Questões de Concurso Para supervisor pedagógico

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Q2344489 Português
Em relação à acentuação gráfica, considerando-se a norma-padrão da Língua Portuguesa, é correto afirmar que
Alternativas
Q2344488 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
Em relação ao verbo “mediar”, empregado no texto, é incorreto afirmar que esse verbo 
Alternativas
Q2344487 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
Leia o excerto a seguir.

a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.”

Haverá alteração do sentido original desse trecho se o termo / a expressão 
Alternativas
Q2344486 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
No trecho “O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica.”, as vírgulas separam
Alternativas
Q2344485 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
Assinale a alternativa em que a palavra entre parênteses é antônima da palavra destacada nos trechos
Alternativas
Q2344484 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
O termo destacado no excerto “como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade” refere-se aos comentários feitos por
Alternativas
Q2344483 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
Com base na multiplicidade de textos das bibliotecas monásticas e nos diferentes núcleos de leitura, é correto afirmar que
Alternativas
Q2344482 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
Quanto à característica comum entre a biblioteca monástica e as demais bibliotecas, a informação comprovada pelo texto é a de que ambas
Alternativas
Q2344481 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
Em relação aos argumentos defendidos pelo autor do texto, é correto afirmar que a leitura monástica se encontra em um sistema
Alternativas
Q2301729 Pedagogia
Para Freire, segundo Freitas (2001), a ação pedagógica, em qualquer instância, apresenta três dimensões: epistemológica, estética e política. Estas dimensões se fazem presentes em todas as práticas educativas, mesmo que inconscientemente. Ao educar, ao ensinar, a prática está baseada em uma ou mais teorias; o trabalho é voltado para a manutenção do sistema ou por sua transformação, e os sentimentos estão envolvidos nesta ação, sejam eles positivos ou negativos. Desvela-se, dessa forma, a complexidade da ação educativa, seja ela entre professor-aluno ou supervisor escolar-professor. Sempre que houver sujeitos envolvidos em processo de ensino e aprendizagem, as dimensões far-se-ão presentes. Considerando o exposto e, ainda, as dimensões, analise as afirmativas a seguir.

I. “A dimensão ____________ diz respeito ao exercício da opção inerente à prática educativa, que, não sendo neutra, assume um posicionamento que contém um conjunto de ideias, pensamentos, e/ou doutrinas a serviço do qual coloca suas dimensões epistemológica e estética. Neste sentido, a prática pedagógica não é neutra, pois, mesmo que se diga neutra, estará a serviço de uma ideia, de uma concepção de sociedade, valores e mundo.”

II. “A dimensão ___________ transcende o saber técnico, as teorias, as posições ideológicas; ela atinge a subjetividade, envolve amor, prazer, esperança, tolerância, humildade, respeito, carinho, sem os quais não se concretiza a construção do conhecimento de forma plena. O vínculo afetivo, comprometimento existente entre os sujeitos que ensinam e aprendem, é o que possibilita a aprendizagem.”

III. “A dimensão ____________ diz respeito à perspectiva interacionista da educação, onde professor e aluno são sujeitos no ato de aprender, e ambos ocupam os dois papéis, o que fica claro a partir da afirmação que segue: ‘quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender’. Com base nesta afirmação, alunos, professores e supervisores ocupam lugar de ‘ensinantes’ e ‘aprendentes’; portanto, a todos estes sujeitos a condição de ‘inacabamento’ é inata.”

Assinale a alternativa que completa corretamente as afirmativas anteriores.
Alternativas
Q2301728 Pedagogia
Em 1961, com a promulgação da primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 4.024, foi realizada uma grande reforma na Educação do Brasil. Em 1971, dez anos depois, outra Lei, a de nº 5.692, apareceu e a educação brasileira sofreu grandes mudanças: a educação básica foi reorganizada em primeiro e segundo graus e não impôs mudanças no ensino superior, que anteriormente foi modificado pela Lei nº 5.540/1968, quando passou a ser chamado de terceiro grau. O forte da Lei nº 5.692/1971 foi a implantação “oficial” de uma tendência educacional tecnicista, a qual enfatizava a preparação para o trabalho no ensino de primeiro grau e a profissionalização no ensino de segundo grau. Mas a grande mudança ocorreu mesmo com a promulgação da LDB nº 9.394/1996, em 20 de dezembro de 1996, a qual determina os fins da educação, os caminhos a serem percorridos e os meios para atingi-los. Enfim, a nova LDB (BRASIL, 1996) passa a regulamentar a Educação Nacional quando preconiza em seus dois primeiros artigos: A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais (Art. 1º). A educação é dever da família e do Estado, inspirados nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana. Tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho (Art. 2º).
(Disponível em: https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/433963/2/Did%C3%A1tica%20e%20seu%20objeto%20de%20estudo.pdf. Adaptado.)

De acordo com a atual LDB, a divisão da educação escolar está estabelecida em:
Alternativas
Q2301727 Pedagogia
A didática é o principal ramo de estudo da pedagogia, pois se situa em um conjunto de conhecimentos pedagógicos, investiga os fundamentos, as condições e os modos de realização da instrução e do ensino; portanto, é considerada a ciência de ensinar. Nesse contexto, o professor tem como papel principal garantir uma relação didática entre ensino e aprendizagem através da arte de ensinar, pois ambos fazem parte de um mesmo processo. Segundo Libâneo (1994), o professor tem o dever de planejar, dirigir e controlar o processo de ensino, bem como estimular as atividades e competências próprias do aluno para a sua aprendizagem. Para que ocorra o pleno desenvolvimento das atividades pedagógicas, isto é, para que a mediação no processo de ensino aconteça de maneira eficaz, a prática educacional deve ser orientada e organizada com base em elementos que constituem a didática. Considerando o exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Conteúdos de ensino: constituídos por um conjunto de conhecimentos; trata-se da forma pela qual o professor expõe os saberes de uma disciplina para ser trabalhado por ele e pelos seus alunos.

( ) Métodos de ensino: formas que o professor organiza as suas atividades de ensino e de seus alunos com a finalidade de atingir objetivos do trabalho planejado em relação aos conteúdos específicos que serão aplicados.

( ) Objetivos: exigências que requerem do professor um posicionamento reflexivo, que o leve a questionamentos sobre a sua própria prática, sobre os conteúdos, os materiais e os métodos pelos quais as práticas educativas se concretizam.

( ) Avaliação escolar: possibilita aferir os resultados obtidos da aprendizagem no decorrer do trabalho para atribuição de notas, cumprindo a função de controle em relação ao rendimento escolar, mediante a qual se faz uma classificação quantitativa dos alunos relativa às notas que obtiveram nas provas.

A sequência está correta em 
Alternativas
Q2301726 Pedagogia
Etimologicamente, a palavra “projeto” vem do latim, particípio passado de projicere, que significa “lançar para frente”. Projeto pode ser entendido, ainda, como intento, desígnio, empreendimento. Com base nessas ideias, o Projeto Político-Pedagógico (PPP) é concebido como um instrumento teórico-metodológico que a escola elabora, de forma participativa, com a finalidade de apontar a direção e o caminho que irá percorrer para realizar, da melhor maneira possível, sua função social. O PPP, nomeado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) como proposta ou projeto pedagógico, é um conjunto de diretrizes organizacionais e operacionais que expressam e orientam as práticas pedagógicas e administrativas da escola, obedecidas às normas do sistema educacional. Considerando o exposto e, ainda, as características do PPP, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q2301725 Pedagogia
Considerando as diferenças existentes entre as tendências pedagógicas, conforme a proposta de classificação de Libâneo (1986), que sustentam os pressupostos de aprendizagem na educação do Brasil: a Pedagogia Liberal e a Pedagogia Progressista, sabe-se que a prática escolar está vinculada a condicionamentos de natureza social e política, que obrigam a uma constante reflexão sobre a diferente natureza do papel da escola e da aprendizagem, com reflexos explícitos e implícitos na forma como os professores realizam o seu trabalho na escola. Por intermédio do conhecimento das tendências pedagógicas e dos seus pressupostos de aprendizagem, o docente terá a oportunidade de avaliar os fundamentos teóricos utilizados em suas práticas na sala de aula. Na educação, o professor e o educando apresentam-se com diferentes papéis em cada uma das tendências pedagógicas. A didática tem desempenhado diversificados papéis associados às inúmeras tendências pedagógicas.
(Disponível em: https://md.uninta.edu.br/geral/didatica/. Adaptado.)

Uma educação com a ideia de conhecimento surge associada à descoberta de respostas que possam atender às exigências da vida social, rejeitando a investigação cognitiva de fatos reais para procurar revelar um sistema qualquer de representações mentais, acontecendo a valorização da experiência de autogestão, com formas de participação e de expressão pela palavra, mediante organização e execução do trabalho. E, sendo o professor orientador e catalisador do processo, junto ao grupo gerando reflexões, é possível afirmar que se trata da atuação do professor na Tendência
Alternativas
Q2301724 Pedagogia
O planejamento é um “processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social” (LIBÂNEO, 2013, p. 246) e, por isso, é um importante campo de estudos para as instituições de ensino e professores. De acordo com Malheiros (2019), o planejamento educacional pode ser compreendido como a organização dos passos que serão dados para se atingir determinado objetivo, sendo dividido em plano educacional e plano de ensino. Ainda, de acordo com Malheiros (2019), dentro do planejamento educacional, encontramos os seguintes planos: educacional; escolar; curricular; e, de ensino. Sobre o plano de ensino, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2301723 Pedagogia
Para Davis, Piaget acredita que existem, no desenvolvimento humano, diferentes momentos: um pensamento, uma maneira de calcular e certa conclusão podem parecer absolutamente corretos em um determinado período de desenvolvimento e absurdos num outro. As etapas de desenvolvimento do pensamento são, ao mesmo tempo, contínuas e descontínuas. Elas são contínuas porque sempre se apoiam na anterior, incorporando-a e transformando-a. E descontínuas, porque cada nova etapa não é mero prolongamento da que lhe antecedeu: transformações qualitativas radicais ocorrem no modo de pensar das crianças. As etapas de desenvolvimento encontram-se funcionalmente relacionadas dentro de um mesmo processo.
(DAVIS, 1994, p. 45.)

