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Q237014 Noções de Informática
No Microsoft Project 2007, uma tarefa que se repete em intervalos determinados no decorrer do projeto pode ser inserida por meio do recurso
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Q237013 Engenharia Civil
No âmbito do AutoCad LT 2012, as áreas bidimensionais demarcadas, que contêm propriedades físicas como centros de massas ou centroides, constituem as(os)
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Q237012 Noções de Informática
Muito usados na internet, os pequenos programas que, entre outros serviços, fornecem barras de ferramentas, vídeo e conteúdo animado, mas que também podem funcionar mal ou ainda fornecer conteúdo indesejado são denominados
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Q237011 Português
                                                                   A palavra

Freud costumava dizer que os escritores precederam os psicanalistas na descoberta do inconsciente. Tudo porque literatura e psicanálise têm um profundo elo em comum: a palavra.
Já me perguntei algumas vezes como é que uma pessoa que tem dificuldade com a palavra consegue externar suas fantasias e carências durante uma terapia. Consultas são um refinado exercício de comunicação. Se relacionamentos amorosos fracassam por falhas na comunicação, creio que a relação terapêutica também poderá naufragar diante da impossibilidade de o paciente se fazer entender.
Estou lendo um belo livro de uma autora que, além de poeta, é psicanalista, Sandra Niskier Flanzer. E o livro se chama justamente “a palavra", assim, em minúsculas e salientando o verbo contido no substantivo. Lavrar: revolver e sulcar a terra, prepará-la para o cultivo.
Se eu tenho um Deus, e tenho alguns, a palavra é certamente um deles. Um Deus feminino, porém não menos dominador. Ela, a palavra, foi determinante na minha trajetória não só profissional, mas existencial. Só cheguei a algum lugar nessa vida por me expressar com clareza, algo que muitos consideram fácil, mas fácil é escrever com afetação. A clareza exige simplicidade, foco, precisão e generosidade. A pessoa que nos ouve e que nos lê não é obrigada a ter uma bola de cristal para descobrir o que queremos dizer. Falar e escrever sem necessidade de tradução ou legenda: eis um dom que é preciso desenvolver todos os dias por aqueles que apreciam viver num mundo com menos obstáculo.
A palavra, que ferramenta. É uma pena que haja tamanha displicência em relação ao seu uso. Poucos se dão conta de que ela é a chave que abre as portas mais emperradas, que ela facilita negociações, encurta caminhos, cria laços, aproxima as pessoas. Tanta gente nasce e morre sem dialogar com a vida. Contam coisas, falam por falar, mas não conversam, não usam a palavra como elemento de troca. Encantam-se pelo som da própria voz e, nessa onda narcísica, qualquer palavra lhes serve.
Mas não. Não serve qualquer uma. A palavra exata é um pequeno diamante. Embeleza tudo: o convívio, o poema, o amor. Quando a palavra não tem serventia alguma, o silêncio mantém-se no posto daquele que melhor fala por nós.
Em terapia – voltemos ao assunto inicial – temos que nos apresentar sem defesas, relatar impressões do passado, tornar públicas nossas aflições mais secretas, perder o pudor diante das nossas fraquezas, ser honestos de uma forma quase violenta, tudo em busca de uma “absolvição" que nos permita viver sem arrastar tantas correntes. Como atingir o ponto nevrálgico das nossas dores sem o bisturi certeiro da palavra? É através dela que a gente se cura. MEDEIROS, Martha. A palavra. Revista O Globo. 18 set. 2011.
O trecho “Mas não. Não serve qualquer uma." (L. 44) pode ter sua pontuação alterada, sem modificar-lhe o sentido original, em:
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Q237010 Português
                                                                   A palavra

Freud costumava dizer que os escritores precederam os psicanalistas na descoberta do inconsciente. Tudo porque literatura e psicanálise têm um profundo elo em comum: a palavra.
Já me perguntei algumas vezes como é que uma pessoa que tem dificuldade com a palavra consegue externar suas fantasias e carências durante uma terapia. Consultas são um refinado exercício de comunicação. Se relacionamentos amorosos fracassam por falhas na comunicação, creio que a relação terapêutica também poderá naufragar diante da impossibilidade de o paciente se fazer entender.
Estou lendo um belo livro de uma autora que, além de poeta, é psicanalista, Sandra Niskier Flanzer. E o livro se chama justamente “a palavra", assim, em minúsculas e salientando o verbo contido no substantivo. Lavrar: revolver e sulcar a terra, prepará-la para o cultivo.
Se eu tenho um Deus, e tenho alguns, a palavra é certamente um deles. Um Deus feminino, porém não menos dominador. Ela, a palavra, foi determinante na minha trajetória não só profissional, mas existencial. Só cheguei a algum lugar nessa vida por me expressar com clareza, algo que muitos consideram fácil, mas fácil é escrever com afetação. A clareza exige simplicidade, foco, precisão e generosidade. A pessoa que nos ouve e que nos lê não é obrigada a ter uma bola de cristal para descobrir o que queremos dizer. Falar e escrever sem necessidade de tradução ou legenda: eis um dom que é preciso desenvolver todos os dias por aqueles que apreciam viver num mundo com menos obstáculo.
A palavra, que ferramenta. É uma pena que haja tamanha displicência em relação ao seu uso. Poucos se dão conta de que ela é a chave que abre as portas mais emperradas, que ela facilita negociações, encurta caminhos, cria laços, aproxima as pessoas. Tanta gente nasce e morre sem dialogar com a vida. Contam coisas, falam por falar, mas não conversam, não usam a palavra como elemento de troca. Encantam-se pelo som da própria voz e, nessa onda narcísica, qualquer palavra lhes serve.
Mas não. Não serve qualquer uma. A palavra exata é um pequeno diamante. Embeleza tudo: o convívio, o poema, o amor. Quando a palavra não tem serventia alguma, o silêncio mantém-se no posto daquele que melhor fala por nós.
Em terapia – voltemos ao assunto inicial – temos que nos apresentar sem defesas, relatar impressões do passado, tornar públicas nossas aflições mais secretas, perder o pudor diante das nossas fraquezas, ser honestos de uma forma quase violenta, tudo em busca de uma “absolvição" que nos permita viver sem arrastar tantas correntes. Como atingir o ponto nevrálgico das nossas dores sem o bisturi certeiro da palavra? É através dela que a gente se cura. MEDEIROS, Martha. A palavra. Revista O Globo. 18 set. 2011.
No período “Um Deus feminino, porém não menos dominador." (L. 20-21), o uso da conjunção insere a ideia de que a palavra
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Q237009 Português
                                                                   A palavra

Freud costumava dizer que os escritores precederam os psicanalistas na descoberta do inconsciente. Tudo porque literatura e psicanálise têm um profundo elo em comum: a palavra.
Já me perguntei algumas vezes como é que uma pessoa que tem dificuldade com a palavra consegue externar suas fantasias e carências durante uma terapia. Consultas são um refinado exercício de comunicação. Se relacionamentos amorosos fracassam por falhas na comunicação, creio que a relação terapêutica também poderá naufragar diante da impossibilidade de o paciente se fazer entender.
Estou lendo um belo livro de uma autora que, além de poeta, é psicanalista, Sandra Niskier Flanzer. E o livro se chama justamente “a palavra", assim, em minúsculas e salientando o verbo contido no substantivo. Lavrar: revolver e sulcar a terra, prepará-la para o cultivo.
Se eu tenho um Deus, e tenho alguns, a palavra é certamente um deles. Um Deus feminino, porém não menos dominador. Ela, a palavra, foi determinante na minha trajetória não só profissional, mas existencial. Só cheguei a algum lugar nessa vida por me expressar com clareza, algo que muitos consideram fácil, mas fácil é escrever com afetação. A clareza exige simplicidade, foco, precisão e generosidade. A pessoa que nos ouve e que nos lê não é obrigada a ter uma bola de cristal para descobrir o que queremos dizer. Falar e escrever sem necessidade de tradução ou legenda: eis um dom que é preciso desenvolver todos os dias por aqueles que apreciam viver num mundo com menos obstáculo.
A palavra, que ferramenta. É uma pena que haja tamanha displicência em relação ao seu uso. Poucos se dão conta de que ela é a chave que abre as portas mais emperradas, que ela facilita negociações, encurta caminhos, cria laços, aproxima as pessoas. Tanta gente nasce e morre sem dialogar com a vida. Contam coisas, falam por falar, mas não conversam, não usam a palavra como elemento de troca. Encantam-se pelo som da própria voz e, nessa onda narcísica, qualquer palavra lhes serve.
Mas não. Não serve qualquer uma. A palavra exata é um pequeno diamante. Embeleza tudo: o convívio, o poema, o amor. Quando a palavra não tem serventia alguma, o silêncio mantém-se no posto daquele que melhor fala por nós.
Em terapia – voltemos ao assunto inicial – temos que nos apresentar sem defesas, relatar impressões do passado, tornar públicas nossas aflições mais secretas, perder o pudor diante das nossas fraquezas, ser honestos de uma forma quase violenta, tudo em busca de uma “absolvição" que nos permita viver sem arrastar tantas correntes. Como atingir o ponto nevrálgico das nossas dores sem o bisturi certeiro da palavra? É através dela que a gente se cura. MEDEIROS, Martha. A palavra. Revista O Globo. 18 set. 2011.
No segundo parágrafo, ao se referir à comunicação, a cronista valoriza a terapia, expressando seu ponto de vista em relação a esta.
O recurso linguístico que evidencia isso é o uso do(a)
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Q2712453 Arquitetura

