Questões de Concurso Para guarda civil

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Q3641563 Matemática
Um construtor, especialista em telhados, estava projetando a caída do novo telhado que fará. E fez o seguinte esboço:

Q19.png (286×128)

No esboço acima, observa-se que os catetos 3 e 2,5 formam um triângulo retângulo. A hipotenusa representa o comprimento de um dos lados da área do telhado. Portanto, ao defini-la dimensionará o projeto do novo telhado.

Assinale a alternativa que apresenta a hipotenusa desse triângulo retângulo.
Alternativas
Q3641562 Matemática
Jacó alugou um carro por R$200 diária e mais R$0,80 por quilômetro rodado. Ele estava estudando a viabilidade desse contrato e colocou a função f(x) numa planilha, para avaliar os custos diários. Considerando a quilometragem total rodada ao longo do dia, ele simulou alguns cenários, conforme abaixo:

• x = 100km, o custo é R$280,00
• x = 50km, o custo é R$240,00

Com base nessas informações, assinale a alternativa que contenha a função f(x) que relaciona os custos diários do aluguel de um carro para a demanda de Jacó.
Alternativas
Q3641561 Matemática Financeira
Jeny aplicou um capital de R$15.000,00 durante 3 meses à uma taxa trimestral de 8% a.t. Assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, aos juros e ao montante recebido após três meses.
Alternativas
Q3641560 Matemática
A média aritmética de um conjunto de 30 elementos é igual a 15. Se acrescentarmos a esse conjunto dois elementos de valor 42,0 e 20,0, respectivamente. Qual será a nova média? Assinale a alternativa correta que corresponde a nova média no cenário dado.
Alternativas
Q3641559 Matemática
Janaina está planejando ir à praia no próximo feriado de 7 de setembro. Ela possui um Opala antigo, que consome 1 litro de gasolina a cada 3,5 quilômetros. Morando em Campinas, pretende viajar até Ubatuba, localizada a 285 km de sua residência. Sabendo que o preço da gasolina é de R$5,00 por litro, assinale a alternativa que indica o custo total de combustível para essa viagem utilizando seu Opala.
Alternativas
Q3641558 Matemática
Um humorista e torcedor do Íbis Sport Club leu a seguinte manchete: “Saiu o último comunicado do IBGE: o Íbis Sport Club é considerado o pior time da história do futebol, segundo pesquisas realizadas na porta do Estádio Municipal Ademir Cunha, localizado em Paulista, Pernambuco.”

Segundo o humorista, a pesquisa apontava que 99% dos entrevistados responderam que o Íbis é o pior time da história. O restante afirmou que o clube também perdeu essa disputa, sendo então considerado o segundo pior time da história.

Considerando que os entrevistados correspondiam ao total de pessoas presentes no estádio, cuja capacidade é de 12.000 pessoas, quantas disseram que o Íbis é o pior time da história? Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3641557 Matemática
O gestor estava analisando os números de vendas de um determinado produto, líder de mercado nos últimos anos. Ele verificou que a razão entre as vendas dos anos de 2022 e 2023 foi de 3:2 (três para dois). Além disso, constatou que a razão entre as vendas de 2024 e 2023 foi proporcionalmente duas vezes maior que a razão entre 2022 e 2023.

Portanto, qual é a razão entre as vendas de 2024 e 2023? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3641556 Matemática
Uma paróquia está montando kits para o próximo Dia das Crianças. Cada kit deve conter a mesma quantidade de brinquedos e de pares de roupas, sem sobras. A paróquia recebeu 84 brinquedos e 108 pares de roupas.

Deseja-se montar o maior número possível de kits, todos iguais entre si, sem que sobre nenhum brinquedo ou par de roupa.

Assinale a alternativa que contém o maior número de kits que pode ser montado.
Alternativas
Q3641555 Matemática
Joelma tem uma impressora profissional em casa e precisa trocar os cartuchos de tinta preto e o cartucho colorido. O cartucho preto precisa de troca a cada 25 dias, e o cartucho colorido, a cada 65 dias. Se ambos os cartuchos foram trocados hoje, em quantos dias elas voltarão a ser trocadas no mesmo dia?
Alternativas
Q3641554 Português
A concordância nominal está devidamente estabelecida em:
Alternativas
Q3641553 Português
Dentre as sentenças a seguir, aquela cuja regência verbal dispensa a preposição é:
Alternativas
Q3641552 Português
Não se emprega o hífen apenas em:
Alternativas
Q3641551 Português
A alternativa em que todas as palavras são proparoxítonas é:
Alternativas
Q3641550 Português
Quanto à classe gramatical das palavras em destaque nas sentenças.

I. Dirigi-me devagar ao hospital.
II. Curiosamente, o casal desapareceu durante a trilha.
III. Após cinco meses de tratamento, foi curada da doença.
IV. Isso até que é um bom hábito.

é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3641549 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.

    — José Carlos?

    — Ele mesmo. Você está boa?

    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?

    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:

    — Quem está falando?

    — Ora, você sabe.

    — Palavra de honra que não sei.

    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.

    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.

    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.

    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.

    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.

    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…

    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.

    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.

    — Ela saiu daqui correndo e chorando.

    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.


OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
Considere as classificações de “simples”, “composto”, “comum” e “próprio” para os substantivos I. “voz” e II. “aflição”, que ocorrem no texto. Conforme essas categorias, a classificação correta dos substantivos dados é:
Alternativas
Q3641548 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.

    — José Carlos?

    — Ele mesmo. Você está boa?

    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?

    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:

    — Quem está falando?

    — Ora, você sabe.

    — Palavra de honra que não sei.

    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.

    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.

    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.

    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.

    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.

    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…

    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.

    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.

    — Ela saiu daqui correndo e chorando.

    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.


OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
Em “— Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…”, a próclise se justifica:
Alternativas
Q3641547 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.

    — José Carlos?

    — Ele mesmo. Você está boa?

    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?

    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:

    — Quem está falando?

    — Ora, você sabe.

    — Palavra de honra que não sei.

    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.

    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.

    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.

    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.

    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.

    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…

    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.

    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.

    — Ela saiu daqui correndo e chorando.

    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.


OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
O trecho a seguir cuja palavra em destaque é um pronome demonstrativo é:
Alternativas
Q3641546 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.

    — José Carlos?

    — Ele mesmo. Você está boa?

    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?

    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:

    — Quem está falando?

    — Ora, você sabe.

    — Palavra de honra que não sei.

    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.

    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.

    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.

    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.

    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.

    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…

    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.

    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.

    — Ela saiu daqui correndo e chorando.

    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.


OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
Em relação aos verbos “correr” e “chorar”, em “Ela saiu daqui correndo e chorando”, é correto afirmar:
Alternativas
Q3641545 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.

    — José Carlos?

    — Ele mesmo. Você está boa?

    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?

    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:

    — Quem está falando?

    — Ora, você sabe.

    — Palavra de honra que não sei.

    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.

    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.

    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.

    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.

    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.

    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…

    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.

    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.

    — Ela saiu daqui correndo e chorando.

    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.


OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
Analise as afirmações a seguir, com base no texto:

I. A mulher que procurava por José Carlos no telefone era sua esposa.
II. José Carlos não pôde identificar a quem pertencia a voz da mulher no telefone.
III. O conselho de seu amigo era o de que a situação fosse resolvida pelo porteiro do prédio.

É (são) verdadeira(s) apenas:
Alternativas
Q3622901 Legislação dos Municípios do Estado da Paraíba
Qual a Lei de criação da Guarda Municipal de Santa Cecília:
Alternativas
Respostas
1001: D
1002: E
1003: A
1004: E
1005: C
1006: E
1007: D
1008: B
1009: A
1010: C
1011: E
1012: C
1013: E
1014: C
1015: B
1016: D
1017: C
1018: D
1019: B
1020: C