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Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: TRE-MG
Q1225371 Português
A liberdade ameaçada
Costumo dizer que a liberdade de imprensa, mais do que direito dos jornalistas e das empresas jornalísticas, é da sociedade. Só com a livre circulação de idéias e de informações uma nação pode evoluir e construir uma sociedade realmente justa e equilibrada. Foi para defender essas propostas e para informar a sociedade brasileira sobre seu direito inalienável de receber informação livre que criamos a nossa Rede em Defesa da Liberdade de Imprensa (RDLI).  Há três grandes temas em debate: “O direito à informação x privacidade”, “O acesso à informação pública” e “As responsabilidades e os interesses dos jornalistas e das fontes”.  Em relação à informação e à privacidade, houve consenso de que se trata de questão complexa e difícil. O direito da sociedade à informação e o direito das pessoas à privacidade são dois princípios constitucionais, fundamentais, mas muitas vezes conflitantes.  Quanto ao tema do acesso à informação pública, a principal conclusão é a de que o Brasil precisa avançar muito. Infelizmente, alguns homens públicos ainda tratam a informação pública como se fosse propriedade do Estado, e não da sociedade a que devem servir. O livre acesso à informação  pública é uma das principais características das democracias modernas.  Finalmente, no que se refere aos interesses e responsabilidades dos jornalistas e das fontes, referendamos a velha máxima: o jornal e os jornalistas nunca deverão ter interesse próprio. Eles trabalham para a sociedade e, por isso, devem sempre preservar sua independência. 
(Nelson Pacheco Sirotsky. Folha de S. Paulo, 12/06/2005, p. 3)
Justifica-se o título do texto quando se considera, por exemplo, a preocupação do autor com o fato de que
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Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: TRE-MG
Q1197629 Português
A liberdade ameaçada
Costumo dizer que a liberdade de imprensa, mais do que direito dos jornalistas e das empresas jornalísticas, é da sociedade. Só com a livre circulação de idéias e de informações uma nação pode evoluir e construir uma sociedade realmente justa e equilibrada. Foi para defender essas propostas e para informar a sociedade brasileira sobre seu direito inalienável de receber informação livre que criamos a nossa Rede em Defesa da Liberdade de Imprensa (RDLI). Há três grandes temas em debate: “O direito à informação x privacidade”, “O acesso à informação pública” e “As responsabilidades e os interesses dos jornalistas e das fontes”. Em relação à informação e à privacidade, houve consenso de que se trata de questão complexa e difícil. O direito da sociedade à informação e o direito das pessoas à privacidade são dois princípios constitucionais, fundamentais, mas muitas vezes conflitantes. Quanto ao tema do acesso à informação pública, a principal conclusão é a de que o Brasil precisa avançar muito. Infelizmente, alguns homens públicos ainda tratam a informação pública como se fosse propriedade do Estado, e não da sociedade a que devem servir. O livre acesso à informação pública é uma das principais características das democracias modernas. Finalmente, no que se refere aos interesses e responsabilidades dos jornalistas e das fontes, referendamos a velha máxima: o jornal e os jornalistas nunca deverão ter interesse próprio. Eles trabalham para a sociedade e, por isso, devem sempre preservar sua independência.
(Nelson Pacheco Sirotsky. Folha de S. Paulo, 12/06/2005, p. 3)
Só com a livre circulação de idéias e de informações uma nação pode evoluir e construir uma sociedade realmente justa e equilibrada. 
Caso se reconstrua a frase acima substituindo-se o segmento sublinhado por Somente a livre circulação de idéias e de informações, uma complementação coerente e correta será
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Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: TRE-MG
Q1181508 Português
A liberdade ameaçada Costumo dizer que a liberdade de imprensa, mais do que direito dos jornalistas e das empresas jornalísticas, é da sociedade. Só com a livre circulação de idéias e de informações uma nação pode evoluir e construir uma sociedade realmente justa e equilibrada. Foi para defender essas propostas e para informar a sociedade brasileira sobre seu direito inalienável de receber informação livre que criamos a nossa Rede em Defesa da Liberdade de Imprensa (RDLI). Há três grandes temas em debate: “O direito à informação x privacidade”, “O acesso à informação pública” e “As responsabilidades e os interesses dos jornalistas e das fontes”. Em relação à informação e à privacidade, houve consenso de que se trata de questão complexa e difícil. O direito da sociedade à informação e o direito das pessoas à privacidade são dois princípios constitucionais, fundamentais, mas muitas vezes conflitantes. Quanto ao tema do acesso à informação pública, a principal conclusão é a de que o Brasil precisa avançar muito. Infelizmente, alguns homens públicos ainda tratam a informação pública como se fosse propriedade do Estado, e não da sociedade a que devem servir. O livre acesso à informação pública é uma das principais características das democracias modernas. Finalmente, no que se refere aos interesses e responsabilidades dos jornalistas e das fontes, referendamos a velha máxima: o jornal e os jornalistas nunca deverão ter interesse próprio. Eles trabalham para a sociedade e, por isso, devem sempre preservar sua independência. (Nelson Pacheco Sirotsky. Folha de S. Paulo, 12/06/2005, p. 3)
As normas de concordância verbal estão plenamente respeitadas na frase:
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Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: TRE-MG
Q1181478 Português
A liberdade ameaçada Costumo dizer que a liberdade de imprensa, mais do que direito dos jornalistas e das empresas jornalísticas, é da sociedade. Só com a livre circulação de idéias e de informações uma nação pode evoluir e construir uma sociedade realmente justa e equilibrada. Foi para defender essas propostas e para informar a sociedade brasileira sobre seu direito inalienável de receber informação livre que criamos a nossa Rede em Defesa da Liberdade de Imprensa (RDLI). Há três grandes temas em debate: “O direito à informação x privacidade”, “O acesso à informação pública” e “As responsabilidades e os interesses dos jornalistas e das fontes”. Em relação à informação e à privacidade, houve consenso de que se trata de questão complexa e difícil. O direito da sociedade à informação e o direito das pessoas à privacidade são dois princípios constitucionais, fundamentais, mas muitas vezes conflitantes. Quanto ao tema do acesso à informação pública, a principal conclusão é a de que o Brasil precisa avançar muito. Infelizmente, alguns homens públicos ainda tratam a informação pública como se fosse propriedade do Estado, e não da sociedade a que devem servir. O livre acesso à informação pública é uma das principais características das democracias modernas. Finalmente, no que se refere aos interesses e responsabilidades dos jornalistas e das fontes, referendamos a velha máxima: o jornal e os jornalistas nunca deverão ter interesse próprio. Eles trabalham para a sociedade e, por isso, devem sempre preservar sua independência. (Nelson Pacheco Sirotsky. Folha de S. Paulo, 12/06/2005, p. 3)
O sentido da frase a liberdade de imprensa, mais do que direito dos jornalistas e das empresas jornalísticas, é da sociedade está corretamente traduzido nesta outra formulação:
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Q11309 Design Gráfico
O Técnico em Artes Gráficas constatou que uma chapa apresentava velatura na área de contragrafismo por ter perdido o poder de repelir gordura e aceitar a tinta. Para recuperar seu poder hidrófilo, a chapa deve ser tratada com uma solução ácida branca. O ácido a ser usado e a respectiva porcentagem são:
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Q11308 Design Gráfico
O Técnico em Artes Gráficas do TRE possui uma impressora folha inteira 66 × 96 cm. A fim de obter maior rendimento de impressos por folha, o Técnico em Artes Gráficas fez uma montagem de fotolitos a traço, no formato final de 148 × 210 mm. Após refile final, a quantidade de impressos obtidos por folha inteira foi
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Q11307 Design Gráfico
Na ausência do copiador de fotolito, o Técnico em Artes Gráficas do TRE confeccionou um jogo de chapas positivas para impressão. A seqüência correta de operações que o impressor seguiu para fazer a copiagem das chapas foi
