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Acerca de bancos de dados, julgue os seguintes itens.
Nos sistemas de gerenciamento de banco de dados relacionais, o modelo lógico descreve como os dados são organizados em tabelas, relacionamentos e restrições, independentemente da forma como são fisicamente armazenados no disco.
Acerca de bancos de dados, julgue os seguintes itens.
A técnica de agregação em bancos de dados multidimensionais permite pré-computar somatórios e médias, o que otimiza o tempo de resposta nas consultas analíticas.
Em relação às características do RAID e do NTFS, julgue os seguintes itens.
RAID 0 (striping) distribui dados em blocos de mesmo tamanho entre múltiplos discos para melhorar o desempenho; esse nível de RAID, no entanto, não oferece redundância.
Em relação às características do RAID e do NTFS, julgue os seguintes itens.
Diferentemente do XFS, o sistema de arquivos NTFS não suporta estrutura de dados especializada para tratamento de blocos defeituosos (bad clusters).
Em sistemas de arquivos com journaling, tais como Ext4 e ReiserFS, as alterações realizadas são aplicadas diretamente ao sistema de arquivos, e o journal funciona como uma cópia completa dos arquivos, destinada à recuperação em caso de falhas.
No modelo de paginação, o espaço de endereçamento lógico de um processo é dividido em páginas (blocos de tamanho fixo) e o espaço de memória físico é dividido em molduras (frames) de tamanhos iguais.
A memória flash é do tipo volátil, a exemplo da RAM, sendo muito utilizada em diversos dispositivos computacionais por sua capacidade de reter dados apenas durante a execução do sistema.
Quando se usa a paravirtualização, o sistema operacional convidado é modificado para chamar diretamente o hipervisor por meio de hiperchamadas, o que melhora o desempenho do ambiente virtualizado por meio da redução do overhead.
A existência de um banco estadual integrado à RIBPG desobriga a unidade federativa de seguir os protocolos nacionais de padronização dos perfis genéticos, desde que os resultados obtidos cumpram os requisitos estabelecidos na norma ISO/IEC 17025:2017.
De acordo com o Decreto n.º 7.950/2013, a competência para realizar auditorias periódicas nos bancos de perfis genéticos pode ser delegada aos laboratórios integrantes da RIBPG, desde que respeitados os requisitos técnicos definidos em regulamento próprio.
A consolidação dos bancos de perfis genéticos no Brasil foi favorecida por acordos com o FBI, órgão de investigação criminal dos Estados Unidos da América que fez a cessão do software CODIS (Combined DNA Index System), e pela criação da RIBPG, viabilizando o intercâmbio nacional de perfis genéticos.
O Banco Nacional de Perfis Genéticos foi oficialmente instituído no Brasil em 2013, com a finalidade de armazenar, comparar e compartilhar perfis genéticos produzidos por laboratórios forenses integrantes da RIBPG.
Os bancos de perfis genéticos operam com base na extração de marcadores STR (repetições curtas em tandem) autossômicos de regiões não codificantes do DNA, o que assegura a individualização genética sem acesso a informações fenotípicas ou de saúde do indivíduo
A alimentação dos bancos de perfis genéticos ocorre a partir da submissão de perfis obtidos por laboratórios integrantes da RIBPG, devendo obedecer a critérios técnicos e legais específicos, como a padronização dos marcadores genéticos utilizados e autorização legal ou judicial para inclusão dos dados.
O Banco Nacional de Perfis Genéticos pode ser utilizado no combate a crimes violentos, mas não para a identificação de pessoas desaparecidas, por ausência de previsão legal.
A atuação integrada entre laboratórios estaduais e federais por meio da RIBPG permite uma comparação automatizada de perfis genéticos entre diferentes unidades da Federação, otimizando a identificação de pessoas e o esclarecimento de crimes interestaduais.
A participação em ensaios de proficiência é considerada ferramenta suplementar, em que são realizadas, internamente, diferentes avaliações sobre a qualidade do laboratório, com impacto na avaliação da confiabilidade dos resultados de ensaio e calibração.
Um laboratório que falha em um teste de proficiência deve automaticamente perder a acreditação junto à Coordenação-Geral de Acreditação do INMETRO.
A participação em ensaios interlaboratoriais é indicada apenas para laboratórios que ainda não são acreditados segundo a norma ISO/IEC 17025:2017, como forma de comprovar sua competência técnica para fins de credenciamento.
Conforme a Resolução n.º 12/2019 do Comitê Gestor da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), a identificação de não conformidades que comprometam a confiabilidade dos dados de um laboratório integrante da RIBPG obriga o Comitê Gestor a suspender temporariamente o compartilhamento dos perfis genéticos do laboratório auditado com o Banco Nacional de Perfis Genéticos, até que as irregularidades sejam integralmente sanadas.