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Q3627220 Pedagogia
A principal característica do desenvolvimento de projetos colaborativos e interdisciplinares em oficinas educativas é:
Alternativas
Q3627219 Pedagogia
Para assegurar a qualidade do processo de aprendizagem em oficinas educativas, é essencial que o instrutor: 
Alternativas
Q3627218 Pedagogia
As práticas pedagógicas inclusivas em oficinas educativas têm como finalidade:
Alternativas
Q3627217 Pedagogia
No planejamento e na execução de oficinas interativas, o uso de recursos tecnológicos deve estar voltado para:
Alternativas
Q3627216 Pedagogia
A gamificação tem sido utilizada em várias situações educacionais, como oficinas interativas, porque possibilita a participação ativa dos envolvidos, uma vez que:
Alternativas
Q3627215 Pedagogia
As metodologias ativas de aprendizagem estão se tornando cada vez mais comuns em oficinas interativas, uma vez que incentivam o envolvimento do estudante na construção do conhecimento, considerando que:
Alternativas
Q3627214 Pedagogia
Nas oficinas interativas, o papel do instrutor não é apenas transmitir conteúdos, mas sobretudo:
Alternativas
Q3627213 Pedagogia
A educação dialógica e participativa, baseada nos princípios propostos por Paulo Freire, visa a: 
Alternativas
Q3627212 Pedagogia
As teorias da aprendizagem interativa e colaborativa destacam a importância de:
Alternativas
Q3626651 Artes Cênicas
O ensino do balé clássico, com base no método Vaganova, na faixa etária dos 15 anos, de acordo com a sugestão de Nabinger et al. (2024), deve ter como objetivo central lapidar a técnica, estimulando a sensibilidade de cada aluno, sua singularidade e aptidões. Entre os objetivos específicos para a referida faixa etária apontada enquanto último módulo, os autores elencam: 
Alternativas
Q3626650 Artes Cênicas
Considerando o ensino do balé clássico para crianças e jovens com base no método Vaganova, Nabinger et al. (2024) declaram que, na faixa etária de 6 anos, o objetivo central deve ser a preparação de uma base sólida para o estudo da técnica clássica, considerando sua construção gradual junto à construção da qualidade artística. Entre os conteúdos listados para a faixa etária em questão, estão:
Alternativas
Q3626649 Fisioterapia
Desde o período histórico denominado Romantismo (1750-1850), as sapatilhas de ponta ainda têm levado em sua composição cola, cetim, papéis especiais e palmilhas flexíveis, os quais, segundo Sammarco e Miller (1982), são materiais incapazes de oferecer proteção aos pés contra a atuação de forças externas. Um índice alarmante de lesões típicas decorrentes do treinamento do balé clássico utilizando sapatilhas de ponta já se encontra bem documentado pela literatura médica. O tornozelo, frequentemente atingido por lesões crônicas e agudas em função do uso das sapatilhas de ponta, inclui as articulações:
Alternativas
Q3626648 Artes Cênicas
Discorrendo sobre a história do balé clássico, Ossona (1988, p. 73) comenta que, no período denominado Renascimento, o balé assumiu uma característica de espetáculo dançante, sendo apresentado em um teatro com uma plateia que habitualmente pagava por seu ingresso. Foi, portanto, nesse período que:
Alternativas
Q3626647 Artes Cênicas
Após o período de surgimento de balés conhecidos como “clássicos de repertório”, como por exemplo, Copélia, Bela Adormecida e Lago dos Cisnes, os quais chegam até nós nos dias de hoje exatamente como foram criados, ganhou destaque o trabalho de Diaglev, Nijinsky e Fokine que trouxeram um balé mais moderno, marcado por: 
Alternativas
Q3626646 Artes Cênicas
De acordo com Assumpção (2003), ainda hoje, o balé clássico segue um código de normas que, seja ele francês, italiano ou russo, não perde a rigidez, chegando ao ponto de haver correções na angulação do rosto dos(as) bailarinos(as). Esses, pela hierarquia que aprenderam a obedecer desde muito cedo, permitem que modelem até mesmo seus rostos, expressões e olhares, ressaltando, assim, o processo que a autora denomina:
Alternativas
Q3626645 Artes Cênicas
Segundo Portinari (1989), a dança teve seu primeiro tratado em Milão, entre 1435 e 1436. Além de ter sido escrito para a nobreza, esse código criava diversas minúcias que só eram acessíveis ao entendimento dos mestres de dança; dificilmente classes menos providas tinham acesso a essa técnica ou espetáculo. A partir daí, foram escritos novos documentos sobre a dança, e um deles conceituou o balletto, que passaria a designar um:
Alternativas
Q3626644 Educação Física
De acordo com Nascimento (2024), os pés são o ponto de apoio, por excelência, do bailarino e, por essa razão, é importante que esses estejam corretamente em contato com o solo e permitam a estabilidade na preparação, execução e finalização dos vários conteúdos técnicos. Segundo a autora, para além da marcha, os pés:
Alternativas
Q3626643 Educação Física
Na técnica da dança clássica, utilizar, sequencialmente, as direções devant, à la seconde, derrière e à la seconde (en dehors) e no oposto, derrière, à la seconde, devant e à la seconde (en dehors) caracteriza composições denominadas:
Alternativas
Q3626642 Educação Física
A cintura pélvica, no contexto da dança clássica, recebe atenção especial para a estruturação do movimento. A rotação das pernas para fora, a partir da articulação coxofemoral, culmina no que se denomina:
Alternativas
Q3626591 Artes Cênicas
Vicente e Souza (2011) discorrem sobre os relatos que demonstram o quanto as aulas de dança se configuram como um campo de disputa entre alunos e um momento de decréscimo de autoestima e desvalorização do próprio corpo. O ensino da dança focado no controle do corpo, com muita facilidade, transforma o corpo em um oponente sobre o qual se deve dominar sua mecânica e sua imagem, e que não deve ser poupado para o alcance desse objetivo. No ensino da dança dentro dessa concepção de controle do corpo, portanto, com base nos autores, as singularidades individuais:
Alternativas
Respostas
481: B
482: A
483: B
484: D
485: B
486: C
487: A
488: D
489: C
490: A
491: C
492: D
493: B
494: C
495: C
496: A
497: D
498: B
499: D
500: C