Questões de Concurso
Para comunicação social
Foram encontradas 1.221 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!





I. Com sua pergunta, o personagem coloca em xeque a primazia do trabalho sobre o trabalhador. II. O TEXTO 16 confronta duas perspectivas sobre o trabalho – como meio de ganhar a vida ou de desperdiçá-la. III. Implicitamente o TEXTO 16 dialoga com a ideia de que “o trabalho dignifica o homem”, questionando-a. IV. O autor do texto faz um jogo de linguagem no segundo quadrinho para evidenciar a incoerência do pensamento em torno do trabalho. V. No primeiro quadrinho, Miguelito ecoa o discurso do senso comum, enquanto no segundo, ele imprime sua análise pessoal sobre o fenômeno do trabalho.
Estão CORRETAS as proposições


I. “O produto desse esforço é perecível, embora dele dependa a vida de quem trabalha” (linhas 6 e 7) – A conjunção destacada poderia ser substituída por "conquanto”, sem prejuízo às relações semânticas estabelecidas no período. II. “Por outro lado, o trabalho propriamente dito, que corresponde à poiesis grega, significa fazer, fabricação” (linhas 9 e 10) – O conectivo estabelece uma relação de adição com o que foi dito no parágrafo anterior. III. “Não apresenta um produto concreto, portanto, não possui a permanência da fabricação” (linhas 16 e 17) – A conjunção destacada poderia ser substituída por “pois” sem modificação na relação semântica estabelecida entre as orações. IV. “O produto desse esforço é perecível, [...] por isso não é um trabalho livre” (linhas 6-8) – O conectivo marcado estabelece uma relação de consequência com a oração anterior. V. “Corresponde à condição humana da pluralidade e realiza a liberdade” (linhas 18 e 19) – a conjunção e, eminentemente aditiva, nesse caso estabelece uma relação de adversidade com a oração anterior.
Estão CORRETAS apenas


O Governo Federal, através do Ministério da Educação (MEC), acaba de criar um modelo institucional absolutamente inovador em termos de proposta político-pedagógica: os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Estas instituições têm suas bases em um conceito de educação profissional e tecnológica sem similar em nenhum outro país. São 38 institutos, com 314 campi espalhados por todo o país, além de várias unidades avançadas, atuando em cursos técnicos (50% das vagas), em sua maioria na forma integrada com o ensino médio, licenciaturas (20% das vagas) e graduações tecnológicas, podendo ainda disponibilizar especializações, mestrados profissionais e doutorados voltados principalmente para a pesquisa aplicada de inovação tecnológica. [...] A estrutura multicampi e a clara definição do território de abrangência das ações dos Institutos Federais afirmam, na missão destas instituições, o compromisso de intervenção em suas respectivas regiões, identificando problemas e criando soluções técnicas e tecnológicas para o desenvolvimento sustentável com inclusão social. Na busca de sintonia com as potencialidades de desenvolvimento regional, os cursos nas novas unidades deverão ser definidos através de audiências públicas e de escuta às representações da sociedade. Na necessária articulação com outras políticas sociais, os Institutos Federais devem buscar a constituição de Observatórios de Políticas Públicas, tornando-as objetos de sua intervenção através das ações de ensino, pesquisa e extensão articulada com as forças sociais da região. É neste sentido que os Institutos Federais constituem um espaço fundamental na construção dos caminhos com vista ao desenvolvimento local e regional. Para tanto, devem ir além da compreensão da educação profissional e tecnológica como mera instrumentalizadora de pessoas para ocupações determinadas por um mercado. Na proposta dos Institutos Federais, agregar à formação acadêmica a preparação para o trabalho (compreendendo-o em seu sentido histórico, mas sem deixar de firmar o seu sentido ontológico) e discutir os princípios das tecnologias a ele concernentes dão luz a elementos essenciais para a definição de um propósito específico para a estrutura curricular da educação profissional e tecnológica. O que se propõem é uma formação contextualizada, banhada de conhecimentos, princípios e valores que potencializam a ação humana na busca de caminhos mais dignos de vida. [...] Inicia-se a construção de uma instituição inovadora, ousada, com um futuro em aberto e, articulando-se com as redes públicas de educação básica, capaz de ser um centro irradiador de boas práticas. Os centros federais de educação tecnológica (CEFET’s), as escolas agrotécnicas federais e as escolas técnicas vinculadas às universidades que aceitaram o desafio desaparecem enquanto tal para se transformarem nos campi espalhados por todo o país, fiadores de um ensino público, gratuito, democrático e de excelência. Com os Institutos Federais iniciamos uma nova fase, abandonando o hábito de reproduzir modelos externos e ousando a inovar a partir de nossas próprias características, experiências e necessidades. (PACHECO, Eliezer. Os Institutos Federais: uma revolução na educação profissional e tecnológica (Trecho). Brasília: MEC/SETEC. 2010. Disponível em: . Acesso em 16/10/2016)
Relacionando o TEXTO 13 com o TEXTO 15, assinale a alternativa INCORRETA.



