretivos tradicionais. Assinale a alternativa que apresenta uma análise adequada dos pressupostos teóricos, pedagógicos e metodológicos da tendência liberal não diretiva, considerando suas implicações educacionais e limites críticos.
Alternativas
Q3472448 Pedagogia
Durante uma reunião pedagógica, a equipe docente de uma escola de Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental discute estratégias para fortalecer o processo de alfabetização, respeitando o desenvolvimento da linguagem oral e escrita das crianças. A coordenadora pedagógica ressalta que a linguagem oral não deve ser tratada isoladamente da linguagem escrita, uma vez que ambas se constroem em um processo dinâmico, contínuo e integrado, permeado pelas práticas sociais de uso da língua. Tendo por base o exposto, marque uma prática pedagógica adequada à articulação entre linguagem oral e escrita.
Alternativas
Respostas
81: B
82: E
83: D
84: C
85: A
86: D
87: B
88: D
89: A
90: B
91: C
92: A
93: C
94: E
95: B
96: C
97: C
98: E
99: C
100: E