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Assinale a alternativa que, corretamente, preenche as lacunas a seguir.
Um dos grandes marcos da história da Psicologia como ciência e pesquisa foi em _________ com o estabelecimento do primeiro laboratório psicológico do mundo criado por _____________.
Segundo Cotrim (2002), o "[ ... ] vasto conjunto de concepções geralmente aceitas como verdadeiras em determinado meio social recebe o nome de":
COTRIM. Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. 15. ed. São Paulo : Saraiva, 2002. |
Francelin (2004) revisa alguns aspectos da constituição do conhecimento científico e descreve características de eventos que se desenvolveram e ainda se desenvolvem a partir de novos conceitos em torno da própria ciência, como o senso comum. Considere as seguintes afirmações.
FRANCELIN, M. M. Ciência, senso comum e revoluções científicas: ressonâncias e paradoxos. Ci. lnf., Brasília, v. 33, n. 3, dez. 2004. Disponível em <http://www.scielo.br/ scielo. ph p ?scri pt=sci _ a rttex t&pid=S0100- 19652004000300004&Ing=pt&nrm=iso>. acessos em 27 jan. 2012. |
I. A ciência, aparentemente, busca por meio de seu rigor na pesquisa, no debate e crítica de opiniões, afastar-se do senso comum.
II. No meio científico, deve haver plena consciência de que uma pesquisa que leva a um novo conhecimento não é definitiva.
III. No senso comum, as opiniões obtidas podem ser emitidas como verdadeiras e definitivas.
IV. A caracterização do senso comum não passa, necessariamente, por critérios de verdade ou falsidade, mas sim pela "falta de fundamentação sistemática".
Está correto o que se afirma em:
D'Oliveira (1984) registra em seu livro as experiências e inquietações enquanto pesquisadora e professora de Psicologia. Assim, o material fornece subsídios para uma atuação em ciência e pesquisa com o intuito de reconhecê-las e compará-las com outras atividades do conhecimento humano. Considerando suas informações, é incorreto afirmar que:
D'OLIVEIRA, M.M.H. Ciência e pesquisa em psicologia: uma introdução. São Paulo: EPU, 1984. |
Documento expedido pelo psicólogo que certifica uma determinada situação ou estado psicológico, tendo como finalidade afirmar sobre as condições psicológicas de quem, por requerimento, o solicita, com fins de:
- justificar faltas e/ou impedimentos do solicitante;
- justificar estar apto ou não para atividades específicas, após realização de um processo de avaliação psicológica, dentro do rigor técnico e ético.
De acordo com a Resolução CFP n5 7/2003, o conceito e finalidades acima transcritos são relativos:
Sob o prisma da Lei n9 5.766, constituem infrações disciplinares as abaixo descritas, exceto:
As questões 9 e 10 são baseadas no trecho de letra de canção abaixo.
Papo de Psicólogo (Pedro Mariano)
Não é papo de psicólogo,
Eu só quero entender,
Se um grande amor termina a gente se preocupa em saber
por que
O que que deu errado, onde que desandou, pra onde foi a
alma e a alegria daquele amor
(...)
Deita, pensa no amanhã
Pensa, se deita em meu divã
Mas não é papo de psicólogo,
Eu só quero entender,
Se um grande amor termina a gente se preocupa em saber
porque
(...)
(Disponível em http://www.vogaiume.com.br/)
Sobre os versos como um todo e partes deles, assinale a alternativa incorreta.
No dia dos seus 102 anos, uma adorável matriarca está sentada junto à mesa de sua cozinha, rodeada de filhas e amigas. Ela corta os quiabos que serão preparados e servidos mais tarde aos visitantes, como de costume. Entrevistada, diz ao jornalista: “A vida, a gente é que decide. Eu escolhi a felicidade”.
A aniversariante, dona Canô, mãe de Bethânia, minha irmã querida, naturalmente não quis dizer que “escolher a felicidade” é viver sem problemas, sem dramas pessoais ou as dores do mundo. Nem quer dizer ser irresponsável, eternamente infantil. Ao contrário, a entrevistada falou em “decidir” e “escolher”. Apesar de fatalidades como a doença, e a morte, o desemprego, as perdas amorosas, a falta do dinheiro essencial à dignidade, podemos decidir que tudo fica como está ou vai melhorar, dentro do que podemos. Posso optar por me sentir injustiçada, ficando amarga e sombria; posso escolher acreditar no ser humano e em alguma coisa maior do que toda a nossa humana circunstância: posso buscar sempre alguma claridade, e colaborar com ela. Dentro de minhas limitações pessoais e de minha condição individual, eu faço diferença, todos fazemos.
Desse início pessoal, passo ao mais geral: leio que 40% dos nossos jovens e crianças vivem abaixo da linha de pobreza: que o desemprego é uma calamidade, a violência cresce a cada dia e o analfabetismo não diminui; que crianças continuam, aos milhares e milhares, brincando no barro feito terra e esgoto. Leio, vejo e sei que milhares e milhares de velhos vivem em condições sub-humanas, pois sua aposentadoria é miserável, o serviço de saúde pública também, morre-se em corredores de hospitais ou em filas de postos de saúde, onde médicos exaustos e pessimamente pagos, fazem muito mais do que podem.
Não vou recitar a ladainha de que as circunstâncias não justificam euforia nem ufanismo simplesmente porque nós não decidimos algo melhor do que isso que escrevi acima, e todo o resto que qualquer um conhece – e apesar disso continuamos deitando a cabeça no travesseiro toda noite e dormindo quem sabe até bem.
Tenho medo do ufanismo: ele pode ser burro e cego. Olimpíada no Brasil, Copa do Mundo no Brasil, tudo bem: mas eu preferia que antes disso a gente tivesse resolvido os gravíssimos e tristes problemas, tão dramáticos, de comida, saúde, educação, moradia, decência e dignidade de boa parte do povo brasileiro que agora samba e celebra porque teremos Copa, teremos Olimpíada, teremos festa.
Sei que este não é um artigo simpático. Certamente não é alegrinho. Realmente ele trata do que não decidimos, ou decidimos mal, ou decidimos não decidir, como, por exemplo, exigir líderes mais sensatos, mais presentes, mais realistas, mais dignos em todos os níveis. Podíamos decidir ser mais respeitados enquanto povo, mais olhados enquanto gente, mais seguros e mais protegidos enquanto sociedade.
Ou isso a gente não decide porque nem sabe das coisas, pois não se informa, não sabe ler, se sabe ler não costuma, nem o jornal esquecido no banco do ônibus. Onde o povo carrega doença e dor, descrença e desalento, mas também, aqui e ali, leva um jornal para saber onde afinal vivemos, em quem afinal podemos acreditar, e o que afinal deveríamos esperar. Indagados, os mais desassistidos dirão que Deus é quem sabe, Deus decide, a quem ama Deus faz sofrer – frase de imensurável crueldade.
Ou será melhor nem saber nem aprender a ler, nem pegar a folha de jornal, nem ouvir o noticioso no radinho de pilha. Basta saber que sempre há em algum canto motivo para um breve ou longo carnaval, celebrando alguma coisa que possivelmente não vai encher nem o nosso bolso nem a barriga de nossos filhos, nem construir uma casa decente, nem botar esgoto, nem cuidar da nossa saúde, nem amparar nossos velhos, nem coisa nenhuma que seja forte, firme, boa e real. Porque, infelizmente, por aqui ainda decidimos pouco, e poucas vezes decidimos bem. Não porque Deus quis assim, mas porque a gente nem ao menos sabe por onde começar. (LUFT, Lya. A gente decide. VEJA. 21 out.2009.p.26.)
“Tenho medo do ufanismo: ele pode ser burro e cego. Olimpíada no Brasil, Copa do Mundo no Brasil, tudo bem: mas eu preferia que antes disso a gente tivesse resolvido os gravíssimos e tristes problemas, tão dramáticos, de comida, saúde...” A palavra em destaque representa, no sexto parágrafo, uma relação de:
Com base nas informações acima, indique o nome do(a) arqueólogo(a) responsável por esta importante descoberta.