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Q4035044 Farmácia
A prescrição de um xarope de um antibiótico para uma criança indica uma dose de 150 mg a cada 8 horas. O medicamento disponível na farmácia é uma suspensão oral reconstituída com uma concentração de 125 mg/5 mL. O técnico em farmácia precisa calcular corretamente o volume a ser administrado por dose para orientar o cuidador. Considerando a necessidade de precisão na dosagem pediátrica, analise as afirmativas a seguir.

I.O volume correto a ser administrado em cada dose é de 6 mL.

II.Para administrar o volume calculado, o uso de uma seringa dosadora é mais preciso do que o de um copo-medida ou colher-medida.

III.Se o tratamento for de 10 dias, o volume total necessário será de 180 mL, devendo ser dispensados dois frascos de 100 mL da suspensão.


Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4035043 Farmácia
Os anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) são uma classe de fármacos amplamente utilizada para o tratamento da dor, febre e inflamação. Seu mecanismo de ação principal envolve a inibição das enzimas ciclooxigenase (COX), mas diferentes AINEs possuem seletividade variada para as isoformas COX-1 e COX-2. Acerca deste tema, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A inibição da COX-1, uma enzima constitutiva presente na maioria dos tecidos, está associada aos principais efeitos adversos dos AINEs, como toxicidade gastrointestinal e renal, devido à redução na produção de prostaglandinas protetoras.

(__)A inibição da COX-2, uma enzima induzível no local da inflamação, é a principal responsável pelos efeitos anti-inflamatórios e analgésicos dos AINEs.

(__)Os AINEs seletivos para COX-2 (coxibes) foram desenvolvidos com o objetivo de reduzir o risco de eventos adversos gastrointestinais, mas seu uso foi associado a um aumento do risco de eventos cardiovasculares trombóticos.

(__)O ácido acetilsalicílico (AAS) é um AINE que inibe irreversivelmente tanto a COX-1 quanto a COX-2, sendo seu efeito antiagregante plaquetário duradouro devido à inibição da COX-1 nas plaquetas, que são anucleadas.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4035042 Farmácia
A comunicação entre o técnico em farmácia e o paciente é um processo dinâmico que envolve a transmissão de informações verbais e não verbais. Para que a orientação sobre o uso de um medicamento seja eficaz, é crucial que a comunicação seja clara, empática e que o profissional verifique a compreensão do paciente. Assinale a alternativa que descreve uma barreira de comunicação que pode comprometer a adesão ao tratamento.
Alternativas
Q4035040 Matemática
Em uma empresa, 40% dos funcionários participam de cursos de capacitação oferecidos internamente. Dentre esses funcionários capacitados, 25% realizam também cursos de aperfeiçoamento em liderança.
Com base nessas informações, qual é o percentual de funcionários da empresa que participa de cursos de aperfeiçoamento em liderança, em relação ao total de funcionários? 
Alternativas
Q4035037 Raciocínio Lógico
Em um curso técnico, todos os alunos estão matriculados em, pelo menos, um dos dois idiomas oferecidos: Inglês (I) e Espanhol (E).
Sabe-se que 40 alunos estudam Inglês, 25 estudam Espanhol e 10 estudam ambos os idiomas (|I ∩ E| = 10).
Quantos alunos estudam somente um dos idiomas?
Alternativas
Q4035036 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa



As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.
Outros locais iranianos, "como Pasárgada, Yazd e Isfahan", também estão em risco.
Sintaticamente, a expressão destacada na frase trata-se de:
Alternativas
Q4035035 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa



As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.
As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio.
A alternativa que contém um termo formado por adjetivo e substantivo é, respectivamente:
Alternativas
Q4035031 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa



As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.
O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, "afundam" dezenas de centímetros por ano.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:
Alternativas
Q3806342 Farmácia
Um técnico em farmácia do SUS recebe uma prescrição válida de um médico externo. Existe uma ordem verbal interna para negar prescrições externas para controle de estoque, mas o paciente é da área de abrangência da unidade. Neste conflito, a conduta ética prioritária é 
Alternativas
Q3806341 Farmácia
Medicamentos vencidos, incluindo os antimicrobianos e hormonais, devem ser descartados no recipiente identificado como
Alternativas
Q3806340 Farmácia
O fenômeno farmacocinético conhecido como efeito de primeira passagem, que influencia diretamente a biodisponibilidade de fármacos orais
Alternativas
Q3806339 Farmácia
No processo de manipulação de uma formulação em cápsulas, a etapa que visa garantir que o princípio ativo e os excipientes estejam uniformemente distribuídos em toda a mistura de pós, sendo fundamental para a correta dosagem em cada cápsula, é o(a)
Alternativas
Q3806338 Farmácia
Um técnico em farmácia recebe uma receita em duas vias para a dispensação de um antibiótico do grupo das quinolonas. Após a dispensação, a conduta correta em relação às vias da receita é:
Alternativas
Q3806337 Farmácia
A etapa do Ciclo da Assistência Farmacêutica que consiste em um processo técnico-científico, ético e pactuado para definir a relação de medicamentos essenciais para atender às necessidades de saúde da população em um determinado nível de atenção à saúde é denominada:
Alternativas
Q3806336 Farmácia
No contexto da farmácia hospitalar, o sistema no qual a farmácia prepara e envia ao posto de enfermagem os medicamentos prescritos para cada paciente para um período de 24 horas, em embalagens identificadas e prontas para administração nos horários prescritos, é conhecido como sistemas de
Alternativas
Q3806335 Farmácia
Durante a dispensação de medicamentos, o técnico em farmácia deve orientar o paciente sobre diversos aspectos para garantir o uso correto e seguro. A orientação sobre o horário de administração do medicamento em relação às refeições está diretamente relacionada à 
Alternativas
Q3806334 Farmácia
Ao realizar o monitoramento diário da temperatura de um refrigerador destinado à guarda de medicamentos termolábeis, o técnico em farmácia verifica no termômetro de momento que a temperatura registrada é de +10°C. O registro da temperatura mínima nas últimas 24 horas foi de +4°C e a máxima foi de +10°C. Considerando as Boas Práticas na Cadeia do Frio, a conduta técnica prioritária a ser adotada é:
Alternativas
Q3806333 Farmácia
A correta utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é fundamental para a segurança nos ambientes farmacêuticos. Na manipulação de medicamentos citostáticos, qual EPI é indispensável para proteção das vias respiratórias do profissional?
Alternativas
Q3805702 Redes de Computadores

Qual das opções contém somente protocolos de rede? 

Alternativas
Q3805701 Noções de Informática

O OneDrive é o serviço de nuvem oferecido pela Microsoft. Na sua configuração padrão de conta gratuita, a capacidade de armazenamento é de:

Alternativas
Respostas
421: B
422: D
423: C
424: B
425: C
426: A
427: D
428: D
429: D
430: B
431: C
432: B
433: A
434: E
435: C
436: D
437: B
438: C
439: C
440: C