Foram encontradas 7.429 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Há relatos de viajantes que, passando por isoladas fazendas goianas, encontraram descendentes dos desbravadores que tinham esquecido a língua portuguesa e não mais sabiam rezar as orações cristãs. As carências eram tais, que em Goiás não se chegou a conhecer a ação das escolas e colégios dos jesuítas, nem se contou com a presença das santas casas de misericórdia, de tão marcante presença no império lusitano.
FREITAS, L. C. B. F. Do interior mais distante: uma história de poder e paixão. R. IHGB, Rio de Janeiro, ano 172 (451):307-318, abr./jun. 2011. p. 308.
No século XVIII, uma das dificuldades em conectar Goiás com o império português foi
Observe a imagem a seguir.

O quadro de Siron Franco remete a qual acontecimento histórico em Goiás?
Um artigo científico publicado na revista Land Use Policy, elaborado por pesquisadores do IPAM (Instituto Ambiental de Pesquisa da Amazônia) e do Woods Hole Research Center, dos Estados Unidos, mostra pela primeira vez como a implementação de estratégias específicas para as quatro grandes categorias fundiárias pode levar ao desmatamento zero na Amazônia.
IPAM. 11/12/2019. Disponível em: https://ipam.org.br/melhor-uso-da-terra-na-amazoniagera-menos-desmatamento-e-mais-ganhos-mostra-estudo/ . Acesso em: 09. ago. 2020.
Qual conceito designa as estratégias produtivas propostas pelo artigo científico em questão?
Há anos, historiadores rejeitam a ideia de uma nova guerra fria entre EUA e China. Para eles, o mundo estaria co-nectado demais para ser dividido em dois blocos, algo bastante diferente de quando americanos e soviéticos disputavam a supremacia planetária. Agora, no entanto, o esfacelamento da relação sino-americana prepara o terreno para um confronto que poderá ter muitas das caracte-rísticas da disputa entre Moscou e Washington, inclusive seus perigos.
BITTENCOURT, A. EUA e China trocam sanções e chegam ao pior ponto da relação. Mais Goiás. 14 jul. 2020.
A comparação dos atritos entre China e EUA com a Guerra Fria é feita devido à possibilidade de
Há cem anos a população mundial não experimentava uma epidemia com o potencial do coronavírus. O que para a maior parte das gerações tem um ar de novidade e de exceção, para inúmeros povos indígenas trata-se de uma trágica repetição de uma história multissecular. "A minha geração, que é diferente da geração dos meus avós que pegaram e viveram a gripe espanhola, nunca tinha experimentado uma pandemia deste tipo, nesta intensidade de mortes, sem nenhum tipo de medicamento comprovado, sem vacinas, as pessoas trancadas. Isso é exatamente o que esses povos indígenas experimentaram por tantos séculos", pontua a professora e pesquisadora Aparecida Vilaça.
Disponível em: https://acervo.socioambiental.org/acervo/noticias/morte-nafloresta-vida-e-consequencias-da-pandemia-para-os-povos-indigenas . Acesso em: 9 ago. 2020.
A comparação realizada no texto se fundamenta na característica histórica das populações indígenas de:
A conjuntura que hoje vivemos sugere que a humanidade volte a envolver-se com a natureza, em exata oposição ao que o desenvolvimento propõe. Como salienta o filósofo José de Ávila Aguiar Coimbra, “a escolha é nossa: formar uma aliança global para cuidar da terra e uns dos outros, ou arriscar a nossa destruição e da diversidade da vida. Portanto, passemos imediatamente e com todo o fervor possível a nos envolver com a construção da cidadania ambiental séria, justa e consequente.
WALDMAN, M. Natureza e sociedade como espaço de cidadania. In: PINSKY, J.; PINSKY, C. B. (org.). História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003. p. 557.
A cidadania referida no texto pressupõe a
A estátua de um traficante de escravos derrubada na cidade inglesa de Bristol por manifestantes antirracistas foi retirada do rio onde foi jogada nesta quinta-feira (11 de junho de 2020). Uma efígie de Cristóvão Colombo foi arrancada e jogada em um lago na terça em Richmond, nos Estados Unidos, e outra foi vandalizada no centro de Mi-ami, coberta com tinta vermelha e mensagens que diziam "Nossas ruas", "Black Lives Matter" (Vidas Negras Importam) e "George Floyd".
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/06/11/estatua-de-escravocratabritanico-derrubada-por-manifestantes-e-retirada-do-rio.ghtml . Acesso em: 9 ago. 2020.
Os fatos mencionados colocam em evidência a discussão sobre
Texto 2