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Q11306 Design Gráfico
Ao retirar o papel da mesa receptora, o Técnico em Artes Gráficas notou que as folhas impressas com verniz calandra haviam aderido umas às outras, ficando blocadas. Para evitar a blocagem, deve-se
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Q11305 Design Gráfico
O Técnico em Artes Gráficas do TRE constatou, durante um trabalho de impressão, os seguintes problemas nos impressos: arrancamento das fibras do papel, duplagem e imagem fora de registro ocasionada pelo aumento dos pontos. Esses problemas têm como causa provável
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Q11304 Design Gráfico
O impressor do TRE notou, ao imprimir uma área reticula- da, que a tinta estava decalcando na mesa receptora. Analisando o impresso com a lente conta-fio, verificou duplagem do ponto e falha no registro da cor, indicando como provável causa para o problema
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Q11303 Design Gráfico
Ao imprimir um papel couché a quatro cores, na seqüência de impressão preto/cian/magenta/amarelo, o Técnico de Artes Gráficas percebeu que o papel rejeitou a tinta cian. Para detectar as causas, o Técnico desligou a terceira e a quarta unidades, porém as manchas da cian continuavam. Sobre essa cor cian, foi impressa uma área na cor amarela, que imprimiu sem problemas. Para teste comparativo, o impressor trocou o tipo do papel, verificando que a cor cian imprimiu sem manchas. Dessa forma, o Técnico percebeu que as manchas na impressão da cor cian foram causadas por excesso de solução de molhagem
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Q11302 Design Gráfico
O impressor notou, durante a impressão, que algumas folhas estavam fora de registro. Analisando o fluxo, verifi- cou que o papel chegava atrasado na mesa de margea- ção. Conferiu a pressão e a posição das roldanas condu- toras e todas estavam perfeitas. Neste caso, a causa pro- vável do problema é
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Q11301 Design Gráfico
Na impressão offset, as maiores variações de tonalidade ocorrem, durante a transferência da imagem da chapa para a blanqueta e desta para o material a ser impresso. Para obtenção de impressos com qualidade, a blanqueta deve possuir as seguintes propriedades:
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Q11300 Design Gráfico
Falhas de impressão causadas por papéis amassados e corpos estranhos podem ser amenizadas com o uso de blanquetas
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Q11299 Design Gráfico
Durante o trabalho de impressão, o Técnico em Artes Grá- ficas do TRE notou uma deformação mecânica do material a ser impresso e instabilidade da relação blanqueta/papel na zona de impressão. As deformações em caráter per- manente no papel podem ter ocorrido devido
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Q11298 Design Gráfico
Sais diazóicos são compostos químicos encontrados nas chapas pré-sensibilizadas usadas em larga escala na indústria gráfica. O primeiro passo para a copiagem das chapas pré-sensibilizadas é a exposição à luz, completan- do-se o fluxo operacional de operações, nessa ordem:
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Q11297 Design Gráfico
Durante a impressão de um trabalho, o impressor do TRE notou, em determinado pacote de folhas, a formação de rugas na passagem do papel pelos cilindros impressores. Estas rugas ocorrem quando
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Q11296 Design Gráfico
O Técnico em Artes Gráficas do TRE sabe que a escala do pH vai de 0 a 14 e a utiliza corretamente, visando obter produtividade e qualidade no impresso. Para a impressão de papéis revestidos e sem revestimentos devem ser utilizados, respectivamente, pH de
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Q11295 Design Gráfico
O Técnico em Artes Gráficas do TRE necessita programar um determinado número de cortes na guilhotina eletrônica.
O papel a ser cortado tem o formato 480 × 660 mm e deste deverão ser obtidas folhas nos seguintes formatos:

- 4 folhas no formato A4
- 4 folhas no formato A5
- 8 folhas no formato A6

Para aproveitamento do mesmo esquadro, e considerando o refile inicial nos quatro lados do papel, o número total de operações de corte programadas na guilhotina será
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Q11294 Design Gráfico
O impressor do TRE recebeu uma ordem de serviço para imprimir livretos com a seguinte especificação:

? 200 livretos de 32 páginas
? miolo: 1 × 1 cor, em papel offset 75 g/m
? capa: 4 × 0 cor, em papel couchê mate 120 g/m
? formato final internacional A5

Considerando que o formato máximo do papel utilizado na impressora é A3 (297 × 420 mm), a quantidade de folhas de papel, formato 660 × 960 mm (folha inteira), neces- sária para imprimir o pedido solicitado é
Alternativas
Respostas
201: D
202: A
203: E
204: C
205: E
206: B
207: C
208: B
209: C
210: E
211: A
212: D
213: A
214: D
215: B
216: C
217: D
218: A
219: C
220: B