Questões de Concurso
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O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
Leia o fragmento:
“O silêncio envolvia Augusto enquanto ele observava a movimentação suave dos funcionários da estação.”
Considerando que, na língua portuguesa, nem sempre há correspondência direta entre letras e fonemas, especialmente em palavras que apresentam dígrafos, encontros consonantais ou encontros vocálicos, assinale a alternativa cuja palavra apresenta igualdade entre o número de letras e o número de fonemas, sem ocorrência de dígrafo ou ditongo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
Durante um _____, o bailarino realiza movimentos lentos e controlados, mantendo equilíbrio sobre uma única perna enquanto o outro membro executa elevação lateral.
Essa execução requer o trabalho sinérgico entre glúteo médio e mínimo (estabilizadores pélvicos) e eretores da espinha (controle axial).
Preencha a lacuna acima e assinale a alternativa correta.
Rica em símbolos e arquétipos do imaginário popular, essa forma artística reúne influências africanas, indígenas e ibéricas, configurando-se como um microcosmo da formação cultural brasileira. Sua força reside na oralidade, no humor e na musicalidade, que transformam o espaço da apresentação em um território de memória, resistência e celebração comunitária. Estamos nos referindo à expressão popular brasileira denominada:
(__)Essa terminologia reflete não apenas a técnica, mas também um modo de pensar o corpo, o espaço e a estética do movimento, caracterizado pela simetria, verticalidade e controle muscular. Cada termo designa uma forma, uma direção e uma qualidade específica, funcionando como uma codificação verbal do gesto.
(__)Com o advento da modernidade e o surgimento das danças modernas e contemporâneas, novas codificações foram propostas, ampliando o entendimento do movimento para além da forma visível. Rudolf Laban, com o Sistema Laban de Análise do Movimento, introduziu uma linguagem científica que descreve o movimento a partir de quatro fatores: corpo, estética, esforço e estilo.
(__)Enquanto a codificação do balé enfatiza a estrutura e o ideal de perfeição formal, os sistemas modernos e contemporâneos buscam capturar a energia, o fluxo e as intenções internas do movimento. Dessa forma, a terminologia e a codificação também funcionam como linguagens culturais, capazes de expressar valores estéticos, sociais e simbólicos.
A sequência CORRETA é:
(__)O processo de ensino-aprendizagem deve considerar o corpo como sujeito do saber, reconhecendo suas dimensões sensório motoras, afetivas e simbólicas. Assim, o ensino da dança ultrapassa a mera reprodução de passos e coreografias, priorizando a construção de significados corporais e experiências de movimento que promovam autonomia, criatividade e consciência crítica.
(__)Metodologicamente, a prática pedagógica em dança envolve três eixos complementares: a experiência corporal, a reflexão estética e a contextualização sociocultural. A experiência corporal refere-se ao aprendizado pelo fazer: à exploração do movimento, da improvisação e da percepção do corpo no espaço. A reflexão estética diz respeito à capacidade de analisar, interpretar e atribuir sentido ao movimento, integrando elementos técnicos e expressivos.
(__)Entre os principais referenciais teóricos que orientam esses pressupostos destacam-se as contribuições da Educação Somática, que propõe uma escuta atenta do corpo e a integração entre consciência, respiração e movimento, e as abordagens de Laban e Dalcroze, que associam ritmo, espaço, tempo, fluência e intenção como princípios estruturadores da ação dançada.
A sequência CORRETA é:
I.Criada em Paris, sob a direção de Jean-Baptiste Lully e Pierre Beauchamp, a academia visava normatizar, codificar e elevar a dança ao mesmo estatuto das belas-artes, inserindo-a no projeto de centralização cultural do absolutismo francês.
II.A Académie sistematizou os princípios técnicos e estéticos do balé de corte, originando o balé clássico enquanto linguagem formal e codificada. Pela primeira vez, a dança foi submetida a um processo de tecnificação e escrita do movimento, que resultou na criação das cinco posições fundamentais dos pés, das regras de postura e de alinhamento axial, bem como da padronização da terminologia em francês.
III.Além do aspecto técnico, a Académie consolidou a profissionalização do bailarino e estabeleceu a distinção entre dança teatral e dança social. Sob sua influência, a dança migrou dos salões da corte para os palcos, dando origem à Opéra de Paris e à tradição do espetáculo coreográfico encenado.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Fonte: https://www.dancastipicas.com/brasileiras/dancas-folcloricas-brasileiras /
A dança, como manifestação artística, carrega em si dimensões estéticas que dialogam com valores culturais, sociais e históricos. Ao trabalhar danças folclóricas brasileiras em sala de aula, o professor deve considerar que:
"O corpo é o nosso meio geral para ter um mundo."
Maurice Merleau-Ponty, Fenomenologia da Percepção.
Maurice Merleau-Ponty (1908−1961) é um dos mais influentes filósofos da fenomenologia do século XX, tendo renovado profundamente as concepções de corpo, percepção e consciência. Sua obra representa uma inflexão decisiva em relação à tradição cartesiana, ao romper com a dualidade entre sujeito e objeto e propor o corpo como o fundamento ontológico da experiência humana no mundo. Ao discutir a estética da dança, Merleau-Ponty destaca a primazia da percepção corporal. Assim, a estética do movimento não se limita ao visual, mas:
Considere a imagem abaixo:

Fonte: https://citydance.org/what-is-a-ballet-releve-how-to-do-a-r eleve-in-ballet/
Durante o relevé em posição de quinta, a bailarina eleva os calcanhares mantendo o tronco ereto e os joelhos estendidos. Os músculos que atuam de forma sinérgica e estabilizadora para a execução eficiente desse movimento são: