Questões de Concurso
Para analista judiciário - psicologia
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Com apenas 19 anos, Suassuna ligou-se a um grupo de jovens escritores e artistas. As atividades que o grupo desenvolveu apontavam para três direções: levar o teatro ao povo por meio de apresentações em praças públicas, instaurar entre os componentes do conjunto uma problemática teatral e estimular a criação de uma literatura dramática de raízes fincadas na realidade brasileira, particularmente na nordestina.
No final do século XIX, surgiu no Nordeste a chamada literatura de cordel. A primeira publicação de folheto no Nordeste, historicamente comprovada, aconteceu em 1870.
O nome cordel originou-se do fato de os folhetos serem expostos em cordões, quando vendidos nas feiras livres. O principal nome do cordel foi Leandro Gomes de Barros, considerado por Ariano Suassuna “o mais genial de todos os poetas do romanceiro popular do Nordeste”.
A peça Auto da Compadecida, de Suassuna, é uma releitura do folclore nordestino em linguagem teatral moderna. O enredo da peça é um trabalho de montagem e moldagem baseado em uma tradição muito antiga, que remonta aos autos medievais e mais diretamente a inúmeros autores populares que se dedicaram ao gênero do cordel.
As apropriações de Suassuna tanto do folheto nordestino quanto de outras fontes literárias são possíveis porque a palavra imitação, usada por Suassuna, remete-nos ao conceito aristotélico de mimesis, cujo significado não representa apenas uma repetição à semelhança de algo, uma cópia, mas a representação de uma realidade. Suassuna já fez diversos elogios da imitação como ato de criação e costuma dizer que boa parte da obra de Shakespeare vem da recriação de histórias mais antigas.
Recontar uma história alheia, para o cordelista e para o dramaturgo popular, é torná-la sua, porque existe na cultura popular a noção de que a história, uma vez contada, torna-se patrimônio universal e transfere-se para o domínio público. Autoral é apenas a forma textual dada à história por cada um que a reescreve.
(Adaptado de FOLCH, Luiza. Disponível em: www.omarrare.uerj.br/numero15. Acesso em 17/05/2014)
Com apenas 19 anos, Suassuna ligou-se a um grupo de jovens escritores e artistas. As atividades que o grupo desenvolveu apontavam para três direções: levar o teatro ao povo por meio de apresentações em praças públicas, instaurar entre os componentes do conjunto uma problemática teatral e estimular a criação de uma literatura dramática de raízes fincadas na realidade brasileira, particularmente na nordestina.
No final do século XIX, surgiu no Nordeste a chamada literatura de cordel. A primeira publicação de folheto no Nordeste, historicamente comprovada, aconteceu em 1870.
O nome cordel originou-se do fato de os folhetos serem expostos em cordões, quando vendidos nas feiras livres. O principal nome do cordel foi Leandro Gomes de Barros, considerado por Ariano Suassuna “o mais genial de todos os poetas do romanceiro popular do Nordeste”.
A peça Auto da Compadecida, de Suassuna, é uma releitura do folclore nordestino em linguagem teatral moderna. O enredo da peça é um trabalho de montagem e moldagem baseado em uma tradição muito antiga, que remonta aos autos medievais e mais diretamente a inúmeros autores populares que se dedicaram ao gênero do cordel.
As apropriações de Suassuna tanto do folheto nordestino quanto de outras fontes literárias são possíveis porque a palavra imitação, usada por Suassuna, remete-nos ao conceito aristotélico de mimesis, cujo significado não representa apenas uma repetição à semelhança de algo, uma cópia, mas a representação de uma realidade. Suassuna já fez diversos elogios da imitação como ato de criação e costuma dizer que boa parte da obra de Shakespeare vem da recriação de histórias mais antigas.
Recontar uma história alheia, para o cordelista e para o dramaturgo popular, é torná-la sua, porque existe na cultura popular a noção de que a história, uma vez contada, torna-se patrimônio universal e transfere-se para o domínio público. Autoral é apenas a forma textual dada à história por cada um que a reescreve.
(Adaptado de FOLCH, Luiza. Disponível em: www.omarrare.uerj.br/numero15. Acesso em 17/05/2014)
Com apenas 19 anos, Suassuna ligou-se a um grupo de jovens escritores e artistas. As atividades que o grupo desenvolveu apontavam para três direções: levar o teatro ao povo por meio de apresentações em praças públicas, instaurar entre os componentes do conjunto uma problemática teatral e estimular a criação de uma literatura dramática de raízes fincadas na realidade brasileira, particularmente na nordestina.
No final do século XIX, surgiu no Nordeste a chamada literatura de cordel. A primeira publicação de folheto no Nordeste, historicamente comprovada, aconteceu em 1870.
O nome cordel originou-se do fato de os folhetos serem expostos em cordões, quando vendidos nas feiras livres. O principal nome do cordel foi Leandro Gomes de Barros, considerado por Ariano Suassuna “o mais genial de todos os poetas do romanceiro popular do Nordeste”.
A peça Auto da Compadecida, de Suassuna, é uma releitura do folclore nordestino em linguagem teatral moderna. O enredo da peça é um trabalho de montagem e moldagem baseado em uma tradição muito antiga, que remonta aos autos medievais e mais diretamente a inúmeros autores populares que se dedicaram ao gênero do cordel.
As apropriações de Suassuna tanto do folheto nordestino quanto de outras fontes literárias são possíveis porque a palavra imitação, usada por Suassuna, remete-nos ao conceito aristotélico de mimesis, cujo significado não representa apenas uma repetição à semelhança de algo, uma cópia, mas a representação de uma realidade. Suassuna já fez diversos elogios da imitação como ato de criação e costuma dizer que boa parte da obra de Shakespeare vem da recriação de histórias mais antigas.
Recontar uma história alheia, para o cordelista e para o dramaturgo popular, é torná-la sua, porque existe na cultura popular a noção de que a história, uma vez contada, torna-se patrimônio universal e transfere-se para o domínio público. Autoral é apenas a forma textual dada à história por cada um que a reescreve.
(Adaptado de FOLCH, Luiza. Disponível em: www.omarrare.uerj.br/numero15. Acesso em 17/05/2014)
O plano de carreira por linha de polivalência permite o deslocamento de um profissional de uma linha de carreira para outra, ao mesmo tempo que implica os salários serem iguais, tanto pela linha gerencial quanto pela linha técnica/administrativa.
O método de avaliação por pontos permite a hierarquização dos cargos, avaliando-os de forma abrangente e em função da complexidade das atividades.
Empresas que realizam recrutamento interno buscam melhor aproveitamento do potencial humano da organização, valorização e motivação dos funcionários, além de rapidez e economia no processo.
A seleção de pessoas incita a competitividade organizacional ao se escolherem pessoas adequadas para ingressar na organização, o que possibilita que essas pessoas, ao adquirirem novas competências, tenham a oportunidade de assumir cargos mais elevados e que exigem maior conhecimento.
Os documentos provenientes da avaliação psicológica deverão ser guardados pelo prazo máximo de cinco anos, observando-se a responsabilidade do psicólogo na guarda e no sigilo desse material.
Em uma abordagem contemporânea, o recrutamento e a seleção de pessoas obedecem a um conjunto de rotinas e procedimentos executados de maneira sequencial e cujo foco é o cargo a ser preenchido.
No setor público, são considerados como fatores mínimos obrigatórios na avaliação de desempenho individual o trabalho em equipe e o comprometimento com o trabalho. No entanto, a capacidade de iniciativa e autodesenvolvimento, o relacionamento interpessoal e a qualidade técnica do trabalho são considerados fatores opcionais de avaliação.
Formulação de objetivos consensuais, comprometimento pessoal, negociação acerca dos meios necessários para o alcance dos objetivos, desempenho, monitoramento dos resultados e retração intensiva são etapas da avaliação de desempenho participativa por objetivos.
A avaliação de desempenho deve proporcionar uma análise objetiva que fundamente a tomada de decisão para promoções, transferências, remuneração e demissão de funcionários.
A promoção da espiral do conhecimento pela flutuação e caos criativo fundamenta-se na premissa de que os membros da organização têm permissão para atuar de forma autônoma, de modo a possibilitar novas oportunidades para a organização.
As metas globais referentes à avaliação de desempenho institucional são fixadas anualmente e elaboradas, quando couber, de acordo com o plano plurianual, a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei Orçamentária Anual.
O conflito existente entre o funcionário e o responsável pela área não deve ser administrado pelo setor de qualidade de vida no trabalho, mas pela alta administração da empresa, por se tratar de comportamento antiético, passível de demissão.
Um ambiente de trabalho agradável pode melhorar o relacionamento interpessoal e a produtividade dos funcionários, reduzir acidentes e doenças, bem como o absenteísmo e a rotatividade de pessoal.
Caso o psicólogo seja demitido ou transferido do seu posto de trabalho, ele deverá repassar todo o material ao psicólogo substituto, porém, não havendo outro profissional habilitado para substituí-lo, deverá encaminhar todos os arquivos lacrados à direção da empresa.
O psicólogo que atendeu o funcionário deve considerar as relações de poder existentes no ambiente organizacional e se posicionar de forma crítica, conforme os princípios do código de ética profissional, mesmo que estes sejam contrários aos interesses da empresa.
Organizações onde as pessoas aprendem são aquelas em que os problemas são resolvidos a partir de padrões de pensamento conhecidos e seguros, o que garante que o aprendizado não seja perdido e que não haja risco de soluções desconhecidas.
O uso intensivo de formas flexíveis de trabalho, como homework e teletrabalho, bem como a avaliação de desempenho com foco em comportamento e traços de personalidade, são tendências em gestão de pessoas.