Foram encontradas 6.192 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2016 Banca: INAZ do Pará Órgão: Prefeitura de Curralinhos - PI
Q1184514 Português
Acentuando-se o trecho da notícia abaixo, de acordo com as regras da norma culta, teremos 
Neste domingo (10), as 18h30, sera apresentado o documentario “Belem 400 anos, a influencia francesa na capital paraense”. A exibição vai ate o dia 14 de julho e a sessão tem entrada gratuita no Cinema Olympia, em Belem.
Texto adaptado. Disponível em <http://g1 .globo.com/pa/>. Acesso em 10 jul 2016.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: BIO-RIO Órgão: Prefeitura de Barra Mansa - RJ
Q1182977 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Consoante sua Lei Orgânica, o Município de Barra Mansa é uma unidade do território do Estado do Rio de Janeiro, com personalidade jurídica de Direito Público interno e autonomia
Alternativas
Ano: 2016 Banca: BIO-RIO Órgão: Prefeitura de Barra Mansa - RJ
Q1182953 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Nos termos do artigo 16 da Lei Orgânica do Município de Barra Mansa, o Poder Legislativo é exercido pela Câmara Municipal, composto de vereadores eleitos para cada legislatura, em pleito direto, pelo sistema
Alternativas
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Guarulhos - SP
Q1181980 Português
Preconceito na escola
Não há um único dia em que vários preconceitos, dos mais diversos tipos, não se expressem em ambiente escolar. Aliás, é no mínimo estranho que tenhamos tantas preocupações e campanhas contra o chamado bullying na escola e pouco ou quase nada contra o preconceito. Afinal, a maior parte dos comportamentos de assédio moral* nasce de preconceitos!
Recentemente tivemos notícia de dois episódios de preconceito na escola: o da mãe que recebeu um bilhete da professora pedindo para aparar ou prender os cabelos dos filhos (ambos negros) – fato ocorrido em nosso país – e o da garota negra lanchando sozinha ao lado de uma mesa com vários colegas brancos juntos – este, ocorrido na África do Sul.
Muita gente se indignou, mas muita gente também não viu nada de mais em ambos os casos. Choveram justificativas e até acusações para explicar as situações, o que sinaliza como é difícil reconhecer nossos preconceitos e, acima de tudo, conter suas manifestações e colaborar para que a convivência social seja mais digna.
Por que enviamos nossos filhos para a escola? Hoje, não dá mais para aceitar como uma boa razão apenas o ensino das disciplinas do conhecimento. Essa razão é pobre em demasia para motivar o aluno a aprender. Para que nossos filhos garantam um futuro de sucesso? O estudo escolar não oferece mais essa garantia.
Deveríamos ter como forte razão para enviar nossos filhos à escola o preparo para a cidadania, ou seja, o ensino dos valores sociais que vão colaborar para a formação de um cidadão de bem. Ensinar a reconhecer os principais preconceitos de nossa sociedade, suas várias formas de manifestação e como combatê-los é função das mais importantes da escola.
*assédio moral: exposição de alguém a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas, durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções.
(Rosely Sayão. www.folha.uol.com.br, 28.06.2016. Adaptado)
Considerando as regras de regência verbal, a forma destacada no trecho do 3º parágrafo – Muita gente se indignou, mas muita gente também não viu nada de mais em ambos os casos. – pode vir seguida de:
Alternativas
Q1131991 Português

                                  Considerações sobre a loucura

                                                                                                            Ferreira Gullar


      Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre tratamento psiquiátrico sem na verdade conhecerem o problema. É bacana ser contra internação. Por isso mesmo traçam um retrato equivocado de como os pacientes eram tratados no passado em manicômios infernais por médicos que só pensavam em torturá-los com choques elétricos, camisas de força e metê-los em solitárias.

      Por isso mesmo exaltam o movimento antimanicomial, que se opõe à internação dos doentes mentais. Segundo eles, os pacientes são metidos em hospitais psiquiátricos porque a família quer se ver livre deles. Só pode fazer tal afirmação quem nunca teve que conviver com um doente mental e, por isso, ignora o tormento que tal situação pode implicar.

      Nada mais doloroso para uma mãe ou um pai do que ter de admitir que seu filho é esquizofrênico e ser, por isso, obrigado a interná-lo. Há certamente pais que se negam a fazê-lo, mas ao custo de ser por ele agredido ou vê-lo por fim à própria vida, jogando-se da janela do apartamento.

      Como aquelas pessoas não enfrentam tais situações, inventam que os hospitais psiquiátricos, ainda hoje, são locais de tortura. Ignoram que as clínicas atuais, em sua maioria, graças aos remédios neuroléticos, nada têm dos manicômios do passado.

      Recentemente, num desses programas de televisão, ouvi pessoas afirmarem que o verdadeiro tratamento psiquiátrico foi inventado pela médica Nise da Silveira, que curava os doentes com atividades artísticas. Trata-se de um equívoco. A terapia ocupacional, artística ou não, jamais curou algum doente.

      Trata-se, graças a Nise, de uma ocupação que lhe dá prazer e, por mantê-lo ocupado, alivia-lhe as tensões psíquicas. Quando o doente é, apesar de louco, um artista talentoso, como Emygdio de Barros ou Arthur Bispo do Rosário, realiza-se artisticamente e encontra assim um modo de ser feliz.

      Graças à atividade dos internados no Centro Psiquiátrico Nacional, do Engenho de Dentro, no Estado do Rio, criou-se o Museu de Imagens do Inconsciente, que muito contribuiu para o reconhecimento do valor estético dos artistas doentes mentais. Mas é bom entender que não é a loucura que torna alguém artista; de fato, ele é artístico apesar de louco.

      Tanto isso é verdade que, das dezenas de pacientes que trabalharam no ateliê do Centro Psiquiátrico, apenas quatro ou cinco criaram obras de arte. Deve-se reconhecer, também, que conforme a personalidade de cada um seu estado mental compõe a expressão estética que produz.

      No tal programa de TV, alguém afirmou que, graças a Nise da Silveira, o tratamento psiquiátrico tornou-se o que é hoje. Não é verdade, isso se deve à invenção dos remédios neurolépticos que possibilitam o controle do surto psíquico.

      É também graças a essa medicação que as internações se tornaram menos frequentes e, quando necessárias, duram pouco tempo – o tempo necessário ao controle do surto por medicação mais forte. Superada a crise, o paciente volta para casa e continua tomando as doses necessárias à manutenção da estabilidade mental.

      Não pretendo com esses argumentos diminuir a extraordinária contribuição dada pela médica Nise da Silveira ao tratamento dos doentes mentais no Brasil. Fui amigo dela e acompanhei de perto, juntamente com Mário Pedrosa, o seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional. 

      Uma das qualidades dela era o seu afeto pelas pessoas e particularmente pelo doente mental. Eis um exemplo: como o Natal se aproximava, ela perguntou aos pacientes o que queriam de presente. Emygdio respondeu: um guarda-chuva.

      Como dentro do hospital naturalmente não chovia, ela concluiu que ele queria ir embora para casa. E era. Ela providenciou para que levasse consigo tinta e tela, a fim de que não parasse de pintar.

      Ele se foi, mas, passado algum tempo, alguém toca a campainha do gabinete da médica. Ela abre a porta, era o Emygdio, de paletó, gravata e maleta na mão. “Voltei para continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.” E ficou pintando ali até completar 80 anos, quando, por lei, teve que deixar o hospital e ir para um abrigo de idosos, onde morreu anos depois.

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2016/02/174 1258-consideracoes-sobre-a-loucura.shtml)

Assinale a alternativa em que os vocábulos estão de acordo com as regras de acentuação ortográfica vigentes.
Alternativas
Q1131990 Português

                                  Considerações sobre a loucura

                                                                                                            Ferreira Gullar


      Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre tratamento psiquiátrico sem na verdade conhecerem o problema. É bacana ser contra internação. Por isso mesmo traçam um retrato equivocado de como os pacientes eram tratados no passado em manicômios infernais por médicos que só pensavam em torturá-los com choques elétricos, camisas de força e metê-los em solitárias.

      Por isso mesmo exaltam o movimento antimanicomial, que se opõe à internação dos doentes mentais. Segundo eles, os pacientes são metidos em hospitais psiquiátricos porque a família quer se ver livre deles. Só pode fazer tal afirmação quem nunca teve que conviver com um doente mental e, por isso, ignora o tormento que tal situação pode implicar.

      Nada mais doloroso para uma mãe ou um pai do que ter de admitir que seu filho é esquizofrênico e ser, por isso, obrigado a interná-lo. Há certamente pais que se negam a fazê-lo, mas ao custo de ser por ele agredido ou vê-lo por fim à própria vida, jogando-se da janela do apartamento.

      Como aquelas pessoas não enfrentam tais situações, inventam que os hospitais psiquiátricos, ainda hoje, são locais de tortura. Ignoram que as clínicas atuais, em sua maioria, graças aos remédios neuroléticos, nada têm dos manicômios do passado.

      Recentemente, num desses programas de televisão, ouvi pessoas afirmarem que o verdadeiro tratamento psiquiátrico foi inventado pela médica Nise da Silveira, que curava os doentes com atividades artísticas. Trata-se de um equívoco. A terapia ocupacional, artística ou não, jamais curou algum doente.

      Trata-se, graças a Nise, de uma ocupação que lhe dá prazer e, por mantê-lo ocupado, alivia-lhe as tensões psíquicas. Quando o doente é, apesar de louco, um artista talentoso, como Emygdio de Barros ou Arthur Bispo do Rosário, realiza-se artisticamente e encontra assim um modo de ser feliz.

      Graças à atividade dos internados no Centro Psiquiátrico Nacional, do Engenho de Dentro, no Estado do Rio, criou-se o Museu de Imagens do Inconsciente, que muito contribuiu para o reconhecimento do valor estético dos artistas doentes mentais. Mas é bom entender que não é a loucura que torna alguém artista; de fato, ele é artístico apesar de louco.

      Tanto isso é verdade que, das dezenas de pacientes que trabalharam no ateliê do Centro Psiquiátrico, apenas quatro ou cinco criaram obras de arte. Deve-se reconhecer, também, que conforme a personalidade de cada um seu estado mental compõe a expressão estética que produz.

      No tal programa de TV, alguém afirmou que, graças a Nise da Silveira, o tratamento psiquiátrico tornou-se o que é hoje. Não é verdade, isso se deve à invenção dos remédios neurolépticos que possibilitam o controle do surto psíquico.

      É também graças a essa medicação que as internações se tornaram menos frequentes e, quando necessárias, duram pouco tempo – o tempo necessário ao controle do surto por medicação mais forte. Superada a crise, o paciente volta para casa e continua tomando as doses necessárias à manutenção da estabilidade mental.

      Não pretendo com esses argumentos diminuir a extraordinária contribuição dada pela médica Nise da Silveira ao tratamento dos doentes mentais no Brasil. Fui amigo dela e acompanhei de perto, juntamente com Mário Pedrosa, o seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional. 

      Uma das qualidades dela era o seu afeto pelas pessoas e particularmente pelo doente mental. Eis um exemplo: como o Natal se aproximava, ela perguntou aos pacientes o que queriam de presente. Emygdio respondeu: um guarda-chuva.

      Como dentro do hospital naturalmente não chovia, ela concluiu que ele queria ir embora para casa. E era. Ela providenciou para que levasse consigo tinta e tela, a fim de que não parasse de pintar.

      Ele se foi, mas, passado algum tempo, alguém toca a campainha do gabinete da médica. Ela abre a porta, era o Emygdio, de paletó, gravata e maleta na mão. “Voltei para continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.” E ficou pintando ali até completar 80 anos, quando, por lei, teve que deixar o hospital e ir para um abrigo de idosos, onde morreu anos depois.

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2016/02/174 1258-consideracoes-sobre-a-loucura.shtml)

“...que só pensavam em torturá-los com choques elétricos..”. Assinale a alternativa em que há uma palavra acentuada pelo mesma regra que o vocábulo destacado.
Alternativas
Q1087435 Matemática
Diariamente um morador adiciona cloro à água da piscina de sua casa, que sempre está totalmente cheia de água, baseado na seguinte proporção: são 250 ml de cloro para cada 2 m3 de água na piscina. Se a piscina desse morador possui o formato de uma paralelepípedo reto-retângulo e suas medidas internas são iguais a 12 m de largura, 20 m de comprimento e profundidade de 1,8 m, então a quantidade de litros de cloro que esse morador deverá adicionar à água da piscina totalmente cheia da sua casa, diariamente, será igual a
Alternativas
Q1087434 Matemática
Uma caixa de isopor, em formato de paralelepípedo reto-retângulo, possui medidas internas iguais a: 15 cm de comprimento, 25 cm de largura e 24 cm de altura. O volume dessa caixa, em litros, será igual a
Alternativas
Q1087433 Raciocínio Lógico
Debater está para argumentar, assim como aguentar está para
Alternativas
Q1087432 Raciocínio Lógico
Quando dizemos que não é verdade que “Antonio é baixo e Joaquim é rico”, é logicamente equivalente a dizer que é verdade que
Alternativas
Q1087431 Matemática

Na figura a seguir, temos dois círculos concêntricos, tais que seus raios medem 4 cm e 3 cm. ConsiderandoImagem associada para resolução da questãoa área da região sombreada nessa figura é igual a

Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q1087428 Matemática
Em uma escola de habilitação de motoristas de trânsito, os candidatos a motoristas precisam realizar um teste final, cuja nota é obtida por uma pontuação que varia de 0 a 10, conforme o número de acertos no referido teste. Para um determinado grupo de candidatos, após a realização do teste final, constatou-se que 2 / 3 desses candidatos obtiveram notas que variam de 4 a 8 pontos nesse teste final e que 1 / 5 desses candidatos obtiveram notas acima de 8 pontos nesse teste final. Dessa forma, a fração irredutível que representa a quantidade de candidatos que obtiveram notas abaixo de 4 no referido teste final, em relação ao total de candidatos desse grupo, é igual a
Alternativas
Q1087427 Matemática
Para organizar todos os livros de uma biblioteca, eram necessárias 5 funcionárias trabalhando 8 horas por dia durante o período de 10 dias. Antes de ser iniciada essa atividade, uma dessas funcionárias solicitou licença maternidade, sendo que as funcionárias restantes tiveram que trabalhar mais horas por dia para poder concluir essa organização de livros no mesmo prazo estipulado de 10 dias. Nessas condições, a quantidade de horas diárias que as 4 funcionárias restantes tiveram que trabalhar para organizar todos os livros foi de
Alternativas
Q1087426 Matemática
Em um dia normal de trabalho, três jornaleiros trabalhando 4 horas por dia conseguem entregar 800 jornais aos seus clientes. Mantendo o mesmo ritmo de trabalho, o total de jornais que serão entregues se cinco jornaleiros trabalharem 6 horas por dia será igual a
Alternativas
Q1087420 Raciocínio Lógico
Cinco amigos, João, Kátia, Laura, Marcelo e Otávio, combinaram de se encontrar em um restaurante. Sabe-se que João chegou ao restaurante antes de Marcelo e Laura, Marcelo chegou ao restaurante antes de Otávio, Kátia chegou ao restaurante antes de João, e Otávio não foi o último a chegar ao restaurante. Dessa forma, entre os cinco amigos citados, o quarto a chegar no restaurante foi
Alternativas
Q1087415 Matemática
Um médico receitou um remédio a sua paciente que deve ser tomado seis vezes ao dia em intervalos iguais. Se essa paciente tomou a primeira dose desse remédio às 4 horas da madrugada, então ela irá tomar a quarta dose exatamente às
Alternativas
Q1087413 Matemática
Em um cinema, as poltronas estão distribuídas em 39 fileiras com 22 poltronas em cada uma. O total de poltronas que existem nesse cinema é igual a
Alternativas
Q1087412 Matemática
Uma pessoa fez uma viagem dentro do Estado de Minas Gerais, percorrendo um trajeto rodoviário, partindo da cidade de Juiz de Fora até a cidade de Belo Horizonte, fazendo uma parada na cidade de Conselheiro Lafaiete, situada no trajeto rodoviário percorrido entre as duas cidades. Neste trajeto, a distância entre Juiz de Fora e Belo Horizonte é de 266 km e a distância entre Juiz de Fora e Conselheiro Lafaiete é de 170 km. Dessa forma, neste trajeto rodoviário percorrido por essa pessoa, a distância entre Conselheiro Lafaiete e Belo Horizonte é igual a
Alternativas
Q1087407 Português
Considerada a substituição do segmento sublinhado pelo que está entre parênteses, o verbo que permanece no singular está em qual alternativa?
Alternativas
Q1087396 Português
“Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre tratamento psiquiátrico...”. Assinale a alternativa em que o verbo possui o mesmo tipo de complemento do verbo grifado no contexto apresentado.
Alternativas
Respostas
5241: E
5242: B
5243: C
5244: A
5245: D
5246: E
5247: D
5248: B
5249: C
5250: D
5251: E
5252: D
5253: A
5254: C
5255: E
5256: C
5257: D
5258: E
5259: X
5260: B