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Q2943296 Noções de Informática

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Observando a figura acima, é correto afirmar que:

I. Trata-se da opção inserir colunas do Microsoft Word 2003

II. Serão inseridas no texto duas colunas a partir do ponto desejado

III. Serão inseridas em todo o texto duas colunas

Alternativas
Q2943295 Noções de Informática

No Microsoft Excel, dada à seguinte fórmula; =A1+C4+D5, onde as células estão preenchidas com os valores de 18, 42 e 35 respectivamente. Qual o valor da fórmula acima?

Alternativas
Q2943294 Noções de Informática

Quanto ao Microsoft Windows e pacote Office é correto afirmar que as teclas de atalho a seguir servem respectivamente para:


I - Ctlr C

II - Ctrl X

III - Ctrl V

Alternativas
Q2943293 Português

O poema a seguir pertence a Ulissses Tavares. Baseada nas informações contidas no poema, responda às questões 6 a 10.


Além da imaginação


Tem gente passando fome.

E não é a fome que você imagina

entre uma refeição e outra.

Tem gente sentindo frio.

E não é o frio que você imagina

entre o chuveiro e a toalha.

Tem gente muito doente.

E não é a doença que você imagina

entre a receita e a aspirina.

Tem gente sem esperança.

E não é o desalento que você imagina

entre o pesadelo e o despertar.


Tem gente pelos cantos.

E não são os cantos que você imagina

entre o passeio e a casa.

Tem gente sem dinheiro.

E não é a falta que você imagina

entre o presente e a mesada.

Tem gente pedindo ajuda.

E não é aquela que você imagina

entre a escola e a novela.

Tem gente que existe e parece

imaginação.

(Viva a poesia viva. 2a Ed. São Paulo: Saraiva, 1997. p. 57)

Na frase: “tem gente pedindo ajuda”, o verbo “pedir”, quanto à transitoriedade é classificado em:

Alternativas
Q2943292 Português

O poema a seguir pertence a Ulissses Tavares. Baseada nas informações contidas no poema, responda às questões 6 a 10.


Além da imaginação


Tem gente passando fome.

E não é a fome que você imagina

entre uma refeição e outra.

Tem gente sentindo frio.

E não é o frio que você imagina

entre o chuveiro e a toalha.

Tem gente muito doente.

E não é a doença que você imagina

entre a receita e a aspirina.

Tem gente sem esperança.

E não é o desalento que você imagina

entre o pesadelo e o despertar.


Tem gente pelos cantos.

E não são os cantos que você imagina

entre o passeio e a casa.

Tem gente sem dinheiro.

E não é a falta que você imagina

entre o presente e a mesada.

Tem gente pedindo ajuda.

E não é aquela que você imagina

entre a escola e a novela.

Tem gente que existe e parece

imaginação.

(Viva a poesia viva. 2a Ed. São Paulo: Saraiva, 1997. p. 57)

Na última linha do poema o autor faz a seguinte afirmação:

“tem gente que existe e parece imaginação”.

O que ele quis pressupor ao fazer tal afirmação?

Alternativas
Q2943291 Português

O poema a seguir pertence a Ulissses Tavares. Baseada nas informações contidas no poema, responda às questões 6 a 10.


Além da imaginação


Tem gente passando fome.

E não é a fome que você imagina

entre uma refeição e outra.

Tem gente sentindo frio.

E não é o frio que você imagina

entre o chuveiro e a toalha.

Tem gente muito doente.

E não é a doença que você imagina

entre a receita e a aspirina.

Tem gente sem esperança.

E não é o desalento que você imagina

entre o pesadelo e o despertar.


Tem gente pelos cantos.

E não são os cantos que você imagina

entre o passeio e a casa.

Tem gente sem dinheiro.

E não é a falta que você imagina

entre o presente e a mesada.

Tem gente pedindo ajuda.

E não é aquela que você imagina

entre a escola e a novela.

Tem gente que existe e parece

imaginação.

(Viva a poesia viva. 2a Ed. São Paulo: Saraiva, 1997. p. 57)

Com relação ao poema, o autor pressupõe a existência de quais classes sociais?

Alternativas
Q2943289 Português

O poema a seguir pertence a Ulissses Tavares. Baseada nas informações contidas no poema, responda às questões 6 a 10.


Além da imaginação


Tem gente passando fome.

E não é a fome que você imagina

entre uma refeição e outra.

Tem gente sentindo frio.

E não é o frio que você imagina

entre o chuveiro e a toalha.

Tem gente muito doente.

E não é a doença que você imagina

entre a receita e a aspirina.

Tem gente sem esperança.

E não é o desalento que você imagina

entre o pesadelo e o despertar.


Tem gente pelos cantos.

E não são os cantos que você imagina

entre o passeio e a casa.

Tem gente sem dinheiro.

E não é a falta que você imagina

entre o presente e a mesada.

Tem gente pedindo ajuda.

E não é aquela que você imagina

entre a escola e a novela.

Tem gente que existe e parece

imaginação.

(Viva a poesia viva. 2a Ed. São Paulo: Saraiva, 1997. p. 57)

Na frase: “entre o pesadelo e o despertar”, podemos dizer que, no contexto, as palavras destacadas são classificadas como:

Alternativas
Q2943288 Português

O poema a seguir pertence a Ulissses Tavares. Baseada nas informações contidas no poema, responda às questões 6 a 10.


Além da imaginação


Tem gente passando fome.

E não é a fome que você imagina

entre uma refeição e outra.

Tem gente sentindo frio.

E não é o frio que você imagina

entre o chuveiro e a toalha.

Tem gente muito doente.

E não é a doença que você imagina

entre a receita e a aspirina.

Tem gente sem esperança.

E não é o desalento que você imagina

entre o pesadelo e o despertar.


Tem gente pelos cantos.

E não são os cantos que você imagina

entre o passeio e a casa.

Tem gente sem dinheiro.

E não é a falta que você imagina

entre o presente e a mesada.

Tem gente pedindo ajuda.

E não é aquela que você imagina

entre a escola e a novela.

Tem gente que existe e parece

imaginação.

(Viva a poesia viva. 2a Ed. São Paulo: Saraiva, 1997. p. 57)

De acordo com o poema, qual a ideia principal transmitida pelo autor ao usar várias vezes a expressão "Tem gente

Alternativas
Q2943286 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões de 1 a 5.


A realidade do trabalho infantil

Quero registrar a triste situação por que passam milhões de crianças brasileiras, em sua maioria desassistidas, desnutridas, sem educação básica, caminhando a um futuro incerto e infeliz.


Os menores no Brasil, desassistidos em seus lares, ganham as ruas em busca de uma forma de vida, caindo nas malhas da prostituição e da exploração do trabalho infantil - — que constitui um grave problema social.


A Constituição proíbe qualquer trabalho antes de a criança completar 14 anos de idade, salvo na condição de aprendiz, situação permitida apenas a partir dos 12 anos. Mesmo assim, tal atividade deve ser reconhecidamente leve, excluindo-se, por exemplo, o trabalho exercido nas indústrias, nas oficinas e na agricultura.


Além disso, é fundamental que a criança e o adolescente que trabalham, tenham garantido o acesso à educação. As crianças e os adolescentes não aparecem nas estatísticas oficiais e não têm direitos trabalhistas e benefícios previdenciários garantidos - constituem o que se costuma chamar de “mão de obra invisível”.


Mas, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), essa mão de obra invisível forma no Brasil um exército silencioso de 7,5 milhões de menores, que não têm infância e trabalham como adultos. A tragédia infanto-juvenil no campo deve ser hoje a grande preocupação do governo federal. As crianças ingressam no trabalho a partir de 6 ou 7 anos. Trabalham em média dez horas, em troca de uma remuneração que varia de 2 a 6 reais por dia. Tais valores são ainda menores se a mão de obra for feminina.


O Estatuto da Criança e do Adolescente veio trazer, nesse contexto, uma grande contribuição, ao garantir direitos específicos para a criança e para o adolescente e propor políticas integradas de atendimento.


Dentro de uma ação global, vale destacar o apoio à infância no campo da educação, a exemplo da bolsa-escola, implantada pelo governo do Distrito Federal, que garante a permanência da criança em sala de aula através da remuneração à família. Não devemos nunca nos esquecer de um princípio fundamental: lugar de criança é junto à família e na escola.


(Benedita da Silva, artigo publicado no Jornal Folha de São Paulo. Apud Gilberto Dimenstein, Aprendiz do futuro - Cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Ática, 2000. p. 35)

A expressão “nesse contexto”, colocada no 6o parágrafo, refere-se a quem?

Alternativas
Q2943285 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões de 1 a 5.


A realidade do trabalho infantil

Quero registrar a triste situação por que passam milhões de crianças brasileiras, em sua maioria desassistidas, desnutridas, sem educação básica, caminhando a um futuro incerto e infeliz.


Os menores no Brasil, desassistidos em seus lares, ganham as ruas em busca de uma forma de vida, caindo nas malhas da prostituição e da exploração do trabalho infantil - — que constitui um grave problema social.


A Constituição proíbe qualquer trabalho antes de a criança completar 14 anos de idade, salvo na condição de aprendiz, situação permitida apenas a partir dos 12 anos. Mesmo assim, tal atividade deve ser reconhecidamente leve, excluindo-se, por exemplo, o trabalho exercido nas indústrias, nas oficinas e na agricultura.


Além disso, é fundamental que a criança e o adolescente que trabalham, tenham garantido o acesso à educação. As crianças e os adolescentes não aparecem nas estatísticas oficiais e não têm direitos trabalhistas e benefícios previdenciários garantidos - constituem o que se costuma chamar de “mão de obra invisível”.


Mas, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), essa mão de obra invisível forma no Brasil um exército silencioso de 7,5 milhões de menores, que não têm infância e trabalham como adultos. A tragédia infanto-juvenil no campo deve ser hoje a grande preocupação do governo federal. As crianças ingressam no trabalho a partir de 6 ou 7 anos. Trabalham em média dez horas, em troca de uma remuneração que varia de 2 a 6 reais por dia. Tais valores são ainda menores se a mão de obra for feminina.


O Estatuto da Criança e do Adolescente veio trazer, nesse contexto, uma grande contribuição, ao garantir direitos específicos para a criança e para o adolescente e propor políticas integradas de atendimento.


Dentro de uma ação global, vale destacar o apoio à infância no campo da educação, a exemplo da bolsa-escola, implantada pelo governo do Distrito Federal, que garante a permanência da criança em sala de aula através da remuneração à família. Não devemos nunca nos esquecer de um princípio fundamental: lugar de criança é junto à família e na escola.


(Benedita da Silva, artigo publicado no Jornal Folha de São Paulo. Apud Gilberto Dimenstein, Aprendiz do futuro - Cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Ática, 2000. p. 35)

O texto apresenta uma frase que resume o ponto de vista defendido pela autora com relação ao trabalho infantil. Marque a alternativa que aponta a defesa proposta:

Alternativas
Q2943281 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões de 1 a 5.


A realidade do trabalho infantil

Quero registrar a triste situação por que passam milhões de crianças brasileiras, em sua maioria desassistidas, desnutridas, sem educação básica, caminhando a um futuro incerto e infeliz.


Os menores no Brasil, desassistidos em seus lares, ganham as ruas em busca de uma forma de vida, caindo nas malhas da prostituição e da exploração do trabalho infantil - — que constitui um grave problema social.


A Constituição proíbe qualquer trabalho antes de a criança completar 14 anos de idade, salvo na condição de aprendiz, situação permitida apenas a partir dos 12 anos. Mesmo assim, tal atividade deve ser reconhecidamente leve, excluindo-se, por exemplo, o trabalho exercido nas indústrias, nas oficinas e na agricultura.


Além disso, é fundamental que a criança e o adolescente que trabalham, tenham garantido o acesso à educação. As crianças e os adolescentes não aparecem nas estatísticas oficiais e não têm direitos trabalhistas e benefícios previdenciários garantidos - constituem o que se costuma chamar de “mão de obra invisível”.


Mas, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), essa mão de obra invisível forma no Brasil um exército silencioso de 7,5 milhões de menores, que não têm infância e trabalham como adultos. A tragédia infanto-juvenil no campo deve ser hoje a grande preocupação do governo federal. As crianças ingressam no trabalho a partir de 6 ou 7 anos. Trabalham em média dez horas, em troca de uma remuneração que varia de 2 a 6 reais por dia. Tais valores são ainda menores se a mão de obra for feminina.


O Estatuto da Criança e do Adolescente veio trazer, nesse contexto, uma grande contribuição, ao garantir direitos específicos para a criança e para o adolescente e propor políticas integradas de atendimento.


Dentro de uma ação global, vale destacar o apoio à infância no campo da educação, a exemplo da bolsa-escola, implantada pelo governo do Distrito Federal, que garante a permanência da criança em sala de aula através da remuneração à família. Não devemos nunca nos esquecer de um princípio fundamental: lugar de criança é junto à família e na escola.


(Benedita da Silva, artigo publicado no Jornal Folha de São Paulo. Apud Gilberto Dimenstein, Aprendiz do futuro - Cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Ática, 2000. p. 35)

No texto há um parágrafo que apresenta uma verdadeira discriminação com relação a algumas crianças. Aponte nos itens abaixo a alternativa correta para tal situação:

Alternativas
Q2943278 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões de 1 a 5.


A realidade do trabalho infantil

Quero registrar a triste situação por que passam milhões de crianças brasileiras, em sua maioria desassistidas, desnutridas, sem educação básica, caminhando a um futuro incerto e infeliz.


Os menores no Brasil, desassistidos em seus lares, ganham as ruas em busca de uma forma de vida, caindo nas malhas da prostituição e da exploração do trabalho infantil - — que constitui um grave problema social.


A Constituição proíbe qualquer trabalho antes de a criança completar 14 anos de idade, salvo na condição de aprendiz, situação permitida apenas a partir dos 12 anos. Mesmo assim, tal atividade deve ser reconhecidamente leve, excluindo-se, por exemplo, o trabalho exercido nas indústrias, nas oficinas e na agricultura.


Além disso, é fundamental que a criança e o adolescente que trabalham, tenham garantido o acesso à educação. As crianças e os adolescentes não aparecem nas estatísticas oficiais e não têm direitos trabalhistas e benefícios previdenciários garantidos - constituem o que se costuma chamar de “mão de obra invisível”.


Mas, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), essa mão de obra invisível forma no Brasil um exército silencioso de 7,5 milhões de menores, que não têm infância e trabalham como adultos. A tragédia infanto-juvenil no campo deve ser hoje a grande preocupação do governo federal. As crianças ingressam no trabalho a partir de 6 ou 7 anos. Trabalham em média dez horas, em troca de uma remuneração que varia de 2 a 6 reais por dia. Tais valores são ainda menores se a mão de obra for feminina.


O Estatuto da Criança e do Adolescente veio trazer, nesse contexto, uma grande contribuição, ao garantir direitos específicos para a criança e para o adolescente e propor políticas integradas de atendimento.


Dentro de uma ação global, vale destacar o apoio à infância no campo da educação, a exemplo da bolsa-escola, implantada pelo governo do Distrito Federal, que garante a permanência da criança em sala de aula através da remuneração à família. Não devemos nunca nos esquecer de um princípio fundamental: lugar de criança é junto à família e na escola.


(Benedita da Silva, artigo publicado no Jornal Folha de São Paulo. Apud Gilberto Dimenstein, Aprendiz do futuro - Cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Ática, 2000. p. 35)

Para a autora Benedita da Silva, o que significa a expressão “mão de obra invisível”?

Alternativas
Q2942273 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões de 1 a 5.


A realidade do trabalho infantil

Quero registrar a triste situação por que passam milhões de crianças brasileiras, em sua maioria desassistidas, desnutridas, sem educação básica, caminhando a um futuro incerto e infeliz.


Os menores no Brasil, desassistidos em seus lares, ganham as ruas em busca de uma forma de vida, caindo nas malhas da prostituição e da exploração do trabalho infantil - — que constitui um grave problema social.


A Constituição proíbe qualquer trabalho antes de a criança completar 14 anos de idade, salvo na condição de aprendiz, situação permitida apenas a partir dos 12 anos. Mesmo assim, tal atividade deve ser reconhecidamente leve, excluindo-se, por exemplo, o trabalho exercido nas indústrias, nas oficinas e na agricultura.


Além disso, é fundamental que a criança e o adolescente que trabalham, tenham garantido o acesso à educação. As crianças e os adolescentes não aparecem nas estatísticas oficiais e não têm direitos trabalhistas e benefícios previdenciários garantidos - constituem o que se costuma chamar de “mão de obra invisível”.


Mas, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), essa mão de obra invisível forma no Brasil um exército silencioso de 7,5 milhões de menores, que não têm infância e trabalham como adultos. A tragédia infanto-juvenil no campo deve ser hoje a grande preocupação do governo federal. As crianças ingressam no trabalho a partir de 6 ou 7 anos. Trabalham em média dez horas, em troca de uma remuneração que varia de 2 a 6 reais por dia. Tais valores são ainda menores se a mão de obra for feminina.


O Estatuto da Criança e do Adolescente veio trazer, nesse contexto, uma grande contribuição, ao garantir direitos específicos para a criança e para o adolescente e propor políticas integradas de atendimento.


Dentro de uma ação global, vale destacar o apoio à infância no campo da educação, a exemplo da bolsa-escola, implantada pelo governo do Distrito Federal, que garante a permanência da criança em sala de aula através da remuneração à família. Não devemos nunca nos esquecer de um princípio fundamental: lugar de criança é junto à família e na escola.


(Benedita da Silva, artigo publicado no Jornal Folha de São Paulo. Apud Gilberto Dimenstein, Aprendiz do futuro - Cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Ática, 2000. p. 35)

Segundo o texto, no 3º parágrafo existem dois conectores presentes na frase. Sabendo disso, qual a ideia que eles estabelecem entre os parágrafos?

Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: SEAD-PA
Q1231196 Redes de Computadores
Qual protocolo de Internet NÃO faz parte da camada física? 
Alternativas
Q4094185 Não definido
Considere o uso de RAID configurado com três discos de 2TB cada. É CORRETO afirmar, respectivamente, que o tipo de RAID que melhor atende a essa configuração e o seu armazenamento total disponível é de:
Alternativas
Q4094184 Não definido
Em uma rede local Ethernet, um administrador deseja realizar uma conexão que suporte 10 Gbps em distâncias de até 50 metros, com melhor controle de interferências eletromagnéticas. Para essa necessidade, é CORRETO afirmar que o tipo de cabo indicado é:  
Alternativas
Q4094183 Não definido
Para realizar suporte ao usuário, uma ferramenta eficaz é o acesso remoto utilizando Remote Desktop Service (RDS) no Windows 11.
Sobre este tipo de serviço, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4094182 Não definido
Em relação aos protocolos de comunicação TCP (Transmission Control Protocol) e UDP (User Datagram Protocol), analise as seguintes afirmativas.
I- TCP possui confiabilidade, garantindo a entrega dos dados.
II- UDP é mais rápida que a conexão TCP.
III- UDP retransmite pacotes perdidos e TCP não garante a ordenação dos pacotes.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4094181 Não definido
O protocolo de internet que utiliza a representação de endereços em formato hexadecimal, com 8 grupos de 4 dígitos separados por dois-pontos, permitindo compressão de zeros consecutivos, é denominado:
Alternativas
Q4094180 Não definido

Sobre versões LTS (Long-Term Support), analise a seguintes preposições.


I- LTS é uma versão que recebe atualizações de segurança e correção de bugs por um período estendido, sendo ideal para ambientes críticos.


II- As versões LTS sempre oferecem suporte gratuito, enquanto versões regulares requerem a compra de licenças.


III- As versões LTS focam em estabilidade. Por esse motivo, oferecem interface gráfica simplificada. 


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
561: D
562: E
563: B
564: B
565: E
566: D
567: C
568: A
569: E
570: D
571: A
572: B
573: A
574: E
575: A
576: A
577: D
578: D
579: B
580: D