Texto 2

Texto 2

Texto 1
Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
Disponível em: https://catarinas.info/filhas-da-terra-saude-diferenciada-dopovo-kaimbe-do-nordeste/
Texto 1
Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
Disponível em: https://catarinas.info/filhas-da-terra-saude-diferenciada-dopovo-kaimbe-do-nordeste/
Texto 1
Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
Disponível em: https://catarinas.info/filhas-da-terra-saude-diferenciada-dopovo-kaimbe-do-nordeste/
Texto 1
Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
Disponível em: https://catarinas.info/filhas-da-terra-saude-diferenciada-dopovo-kaimbe-do-nordeste/
Texto 1
Filhas da Terra: saúde diferenciada do Povo Kaimbé do Nordeste
Por Vandreza Amante
O Território Kaimbé é marcado por um processo histórico intenso de colonização e ocupação. O povo Kaimbé é um grupo que reivindicou a demarcação do território pela autodenominação como indígena. A partir do século XVII os Kaimbé foram perseguidos pelos jesuítas para a expansão territorial da Colônia e a formação da Missão Jesuítica do Massacará. A retomada da terra se iniciou na década de 1980, quando as lideranças indígenas Kaimbé e Kiriri reivindicaram que uma área pertencente à fazenda Mirandela fosse demarcada como indígena. Apesar do conflito instalado, o Governo Federal regularizou a situação fundiária a partir da organização coletiva dos grupos indígenas.

Segundo dados da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os povos indígenas estão presentes tanto na área rural quanto na área urbana, sendo que cerca de 61% dos indígenas estão concentrados na área rural. Estima-se que atualmente no território brasileiro estão presentes 305 etnias, falantes de mais de 274 línguas diferentes. O censo IBGE 2010 demonstrou que cerca de 17,5% da população indígena não fala a língua portuguesa num total de 817.963 pessoas. Destes, 315.180 vivem em áreas urbanas e 502.783 em áreas rurais. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), na América Latina vivem cerca de 45 milhões de indígenas em 826 povos que representam 8,3% da população.
Disponível em: https://catarinas.info/filhas-da-terra-saude-diferenciada-dopovo-kaimbe-do-nordeste/
Durante um trabalho de transferência de cargas na Base Naval de Aratu, um carregamento extra foi acondicionado em uma laje existente. Fruto dessa carga extra, os pilares que suportam a laje apresentaram um leve deslocamento lateral. O Encarregado da Seção de Engenharia da Base sugeriu escorar o pilar lateralmente na metade de sua altura para aumentar a carga crítica de flambagem desses pilares (Pcr). Seguindo essa sugestão e sabendo que o comprimento de flambagem reduziu pela metade, calcule a nova carga crítica de flambagem e assinale a opção correta.
A Chefia de Serviços Gerais de uma Organização Militar (OM) contratou um estudo preliminar para uma escoteria ao lado da sala de estado. Durante a reunião de entrega do projeto foram levantados questionamentos sobre a escoteria, que possui 27m² de área em planta retangular. Neste estudo, a planta baixa da escoteria foi desenhada na escala de 1/200 e um de seus lados está desenhado com 4,5cm de comprimento. Para dirimir as dúvidas atinentes ao projeto, o Comandante da OM requer uma nova planta baixa na escala de 1/75. Quais as dimensões reais da escoteria e qual o tamanho do lado maior na escala de 1/75, respectivamente?
De acordo com a ABNT NBR 9050/2015, sobre acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, a largura mínima de um corredor interno de uso comum com 12m de comprimento, em uma edificação térrea, projetada para abrigar escritórios administrativos, com área de pavimento menor que 750m², é de:
De acordo com a Orientação Técnica OT-IBR004/2012 do Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas, a faixa de precisão dos orçamentos é relacionada com a fase de projeto de edificações. Essa faixa de precisão para o Anteprojeto, Estudo Preliminar, Projeto Básico e Projeto Executivo é de, respectivamente:
De acordo com a ABNT NBR 13753/1996, sobre Revestimento de piso intemo ou externo com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante, qual tipo de junta é definida como "Espaço regular cuja função é separar o revestimento do piso, para aliviar tensões provocadas pela movimentação da base ou do próprio revestimento"?