Questões de Concurso
Para técnico em farmácia
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Sobre a concentração de soluções, assinale a afirmativa correta.
As opções a seguir apresentam grupos que são mais susceptíveis às reações adversas a medicamentos, à exceção de uma.
Assinale‐a.
Quanto deve ser diluído de uma solução 1.2 molar de hidróxido de sódio, para se obter um litro de uma solução 0.3 molar?
Para preparar uma solução a 10 PPM de cloreto de sódio em água destilada deve‐se dissolver
Quando se considera a preparação de suspensões para uso em pediatria, partindo de comprimidos já comercialmente disponíveis, assinale a afirmativa incorreta.
Sobre comprimidos dispersíveis, assinale a afirmativa incorreta.
As opções a seguir, à exceção de uma, apresentam solventes de uso farmacêutico para medicamentos injetáveis parenterais à substância. Assinale‐a.
Obs.: não é necessário estabelecer a concentração de solvente que se vai utilizar
Assinale a opção que indica uma formulação para administração oral.
Assinale a opção que indica o excipiente principal utilizado na fabricação de xarope simples.
Os medicamentos relacionados a seguir fazem parte da lista de medicamentos excepcionais dispensados pelo SUS no âmbito do componente especializado da assistência farmacêutica, à exceção de um. Assinale‐o.
Considerando a dispensação de medicamentos no âmbito do SUS, Sistema Único de Saúde, assinale a afirmativa incorreta.
A figura a seguir refere‐se às questões 19 e 20.
A charge a seguir aborda problemas de energia nos dias de hoje.
Na charge, a expressão facial do personagem demonstra
A figura a seguir refere‐se às questões 19 e 20.
A charge a seguir aborda problemas de energia nos dias de hoje.
País precisa racionalizar
consumo de eletricidade?
Há previsão de chuvas para a maior parte das regiões do país nos próximos dias. Ainda assim, por força da longa estiagem que afetou o Sudeste e o Centro‐Oeste, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS) trabalha com uma estimativa de que no atual período úmido o volume de chuvas não ultrapasse 67% da média histórica nas áreas que abrigam os principais reservatórios das hidrelétricas.
No Sudoeste, o volume de água acumulada nos reservatórios caiu para o mesmo patamar registrado em igual período em 2001 (34%), ano em que o país teve de recorrer a um programa de racionamento de eletricidade. Desde então muita coisa aconteceu para reduzir a necessidade de um novo racionamento. Linhas de transmissão foram instaladas, aumentando a capacidade de transferência de eletricidade de uma região para outra (em 2001, de fato, a energia que sobrava no Sul ou no Norte não pôde ser transferida para o Sudeste e o Nordeste). O parque gerador também recebeu considerável reforço de usinas termoelétricas e há uma crescente contribuição da energia eólica, ainda que em termos relativos essa participação não ultrapasse 1% da eletricidade consumida.
Mas a verdade é que a oferta de energia depende agora dos humores de São Pedro. A hidroeletricidade responde por mais de 70% da capacidade de geração, e praticamente todas as novas usinas hidráulicas operam a fio d’água, ou seja, dependem da vazão dos rios. Se estivessem concluídas, as usinas de Jirau e Santo Antônio, no Madeira, e Belo Monte, no Xingu, poderiam estar operando a plena capacidade em face da grande cheia dos rios que as abastecem.
Os reservatórios remanescentes não mais asseguram o suprimento de eletricidade do país por vários anos, e sim por meses.
Em pleno período úmido, quando a ocorrência de chuvas abundantes ainda é possível, talvez não faça sentido a adoção já de um plano de racionamento de energia. Com a economia crescendo pouco, o racionamento precipitado poderia ter impacto negativo desnecessário sobre a produção, já debilitada por outros fatores. No entanto, como a situação dos reservatórios está em ponto crítico e a previsão de chuvas é incerta, o mínimo que se deveria esperar das autoridades seria um esforço em prol da racionalização do uso de energia, como primeira iniciativa. No passado, a população e os setores produtivos deram provas de que respondem com presteza aos estímulos à racionalização do consumo de eletricidade. E, se preciso for, todos estariam preparados para o racionamento, em um segundo momento.
O que não pode é o governo ficar de braços cruzados, por causa do ano eleitoral, fingindo que não há qualquer risco de desabastecimento. Por causa de seus interesses políticos, o governo não deveria jogar com a sorte e expor a população a uma situação com consequências muito sérias se o país tiver de ser submetido, mais tarde, a um forte racionamento de energia.
(Opinião, O Globo, 07/03/2014)
A partir da leitura do texto “País precisa racionalizar consumo de eletricidade?” e da análise da charge, avalie as afirmativas a seguir.
I. A crise energética pode provocar o aumento do custo da energia.
II. A longa estiagem abre a possibilidade de racionamento de energia.
III. A crise energética pode levar a cortes no fornecimento de energia.
Assinale: