Foram encontradas 987 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3557214 Pedagogia
Durante os primeiros anos de vida, as crianças passam por um notável processo de desenvolvimento, abrangendo áreas como cognição, comunicação e habilidades motoras. Um dos aspectos mais fascinantes desse processo é o desenvolvimento da linguagem. A capacidade de comunicar-se verbalmente é um marco crucial no crescimento de uma criança. Nesse contexto, qual é um dos períodos mais significativos no desenvolvimento da linguagem infantil?
Alternativas
Q3557213 Pedagogia
No desenvolvimento cognitivo de crianças e adolescentes, qual dos seguintes fatores desempenha um papel crucial?
Alternativas
Q3557209 Matemática
Um agrônomo precisa criar uma mistura de rações que contenha exatamente 300 g de proteína. Ele tem a opção de comprar dois tipos de ração: uma ração A, que contém 15% de proteína e custa R$ 6,00 o quilo, e uma ração B, que contém 12% de proteína e custa R$ 4,00 o quilo. Sabendo que o agrônomo comprou uma certa quantidade de cada uma das rações e que ele pagou R$ 11,00 no total, qual é a soma da quantidade comprada da ração A e da ração B assumindo que ele usou toda quantidade comprada para fazer a mistura?
Alternativas
Q3557208 Matemática
O IMC (índice de massa corporal) é um número que ajuda a dar uma noção de qual seria a massa corporal ideal para uma pessoa de uma certa altura. O IMC é dado por
IMC = m/h2

onde m é a massa em quilogramas e h é a altura metros da pessoa. Supondo que uma pessoa de 90 kg e 1,70 m quer ter seu IMC igual a 24, quantos quilogramas ela precisará emagrecer para atingir seu objetivo? 
Alternativas
Q3557207 Matemática
Um taxista depois de muito observar as suas receitas e despesas, ele conclui que o quanto ele ganha em cada viagem é aproximadamente R$ 5,00 fixos por viagem acrescido de R$ 14,00 para cada 2 km percorrido na viagem. Por outro lado, em cada viagem, ele verificou que tem aproximadamente um custo de R$ 5,00 por quilômetro percorrido. Ademais, ele observou que consegue fazer 9 viagens por dia, onde cada viagem é de 7 km em média. Quantos dias por mês, no mínimo, o taxista precisa trabalhar para conseguir faturar líquido, pelo menos, R$4.000,00?
Alternativas
Q3557206 Matemática
Um atleta está correndo em uma pista que tem o formato mostrado na figura abaixo:  
Imagem associada para resolução da questão
Os trechos da pista entre AF, BC e DE são semicírculos de diâmetro medindo 200 metros, o trecho entre AB mede 600 metros, os trechos entre EF e CD medem 200 metros cada e são paralelos ao trecho AB. O atleta inicia sua corrida no ponto A e tem o objetivo de correr 8,6 km. Se o atleta corre na pista em sentido anti-horário, quando ele terminar sua corrida em que trecho da pista ele se encontrará? Considere π ≅ 3.
Alternativas
Q3555917 Português
Considere as seguintes sentenças:
I. Este é o filme de que te falei.
II. O que ele disse sobre a discussão?
III. Lamento que tudo isso tenha acontecido.
IV. Você terá que estudar muito para essa prova.
V. Não faça birra, que o seu pai é bravo.
Nas sentenças dadas, a palavra “que” atua de diferentes formas. Ocorre como preposição apenas em: 
Alternativas
Q3555916 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
O plural de palavras compostas varia de acordo com o significado e a classe dos elementos que compõem a palavra. No caso da palavra “águasvivas”, ambos os elementos estão flexionados porque: 
Alternativas
Q3555915 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere o excerto: “Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta.” Nesse excerto, verifica-se apenas a ocorrência de pronomes dos tipos:
Alternativas
Q3555914 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:
I. “A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes.”
II. “A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro”
Nas sentenças I e II, a colocação pronominal em relação aos verbos ocorre, respectivamente, como:
Alternativas
Q3555913 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere o excerto: “As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.” Nesse contexto, os verbos “mostraram”, “é” e “serve” estão conjugados, respectivamente, no(s) modo(s): 
Alternativas
Q3555912 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere as palavras I. extremamente, II. caribenhas e III. aprendizagem, que ocorrem no texto. Em relação à formação, as palavras dadas são formadas, respectivamente, pelo(s) processo(s) de:
Alternativas
Q3555911 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere o excerto: “Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos.” Quanto às categorias gramaticais, as palavras “águas-vivas”, “aprender”, “através” e “de” classificam-se, respectivamente, como:
Alternativas
Q3555910 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
No excerto “A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza.”, a locução “no entanto” atua como:
Alternativas
Q3555909 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere o excerto: “Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste.” A relação que se estabelece entre a primeira oração e o restante do período é de:
Alternativas
Q3555908 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
De acordo com o texto, o aprendizado associativo das águas-vivas da espécie Tripedalia Cystophora está associado ao seu sistema visual. Isso porque: 
Alternativas
Q2213209 Direito Constitucional

Segundo a Constituição Federal, a República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais, dentre outros, pelo seguinte princípio: 

Alternativas
Q2213208 Direito Administrativo

Segundo a Lei de Improbidade Administrativa: “A ______________ de agente público ficam condicionados à apresentação de declaração de imposto de renda e proventos de qualquer natureza, que tenha sido apresentada à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, a fim de ser arquivada no serviço de pessoal competente”.



Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 

Alternativas
Q2213207 Legislação Estadual
De acordo com o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Novo Cabrais, a vacância do cargo decorrerá de: 
Alternativas
Q2213206 Legislação Estadual
Segundo o Regime jurídico dos Servidores Públicos do Município de Novo Cabrais, o servidor cedido ao Município por outra entidade Pública para o exercício de cargo de confiança de _______________, será enquadrado na FG ou subsídio correspondente ao cargo.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 
Alternativas
Respostas
761: C
762: D
763: E
764: B
765: A
766: B
767: D
768: C
769: A
770: B
771: D
772: A
773: A
774: B
775: A
776: C
777: A
778: B
779: D
780: D