Questões de Concurso Para analista judiciário - psicologia

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Q2784269 Psicologia
Entre as modalidades de documentos escritos decorrentes de avaliações psicológicas, o documento fundamentado e resumido sobre uma questão focal do campo psicológico, cujo resultado pode ser indicativo ou conclusivo e que tem como finalidade apresentar resposta esclarecedora, no campo do conhecimento psicológico, através de uma avaliação especializada, de uma "questãoproblema", visando a dirimir dúvidas que estão interferindo na decisão, sendo, portanto, uma resposta a uma consulta, que exige de quem tem competência no assunto, é denominado
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Q2784268 Psicologia
O Manual de Elaboração de Documentos Decorrentes de Avaliações Psicológicas (Resolução CFP No 007/2003) aponta que os documentos decorrentes de avaliação psicológica, bem como todo o material que os fundamentou, deverão ser guardados pelo prazo mínimo de
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Q2784266 Psicologia
Segundo Maurício Knobel, em uma psicoterapia breve pode-se tratar de estabelecer
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Q2784264 Psicologia
Desacordos e problemas podem surgir em quase todos os relacionamentos. De início, as pessoas podem evitar uma à outra, porque não gostam do desconforto que acompanha o conflito, mas quando isso não é mais possível ou as tensões tornam-se tão fortes que as partes não podem deixar que o desacordo prossiga, elas podem precisar de alguma ajuda externa para resolver a disputa. Christopher W. Moore afirma que da mesma forma que ocorre com a negociação, a mediação deixa que as pessoas envolvidas no conflito
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Q2784262 Psicologia
A mediação é um prolongamento ou aperfeiçoamento do processo de negociação que envolve a interferência de uma aceitável terceira parte com um poder de tomada de decisão limitado ou não autoritário, sendo que essa pessoa ajuda as partes principais a chegarem, de forma voluntária, a um acordo
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Q2784259 Psicologia
Jose Bleger apontou a grande diferença entre anamnese, interrogatório e entrevista. A entrevista pretende
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Q2784256 Psicologia
Segundo R. Horacio Etchegoyen, a entrevista psicanalítica tem por finalidade decidir se a pessoa que consulta deve realizar um tratamento psicanalítico e tem por norma básica
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Q2784254 Psicologia
Há estudos que indicam que a anorexia nervosa, doença incluída no grupo dos distúrbios alimentares, deve ser tratada por uma equipe que inclua clínicos, psicólogos, psiquiatras, nutricionistas, terapeutas familiares e outros terapeutas. Este tipo de composição de equipe é usualmente conhecido como equipe
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Q2784252 Psicologia
Gina Khalif Levinzon observou em sua experiência clínica com crianças adotivas que, no processo de transferência na psicoterapia psicanalítica, o "gostar do analista" provoca um alto nível de angústia, sendo que o analista, em muitos momentos, é sentido como uma figura
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Q2784250 Psicologia
Maria Elizabeth Pascual do Valle e Luiz Carlos Osório, no atendimento a casais em psicoterapia conjugal, propõemse a ensiná-los a se comunicarem melhor corrigindo malentendidos, estimulando-os a pensarem de maneira distinta do que costumam fazer, formulando hipóteses desafiadoras, que os levam a
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Q2784248 Psicologia
Aaaron Beck desenvolveu a terapia cognitiva e acreditava que a depressão resulta de padrões inadequadamente autocríticos de pensamento sobre o self. Deste modo, os depressivos têm expectativas irreais, superestimam seus fracassos, fazem generalizações negativas arrasadoras sobre si mesmos a partir de poucas evidências, observam apenas o feedback negativo do mundo externo, por exemplo. Os terapeutas cognitivos procuram ajudar os clientes a examinar cada pensamento disfuncional de maneira objetivamente científica, ao mesmo tempo em que lhes dão apoio. Deste modo, a terapia cognitiva de Beck procura conduzir a pessoa a
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Q2784247 Psicologia
Carl Rogers fundou a terapia centrada no cliente (ou centrada na pessoa), cujo objetivo é ajudar as pessoas a agir de modo pleno, abri-las a todas as suas experiências e a si mesmas, sendo essa consciência interior uma forma de
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Q2784245 Psicologia

Carl Gustav Jung, questionou algumas idéias de Sigmund Freud e desenvolveu uma escola que veio a chamar-se Psicologia Analítica. Propôs, por exemplo, ao lado do conceito de inconsciente "pessoal", o conceito de inconsciente "coletivo", que incluiria as experiências coletivas de nossos ancestrais. Contribuiu ainda para a teoria da personalidade, apontando dois principais tipos de personalidade:

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Q2784241 Psicologia
Sigmund Freud, ao construir o pensamento psicanalítico, propôs muitos conceitos, entre os quais o da análise estrutural da personalidade, a qual seria composta por uma estrutura tripartida, ou seja, por três componentes básicos estruturais da psique, que são:
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Q2732188 Direito Administrativo

Quando o agente público, embora competente para a prática do ato administrativo, o executa de maneira que foge aos limites a ele tangidos, diz-se que ocorreu

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Q2732187 Direito Administrativo

Sobre poderes e deveres do Administrador Público, é INCORRETO afirmar:

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Q2732185 Direito Eleitoral

NÃO podem ser nomeados membros das Juntas Eleitorais, escrutinadores ou auxiliares, dentre outros,

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Q2732176 Direito Constitucional

Considere as assertivas, relacionadas aos Direitos Políticos previstos na Constituição da República do Brasil.

I. A idade mínima para a elegibilidade ao cargo de Vice-Governador de Estado é de vinte e um anos.

II. O mandato eletivo poderá ser impugnado ante a justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação, instruída a ação com provas do abuso do poder econômico, corrupção ou fraude.

III. O alistamento eleitoral e o voto são facultativos para os maiores de sessenta e cinco anos e para os surdos mudos.

IV. São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos.

V. A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data da sua vigência.

É correto o que consta APENAS em

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Q2720552 Português

Da ação dos justos

Em recente entrevista na TV, uma conhecida e combativa juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente omissão das pessoas justas e honestas diante das manifestações de violência e de corrupção que se multiplicam em nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de dignidade.
Como não concordar com a oportunidade da frase? Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a comentários pessoais, não indo além de um mero discurso ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e gera conseqüências
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas pela total ausência de compromisso com o interesse público. Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e não abram mão de reagir contra quem a ignore.
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”, “Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”, promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira, seu cúmplice silencioso.


* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX.


(Aristides Villamar) 

Estão corretos o emprego e a grafia de todas as palavras da frase:
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Q2720551 Português

Da ação dos justos

Em recente entrevista na TV, uma conhecida e combativa juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente omissão das pessoas justas e honestas diante das manifestações de violência e de corrupção que se multiplicam em nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de dignidade.
Como não concordar com a oportunidade da frase? Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a comentários pessoais, não indo além de um mero discurso ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e gera conseqüências
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas pela total ausência de compromisso com o interesse público. Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e não abram mão de reagir contra quem a ignore.
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”, “Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”, promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira, seu cúmplice silencioso.


* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX.


(Aristides Villamar) 

Na frase Quem vê a barbárie como uma fatalidade tornase, ainda que não o queira, seu cúmplice silencioso, o pronome sublinhado refere-se ao segmento
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Respostas
5181: C
5182: D
5183: B
5184: A
5185: C
5186: D
5187: B
5188: E
5189: A
5190: C
5191: E
5192: B
5193: D
5194: A
5195: D
5196: E
5197: D
5198: E
5199: B
5200: E