Questões de Concurso Para engenharia de agrimensura

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Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Engenheiro Agrônomo |
Q1758734 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Imagem associada para resolução da questão

Considerando ainda a tabela da questão anterior, são apresentadas as seguintes afirmativas:
I - Houve efeito significativo da interação entre os dois fatores. II - Não Houve efeito significativo da interação entre os dois fatores. III - Houve efeito significativo dos fatores isolados. IV - Não houve efeito significativo dos fatores isolados.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Engenheiro Agrônomo |
Q1758733 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A tabela abaixo se refere à influência de diferentes meios de cultura e consistência sobre a altura das brotações da cultivar ‘Eliza’ de batata, após 21 dias de cultivo.
Meio de cultura Consistência do meio de cultura Semissólido Líquido Altura das brotações (cm) A 3,2bA 3,89bA B 4,69aA 4,73aA C 3,31bA 3,14cA D 3,22bA 3,57bcA E 2,02cA 0,61dB F 1,55cA 1,18dA
Médias seguidas por letras distintas, minúsculas na vertical e maiúsculas na horizontal, diferem entre si pelo teste Duncan a 5% de probabilidade.
Pereira, J. E.S. et al. Protocolo para produção de material propagativo de batata em meio líquido. Pesq. Agropec. Bras., Brasília, v. 38, n. 9, p. 1035-1043, 2003. (Adaptado)
A análise da tabela permite concluir que os autores utilizaram no experimento o esquema fatorial:

Alternativas
Q979695 Legislação Federal
De acordo com o Estatuto da Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade é composta de unidades acadêmicas e unidades especiais.
Com relação à estrutura dessas unidades, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q979694 Legislação Federal
O Estatuto da Universidade Federal de Minas Gerais define o Conselho Universitário como órgão máximo de deliberação da instituição, responsável por formular a política geral da Universidade nos planos acadêmico, administrativo, financeiro, patrimonial e disciplinar.
São atribuições do Conselho Universitário:
Alternativas
Q979691 Português
Nas alternativas a seguir, as orações destacadas expressam a mesma relação de sentido, EXCETO em:
Alternativas
Q979690 Português
Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão destacada NÃO atua como um conector que sinaliza a relação expressa nos parênteses.
Alternativas
Q979689 Português
Nos termos destacados nas alternativas a seguir, o único que NÃO exerce a função de sujeito é
Alternativas
Q979688 Português
Leia este enunciado:
  Milhares de pessoas se reuniram, na manhã de hoje, na famosa Champs-Elysees, onde entraram, violentamente, em confronto com a polícia, que tentava impedi-las de se deslocarem para a Place de la Concorde, perto do museu do Louvre.
Assinale a alternativa em que a mudança no uso dos sinais de pontuação altera o sentido desse enunciado.
Alternativas
Q979687 Português
Assinale a alternativa em que o pronome ‘que’ em destaque NÃO exerce a função sintática de sujeito da oração.
Alternativas
Q979686 Português
A conexão promove a sequencialização e o encadeamento de partes e subpartes de um texto.
Nas alternativas a seguir, os termos destacados são elementos que atuam na conexão, EXCETO em:
Alternativas
Q979685 Português
INSTRUÇÃO: Leia este texto e, com base nele, responda à questão.

Saúde e dinheiro

   Os norte-americanos perdem qualidade de vida. Com isso, perdem condição de viver mais
  Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu.
  Em 1960, eles tinham a expectativa de vida mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 1998, sua expectativa de vida ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 ano.
  Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV.
  Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos saudável do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma ingerir alimentos altamente calóricos, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica.
  As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano, serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã. Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, Steven Woolf e Laudan Aron consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram.
  Ao contrário, entre os negros o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem a esse fenômeno a maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
  De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química.
  Os Estados Unidos investem em saúde 17 % de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.

VARELLA, Drauzio. Saúde e dinheiro. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/ saude-e-dinheiro. Acesso em 21 nov.2018. (Adaptado)


Nas alternativas a seguir, considerando seu uso no texto lido, o que os termos em destaque denotam está apresentado entre parênteses, EXCETO em:
Alternativas
Q979684 Português
INSTRUÇÃO: Leia este texto e, com base nele, responda à questão.

Saúde e dinheiro

   Os norte-americanos perdem qualidade de vida. Com isso, perdem condição de viver mais
  Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu.
  Em 1960, eles tinham a expectativa de vida mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 1998, sua expectativa de vida ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 ano.
  Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV.
  Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos saudável do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma ingerir alimentos altamente calóricos, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica.
  As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano, serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã. Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, Steven Woolf e Laudan Aron consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram.
  Ao contrário, entre os negros o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem a esse fenômeno a maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
  De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química.
  Os Estados Unidos investem em saúde 17 % de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.

VARELLA, Drauzio. Saúde e dinheiro. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/ saude-e-dinheiro. Acesso em 21 nov.2018. (Adaptado)


Nas alternativas a seguir, os termos e/ou orações destacados exercem a função sintática de complemento nominal, EXCETO em:
Alternativas
Q979682 Português
INSTRUÇÃO: Leia este texto e, com base nele, responda à questão.

Saúde e dinheiro

   Os norte-americanos perdem qualidade de vida. Com isso, perdem condição de viver mais
  Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu.
  Em 1960, eles tinham a expectativa de vida mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 1998, sua expectativa de vida ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 ano.
  Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV.
  Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos saudável do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma ingerir alimentos altamente calóricos, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica.
  As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano, serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã. Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, Steven Woolf e Laudan Aron consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram.
  Ao contrário, entre os negros o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem a esse fenômeno a maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
  De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química.
  Os Estados Unidos investem em saúde 17 % de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.

VARELLA, Drauzio. Saúde e dinheiro. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/ saude-e-dinheiro. Acesso em 21 nov.2018. (Adaptado)


De acordo com o texto lido, as causas da mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios NÃO estariam ligadas
Alternativas
Q979681 Português
INSTRUÇÃO: Leia este texto e, com base nele, responda à questão.

Saúde e dinheiro

   Os norte-americanos perdem qualidade de vida. Com isso, perdem condição de viver mais
  Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu.
  Em 1960, eles tinham a expectativa de vida mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 1998, sua expectativa de vida ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 ano.
  Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV.
  Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos saudável do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma ingerir alimentos altamente calóricos, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica.
  As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano, serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã. Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, Steven Woolf e Laudan Aron consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram.
  Ao contrário, entre os negros o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem a esse fenômeno a maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
  De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química.
  Os Estados Unidos investem em saúde 17 % de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.

VARELLA, Drauzio. Saúde e dinheiro. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/ saude-e-dinheiro. Acesso em 21 nov.2018. (Adaptado)


Em relação ao texto, constata-se que
I - os americanos tinham a expectativa de vida mais alta do mundo; 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico. II - a queda na expectativa de vida, que ficou para trás da média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, tem como uma das causas as mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã. III - a saúde dos americanos piorou em diversos aspectos e seu estilo de vida é menos saudável do que o dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico.
São CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q1296062 Agrimensura
Sistemas de Informações Geográficas (SIG) incorporam rotinas que processam dados nos formatos matriciais e vetoriais para geração de análises espaciais. Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE uma fonte de dados típica para formação direta de bases de dados de formato raster de um sistema SIG.
Alternativas
Q1296061 Agrimensura
Em sensoriamento remoto, a capacidade que um sensor apresenta para diferenciar dois objetos com base na distância desses é denominada resolução:
Alternativas
Q1296060 Geografia
O fuso UTM nº 17 é limitado pelos meridianos de longitude:
Alternativas
Q1296059 Engenharia de Agrimensura
Uma empreiteira está executando uma obra de um aterro para a construção de uma ferrovia, da estaca 12 + 12,00m à estaca 28 + 6,00m. A largura desse trecho tem 6,00m e a altura média do aterro é igual a 90cm. Sabe-se também que a distância entre as estacas é de 20m. O volume total desse aterro será igual a:
Alternativas
Q1296058 Agrimensura
Em uma locação das divisas de um lote no município de Santa Luzia, o agrimensor possuía uma planilha de coordenadas topográficas planimétricas. O equipamento e o acessório MAIS indicados quanto à precisão para execução dessa locação, são respectivamente:
Alternativas
Q1296057 Agrimensura
O ponto de coordenadas UTM de valores (10.000.000m N; 500.000m E), no fuso 23, corresponde a:
Alternativas
Respostas
141: A
142: D
143: C
144: A
145: C
146: D
147: C
148: A
149: C
150: D
151: B
152: D
153: A
154: B
155: D
156: D
157: D
158: A
159: C
160: B