Sobre a teoria de Piaget, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q2301722 Pedagogia
O fragmento de texto a seguir contextualiza a questão.


Leia-o atentamente. Liderar significa “dirigir na condição de líder” (FERREIRA, 1993, p. 335), e líder é sinônimo de “guia, chefe” (p. 334). Este termo, porém, tem assumido outros sentidos quando remetemos sua significação às relações de trabalho que se estabelecem nas organizações. “O líder em educação lidera líderes em potencial” (FREITAS et al., 2003, p. 16). Remetendo esta ideia à função do supervisor escolar, conclui-se que ele lidera líderes, pois, professores, frente a seus alunos, são uma referência, ocupam este lugar. Alarcão (2004, p. 47)traz o pensamento de Senge, Mintzberg e Bronfenbrenner, que aponta para o desenvolvimento da escola enquanto organização aprendente, repercutindo no trabalho do supervisor escolar. 
[...] uma vez que a supervisão perde o seu caráter normativo, prescritivo, para tornar-se uma ação crítico-reflexiva junto ao professor, o papel do supervisor ganha novas dimensões, passando de controlador e direcionador para estimulador e sustentador do trabalho docente.
(ALONSO, 2003, p. 178.)

Sobre o exposto, são consideradas ações corretas a serem estabelecidas com os professores, EXCETO:
Alternativas
Q2301721 Pedagogia
O fragmento de texto a seguir contextualiza a questão.


Leia-o atentamente. Liderar significa “dirigir na condição de líder” (FERREIRA, 1993, p. 335), e líder é sinônimo de “guia, chefe” (p. 334). Este termo, porém, tem assumido outros sentidos quando remetemos sua significação às relações de trabalho que se estabelecem nas organizações. “O líder em educação lidera líderes em potencial” (FREITAS et al., 2003, p. 16). Remetendo esta ideia à função do supervisor escolar, conclui-se que ele lidera líderes, pois, professores, frente a seus alunos, são uma referência, ocupam este lugar. Alarcão (2004, p. 47)traz o pensamento de Senge, Mintzberg e Bronfenbrenner, que aponta para o desenvolvimento da escola enquanto organização aprendente, repercutindo no trabalho do supervisor escolar. 
As transformações são inevitáveis e adaptar-se, avaliar e reavaliar atitudes constantemente, buscando soluções a problemas inesperados são itens que revelam o caráter de constante mudança inerente à rotina do ambiente escolar. Considerando que a figura e a ação do supervisor pedagógico são fatores determinantes para que ocorra sucesso neste panorama, analise as afirmativas a seguir.

I. A resolução cooperativa dos problemas é fator de aprendizagem e de coesão organizacional.

II. O desenvolvimento humano, individual e coletivo é a “pedra de toque” para o desenvolvimento organizacional.

III. A linguagem como expressão do pensamento crítico e fator de conscientização aumenta o nível de empenho.

IV. A liderança estratégica é baseada em um pensamento linear, focando nas tomadas de decisões e desconsiderando fatores que podem influenciar direta ou indiretamente nas escolhas.

V. A escola é constituída por pessoas, profissionais, também em desenvolvimento pessoal e profissional; cada uma deve trabalhar a partir de seu próprio desejo, buscando sempre o conhecimento como dado absoluto.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2301720 Pedagogia
Na história da supervisão no Brasil, no final da década de 80 do século anterior, iniciou um movimento aberto de repensar sobre educação. Alguns profissionais, insatisfeitos com a educação disseminada nas escolas brasileiras, passaram a refletir, discutir e buscar alternativas para uma nova proposta sobre a função social da escola, o papel do educador e os resultados que as práticas pedagógicas trazem para os educandos. De acordo com Medina (2002, p. 46), “o supervisor pedagógico abdica de exercer poder e controle sobre o trabalho do professor e assume uma posição de problematizador do desempenho docente”. Esta mudança de paradigma demanda outras atribuições, fazendo com que professores passem a buscar no supervisor uma ação renovada, apoio, formação e orientação, a fim de qualificar sua prática pedagógica. Sobre o exposto, é considerada uma ação renovada do supervisor pedagógico:
Alternativas
Q2301559 Direito Administrativo
Segundo leciona Matheus Carvalho (2021), “a classificação para o direito é relevante na medida em que seja possível dar tratamento jurídico diferenciado de acordo com cada necessidade”. Neste sentido, os bens públicos são classificados pela doutrina de acordo com diferentes aspectos. De acordo com a classificação dos bens públicos de acordo com sua destinação, é correto o que se afirma em, EXCETO:
Alternativas
Respostas
841: B
842: A
843: A
844: B
845: D
846: C
847: C
848: D
849: A
850: B
851: B
852: B
853: B
854: B
855: C
856: A
857: C
858: B
859: D
860: C