Dentro das edificações devem ser observadas diversas situações que podem constituir barreiras físicas ou visuais para deficientes físicos ou pessoas com dificuldade de locomoção. Os acessos, as janelas, as circulações horizontais e verticais, os objetos salientes, os banheiros são exemplos de alguns dos principais elementos a serem observados. A botoeira de elevador muito alta dificulta a utilização de pessoa usuária de cadeira de rodas. Além disso, geralmente as botoeiras não têm teclas em alto relevo ou Braile e os elevadores raramente dispõem de sinalizadores sonoros para informar aos cegos sobre o andar em que se encontram. Para um comando de elevador acessível, a botoeira deve estar na altura mínima ou máxima de:

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Q2712452 Arquitetura

Estudos mais significativos no campo da história da arte e da arquitetura têm trazido uma compreensão mais detalhada do patrimônio artístico e cultural, oferecendo a estudiosos, artistas plásticos, críticos, restauradores e arquitetos, a possibilidade de colecionarem vasto conhecimento histórico, no entanto, nem todos estão bastante familiarizados com os termos da nomenclatura da história da arte e arquitetura. O termo “pórtico” é muito conhecido e significa:

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Q2712451 Arquitetura
Termos como arquitrave, entablamento, coluna, capitel, jônico, barroco e friso fazem parte do vocabulário da história da arte e da arquitetura. Muitos desses termos eram empregados para nomear e especificar componentes decorativos, estilos arquitetônicos e elementos construtivos.” Na linguagem clássica da arquitetura, o termo “frontão” significa:
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Q2712450 Arquitetura

A função do telhado é proteger a casa de intempéries, proporcionar conforto termoacústico e dar harmonia à fachada. Quando bem projetado, consegue aliar estética e eficácia, agregando valor ao imóvel construído. Atualmente, quase 80% das moradias no Brasil possuem telhado cerâmico ou de concreto. Por isso, é importante conhecer as diferenças entre esses dois tipos de telhado. Quanto aos aspectos visuais das telhas de concreto, não devem apresentar fissuras na superfície exposta às intempéries, bolhas, esfoliações, desagregações e quebras. As pinturas protetoras ou revestimentos superficiais têm função estética. As telhas de concreto podem ser coloridas, de acordo com as especificações dos fabricantes, podendo apresentar pequenas variações de tonalidade em consequência do processo de produção. De acordo com a realidade das telhas de concreto, é correto afirmar, EXCETO:

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Q2712449 Arquitetura

Em edificações que têm seus limites construtivos nos alinhamentos do terreno, há a presença de pilares junto aos limites do lote, ou seja, na divisa e no alinhamento da rua. Nestes casos, não é possível projetar uma sapata centrada, tornando-se necessário o emprego de uma viga para absorver o momento gerado pela excentricidade da sapata. Conforme a nomenclatura técnica, esse tipo de viga é conhecida como:

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Q2712448 Arquitetura

As fundações são convencionalmente separadas em dois grandes grupos: fundações superficiais ou diretas, ou fundações profundas. A distinção entre esses dois tipos é feita segundo o critério de que uma fundação profunda é aquela cujo mecanismo de ruptura de base não atinge a superfície do terreno. Como os mecanismos de ruptura de base atingem acima da mesma, até duas vezes sua menor dimensão, a norma NBR 6122 estabeleceu que “as fundações profundas são aquelas cujas bases estão implantadas a mais de duas vezes sua maior dimensão e a pelo menos 3m de profundidade.” Correspondem ao grupo de tipos de fundações superficiais:

Alternativas
Q2712447 Arquitetura

“Nos corredores de edificações comerciais, públicas, institucionais, entre outras, é comum encontrar bebedouros, telefones, lixeiras, balcões, dispostos de maneira incorreta ou mal sinalizados, o que pode constituir barreiras para as pessoas com dificuldade de locomoção ou deficientes visuais. Recomenda-se que tais objetos, sempre que possível, sejam embutidos na parede adjacente à circulação.” Diante do exposto, marque o correto:

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Q2712446 Arquitetura

As vagas de veículos destinadas ao estacionamento de pessoas com deficiência devem estar devidamente sinalizadas, tanto no piso quanto através de sinalização vertical. Além disso, as vagas devem estar próximas de rampas ou rebaixamento de calçadas nos passeios, assim como das entradas dos edifícios. O piso deve sempre ser estável e nivelado. A vaga deve ser maior que a medida padrão, permitindo que uma cadeira de rodas pare ao lado do veículo para que a pessoa se transfira adequadamente do carro para a cadeira, considerando que a porta do veículo permanecerá aberta durante a transferência. Essa circulação é necessária quando a vaga está afastada da travessia de pedestres. Quando o estacionamento é perpendicular ou paralelo ao meio fio, o espaçamento adicional pode ser compartilhado por duas vagas, o que não deve ocorrer com estacionamentos oblíquos. O espaçamento adicional para área de transferência dever ter no mínimo:

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Q2712445 Arquitetura

A fachada de uma edificação reflete a sua personalidade arquitetônica. Materiais de todos os tipos, da madeira ao aço, conferem individualidade a cada projeto e reforçam a sua volumetria. Muitas opções de acabamento satisfazem a suprema ânsia de construir uma casa, um edifício, um chalé, uma área de lazer. As variadas técnicas aliadas às múltiplas opções de materiais atendem a demanda de ordem prática como durabilidade, baixa manutenção e praticidade. Pode-se afirmar, conforme a nomenclatura técnica que “desempenado” é:

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Q2712444 Arquitetura

Toda obra para construir uma edificação possui um complexo cabedal de especificações para procedimentos elaborado por quem projeta, constrói e fiscaliza. A construção de um edifício funciona quando há entendimento de normas, técnicas, definições e execuções. Tratando-se da nomenclatura de termos técnicos, pode-se afirmar que chapisco é “a camada de preparo da base, com finalidade de uniformizar a superfície quanto à absorção e melhorar a aderência do revestimento ao substrato.” Dentro da nomenclatura de termos técnicos, sobre o contrapiso é correto afirmar:

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Q2712443 Arquitetura

A climatização de um edifício proporciona bem-estar e saúde a seus ocupantes e é considerada uma diretriz para a construção sustentável, desde que se baseie em soluções de baixo consumo energético. Para isso, o projeto de arquitetura é a chave e deve incluir recursos que melhorem a circulação de ar e reduzem a carga térmica da casa. Considerando os fatores de conforto térmico e eficiência energética, pode-se afirmar que:

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Q2712442 Legislação Federal

Conforme o Capítulo III, sobre as condições gerais da acessibilidade do Decreto nº. 5296, de dezembro de 2004, no artigo 8º, para os fins de acessibilidade “consideram-se edificações de uso coletivo”:

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Q2712441 Arquitetura

A terminologia Desenho Universal veio da tradução do termo Universal Design, no qual a palavra Design significa tanto o projeto de arquitetura quanto o desenho industrial e o produto. Desenho Universal representa assim, um planejamento de espaços e produtos que não excluem ninguém.” Considerando tal afirmação e segundo a ABNT, Desenho Universal é:

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Q2712440 Arquitetura

A ergonomia é um aspecto muito importante a ser considerado ao se desenvolver um projeto. É fundamental que as medidas atendam aos mais variados tipos de pessoas, sejam elas baixas, altas, gordas, magras, deficientes ou não. Pessoas em cadeiras de rodas precisam de um amplo espaço para se movimentar. Para permitir que duas cadeiras de rodas passem lado a lado e também a manobra de cadeira de roda em volta de 360 graus, o corredor deve ter largura de:

Alternativas
Respostas
6381: D
6382: B
6383: B
6384: A
6385: D
6386: C
6387: D
6388: E
6389: D
6390: C
6391: B
6392: A
6393: E
6394: C
6395: B
6396: A
6397: E
6398: D
6399: C
6400: B