Questões de Concurso Para técnico em farmácia

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Q3886608 Matemática
Uma farmácia colocou 54 caixas iguais de um mesmo medicamento em uma prateleira, formando pilhas, de modo que todas as pilhas ficaram com o mesmo número de caixas.

Sabendo que o número de caixas de cada pilha era igual a 3/2 do número de pilhas, é correto afirmar que o número de caixas de cada pilha era igual a
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Q3886607 Matemática
Uma torneira, gotejando 50 gotas por minuto, enche um recipiente, sem transbordar, em 2 horas.

Se essa torneira gotejasse 40 gotas por minuto, ela encheria esse mesmo recipiente, sem transbordar, em
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Q3886606 Matemática
Em um recipiente, foram misturados 80 mL de medicamento com 300 mL de soro fisiológico.

Qual a quantidade de medicamento que deve ser acrescentada nesse recipiente, para que a razão entre a quantidade de medicamento e a quantidade de soro fisiológico seja igual a 2/5 ?
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Q3886605 Matemática
Todos os técnicos de enfermagem de um hospital precisam fazer um determinado curso de atualização. Como 4 desses técnicos já fizeram esse curso, não terão de fazer novamente. Entre os demais técnicos, 40% farão o curso nesta semana, e outros 36 técnicos farão o curso na semana que vem.

O número total de técnicos de enfermagem desse hospital é igual a
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Q3886604 Matemática
Em uma unidade básica de saúde (UBS), há 180 prontuários de crianças e 260 prontuários de adultos. Todos esses prontuários serão divididos em pilhas, cada pilha com o mesmo número de prontuários, sendo esse número o maior possível.

Sabendo que cada pilha não pode ter prontuários de crianças e prontuários de adultos misturados, o número total de pilhas que serão formadas com todos esses prontuários será igual a
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Q3886603 Matemática
Uma pessoa comprou alguns produtos em uma farmácia, e o valor total dessa compra foi igual a R$ 90,00.

A tabela a seguir apresenta algumas informações sobre o número de unidades compradas de cada produto e seu respectivo valor unitário:

Q12.png (329×148)

Quantas unidades de flaconetes de remédio para o fígado foram compradas?
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Q3886602 Matemática
Na sala de espera de uma clínica, havia determinado número de pessoas. Desse total, 1/3 faria somente exames de imagem, 1/4 faria somente exames clínicos, e as 15 pessoas restantes aguardavam somente consultas médicas.

Quantas pessoas fariam somente exames de imagem? 
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Q3886601 Português
Leia a charge a seguir:
Q10.png (237×194)
(Nani. Disponível em: nanihumor.com)

O principal efeito de sentido da charge é desencadeado pela
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Q3886600 Português
Leia o texto a seguir:

Quando amigas de Charlotte vão _________ aulas de ioga, proporcionam ________ ela a companhia de que precisa. Alentada por isso, ela ministra suas aulas de segunda _________ sexta-feira, sempre _________ 10h.

De acordo com a norma-padrão de regência e emprego do sinal de crase, as lacunas são preenchidas respectivamente por:
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Q3886599 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o enunciado, adaptado do texto, está redigido de acordo com a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
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Q3886598 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho destacado, adaptado do texto, está redigido de acordo com a norma- -padrão de emprego e colocação do pronome.
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Q3886597 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Considere as passagens a seguir:

•  “‘A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem’.” (4° parágrafo)
•  “Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando mudou para a pequena cidade.” (5° parágrafo)

Nos contextos em que foram empregados, os termos destacados introduzem, correta e respectivamente, relações de sentido de
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Q3886596 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo “só” está empregado com o mesmo sentido que tem em “Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga…” (5° parágrafo).
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Q3886595 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que os pronomes destacados na passagem reescrita estão empregados de acordo com a norma-padrão e preservam o sentido original do texto.
Alternativas
Q3886594 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Charlotte tem 102 anos, e seu filho afirma que ela é sociável.

Tais informações equivalem a dizer que ela é, portanto, uma senhora
Alternativas
Q3886593 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
A expressão “Nesse cenário” (2o parágrafo) faz referência
Alternativas
Q3886592 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Um aspecto que se destaca na maneira de pensar de Charlotte é
Alternativas
Q3878184 Farmácia
Os Anti-inflamatórios Não Esteroidais (AINEs) inibidores seletivos da COX-2 (Coxibes) foram desenvolvidos para reduzir a gastrolesividade. No entanto, seu uso crônico está associado a um risco cardiovascular aumentado. Assinale a alternativa que explica o mecanismo fisiopatológico desse efeito adverso. 
Alternativas
Q3878183 Farmácia
Na validação de métodos analíticos por HPLC, a "Robustez" (Robustness) deve ser avaliada. Assinale a alternativa que descreve corretamente o procedimento experimental para determinar a robustez.
Alternativas
Q3878182 Farmácia

A via transdérmica evita o metabolismo de primeira passagem hepático, mas exige que o fármaco atravesse o estrato córneo. Sobre os promotores de permeação cutânea e a iontoforese, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:



(__) A iontoforese utiliza uma corrente elétrica de baixa voltagem para forçar a passagem de moléculas ionizadas através da pele, baseando-se no princípio da eletrorrepulsão (cargas iguais se repelem).


(__) Promotores químicos como o Azone e o Dimetilsulfóxido (DMSO) atuam desorganizando a estrutura lipídica intercelular do estrato córneo, aumentando a difusividade do fármaco.


(__) A via transdérmica é adequada para a administração de macromoléculas proteicas de alto peso molecular (> 10.000 Da) de forma passiva, sem a necessidade de métodos físicos de aprimoramento.


(__) A hidratação da pele (oclusão) reduz a permeabilidade cutânea, pois o inchaço dos queratinócitos fecha os canais polares da epiderme.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:

Alternativas
Respostas
261: B
262: C
263: A
264: C
265: A
266: E
267: B
268: C
269: A
270: C
271: E
272: C
273: C
274: A
275: E
276: C
277: D
278: D
279: C
280: A